Quinta Sexual 77: Puta por diversão

Carla era uma moça de família. No estilo classe média, nunca lhe faltou nada: estudou em escola particular, fez faculdade de administração. Teve boa vida, o relacionamento com os pais era bom (não chegava a ser de comercial de margarina, mas era completamente saudável).

Tinha um corpo bonito, cabelos longos e claros. Olhos castanhos, baixa e sempre de unhas vermelhas. Recebeu mesada até os 18, brincou de trabalhar por um tempo.

Mas cansou da monotonia que aquela vida perfeitinha lhe trouxe. Se transformou em um desses casos raros de revolta por ter uma vida boa demais: decidiu que seria puta.

Sim, queria vender seu corpo nas ruas, e por opção (não por falta dela, como a maioria das outras garotas de programa).

Talvez porque tenha sido a maneira encontrada de sentir emoções fortes.

Talvez pela tara, pela ânsia de ter contigo a cada noite pessoas diferentes, novas histórias para contar e uma vida inteira para se arrepender depois.

Acho até que ela gostava da ideia de um dia se arrepender, casar, ter filhos e vergonha nenhuma de contar suas histórias nas ruas.

Falar detalhadamente de cada homem que a  possuiu, quanto pagavam por ela em sua época e de todas as dores e prazeres que sentiu.  Do luxo que nunca lhe faltou, das escolhas que fez e do dinheiro que ganhou. De tudo que aprendeu na cama. De todos os orgasmos que fingiu, de todo tipo de gente para quem deu.

Por hora, era aquela vida que queria. Trabalhava quando tinha vontade, já que dinheiro não era o problema. Só transava com os clientes que considerava atraentes. E gozava todas as vezes.

E foi assim, sendo puta por diversão, que Carla encontrou felicidade.
Simples para ela, complexo demais para a sociedade. Como tudo em que vivera até então.

SaiDaqui!

@amanda_arm dia 2 de fevereiro de 2012
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Quinta sexual 76: Fatos engaçados sobre sexo

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Durante a ejaculação, o esperma viaja a uma velocidade de mais de 10km/h e sai a uma temperatura de 36 graus, os batimentos cardíacos podem ser de até 150 por minuto.
- O que isso muda na sua vida? Não sei.
Numa relação sexual, o homem produz 200 milhões de espermatozóides.
- E você aí, não conseguindo acertar NENHUM!
O Viagra só é legalmente vendido em 5 países do mundo. Uma pílula de Viagra chega custar cerca de 23 mil escudos no mercado negro da Malásia.
- Tadinho dos brochas :( Ainda tem que ser ricos?
Durante os preliminares, o seio da mulher pode aumentar cerca de 25% de tamanho.
- Silicone nunca mais! Viva DANDO.
O presidente francês François Faure morreu num bordel, em 1899, durante o ato sexual. A senhora que o acompanhava ficou tão aterrorizada que contraiu a vagina de tal forma que foi preciso uma cirurgia para remover o membro do falecido.
- EU QUERO VER ESSA CENA. Será que tem algum registro dela?
Os homens castrados vivem cerca de 13 anos a mais que os homens mais afortunados.
E, como grupo, as freiras vivem mais do que todos.
- Prefiro viver 13 anos a menos , do que viver um segundo sem pinto …
Na Europa do século XIV, era permitido a um nobre deixar o órgão sexual à mostra sob a túnica. Aqueles que não eram muito avantajados podiam usar um pénis falso, de couro.
-PINTO DE COURO? Ai se a moda pega e….OH WAIT =x
Eduardo VII, rei da Inglaterra, mandou fazer uma mesa especial para que pudesse fazer sexo sobre ela.
- Paguei pau pra esse cara. Homens, aprendam!
Em 1609, um médico chamado Wecker encontrou um cadáver com dois pênis.
- Penetração dupla em UM cara. ADORO!
E SaiDaqui ;)
@amanda_arm dia 22 de dezembro de 2011
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Quinta Sexual 75: 50 razões para transar

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Baseando-me na série “How I Met Your Mother” esse post é um mero clássico de algumas razões apresentadas em alguns episódios de porque as pessoas fazem sexo. Na trama, a dúida começou porque foi lançado o desafio de listarem 50 motivos para transar.

De maneira divertida e descontraída, algumas são COMPLETAMENTE verdadeiras, e no meio de algumas absurdas e engraçadas, seguem 50 razões para transar com alguém. E você? Sabe listar mais alguma?

 

 

  • Porque você está com insônia
  • Sexo de reconciliação
  • Sexo de términio de relação
  • Seu amigo lhe contou uma nova posição
  • Vingança
  • Porque é o primeiro que aparece desde que você terminou
  • Porque você precisa de um lugar para dormir
  • Não há nada melhor na TV
  • Porque você está em um hotel (ou em qualquer lugar diferente)
  • Curiosidade
  • Está chovendo
  • Está no intervalo do jogo
  • Exercício físio/Ajudar na dieta
  • Celebrar a recente perda de peso
  • Você finalmente conseguir mostrar para a cama da sua infância alguma ação real
  • Noite de formatura/celebração
  • Você já está na casa do outro e não quer dirigir até a sua
  • Mostrar a nova lingerie
  • Celebrar a vitória do seu time ou do seu canditato
  • A chance de fazer em um local específico (banheiro público, avião…)
  • Para provar que ainda não cairam na rotina
  • Aliviar stress
  • Você acabou de depilar
  • Esqueceu de comprar presente de aniversário
  • “Let’s Get It On” de Marvin Gaye está tocando no rádio
  • Celebrar a vida depois de uma experiência de quase morte
  • Sua única chance com uma celebridade
  • Para evitar limpeza, estudo ou qualquer tipo de trabalho indesejado
  • Porque ela quer
  • Está frio lá fora
  • Para animar alguém (por pena)
  • Tempo de cozinhar um ovo
  • Animar os vizinhos
  • Seu colega de quarto está fora da cidade e você pode fazer no sofá
  • Fazer com vários tipos de proteção para celebrar uma não-gravidez
  • Practicar
  • Porque tem ar-condicionado
  • Porque você nunca fez com alguém do país dele/dela
  • Porque suas panturrilhas ficam bem nesse short
  • Ligação por engano e mesmo assim a pessoa errada topou
  • Porque ela se parece com sua prima gostosa e isso é o máximo que você vai conseguir sem parecer estranho
  • Celebrando um novo apartamento/casa
  • Porque ele diz que te ama e você ainda não está pronta para dizer o mesmo
  • Parceiro de balada que pega a amiga feia pro amigo se dar bem
  • Suas camisinhas vão expirar logo
  • Você está prevendo uma ereção
  • Erros de comunicação
  • Para reforçar bom comportamento (como boa higiene bucal)
  • Para mudar de assunto
  • Amor ♥

Gostou? Acrescente, comente, divulgue! E SaiDaqui!

@amanda_arm dia 15 de dezembro de 2011
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Quinta Sexual 74: Um tatuador e cinco orgasmos

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Ela estava numa nova fase de vida. Há tempos sonhava em fazer uma tatuagem, mas o medo sempre falava mais alto.

Decidiu então que isso também seria diferente. Marcou a sessão para o dia seguinte, no último horário disponível, já que trabalhava o dia todo. Escolheu o desenho que namorava há tempos em fazer: um floral lindo, delicado e colorido.

Conversou com o tatuador um pouco, perguntou sobre a dor que sentiria, os cuidados que teria que tomar e ficou um pouco sem graça quando teve que mostrar a costela toda, com parte dos seios quase à mostra para indicar o local que faria a tatuagem. Senriu o rosto corar.

Pensou por um instante que ele a havia olhado “com outros olhos”. Decidiu que era encanação de sua cabeça. Afinal, aquele homem lindo, moreno, alto, forte e todo tatuado, cheio de seu estilo hippie e descontraído, jamais se apaixonaria por uma moça medrosa e comum como ela era.

Foi embora feliz pela decisão e prova de coragem a si mesma que estamparia no corpo no outro dia. Mas de alguma forma, não era só isso. A imagem do tatuador não lhe abandonava os pensamentos.

Ao chegar em casa não resistiu: utilizou-se de toda sua imaginação para tocar cada milímetro de seu corpo enquanto tomava banho. Imaginou como seria o gosto do beijo, a textura e intensidade da mão lhe passeando pelas curvas. E principalmente, como seria delicioso ele possuí-la naquele instante, em pé, no chuveiro. Gemeu de leve quando imaginou ele lhe puxando os cabelos por trás, apertando forte os seios enquanto penetrava-a e gemia de forma quente perto de sua orelha.

No dia seguinte, trabalhou o dia todo num misto de nervosismo pela dor que sentiria e ansiedade em ver o dono de suas fantasias daquele banho delicioso da noite anterior novamente.

Numa reação automática, corou ao cumprimentá-lo com um beijo no rosto. Para sua surpresa, ele virou um pouco mais o rosto para que o beijo fosse de cantinho de lábio. Fechou forte os olhos por um segundo, pensando em suas mais sórdidas fantasias com aquele homem que ali estava à sua frente.

Conversaram duante todo o tempo que durou a tatuagem. Ele a acalmava pela dor e conversavam sobre suas histórias de vida. A cada minuto que ele contava suas experiências, mais vontade ela sentia de que ele a agarrasse. Aquele misto de dor e toque leve da mão dele perto dos seus seios lhe causou tamanho prazer que até hoje é indescritível.

Foi embora com a certa intenção de repetir sua fantasia de chuveiro da noite anterior, quando quase chegando em casa, o celular toca. Era ele, perguntando se podia encontrá-la em seu apartamento. Gaguejou um pouco, mas respondeu que sim.

Mal se falaram. Tudo que devia ser dito já tinha sido feito algumas horas atrás. Ele não titubeou: beijou-a intensamente logo que abriu a porta. Deixou logo que as mãos deslizassem para suas mais íntimas partes. Nenhum dos dois se aguentaria de vontade e não havia tempo para preliminares. Queriam aquele sexo intenso, selvagem e cheio de pegada.

Passaram as próximas três horas banhados em suor, gozo, libido e tesão. Transaram de todas as formas e em todos os cômodos existentes. Ao gozar pela quinta e última vez, susurrou no ouvido dele: “você é muito melhor do que eu havia imaginado ontem..”

Ao ouvir tal frase, não se conteve num sorriso maroto e nem no gozo.

Melhor experiência de tatuagem para ambos, até hoje.

SaiDaqui ;)

@amanda_arm dia 1 de dezembro de 2011
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Quinta Sexual 73: Swing, e um pouco de teoria

Antes de começarmos a falar do swing em si, que tal um pouco de história e teoria? Afinal, antes de opinar sobre qualquer assunto, é necessário conhecê-lo.

O primeiro passo é libertar-se de preconceitos. Abrir a mente para o novo e, mesmo que não concorde com o que vem a seguir, entender e respeitar o desejo de outras pessoas.

Lembre-se que não existe certo e errado, apenas pontos de vista diferentes.

 

Vamos ao que interessa?

Swing, ou também conhecido como “troca de casais”, é nada mais que um relacionamento sexual entre casais estáveis que optam pela prática sexual entre si (o famoso sexo grupal). Existem algumas correntes que já consideram o swing quando um casal adiciona um ou mais elementos na relação sexual. Vai de cada casal entender e praticar como melhor lhe parecer.

 

Dentro da definição, ainda há uma pequena classificação entre dois subtipos de swing: O Soft (troca de parceiros com caricias, beijos e sexo oral, não há penetração) e o Hard (troca de parceiros com penetração).

 

Outra questão que deve ser levada em consideração é a orientação sexual de todos os participanetes, permitindo que haja bissexualismo (feminino ou maculino) ou não na hora da prática. As possíveis situações são:

 

MFFM

Entre mulheres bissexuais e homens heterossexuais

 

MFMF

Entre mulheres e homens heterossexuais

 

FMMF

Entre mulheres heterossexuais e homens bissexuais

 

MMFF

Entre mulheres e homens bissexuais

 

 

Resumindo: Nada é proibido, desde que todas as outras partes concordem.

 

Como em qualquer outro ambiente da sociedade que envolva convívio com outros seres humanos, o respeito pelo outro deve vir sempre em primeiro lugar, respeitando assim os limites de cada um dos envolvidos.

 

Ser liberal e bem decidido sexualmente é um sinal de maturidade. Portanto, se decidir pelo swing, aja como adulto. Acima de tudo, não julgue. E boa sorte!

SaiDaqui ;)

@amanda_arm dia 24 de novembro de 2011
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Quinta Sexual 72: Peitos são legais, peitos são amigos

Peitos são legais, peitos são amigos. :)

Sempre fui hetero, mas não tenho problema nenhum em admitir o quanto gosto de peitos. Aliás, corpos de mulheres em geral são muito mais bonitos e proporcionais que os masculinos.

No geral, eles tem mais curva, o volume é mais proporcionalmente dividido e, convenhamos, é definitivamente mais prazeiroso aos olhos.

Seios femininos sempre chamam todos os tipos de atenção: e claro, eles ficam muito mais perto dos olhos do que as outras consideradas zonas erógenas.

Para criticar, elogiar, apalpar, mamar, brincar, atiçar, beijar, lamber, beliscar, perfurar, ou apenas olhar. Sejam pequenos, médios, grandes, de silicone, mamilos claros ou escuros: Peitos são legais. Peitos são bonitos. Peitos são amigos.

Enjoy! ;)

SaiDaqui!

 

@amanda_arm dia 17 de novembro de 2011
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Quinta Sexual 71: BDSM

Antes de mais nada, o óbvio (não tão óbvio para quem não é familiarizado com esse tipo de prática): BDSM é um acrônimo para a expressão Bondage, Disciplina, Sadismo e Masoquismo um grupo de padrões de comportamento sexual humano. A sigla descreve os três maiores subgrupos:  Bondage e Disciplina (BD), Dominação e Submissão (DS) e Sadismo e Masoquismo ou Sadomasoquismo (SM).

O objetivo principal do BDSM é trazer prazer sexual para todos os envolvidos na prática através da troca erótica de PODER. Ao contrário do que todos imaginam logo de cara, não há, NECESSARIAMENTE meios que envolvam dor, submissão, tortura psicológica, cócegas, etc (apesar de normalmente envolver um ou mais item dos citados).

Basicamente, a prática é provocada pelo Dominador (também chamado de TOP) e sentida/sofrida pelo Submisso (ou BOTTOM). Normalmente as pessoas tem sua preferência em ser exclusivamente um ou outro, porém, existem os SWITCHERS, praticantes que gostam de alternar seus papéis, sendo hora dominador, hora submisso.

Para quem não gosta ou, quando analisado de um ângulo neutro e não-sexual, as práticas podem ser consideradas desagradáveis ou desprazeirosas. No fim das contas, é apenas uma questão de gosto de preferência, já que é cientificamente comprovado que algumas pessoas gostam e sentem prazer em atos que provoquem dor ou desconforto.

Vale salientar que, acima de tudo, o conceito fundamental d o BDSM se apóia é conhecido como SSC = São, Seguro e Consensual. Ou seja, o recado para os menos informados, que acreditam na baderna, dor além do limite e qualquer prática contra sua vontade é: vocês estão COMPLETAMENTE errados.

Muito pelo contrário, os praticantes responsáveis e maduros primam por segurança acima de tudo, tornando absolutamente essencial a utilização de proteção de barreira do tipo “camisinha”, seja ela masculina ou feminina. Além disso há procedimentos para limpeza e esterilização de instrumentos que sejam usados por mais de uma pessoa, evitando, dessa forma, possibilidade de propagação de doenças, sejam ou não DSTs.

Sobre o limite de dor de seus parceiros, antes das sessões é combinada uma palavra segura (safeword), a ser dita quando a outra parte chega ao seu limite e solicita a interrupção da prática. Novamente lembrando: atividades de BDSM não envolvem necessariamente a penetração, embora normalmente o façam.

Certo? Errado? Prazeiroso? Dolorido? Ninguém pode julgar. As pessoas são únicas, e por isso tem seus próprios gostos. O que nos cabe é respeitar, sempre, e conhecer um pouco do tema (mesmo que superficialmente) para poder formar qualquer tipo de opinião.

Respeito pelas escolhas de cada um: eu apóio.

 Fontes auxiliares: http://pt.wikipedia.org/wiki/BDSM e http://www.senhorverdugo.com

@amanda_arm dia 10 de novembro de 2011
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Quinta Sexual 70: A pata e o cisne

Eram completos desconhecidos. Estavam no meio de uma festa um tanto sem graça, onde se sentiam um tanto deslocados e entediados.

Ela, com sua roupa de “hoje não acordei de bem com meu espelho” – visual nada chamativo, atentou-se apenas em arrumar a maquiagem para dar um ar mais alegre ao look preto e branco que havia escolhido para a noite em que fora arrastada por três amigas para sair.

Ela não era das mais lindas, nunca havia sido. Por isso talvez não se importasse tanto quanto deveria com as aparências. Sabia que suas amigas fariam muito mais sucesso.

Seu 1,60m eram normais, como tudo no corpo dela: os olhos castanhos, os cabelos médios e naturais, as mãos pequenas e os dentes brancos, com caninos levemente tortos.

Ele, em compensação, era o charme ambulante da festa. Por onde passava, todas o olhavam com desejo. Era alto, cabelo escuro jogado cuidadosamente para o lado direito, com barba por fazer, olhos quase claros e suficientemente forte para chamar bastante a atenção. Tinha mãos grandes e um certo ar de diversão que não dava para explicar.

Ela lembra que no começo da festa, até fez um comentário maldoso sobre como todas as mulheres se atiravam para cima dele. Até riu de algumas das inúmeras vezes que ele deu um fora em algumas mais atiradas, dando de ombros em seguida.

Se encontraram por acaso, na porta do banheiro. Ele, já meio alterado pela bebida (a saída que encontrou para tornar a festa divertida) disse qualquer coisa sem nexo, para puxar papo. Ela perguntou se ele tinha lavado as mãos e ele respondeu com uma leve gargalhada.

Conversaram mais alguns minutos e o único pensamento que ela se lembra foi “Meu Deus! Esse pedaço de carne também tem um cérebro!” – Ela podia praticamente sentir o cheiro de inveja no ar. Parecia que a festa toda tinha parado para assiti-los. Ali, a patinha feia e o cisne mais lindo da festa pareciam se entrosar muito bem, descobrindo mutuamente que o melhor afrodisíaco de todos, é a inteligência.

Decidiram sair da festa e procurar um local mais tranquilo. Claro que ela esperava o combo motel – sexo – carona pra casa – sumiço, mas para sua surpresa, não foi o que aconteceu.

Ele foi deliciosamente cavalheiro, se preocupando desde abrir a porta do carro e até brincou, carregando-a no colo.

Decidiram que iam lavar suas primeiras impressões juntos, e foram para um delicioso banho à dois. Ele a beijou em cada centímetro de seu corpo, fazendo com que ela arrepiasse por inteiro, várias vezes. Ela tinha um beijo com a mistura perfeita de delicadeza, doçura e desejo que o fazia ter ereções apenas com leves toques de boca.

No chuveiro, ela fez um delicioso oral – desses que ele deve ter tentado se segurar por umas 3 ou 4 vezes, até seu limite. Agarrou-a forte, como se aquele fosse o último dia de suas vidas e ele precisasse ser o melhor de si. Na verdade, ela o fazia sentir assim.

Ainda molhados, começaram a transa vagarosamente, cheio de beijos e carícias como se aquela fosse a primeira vez de ambos. Aliás, tremiam como se realmente fosse. Era uma mistura de tesão com carinho que nunca haviam encontrado em primeiras transas.

O sexo foi deliciosamente molhado, intenso e ao mesmo tempo, simples. Não queriam fazer malabarismos, e mantinham contato visual sempre que possível. Ela se sentia corar quando ele a fitava bem dentro dos olhos, e soltava um sorriso sem graça, de canto de boca que só conseguia fazer com que ele ficasse ainda mais excitado.

Ele conduziu o sexo o tempo todo, deixando-a nas nuvens. Normalmente era ela quem mandava, mas foi delicioso tem alguém que a guiasse naquela vez. Perderam-se por entre as pernas uns dos outros, entre suor e beijos. Alguns arranhões em momentos de vontade extrema de gozar.

Ah, o gozo. Momento perfeito onde o ritmo se tornou intenso e a pegada ficou mais forte. Quando ela soltou sem querer um gemido mais alto, fez uma cara deliciosa de prazer e ele não se aguentou ao olhá-la. Gozaram praticamente juntos, e já estavam exaustos.

Conversaram mais algumas coisas, deram risadas, dormiram um pouco e foram embora.
Dois dias depois, ele tocou a campainha. Disse que não conseguia esquecê-la, mais um monte de coisas…e a pediu em namoro.

E foi assim que a patinha feia encontrou no cisne a mistura perfeita em beleza, amizade, companheirismo, bom humor e sexo. Muito sexo.

SaiDaqui!

@amanda_arm dia 28 de outubro de 2011
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Tatuagem é afrodisíaco

Tatuagem é afrodisíaco.

Perguntando por aí, criei várias teorias. Talvez um pouco de cada uma esteja certo. Ou nenhuma. Mas vale a tentativa de explicar o caso.

Imagine a seguinte situação: Duas meninas bonitas. Mesmo porte físico, mesma idade. Uma tem tatuagem grande e a outra não. Qual chama mais a atenção?

95% dos casos respondem a com Tattoo. Quase ninguém sabe explicar porque.

Primeiro porque Tatuagem é uma forma de arte. Uma maneira diferente e colorida de enfrentar a sociedade e se fazer ser diferente. Por si só, já atrai mais olhares por suas diversas formas e maneiras de dizer algo com desenhos e cores.

Segundo porque, para se ter a pele pintada para sempre, é necessário passar por um processo de dor, de superação. O imaginário de agulhas penetrando a pele talvez crie em outras pessoas a sensação de que aquela tatuada é uma mulher mais forte. Capaz de aguentar mais dor do que uma pessoa de pele lisa, por exemplo.

(Parêntesis para comentário pessoal: Quanto à esse item, também associam muito por aí que mulheres tatuadas gostam mais de sexo em geral, principalmente de anal e sadomasoquismo. CUIDADO: Nem sempre é verdade, apesar de ter uma LEVE relação quanto ao quesito dor. Lembre-se que cada mulher é diferente, e ser tatuada ou não normalmente não interfere no sexo).

Terceiro porque é, de alguma forma, ir contra o que a grande maioria considera bonito. É ter coragem o suficiente para criar e buscar o SEU estereótipo de beleza, sem se importar com opiniões, olhares ou críticas ferrenhas. Um tapa na cara da sociedade, dizendo quem manda na sua própria vida.

Quarto, porque de alguma forma, é contar sua história sem dizer uma só palavra. Revelar um pouco mais da crença, do costume, do hobbie, dos gostos musicais. Mesmo quando ninguém perguntar.

Quinto porque é atrativo de abordagens: Sempre foi uma maneira legal de se iniciar uma conversa. E digo por experiência própria: As pessoas se tornam mais sociáveis quando falam com pessoas tatuadas. Abordam para fazer as mais variadas perguntas (das mais idiotas, do tipo: “DOEU?” às mais intrigantes, como “E quando você tiver 70 anos?”) e isso acaba virando rotina. É divertido fazer amizade (colorida ou não) com alguém no caixa do supermercado ou no meio da multidão de um show simplesmente pelo fato de ter uma Tattoo.

Resumindo, ter tatuagem é ser diferente. Contar histórias. Combater os estreótipos de beleza. Superar-se na dor. Lembrar de algo. Chamar a atenção. Mostrar o que lhe faz feliz. E o melhor: Tudo isso sem dizer uma só palavra.

SaiDaqui ;)

@amanda_arm dia 13 de outubro de 2011
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Quinta Sexual 68: Sexo no estádio

Tinhas nos olhos a tara que todo homem naquela idade tem.

Chegar aos trinta era ali, seu ápice de tesão e vontade de comer todo mundo. Ainda mais hoje, dia do seu aniversário e decisão de campeonato do seu time do coração.

No mundo ideal ele encontraria uma fanática qualquer ali que acompanhasse o jogo com ele, e depois seguiriam para um motel no caminho de casa.

E que não demorasse muito, já que à noite já tinha marcado com outra. Ah, Camilinha…Aquela sim era mulher boa: corpinho violão, mente aberta, nariz pequeno e cabelos loiros. Ligava para ele sempre que sentia vontade de sexo casual. Tinha o nomeado oficialmente seu P.A. (pinto amigo).

Mas ele não sabia muito dela. Sempre que se encontravam, mal dava tempo de conversar. Lembrava que ela tinha 24…Ou era 25? Ah, que diferença faz e….Olhem! Aquela gostosa ali, de costas.

Meu Deus! Que mulher.

“Preciso me aproximar. Gostosa assim no estádio? Coisa rara. Talvez se eu pular essa fileira de cadeiras ali, indo mais pra esquerda ela me note”.

Quinze minutos e um susto quando a tal moça se aproximou para cumprimentá-lo. Era a Camilinha.

Desembestou falar que nem reconheceu a si próprio. Queria saber tudo da moça. Até que ela o pediu delicadamente que parasse de falar um pouco porque queria prestar atenção no jogo.

Sentiu corar a face. Decidiu que ia assistir o jogo calado. Pensou que tinha perdido todas as chances com a moça dali em diante.

Ao fim do jogo, simplesmente se virou e foi embora. Nem se deu ao trabalho de despedir-se.

Qual não foi sua surpresa quando entrando no carro, o telefone tocou Era ela, indicando o local do estacionamento que se encontrava. Sem calcinha.

Mais que depressa, ele se dirigiu para o local indicado.

Entrou no carro e já se agarrou em beijos molhados. Ela tinha unhas vermelhas e longas: fez questão de arranhá-lo um pouco. Queriam ambos o mesmo sexo: aquele selvagem. Rápido. Sem pudor.

Falaram besteiras ao pé do ouvido. Ele a bateu um pouco mais forte. Ela pediu mais.

Segurou-o com força e só permitiu que a penetrasse quando ele já estava quase para gozar. Sentiu prazer ao judiá-lo.

Pediu que gozasse em seus pés.

Ele nem acreditava que aquilo tudo estava se realizando: era a maior fantasia de sua vida! Hesitou mas deitou no banco do carona, com um olhar extasiado.

Até que ela pediu que ele se retirasse porque tinha outro compromisso. E ao sair cantando pneus, deu uma piscadela e lembrou-o “Meu nome não é Camilinha amor. Foi bom e tal…Mas não me ligue mais tá? BEIJO”

;) SAIDAQUI

@amanda_arm dia 22 de setembro de 2011
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