Sexo. É bom e todo mundo gosta. Escrevi esse texto para a linda @vannessalopes no blog deliciosamente delicioso sobre sexo que ela tem. Achei pertinente postar por aqui também. E aproveito para deixar a dica do texto da gostosa @nerdeliciouss que tem por lá também
Vamos ao que interessa?
Acho engraçado a reação das pessoas quando confesso que sou ninfomaníaca.
Ou que tenho tantos vibradores e tais apetrechos sexuais. Ou que escrevo sobre sexo por aqui.
PLUFT!
Julgamento instantâneo: “Noooossa, essa aí é pervertida viu. Deve dar pra qualquer um. Onde já se viu, falar assim, com a maior cara lavada que gosta de fornicar?”
Já até me acostumei. Pra ser sincera, dou risada. Até tiro um sarrinho com os que não conseguem disfarçar o que estão pensando.
No meu mundo, todas as pessoas gostam de sexo. Eu nasci de um, aliás.
Qual o meu problema? Admitir para a sociedade machista e na maioria das vezes preconceituosa que sexo é uma delícia? Que pode ser lindo, com amor, com carinho ou selvagem, brutal e sem sentimentos e, ainda assim, ser bom?
Dar a cara para bater em admitir e conversar sobre posições, acessórios, lingeries?
MEU problema? Isso está mais para problema de quem me julga sem conhecer, pra ser sincera. Falar de sexo NÃO É expor minha vida sexual, e que isso fique bem claro.
E gostar de transar não é pecado. Nem no meu, nem no mundo de ninguém.
Talvez por admitir isso com tanta naturalidade que as pessoas tem medo, ou até mesmo um certo constrangimento. Medo do tabu que a sociedade criou em falar sobre o assunto.
Desde sempre eu luto por um mundo onde as pessoas possam ser sinceras. Dizer suas intenções com os parceiros, do que gostam, do que não gostam. Suas fantasias, fetiches e curiosidades. Para que juntos, um casal possa formar suas preferências. Uma vida sexual saudável evita brigas, constrangimentos, traições.

Sou a favor de conversas, deixar claro o que pode e o que não pode. E acima de tudo, NUNCA esconder os sentimentos. Até a ausência deles, se for o caso.
Tem meu respeito por exemplo, homens que assumem a única intenção de comer uma mulher. Não fazem promessas, não tem conversa fiada. São sinceros e honestos. Assim, a mulher nunca vai enganada para a cama. Acho muito justo.
E por isso eu digo, de novo, que sexo é lindo. Seja como for. É bom, todo mundo gosta, e deveria conversar mais sobre. Você não acha? ![]()
Tinham interesses em comum.
Se conheceram meio que sem querer. Pela internet. Contato do amigo do amigo do colega.
Trocaram alguns e-mails, conversaram um pouco. Compartilharam algumas dicas, idéias e pensamentos. Tudo absolutamente profissional e respeitoso.
Uma semana depois, ele não se conteve: depois de ficar babando em suas fotos em redes sociais por aí, mandou um e-mail dizendo que a achava linda, por dentro e por fora. Sabia que tinha cruzado uma linha perigosa, e que tinha acabado de perder seu contato profissional. “Mas foi só um elogio” – ele continuava repetindo para si mesmo, como um mantra, a fim que ela não se afastasse.
Seu coração quase foi à boca quando o alerta de novo e-mail soou nos fones de ouvido. Era ela. E para seu espanto, ela dizia que também tinha se encantado por ele, mas estava com receio de dizer. Que ele era lindo, meigo, simpático e admirável.
Claro que desse e-mail em diante, as coisas começaram a ficar mais íntimas. Primeiro, queriam se descobrir. Aquela paquera gostosa de um ficar perguntando mil coisas do outro, incluindo comida predileta e cor de lingerie que ela deveria usar no primeiro encontro. Aliás, falava-se muito em encontro. E sexo. Gostavam disso.
Ele sabia provocá-la sem baixar o nível. Ela sabia falar de sexo sem parecer uma sem classe qualquer.
Ela não sabia até que ponto ele falava realmente sério. Não achava possível encontrar alguém que se desse tão bem. “Na internet todo mundo é legal” – pensava, tentando baixar suas expectativas.
Mas ela estava em um ponto da vida de extrema curiosidade, e nada a perder. Jamais se perdoaria de não tê-lo conhecido por medo ou receio idiota. Não se permitiria viver de imaginar as possibilidades do que poderiam ter sido.
Marcaram o tal encontro para aquela noite. Num barzinho simpático, com música ao vivo e nada de multidões.
Ela vestiria lingerie branca, como ele havia pedido. Ele, uma boxer preta, a favorita dela.
Parecia novela. Se encontraram e já foi mágico. Ela sentiu arrepiar-se no primeiro abraço. Depois, ao encostar sua mão na dele, sem querer, outro frio no estômago.
Conversaram o suficiente para uns 4 chopps. Mas precisavam sair dali. Precisavam de mais privacidade.
Ele a conduziu pela cintura, pagou a conta, abriu a porta do carro. Era bom demais para ser verdade, ela pensava. Mal sabia que ele, pensava o mesmo.
E até hoje, ela não tem palavras para descrever. Sempre usa o termo “mágica” para definir a noite.
Tiveram uma transa calma, pausada e cheia de olhares. Tinha toques macios, beijos delicados e arrepios que nunca havia sentido com tamanha intensidade. Tinha borboletas no estômago e orgasmos múltiplos. O primeiro da vida dela, por sinal.
Ele teve que conter-se por várias vezes. Aquela mulher toda? Somente dele? Às vezes olhaa em volta, para ter certeza que não era sonho.
Queria sentí-la a cada milímetro. MEU DEUS, como ela cheirava bem! E aquela pele levemente morena, que exalava sexo e lhe deixava ainda mais excitado? Não queria desgrudá-la.
Penetrou-a com tanta vontade que ambos fecharam os olhos. Era tesão demais para uma transa só. Ficaram entrelaçados e transaram por mais de hora. Com tanta sintonia, óbvio que gozaram juntos.
Fizeram amor mais duas vezes aquela noite.
E nos últimos dez anos.
Mulher e motel sempre formou uma combinação bastante afrodisíaca.
Estava pensando nos reais motivos das mulheres se soltarem tanto mais num quarto de motel do que em outro local já conhecido…Acabei perguntando para algumas amigas mais íntimas, e o resultado me pareceu fazer bastante sentido…
Primeiramente, o intuito do motel é bastante claro e direto. Talvez por TUDO ali remeter à sexo, acaba despertando alguns instintos mais selvagens até das mais recatadas garotas (óbvio, eu sei, mas importante ser comentado). Segundo que o quarto de motel em si, sempre sugere idéias para transas divertidas: hidromassagem, espelho no teto, teto solar, cama redonda…Tudo que saia da “rotina”, desde o formato da cama até a mais pitoresca cadeira erótica imaginável. Atiçar os sentidos sempre fez bem.
Sais de banho, ducha com espuma…A mulher se sente mais confiante, mais sexy. Ela sabe, por exemplo, que fica muito sexy à meia luz, numa lingerie ousada e vestindo um salto alto provocante. Que o parceiro não vai reparar naquela celulite ou gordurinha localizada…Porque ela pertence àquele ambiente. Ela está inserida num ambiente que instiga erotismo, e isso faz com que ela tenha menos vergonhas.
O desconhecido revigora. Olhar para o lado e não ver o bichinho de pelúcia da namorada ou a bola de futebol americano no quarto dele faz com que as coisas sejam mais selvagens e apimentadas.
Eu até arriscaria dizer que um motel é o local ideal para sugerir posições diferentes. A probabilidade de ela aceitar fazer algo inusitado aumenta bastante quando num quarto que favoreça os instintos sexuais.
E falo por experiência própria: motéis apimentam e melhoram relações. É sempre o UP necessário quando as coisas parecem não ir muito bem. Fica a dica
Mulheres adoram motéis. Abusem do clima.
Agora SAIDAQUI e vá pro motel mais próximo!
O sabor de boas preliminares lhe causava arrepios.
Adorava misturar sexo com paladares desde que começara a descobrir seu corpo para a vida sexualmente ativa.
Culpa de sua terceira vez, onde o rapaz gentilmente já lhe presenteara com um oral maravilhosamente regado à sabores. Lembrava claramente da sensação que o cheiro e a textura do chantilly lhe causavam enquanto sentia a língua dele penetrá-la nas regiões mais íntimas de seu corpo. Passeava alternadamente as mãos, a língua e os olhos enquanto encontrava alguns pedaços de morango pelo seu corpo.
Era como fechar os olhos e sentir novamente a mordida leve que ele dera em seus mamilos depois de pingar um pouco mais de chantilly. Impossível não soltar um gemido tímido e abafado.
Isso sem comentar no cheiro bom que o corpo exalava no meio de tantas sensações deliciosas. Aquela mistura de tato, olfato, visão e paladar lhe trazia ao gozo tão rapidamente que, às vezes, ela tinha que se policiar um pouco mais e morder os lábios com força, quase que tentando fazer o momento parar ali, naquele “quase” que lhe virava os olhos e apertava as mãos entre os lençóis.
Quando finalmente achou que ele ia penetrá-la, levou-a para a hidromassagem, com uma garrafa de champagne. Não permitiu que ela se molhasse ainda, e em pé, bebia o líquido gelado pelo seu corpo agora todo arrepiado. Era impossível não abrir aquele meio sorriso maroto de quem está adorando sentir o misto de espumante gelada e a língua quente de seu amante lhe passear o corpo todo. Conseguiu gozar mais uma vez antes que ele não se aguentasse mais e a possuísse na banheira.
A transa em si foi legal. Mas aquelas preliminares…ah, elas entraram para a história.
E SaiDaqui!
Vivemos de relações de plástico. Todo mundo parece lindo nas fotos do FaceBook, divertido nas frases inteligentes e engraçadas nos 140 caracteres do Twitter. Parecem sempre ocupados e trabalhadores no MSN, sempre com papos muito interessantes e envolventes em conversas intermináveis do Skype.
É tanto contato virtual que às vezes a gente se perde. Ou se apaixona.
Como viver de amor com gente que não se conhece pessoalmente? Bizarro? Pois é, vou te contar um segredo: Acontece aos montes. Mesmo.
Já aconteceu comigo. E mais de uma vez.
Não tenho vergonha de admitir, mas sinto vontade de compartilhar. E alertá-los sobre algumas coisas.
Conhecer pessoas na internet é legal e inevitável. Particularmente, tenho vários amigos que surgiram de relações como essa: De gente que partilhava das minhas opiniões, concordava com meus textos ou ia completamente contra o que eu pensava e trazia discussões acaloradas ou pontos de vista diferentes para um tema qualquer. Que fosse a mosquinha da banana ou sexo selvagem.
Por falar em sexo selvagem, quando o assunto sai da internet e passa para a vida real, a coisa fica séria.
Porque fazer sexo virtual ou literalmente tocar alguém, são duas coisas completamente diferentes: o primeiro não envolve riscos, e o segundo, pode lhe trazer amor pra vida toda. Ou herpes ou AIDS. Ou pior que isso: um filho não desejado.
Saber diferenciar suas escolhas reais e virtuais é a atitude chave entre ser um bitolado que não sai da frente do PC ou alguém que sabe viver de relações concretas e tocáveis.
Sexo é uma delícia. Seja por prazer, por amor, por diversão ou apenas por curiosidade. Com quem for. Ou “quems”. Desde que seguro e saudável. Com objetivos e intenções bem definidas e acordados.
Tenha sempre em mente que você provavelmente vai se decepcionar em algum aspecto da pessoa, já que ninguém consegue fingir na vida real o que é por inteiro na vida virtual. E que as pessoas são mais que quadradinhos interativos ou e-mails inteligentes. Elas tem desejos, defeitos e fantasias sexuais.
Vai de você saber até que ponto se deixar envolver e misturar sexo na brincadeira. E até que ponto isso é realmente, uma brincadeira ou um caso de amor para contar aos netos.
Aproveite, sendo sempre sincero consigo mesmo e com os outros. Sexo é bom, e todo mundo gosta. Basta escolher como tratá-lo.
Agora SaiDaqui!
Nos dias de hoje, mesmo que por brincadeira, ainda se discute muito sobre monogamia e suas práticas corretas. Principalmente pela índole da natureza humana, e pelos instintos que tanto lutamos contra afim de manter relações e aparências que a sociedade considere corretas.
Nessas horas me questiono: Até que ponto é válido manter aparências, ou lutar contra vontades e princípios apenas porque a maioria considera errado? Afinal, EXISTE certo e errado para esse tema?
Eu, particularmente, acredito que cada um tem uma fórmula de ser feliz. E que, independente dela, deve ir atrás do que (ou quem) lhe faz bem. Mesmo que para isso, tenha que enfrentar todos os preconceitos da sociedade. Como os praticantes do poliamor (eu nem sabia que existia essa terminologia, pra ser sincera).
Poliamor (do inglês polyamory) são relações interpessoais amorosas que recusam a monogamia como princípio ou necessidade. Por outras palavras, o poliamor, como opção ou modo de vida, defende a possibilidade prática e sustentável de se estar envolvido de modo responsável em relações íntimas, profundas e eventualmente duradouras com vários parceiros simultaneamente.
O Poliamor como movimento tem existido de um modo visível e organizado nos Estados Unidos nos últimos vinte anos, e pode ser classificado como abaixo:
Honestamente, entendo e respeito quem pratique, desde que o faça de maneira sincera, clara, e em consenso de todas as partes. A famosa máxima “o combinado não sai caro” evita desconfortos e discussões desnecessárias quando as intenções e “regras do jogo” são postas à mesa.
Claro que não deve ser fácil, uma vez que misturar amor e sexo é sempre delicado e deve ser tratado como tal, para que nenhuma das partes saia machucada à toa.
E de novo, meu ponto é que somos criaturas livres, e o amor com sexo é a coisa mais linda que existe no universo inteiro. Se para uní-los, a pessoa acredite que deve ser adepta do poliamor, tem meu apoio, quando com responsabilidade.
Particularmente, ainda jogo no time dos monogâmicos. Mas aos que tem capacidade de amar assim, fica o meu respeito. Porque acredito em um mundo com mais sexo, menos julgamento e mais naturalidade para tratar de assuntos polêmicos. Comece sendo você mesmo
Era nova. Decidida. Bem resolvida.
Gostava de homens, mas nunca havia escondido seu interesse e curiosidade por mulheres. Sempre no meio de homens, brincava de ajudar os amigos a avaliar as gostosas alheias.
Não se considerava bi. Nem lésbica. De novo, ela tinha certeza que gostava de homens. Mas queria muito passar pela experiência de provar uma mulher.
E sabia que não poderia ser qualquer uma. Tinha que ser uma com o conjunto completo: bunda e cérebro. E de preferência, que acontecesse naturalmente. Vivia de pensar que era pedir demais, até que conheceu, meio que por acaso, Manu.
Manu era linda, simpática e divertida. Para ajudar, nunca escondeu indícios de que tinha interesse em beijá-la. Os meses se passaram, e mais do que naturalmente, elas se tornaram amigas.
Falavam besteira, bebiam juntas, trocavam experiências engraçadas ou não sobre sexo. Certo dia passaram um pouco da conta no alcool, e algumas verdades engasgadas saíram atravessadas pela garganta, seguidas de um beijo suave, macio e quente.
Estavam numa balada hetero, e por esse motivo, meio que viraram sem querer a atração do local. Todos os olhares estavam fixados naquelas duas mulheres se beijando com tanta vontade. Ela usava seu típico batom cor de rosa, uma maquiagem leve e aquele cabelo cheiroso que quase a enlouquecia sempre que sentia. E aqueles olhos castanhos que não paravam de fitá-la? Quase a enlouquecia sem dizer uma palavra sequer.
Cabelos médios, ondulados. Exalavam vontade de puxá-los por trás da nuca. E foi exatamente isso que ela fez enquanto a beijava. Por um momento, até abriu os olhos rapidamente, meio que para ter certeza que não era um sonho.
Não importava que todos olhassem, julgassem ou comentassem o ato. Aquele momento era só delas. O mundo tinha parado por alguns minutos. E ela podia jurar que escutou um gemido baixo e abafado de Manu enquanto a beijava. Definitivamente, foi o instante em que sentiu a intimidade quente e molhada. Bastante molhada.
Deram as mãos e decidiram sair de lá. Iriam terminar suas experiências sem aquele circo todo que a platéia tinha armado em volta delas. Na verdade, nem se importaram com nada. Apenas foram atrás da vontade que agora gritava e consumia ambas.
O melhor de tudo? Saber que a amizade continuaria a mesma no dia seguinte. Como de fato aconteceu. Manu era bem resolvida. E isso era o que mais importava. E a atraía. Uma experiência lésbica, inesquecível e deliciosa.
Agora SaiDaqui
Muito se fala que o estimulo sexual masculino se dá a partir do contato visual, completamente diferente da mulher, em quem o estímulo se dá a partir do toque. Assim, o sentido visual do homem é o mais estimulante e, já na mulher, o sentido mais estimulante é o tato.
Por isso uma boa dica para quem está procurando apimentar mais a relação é adquirir um produto erótico. Mais especificamente um vibrador que, além de estimular ainda mais a mulher, pode fazer um homem ir a loucura ao ver a sua parceira se deliciando com o novo brinquedinho. O vibrador pode ser usado pelos dois ao mesmo tempo ou apenas criando uma forma de prazer exibicionista, onde um assiste e outro brinca.
Quem procura sair da rotina e trazer um pouco de aventura para a sua vida sexual deve levar em conta que esses pequenos brinquedos são ótimos aliados, trazendo aventura e mais intimidade ao casal onde apenas a imaginação é o limite.
Grandes, médios, pequenos, fofinhos ou coloridos, os vibradores têm feito a cabeça de quem procura se satisfizer sexualmente sozinho ou a dois, pois diferente do que a maioria pensa, esses aparelhos não são itens exclusivos a pessoas solteiras, mas também fazem parte da diversão entre diferentes casais.
Entre os modelos que mais se destacam estão o Vibrador Butterfly, que além de não precisar do auxilio das mãos para o seu uso, fica encaixado exatamente onde deve ser, tornando o clímax e a penetração mais prazerosa, pois ao mesmo tempo em que penetra estimula o clitóris.
Outro modelo em destaque é semelhante a uma dedeira, o Finger Fun que transforma os dedos das mãos em mini vibradores. Ideal para deslizar os dedos por todo o corpo estimulando novas áreas erógenas, inclusive as já de prache como testículos, clitóris, pênis e seios.
Além disso, os modelos de anéis penianos também têm feito muito sucesso entre os casais, pois ao mesmo tempo em que oferecem prazer e vibração ao redor do pênis do parceiro, ele também vibra e massageia o clitóris da parceira.
As opções são inúmeras, todas com o intuito de proporcionar mais prazer ao casal ou para aqueles que preferem uma diversão solitária, porém não menos prazerosa.
Esse é um post gentilmente oferecido pelos queridos amigos do Sexônico
Não deixem de visitar! SaiDaqui e passa lá! o/
Ela estava sentada, tomando seu café tranquilamente enquanto lia um livro qualquer achado em promoção de prateleira de loja barata. Era outono e a estação lhe fazia vestir um casaco leve por cima do belo decote que sempre adorava exibir.
Ele a avistou ao longe, mas nem fez menção em chamar-lhe a atenção. Queria chegar sorrateiro, e de fato o fez, logo após escrever algo qualquer em um guardanapo.
Não deixou que ela o visse, mas chegou tão perto de sua nuca que ela arrepiou-se imediatamente. Deixou seus lábios e barba roçarem levemente a lateral daquele pescoço tão delicado, que quase implorava por beijos quando estava assim, à mostra. Ele comentara várias vezes que adorava vê-la de cabelos presos, bem se lembrava.
Ela sabia que era ele. Nem precisou se virar. Conhecia de cor e salteado aquela deliciosa sensação que ele lhe causava sempre que chegava perto dessa forma. Fechou os olhos e abaixou a cabeça, deixando que ele a arrepiasse ainda mais com beijos delicados no pescoço. Mas ao tentar se virar para retribuir o carinho, ele não a deixou beijá-lo.
Simplesmente deixou o guardanapo em cima da mesa, virou as costas e saiu andando. Sem entender nada, ela leu rapidamente o guardanapo que simplesmente dizia “Te espero no estacionamento do terceiro subsolo. Vá sem calcinha. Você tem 5 minutos.”
Deixou o café na mesa, jogou o livro de qualquer jeito na bolsa, correu para o banheiro, tirou sua pequena calcinha branca de algodão (que à essa hora já estava molhada de tanta curiosidade e excitação que o bilhete havia lhe causado), jogou dentro da bolsa. Ainda deu tempo de pegar uma pastilha e retocar o batom antes de ir. Correu para o local indicado pelo guardanapo.
Ele já a esperava dentro do carro, com a cara mais sacana que ela já tinha visto ele fazer. Mal entrou no carro e foi atacada com o beijo mais longo, molhado e demorado da história de ambos. Ela não conteve um suspiro e ele aproveitou aquele momento para descer os dedos lentamente até sua virilha. Claro que não deixou de passar (e parar uns segundos) por entre os seios, até que sentisse aqueles deliciosos bicos endurecerem ao toque. Abriu a calça jeans surrada com a outra mão enquanto ela se contorcia no banco do passageiro com aqueles dedos que penetravam-lhe a vagina de maneira tão deliciosa. Sentiu até a face corar por estar tão molhada; pôde jurar que conseguia sentir seu gozo escorrer entre os dedos dele.
E enquanto sentia ela gozar em sua mão, tocava-se com tanto tesão que teve que diminuir o ritmo por umas duas vezes para não gozar muito rápido. Só se permitiu o gozo quando ela já estava no 3º orgasmo. Um gemido alto, de ambos.
Sorriram, ligaram o carro e seguiram para o motel mais próximo. TINHAM que continuar aquilo.
Agora SaiDaqui e deixe a sua imaginação imaginar o resto
As pessoas se assustam quando descobrem que tenho vibradores. Sim, no plural. São 5, todos presentes de leitores. Fora as bolinhas de pompoarismo, eggs, algemas, géis comestíveis, cremes para massagem e outros adereços mais.
Acessórios e fetiches sempre foram e continuarão sendo comuns para o sexo. O problema é como cada um lida com isso: infelizmente, a maioria dos homens ainda é machista o suficiente pra pensar que é uma vagabunda quem tem tanto acessório erótico.
Oi?
Quer dizer que porque você tem um pacote de camisinhas em casa você come uma garota diferente por noite? Pois é, mulheres com vibradores também não dão pra qualquer um. Na verdade, ter acessórios não tem NADA a ver com o caráter da moça.
E as mulheres que acham isso um horror? “Noooossa, você tem tudo isso pra quê?” Pra brincar de casinha que não é né amiga? Que pergunta mais boba: para apimentar uma relação, para se satisfazer sem ter que sair e dar pra um zé mané qualquer, para testar, ter novas experiências, provocar novas sensações. É algum tipo de pecado querer ser realizada no sexo e proporcionar maior prazer pro parceiro? Bom, no meu mundo, não.
Outra coisa que não entendo é esse preconceito que homem tem contra acessórios (vibradores em geral): Desde quando eles não podem ajudar na hora da transa? Usar um vibrador para masturbá-la algemada, fazê-la gozar enquanto não pode “se defender” por exemplo. Bela preliminar, eu diria.
Quem vive de tabus que a sociedade impõe não percebe o quão bobo é não se soltar entre quatro paredes e se privar de novas experiências.
Vibradores são legais. Eles são amigos. Utilizem como aliado e garanto que a recompensa será divertida
Agora SaiDaqui e vá quebrar alguns tabus.
Error: Twitter did not respond. Please wait a few minutes and refresh this page.