Nunca fomos normais, e acho que esse é nosso maior orgulho. De um cara qualquer que chegou em mim na balada enquanto meu (agora ex) marido tinha ido no banheiro a melhor amigo. E todas as vezes que conto nossas histórias as pessoas riem.
Quase ninguém acredita que você é assim, esse mundão de tarefas e coisas numa pessoa só. Esse infinito de histórias engraçadas que já escrevemos juntos. Todo mundo ri de como eu insisto em te chamar de Penis e você, de Panda. Do quanto você é bagunceiro e eu organizada e mesmo assim, nos damos tão bem morando juntos. De como você está sempre colorido; eu tão monocromática, e mesmo assim, formamos uma bela dupla ao andar lado a lado.
Do quanto a gente fica longe, mesmo morando na mesma cidade, e quando se encontra, parece que foi ontem que nos vimos pela última vez. Como as coisas não mudam quando a gente gosta. Eu não me importo com sua religião, sua visão política ou se tem ideais diferentes dos meus. Aliás, nunca fez diferença conversar sobre isso, porque você é sempre meu alto astral, confidente e sorriso frouxo quando quero chorar.
O DJ que sempre toca “shinny happy people” quando entro na balada e me faz sentir a guria mais especial do mundo. O abraço que nunca canso de dar e a saudade que nunca canso de sentir. O (segundo, porque primeira sou eu) melhor estourador de pipoca do mundo, os mil palhaços que alguém sabe ser. O cara mais artista e engajado com 30 mil projetos lindos ao mesmo tempo.
Talvez eu nunca tenha te dito isso, mas te admiro pra caralho. E espero que nunca (NUNCA MESMO) você saia da minha vida. Hoje é seu aniversário, e tô muito feliz por poder comemorar com você à noite (não é sexo, tá gente?). Que nunca nos falte esse clima de festa e essa dose de amô.
Feliz aniversário, Denis Penis \o/ Que estejamos juntos nos próximos 59 (e meio).
Eu não me lembro do dia em que te conheci, e talvez isso me faça a pior amiga do mundo.
Ou não.
Porque o que importa é que eu lembro do quanto você cuidava de mim no colegial (ninguém chegava perto com um guarda-costas desse tamanho). De como você me levantava no colo, feito boneca. De como você tirava meu chinelo (sim, eu ia cafona pra escola) e jogava dentro de outras salas de aula. De como você me esmagava de propósito, até meu ombro sair do lugar.
Lembro-me com orgulho de ir tomar cerveja no posto todo sábado de manhã, pra lavar o carro e te ver. De como saíamos TODO SANTO FIM DE SEMANA juntos. E de como seus amigos tinham medo de mim. Lembro de como você ri até hoje das minhas loucuras e de como fala com orgulho que eu sou sua amiga mais maluca.
Lembro de como meus namorados tinham ciúme de você, e vice-e-versa. Lembro de como eu tive que te segurar aquela vez para não bater em um deles.
Lembro de quantas vezes chorei no seu colo e de quantas vezes comemos pipoca juntos.
Lembro que somos amigos há tanto tempo que nem sei quanto tempo faz.
Quase choro toda vez que ouço você falar de mim: sempre me faz parecer melhor do que eu sou. Adoro como você está presente sempre que a família toda também está: porque você é parte dela.
Porque você é meu melhor amigo, e porque eu não tenho e nunca tive vergonha de dizer que te amo.
Obrigada por sempre ter sido o ogro mais doce da minha vida.
Ah, e feliz aniversário, grandão!
SEGUE AÍ @amanda_arm e @naitman
NOVO ÁLBUM DA PINK EM SETEMBRO
LINGERIEDAY NO MANUAL DAS ENCALHADAS
Fuçando minhas coisas por aí, achei um texto que um GRANDE amigo fez pra mim há tempos atrás e acabei esquecendo de publicar. Chorei de novo ao ler, só pra variar. Denis, apenas OBRIGADA, já que nunca sei o que dizer ao certo. ^^
Viver são várias aventuras e a Amanda dá a impressão de que quer viver cada uma delas.
Ou pelo menos a maioria.
Essa moça fez uma mistura interessante na vida: intensidade com responsabilidade. Sabe batalhar por conquistas, ter objetivos, tirar o melhor da dor e do amor.
Aproveita cada experiência como se fosse única e algumas delas até são.
Nunca se esquece que existem aquelas experiências para serem vividas a sério e pelo tempo que durarem.
Tem convicção que não dá pra saber o que vai acontecer amanhã mas está ansiosa para descobrir.
É corajosa!
Tem dúvidas mas procura saber as respostas, sem medo.
Procura sempre o bem, por isso tem um mundo aberto, sincero e verdadeiro.
Quem é bem vindo na vida dela sabe o quanto vale a pena.
Esse blog é um pedaço da aventura que a Amanda mostra pra gente fazer parte.
Muitas outras provavelmente estão acontecendo enquanto você lê esse texto e, quem sabe um dia, chegam até aqui.
Se liga que ela é foda!
Amanda Armelin by @_diosanto
Sobre brincar de ser gente grande:
Pagar água, luz, telefone, internet, condomínio, celular, supermercado e aluguel. Mais 299 taxas à sua escolha, sem contar a saidinha no fim de semana (já que ninguém é de ferro): O chopp, a coxinha, os 10% do garçom. O estacionamento, o seguro, IPTU, IPVA e o caralho à quatro.
Se sentir bonita(o) sem ter dinheiro para investir em si mesma(o), prover amor, sexo, carinho, fidelidade e dar atenção pro(a) gato(a). Isso quando existe um(a).
Perder o vô, a vó e o amigo de infância para o papai do céu, que precisou chamá-los mais cedo. Chorar como se não houvesse amanhã. Conhecer a tristeza que nunca pensou ser possível. Sentir que ela é real.
Engolir o choro, esquecer o medo do escuro, de falar em público, de ser machucada(o) pelo amor. Aprender a consertar corações quebrados apenas com saliva. Mesmo percebendo que sempre ficam pedacinhos faltando.
Tratar bem os animais, as pessoas, as coisas. Principalmente quando eles não merecem, ou quando você não tem amor sobrando para doar.
Sorrir às vezes sem vontade. Aturar quem não se quer. Não poder ter mais a sinceridade de criança, nem dizer o que realmente pensa sem filtrar as palavras.
Morar longe da mãe, sofrer por quem não se deve. Cortar laços, abandonar raízes, destruir castelos de areia. Chorar de saudade da mãe. Ligar pedindo colo.
Perder o emprego, ficar desesperada(o). Encontrar outro emprego, continuar desesperada(a). Respirar fundo e se acalmar.
Procurar amor, over and over again. Desistir por hora. Voltar a procurar.
Fazer novos amigos. Não esquecer dos velhos.
Viajar pra longe, pra perto E na maionese. Sozinha(o), com a família, com os amigos ou à dois.
Ganhar dinheiro. Gastar ele todo. Pagando água, luz, telefone…
Sorrir ao fim do dia. Além de deitar a cabeça no travesseiro e dormir em paz.
SaiDaqui!
Ontem, conversando com uma pessoa sobre blogs e vida virtual, lembrei-me desse texto da @Babiarruda que li há um tempo atrás. E confesso que concordo com ela:
“O que posso dizer é que somos seres únicos, pensamos, sentimos e agimos de formas diferentes. As pessoas não são robôs e sim, possuem sentimentos e estão sujeitas a oscilações de humor e de amor. O mundo virtual aproxima caracteres, concilia afinidades e traz as pessoas para o mundo real, e isso é indiscutível.”

Vida virtual versus vida real vai sempre ser uma interrogação. Até onde confiar nas pessoas do mundo virtual? Quem são aquelas pessoas na vida real? É saudável e excluir do mundo real e viver na frente de um computador? É fácil abstrair o mundo virtual e não ter contato com pessoas de outros lugares?
Não sei. Não sou psicóloga, não sou médica, muito menos entendida de tudo. Mas sei que tudo que é extremo, faz mal. Minha opinião pessoal é que amigos virtuais podem e devem existir SIM. Cada vez mais as sensações e sentimentos se espalham até no mundo surreal que a Internet criou. Não vejo problemas em fazer amigos do outro lado do mundo com quem você possa conversar às 4h da madrugada quando estiver com insônia. Muito menos em desabafar com alguém via MSN quando não se pode pegar um avião e correr para o colo da mamãe (acreditem, eu faço muito disso!)
Por outro lado, não se pode descartar o contato. O olhar. O toque. O cheiro. Sentar na mesa de bar para se embriagar com aquele amigo doido de pedra, ou ir no cinema com aquela amiga fofa pra chorar na comédia romântica que ninguém mais iria contigo. Sociabilizar-se.
E porque não unir o melhor dos dois mundos?
Tornar amizades virtuais em reais. Conhecer pessoas nunca fez mal à ninguém. Viaje, troque experiências. Conhecimento. Arrisque um pouco (sempre com cautela ante ao desconhecido, ok?), descubra que ele não é nada como parecia na foto do Twitter. Beije aquela gata que fica muito mais bonita ao vivo do que na foto do Facebook. Se irrite com aquele cara que parecia tão legal pelo Orkut, mas que é um mala na vida real. Descubra as pessoas.
Tire suas máscaras virtuais sempre que possível. Use Internet como recurso de novas amizades, mas não esqueça que a vida é vivida em carne e osso.
Resumindo: Use o Twitter para chamar os amigos, mas não leve o notebook pro boteco. Entendeu meu ponto?
Relacione-se. Na vida real. Na vida virtual. Na vida imaginária. Onde quiser. Somos todos feitos de sociabilização. De contato. Não acha?
E SaiDaqui!
Tem hora que me sobra tanta falta.

Como se um abraço de mãe curasse tudo. Ou um beijo de avô que já virou anjo.
Talvez se eu andasse na grama com os pés descalços; ou se dançasse na chuva fria, rodopiando como se não houvesse amanhã, as coisas ficariam mais coloridas.
Se eu corresse atrás do arco-íris, ou meditasse no topo da montanha…Se eu pulasse numa cachoeira, ou jogasse futebol de botão com o velhinho do banco da praça. Como se me faltasse o ar, me sobraria amor pra dar a vida inteira.
Como se tudo que eu vivi até agora fosse só uma pequena parte de tudo que eu ainda sinto falta. Como se ligar pro meu pai ou brincar no balanço do parque fosse acalmar meu coração.
Talvez se eu fechar os olhos bem forte, e ouvir a música que vem do silêncio, minhas preces sejam ouvidas. Talvez elas seriam ouvidas de qualquer forma, no meio do barulho delicioso que as crianças fazem quando toca o sinal do intervalo aqui do lado do escritório.
Talvez se amor fosse sempre correspondido, e na mesma intensidade. Se nunca houvesse briga, nem intriga.
Ou se amizade não conhecesse distância. Se brincar de pique-esconde fosse eterno. Algodão doce, ah, se fosse infinito.
E se eu chorasse? Escrevesse?
E se eu gritasse até enrouquecer, até enlouquecer à mim? À todos?
E se eu tranformasse tristeza em música? Felicidade em estilo de vida, talvez?
E se todos nós pudéssemos viver assim, com sobra de amor? De dinheiro? De sorrisos?
E se tudo fosse mais fácil do que parece? Aí sim, seria só fechar os olhos e lembrar como é gostoso viver.
SaiDaqui!
Ninguém nunca disse que seria fácil. Nem que seriam sempre flores.
Mas no fim das contas, mudar a vida completamente valeu à pena.
Para quem não conhece nossa história, leia um pouco mais aqui.
E essa, é a visão do @rbarato sobre nossa vinda do interior de São Paulo para Porto Alegre. Eu adorei, e espero que gostem também.
“Mudanças não são fáceis, isso é um fato já consumado e devidamente arquivado. Mas elas tendem a serem boas.
Seja de ares, hábito ou o corte de cabelo. Faz bem, renova.
Principalmene se ela é grande.
Mudar de cidade é fácil pra quem muda pra uma cidade vizinha, por exemplo. Mas experimente mudar pra outro estado, a 1400km de casa. Essa, querido amigo leitor, não é nada mamão com açúcar.
Mudando sozinho provavelmente fica mais difícil, mas não é meu caso. Então vamos ao que interessa.
No começo é tudo super legal. Novidade é gostoso. Chegar num lugar que você, antes, só conhecia por foto – ou nem isso – passa a ser divertido. Sair bater perna. Procurar mercados, lojas e outras coisas que serão necessárias no seu dia a dia é legal!
Aí o tempo passa. Você já conheceu bastante lugares e pessoas diferentes. E ai começa a ficar difícil. Começa a sentir falta dos amigos que ficaram. Da família. Dos velhos hábitos e rituais e isso vai te consumindo.
Até certo ponto você aguenta a saudade – e é ela, o vilão dessa história – mas num momento ela aperta e… bum! Abraço amigão. Se você estiver sozinho, há meses fora de casa, ainda não fez amigos e se dedica apenas ao trabalho é a hora que você pensa durante 90% do tempo em voltar.
E essa decisão é tão difícil como a decisão de mudar. E só cabe a você saber o que realmente quer.
Agora se você tem alguém, seja uma companheira(o) ou um melhor amigo que já fez no trabalho tudo muda. Você vê que o que ficou pra trás não é tudo o que você precisa pra ser feliz. Não que sejam menos importantes, jamais! Mas isso é administrável. Saudade é administrável. Voltar pra antiga casa em feriados, datas especiais ou apenas por voltar pra visitar passa a ser o remédio.
E tendo alguém do seu lado fica mais fácil você ver o quanto você mudou. Quanto você amadureceu e se tornou alguém melhor. Porque, queira ou não, você tem que fazer sua comida, botar o lixo pra fora e lavar sua cueca.
Em palavras mais simples: mudar nos faz crescer. E como disse lá no começo, não importa a mudança. A tendência é melhorar, sempre.
Então se você tem dúvidas em mudar eu lhe digo: MUDE. Por mais perrengue que você sabe que vai passar no final vai ver que tomou a decisão certa.”
Né?
Agora SAIDAQUI! e vá mudar sua vida…
Antes de mais nada, HOMENS: não me levem à mal. Eu SEI que existem exceções à regra. Este é só um relato de um caso comum.
Aqui estava eu sentada com meus botões soltos, olhando pra tela em branco, pensando no que escrever e pra variar, pensei em falar de relacionamentos. Mais especificamente nas mulheres que os homens escolhem.
Comecei a me perguntar: Será que os homens têm medo de mulheres intensas? Juro que não sei a resposta.

Um amigo meu (muito bem resolvido por sinal), assim como quase todo ser humano, tem comportamentos recorrentes. Ele adora sair com mulheres de atitude. Que discutem, argumentam, batem na mesa. Não… não falei mulheres barraqueiras. Falei mulheres apimentadas.
Eu sei que minha amizade com ele foi se tornando cada vez mais forte por isso. Porque é comigo que ele trava discussões existenciais, biológicas, literárias e até românticas (sim, eu sou a conselheira amorosa dele, também). Mas o fato é que estou pensando nisso porque ele me falou que está namorando. E ele sempre namora meninas sonsas. Incrível!
Sai, apavora a mulherada admirável, mas na hora de ficar mesmo, e namorar alguns anos, pega uma tontinha sem sal. Daquelas com carinha que nem cor tem, com os olhinhos tristes e uma boca que geralmente está fechada. Sempre muito bonitas (às vezes até esculturais), mas muito pouco interessantes. Não, não é um julgamento. Cada um fica com quem bem entender.
O que EU quero entender é se mulheres de atitude devem se transformar num pedaço de parede pra se transformar em mulher pra namorar (JAMAAAAIS). Porque acabo de chegar à conclusão que mulheres assim assustam os meninos. Pode ser apaixonante (claro), admirável (sim), boa de cama (normalmente) mas não serve pra se levar pra casa e apresentar pra mãe…Afinal, ela opinaria quando o assunto fosse cerveja, churrasco, truco, sexo, política, futebol, e até mulheres… aí parece ser demais para um homem suportar. Machismo enrustido é foda.
Ai…Cala a boca, Amanda!
E você, SaiDaqui e vai trabalhar!
Droga. Odeio quando não consigo dormir porque tem algum assunto me “aporrinhando” os pensamentos. E este em particular, é delicado.
Veio há uns dias, assim meio que do nada, e sinto que não vai ir embora enquanto eu não escrever sobre.
Então meus pêsames queridos leitores, sobrou pra vocês! Hehehe.
Quinze anos não é pouco. E pra quem tem apenas vinte e dois, é MUITO tempo. Esse foi o tempo que durou nossa amizade.
Lembro até hoje, quando eu tirava sarro dele na primeira série por ter uma letra ilegível (confesso que ainda hoje ela continua indecifrável, rs). E quando ele tinha dúvidas sobre matemática, sentávamos juntos pra estudar. Lembro quando ele começou a ter as primeiras dúvidas de cunho sexual, e que comigo ele não tinha o menor pudor ou vergonha de perguntar.
Sempre acabava em muita risada.
Lembro também de quando eu cuidava dele quando ele bebia demais. De como eu era a única que podia dirigir o carro dele. Lembro de cada vez que ele abriu a porta do carro (para eu entrar E sair), de cada música que cantamos juntos no som do carro.
Tínhamos um ritual. TODO santo fim de semana íamos tomar café. Detalhe que eu nem gosto de café, mas sempre ia pela compania dele. E acabava tomando um chocolate. Era nosso festival de besteirices alheias. Falávamos mal dos outros, ríamos das cagadas nossas, e confessávamos as notícias da semana que passou. Naquelas horas a gente nem atendia o celular.
Falando nisso, lembro que tive vários problemas com ex-namorados, que nunca entenderam nossa amizade. Paciência. Sempre passei por cima de todos eles.
Lembro de quando eu ligava pra ele sorrindo toda vez que conhecia alguém legal, e meses depois, chorando sobre o canalha. Lembro até que ele me consultava sobre as meninas que passavam. Eu sempre morria de rir com ele.
Lembro das noites e noites que passamos sem fazer nada porque estávamos sem dinheiro. Cada uma delas valeu à pena.
Ele nunca esqueceu um aniversário meu. Nem nunca falhou em um presente de Natal sequer. Lembro muito bem como ele me abraçava apertado. Era um carinho que se sentia, sabe?
Por incrível que pareça, eu não sei a data de aniversário dos meus parentes mais próximos, mas JAMAIS vou esquecer o dele.
O tempo sempre passou, e as coisas sempre mudaram. Menos a nossa amizade. Eu sempre achava que aquilo ia ser pra sempre. Como não mudou em nada nem quando morei fora por um ano.
Mas eu estava errada.
Porque nesse mundo, existem pessoas muito ruins. E elas são capazes de tudo. Não citarei motivos, nem pessoas, porque coisas ruins a gente faz questão de tentar esquecer. Mas resumo da ópera: Ele começou a namorar. E terceiras pessoas alteraram uma história simples, com más intenções, venenosas. E inventaram uma versão totalmente diferente pra namorada dele. O resultado é o atual: nunca mais nos falamos.
Ele sempre teve um coração de ouro. Gigante. Sei que ele ficou perdido.
Até hoje entendo o lado dele. E o dela. Mas sei lá. Não acho justo nem digno ter que implorar perdão ou se justificar por coisas que não fizemos.
Então sei lá. Acho que tudo isso foi pra dizer que sinto muito a falta dele. MUITO.

Agora, por favor, SaiDaqui que eu preciso ficar sozinha pra chorar um pouco.
PS: Agora sim, vou dormir tranquila. Obrigada por me “ouvirem”.