Em São Paulo tem amor, sim senhor!

Foto by Denis Fonseca

Dizem que em SP não existe amor…Discordo completamente.

Amor existe (ou deveria existir) em qualquer lugar onde você esteja. Trate bem as pessoas, e serás bem tratado em troca.

É a mais simples matemática de que tudo que vai, volta.

Se você acha que não existe amor em SP, é porque provavelmente não tem sid bom o suficiente para recebê-lo. Que tal mudar tudo isso?

Lembre-se que as pessoas gostam de estar perto de quem sorri com os olhos, brinca, sabe ser simpático e está sempre bem humorado. Eu sei que as coisas não ficam bem 100% do tempo, mas ainda vale a tentativa: Viver cercado de gente que sorri para a vida faz esquecer os problemas.

Digo por experiência própria. Estou aqui há uma semana e meia e até agora não me faltou nem um pouco de amor, amizade, cumplicidade, ajuda e bom humor. Amigo, ou o amor de SP está TODO concentrado perto de mim, ou você quem está procurando no lugar errado.

Uma vez me disseram uma frase que marcou minha vida (acho que vou tatuar isso um dia): Home is where the heart is (lar é onde o coração está). Quer maior verdade que isso?

Hoje, meu coração está em SP. Perto de amigos de longa data. Perto da família. Perto de gente nova e divertida que tenho conhecido. E parte dele fica em Porto Alegre. Com gente que fez e faz toda a diferença na minha vida. Mas o que seria da vida sem saudade? Sem mudança?

O tempo passa, a Terra gira e a vida segue. É o rumo natural de tudo. Basta fazer com amor, e tudo fica mais fácil.

São Paulo tem muita chuva. Muita gente. Muito congestionamento. Muita fila. Muito barulho. Muita poluição. Mas tem muito, muito amor (é só saber procurar).

SaiDaqui ;)

@amanda_arm dia 30 de janeiro de 2012
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Quinta Sexual 72: Peitos são legais, peitos são amigos

Peitos são legais, peitos são amigos. :)

Sempre fui hetero, mas não tenho problema nenhum em admitir o quanto gosto de peitos. Aliás, corpos de mulheres em geral são muito mais bonitos e proporcionais que os masculinos.

No geral, eles tem mais curva, o volume é mais proporcionalmente dividido e, convenhamos, é definitivamente mais prazeiroso aos olhos.

Seios femininos sempre chamam todos os tipos de atenção: e claro, eles ficam muito mais perto dos olhos do que as outras consideradas zonas erógenas.

Para criticar, elogiar, apalpar, mamar, brincar, atiçar, beijar, lamber, beliscar, perfurar, ou apenas olhar. Sejam pequenos, médios, grandes, de silicone, mamilos claros ou escuros: Peitos são legais. Peitos são bonitos. Peitos são amigos.

Enjoy! ;)

SaiDaqui!

 

@amanda_arm dia 17 de novembro de 2011
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Sua própria fórmula de ser feliz

Lembrava claramente de como antes, seus maiores desejos eram ter nós na garganta e borboletas no estômago. Queria ficar boba, se apaixonar à toa, amar sem limites. Desejava amores malucos, com histórias complexas para que tudo fosse sempre o mais lindo possível, como em filmes românticos. Queria ter uma história perfeitinha para contar aos netos, mais tarde.

Aliás, queria envelhecer ao lado da mesma pessoa que lhe tirasse o sono. E que ele ainda o fizesse, cinquenta anos depois. Mesmo quando engordasse, roncasse e quebrasse um copo. Que aquilo tudo continuasse sendo besteira.

Tinha feito tantos planos de viver de amor, viajar de sonhos e ter filhos por vontade apenas.

Mas a vida lhe tornou mais dura. Pra não dizer amarga. Cética, no mínimo.

Lembrou do amor que entregou à quem não soube respeitar. Muito menos amar de volta. Dos planos que teve que jogar no lixo enquanto buscava pequenos pedaços de coração para colar com saliva. Talvez por isso até hoje eles ainda não estivessem grudados completamente.

Ouviu tantas vezes dizer que tinha que continuar tendo esperança. Que o amor chegaria, e que seria tudo lindo e sonho. Sonho mesmo. Porque não existe.

Sempre que deixava a esperança entrar, era a decepção disfarçada de amor. Quebrou o coração mais umas quantas vezes, deixou cada vez menos o tal “amor” entrar.

Sabia que podia ser diferente.

Encontrou felicidade em outras coisas. Não admitia não ser feliz com o que tinha. Afinal, ela tinha tanto pra se orgulhar!

Focou no trabalho, e ganhou o cargo dos sonhos. Passou a ver mais a família, os amigos mais chegados. Filtrou os amigos, fez alguns para a vida toda. Passou a fazer mais do que gostava. Começou a se exercitar. Deu a volta ao mundo, conheceu mil pessoas.

Plantou uma árvore, escreveu um livro. E foi feliz sem ter um filho.

Entendeu enfim, que essas fórmulas de felicidade mal escritas estavam todas erradas. Escreveu sua própria fórmula, e foi viver dela.

E você? Bem que poderia a começar inventar a sua, não acha? Que tal Sair Daqui e começar?

@amanda_arm dia 8 de agosto de 2011
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Quinta Sexual 38: Sexo Amigo Esporádico e Sem Remorso

Eram amigos há anos, e talvez por isso, nunca precisavam dizer certas coisas. Era um acordo sexual que não tinha cláusulas. Nem palavras. Muito menos assinaturas e promessas.

Um simples causa e efeito certeiro a cada vez que se encontravam, mesmo que por acaso. Um plano a ser executado, mesmo que quando sem planejamento.

Nunca tiveram nada além disso. Eram pura e simplesmente amigos. Tornavam-se coloridos sempre que se viam.  A amizade, nunca foi abalada por isso.

E não adiantava dizer que era só sexo. Não era apenas sexo. Era sexo entre duas pessoas que se gostavam pra caralho.

Atração física era inevitável. Ele a admirava muito como pessoa, ainda mais como mulher. Desejo imediato quase que incontrolável de agarrá-la e dizer que ela era só dele, pelo menos por aquela noite.

Trocavam olhares que ninguém percebia. Diziam “hoje vou te comer” com os olhos. Provocavam-se por SMS. Beijavam-se às escondidas. Emoção constante de adolescente bobo. Talvez o sexo mais divertido da vida de ambos.

Justamente por não ter compromisso, e por, ao mesmo tempo, ter a maior cumplicidade do mundo. Embalavam-se juntos na bebida, na música constante, no beijo forte e cheio de carinho, como se aquele fosse o último e pra sempre.

Apertavam-se pelos meses que ficavam sem se ver, pela vontade de penetrar-se. Pelo tesão que a situação e o corpo lhe causavam. Por tudo isso junto, pelo sexo que já conheciam, pela saudade que sentiam. Fugiam de onde estivessem sem causar desconfiança. Encontravam-se minutos mais tarde, quase que já rasgando as roupas.

O sexo rolava num ritmo fácil e entrelaçante. Ele sempre a tratava com carinho, mas nunca deixou a pegada de lado. Beijava-a toda. Fazia sentir-se desejada. Da maneira mais natural do mundo, a chamava de gostosa, enquanto olhava-a nos olhos e tirava sua calcinha já molhada. Demoravam-se entre mãos, beijos e carícias íntimas, até o ponto em que quase explodiam de prazer.

Penetravam-se sempre como se fosse a primeira vez. Primeiro de maneira mais calma, até que ela deixasse escapar gemidos mais altos e ele não se aguentasse de tesão ao vê-la tão deliciosamente retorcida de prazer. Ele se concentrava para não gozar logo. Ela gozava várias vezes, e só pra ele.

Não trocavam muito de posição. Adoravam ficar ali, olhando e aproveitando a compania e o sexo mútuo. Sem culpa, sem compromisso, sem preocupações. De maneira casual e séria ao mesmo tempo. Normalmente gozavam juntos. Ela já estava em sua terceira vez a ver estrelas de prazer ao sentí-lo dentro de si. Ele, deixou escapar um gemido quase grito, sentiu espasmos de orgasmo ao gozar.

Deitavam, conversavam e riam mais um pouco. Talvez mais uma cerveja. Dormiam abraçados.

Acordavam no outro dia com o maior carinho do mundo. Sem o menor remorso ou sentimento de culpa. Vestiam-se e iam cuidar de suas vidas. Até a próxima deliciosa vez que se encontrassem.

E você? SaiDaqui!

@amanda_arm dia 6 de janeiro de 2011
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ConeQUItados (sim, assim mesmo)

Hoje temos participação especial do nosso queridíssimo Maiquel Borges (@guribom). Eu ATOREI *.* E você? Concorda com ele?

Todos os dias você segue uma rotina igual ou muito semelhante e ficando em casa ou indo pro trabalho, se senta em frente ao computador e começa uma sessão de 3 ou 9 logins.

É twitter, facebook, orkut, msn, reader, email, sistema interno, tumblr, flickr, flog….

Você compartilha instantaneamente com dezenas, centenas, milhares de pessoas tudo que pensa, que faz, como faz, do que gosta, onde está e o que está fazendo.

Definem como redes sociais estes sites onde você realiza tarefas de interação com outras pessoas.

Você expõe sua vida por completo e conhece outras pessoas que o fazem também.

Sim mas e daí?

Bom, é como uma vida virtual, realizando as mesmas tarefas que realiza materialmente, você gera conteúdo e o divide com estas pessoas que fazem o mesmo.

Produzindo ou reproduzindo videos, musicas, fotos, fatos, noticias, segredos e toda sorte de (in)utilidades triviais.

Quando se dá conta, você está dividindo, compartilhando e interagindo com pessoas que seria muito difícil ou mesmo impossível de conhecer na vida real.

Até porque você não vai chegar num completo estranho no meio de uma festa dizendo coisas como “nossa olha que foda esse som do Chemical Brothers” ou “olha minhas fotos do por do sol no Guaíba” ou ainda “mano essas algemas tão muito baratas, vou encomendar duas”.

Logo a internet quando bem utilizada, serve como uma ferramenta social bastante eficaz.

Por isso, quando menos espera, acontece um contato imediato de alto grau. Um completo estranho manda uma requisição pra te seguir no Twitter, ou comenta algo que tu escreveu, ou te adiciona no orkut, facebook, flickr à lista de contatos e aparecem as idiossincrasias e lá vai você pensar “puxa, não sou só eu que penso isso” ou “não creio que ele lembra daquela cena no filme” ou “caralho que musicas fodas que esse cara curte”, ainda que a melhor seja “mano que lazarenta de gostosa”.

Acontece uma, duas, vinte ou cinquenta vezes por dia.

Dali a pouco a coisa evolui pra vida pessoal, as pessoas começam a sair, ir nas mesmas festas, apresentam seus novos amigos pros amigos antigos e os antigos pros novos e quando vê, vocês estão viajando juntos, trabalhando juntos, namorando ou apenas fazendo sexo, ou trocando segredos. Ou ligando no dia do aniversário e trocando elogios como “cuzona” e “diabo das taquarera”, são as pessoas que você chama de “cuzão” de “viadinho” ou que crê serem a sua “metade fêmea” no mundo.

Cara, sim eu digo, amizades verdadeiras, não tem hora ou lugar para acontecerem, pode ser num porre, numa partida de críquete nas pradarias britânicas, numa porta de banheiro numa fila do SUS ou  num fórum de discussão sobre compatibilidade de SSDs com recurso de Train em determinada Serverboard.

Não compreendo as pessoas que não crêem no poder da conexão virtual. Ela é como qualquer acontecimento ocasional na vida. Pode estreitar afinidades e tornar muito próximas pessoas com coisas em comum.

Você consegue manter contato com gente que dificilmente você vê todos os dias ou pode ligar pra saber como estão.

Ainda tem a oportunidade de conhecer melhor aquelas pessoas que só de relance vê durante alguma fortuita oportunidade.

A dona desta biroska aqui, nossa amadissima @amanda_arm é a paixão não sexual da minha vida. Uma mulher inteligente, fodástica que arrota e que me faz rir muito (bêbado ou não). E nos conhecemos onde? Twitter meus caros.

Num acaso completo como sempre ocorre.

Assim como ela, fiz amigos sem os quais não consigo viver hoje em dia. Cito como exemplos sem pensar o @plentz, a @bbibs além da já citada bacolina (apelido interno).

Dizem que a internet está no seu auge. Que temos recursos suficientes pra quase qualquer coisa que seja necessária.

Mentira, ela não mata saudades ainda.

Ao passo que o amor cresce como um feijãozinho num copo com algodão, a saudade cresce como a fome na barriga verminosa do senegalês.

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SAIDAQUI!

@amanda_arm dia 14 de setembro de 2010
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Explicando meu ódio

Quero começar dizendo que essa não é uma campanha anti-fumo, e gostaria de reforçar que eu estou me lixando para a saúde do seu pulmão. Se você fuma, o problema é TODO seu. Acho até que tenho amigos que vão ficar chateados com esse post. Paciência. ><

fumante2

Mas o fato é que eu abomino cigarro. O cheiro, o gosto, a fumaça. O vício, a tristeza e a impotência que ele traz. Você quer fumar? Ótimo, o problema é seu. EU é que não sou obrigada a inalar sua fumaça fétida.

Pode ser trauma de adolescente, que se apaixonou perdidamente por um cara (aquela coisa de primeiro amor) e viu a paixão ir embora, sendo queimada a cada cigarro aceso. Tinha nojo de beijá-lo. Não aguentei a sensação beijar um cinzeiro. E lá se foi meu primeiro amor.

Travo batalhas com o cigarro desde sempre. Talvez porque eu tenho círculos sociais com poucos fumantes. Talvez porque ninguém da minha família fume.

Talvez porque vi alguns de meus mais próximos amigos entrarem nessa de fumar para parecerem legais, e hoje não conseguem se desfazer dele. Talvez porque eu ache feio e nada atraente alguém segurando um cigarro aceso.

Talvez porque eu me sinta sem ar na presença daquela fumaça maldita. Ou talvez porque eu não veja nenhum motivo plausível para que as pessoas fumem.

Mas é vício. Dependência. Nicotina. Tabaco. E o pior, permitido por lei.

Tenho pena. De gente pobre de pedra, por exemplo, que deixa de comprar leite para os filhos, mas nunca o seu cigarrinho precioso. O que há de errado com vocês?!

fumante

Os incomodados que se mudem? Acho que não é bem assim. Ninguém deveria ter que sair de perto de pessoas fumantes simplesmente porque  não querem ser prejudicadas por um mal que OUTRA pessoa escolheu se fazer. Faz sentido?

A maioria dos meus amigos fumantes respeitam bastante uma distância razoável para não incomodar a parte não fumante da galera. Acho isso digno. Atitude de fumante consciente, que sabe que cigarro não é nada agradável.

De novo, eu estou me lixando para sua saúde. É apenas um desabafo, um pensamento solto.  Eu ODEIO cigarro, e ESCOLHO não ser fumante passiva, ok?

fumante passivo 2

PS: Se você é fumante, favor não sentir-se ofendido com o post. Ele expressa apenas uma opinião pessoal dessa alucinada que vos escreve. ;)

Agora SAIDAQUI!

@amanda_arm dia 18 de agosto de 2010
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Quando um namoro anula alguém

Anulação de ser me incomoda.

Existe uma linha muito tênue entre compartilhar e abstrair-se.  Mas ainda tem muita gente que não sabe disso.

Gente que, começa a namorar e acha que o resto do mundo acabou.

Tive vários amigos assim. Vários. E foi sempre a mesma história.

Deixa de ter as próprias vontades, pra satisfazer única e exclusivamente a namorada mimada.

Para tudo! Não deveria ser o contrário?

Iniciar um relacionamento deveria ser algo fantástico, para todos. Unir amigos, compartilhar histórias. Somar, ao invés de subtrair.

Concordo que todo casal precisa dos seus momentos sozinhos. Mas daí a passar o TEMPO TODO longe de todo mundo é tolice demais.

Talvez por medo de perder. Talvez por querer conquistar ainda mais. Talvez por não saber demonstrar direito o que sente. Talvez por insegurança. Talvez por não querer contrariar. Ou até porque não sabe dizer não.

Ficar com alguém que te anule, jamais te fará feliz. Somos todos humanos. Temos vontades. Discordamos. Brigamos. Nos reconciliamos.

Existem meios termos. E eles sempre facilitam a vida de um casal.

Satisfazer só a ela, um dia, vai te dar no saco. Você vai jogar tudo pro alto. Vai mandar ela pra todos os lugares possíveis. E usar seu estoque de palavrões.

Vai saber, que lá no fundo, a culpa é sua por não ter se imposto desde o começo. Vai lamentar não ter batido o pé quando discordava de algo. Vai se arrepender de ter feito tanto e somente por ela.

homem-submisso

E ao olhar pra trás, vai notar que raros serão os amigos que se importam.

Se você é um capachão, SaiDaqui!

@amanda_arm dia 11 de janeiro de 2010
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Como fazer amigos (ou não)

Aviso prévio: Se você tem medinho de ler alguns palavrões, NÃO continue a ler o post, e SaiDaqui!

Seguinte: Eu sempre tive amigos que me perguntam as coisas mais esdrúxulas do mundo. Como se eu fosse um oráculo ou algo do gênero (hahaha, menos Amanda, BEM menos). Mas fato é  que, eu adoro dar conselhos aos amigos que desabafam comigo (pimenta no cu dos outros é refresco, eu sei – mas isso não vem ao caso).

Voltando ao assunto: das coisas mais estranhas que me perguntam, a mais comum (ou eu diria a menos incomum?) é: “Nossa, como você tem facilidade em fazer amigos! Qual é o segredo?”

Tentei de todas as respostas possíveis para tentar ajudar os seres nerds autistas incapazes socialmente não favorecidos de espontâneidade, mas depois de alguns anos, cheguei à uma resposta padrão, que quase sempre acaba em risada. E o pior? É fato comprovado que funciona!

Minha melhor maneira de fazer amigos, é falando besteira. Mas não besteira pouca. Tem que ser frase de impacto! A maioria dos meus amigos, eu conheci de alguma das formas descritas abaixo (acreditem ou não).

Ok, chega de enrolação e vamos ao “segredo”: Sempre que quiser fazer um amigo, utilize a frase padrão abaixo, trocando apenas o seu nome e substituindo a parte em vermelho por uma de sua preferência. (Ok, para os menos criativos, eu deixarei também algumas sugestões de substituição).

“Oi, tudo bem? Eu sou fulano(a). Você já deu o cu hoje? * ”

* Mais sugestões de frases que podem ser utilizadas:

“Você gosta de sexo com animais?”

“E aí? Vamos dar o toba mais tarde?”

“Eu gosto de oral, e você?”

“Qual sua posição favorita na cama?”

Etc. (ok, já falei muita besteira, e dei muita asa à sua imaginação)

Segredo em fazer amigos? Faça-me um favor. É pra rir mesmo!

Se quer mais amigos, SaiDaqui e vá viver um pouco de vida real! Pode ser, no mínimo,  divertido. E se tive rcoragem, experimente minha tese acima. Aguardo relatos bem sucedidos de novos amigos feitos assim! Ou não. ;)

SaiDaqui!

@amanda_arm dia 9 de janeiro de 2010
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