Sim, você leu o título do post corretamente.
Raciocinemos: Ninguém gosta de depender de ônibus. Especialmente aqueles lotados de final de expediente, com cheiro desagradável de CC e cheio de caras carrancudamente mau humoradas.
Gente que trabalhou o dia todo e não vê a hora de chegar em casa para descansar com a família, o cachorro, o periquito e a sogra.
Gente que reza para que o ônibus chegue logo ao seu destino.
Gente mal educada.
Gente que não cede lugar à idosos, gestantes ou deficientes.
E o pior tipo de gente: os indiferentes. Passam pela catraca do ônibus como se o cobrador não existisse, pagam suas passagens como se estivessem dando esmola ao pobre coitado, e nunca se dão ao trabalho de pelo menos esboçar um início de sorriso no canto da boca.
Muito me admira como existem cobradores pacientes e bem humorados ainda no mundo. Sério. Eu não aguentaria dois dias na profissão.
Sempre me surpreendo como a qualquer hora do dia sou bem tratada ao entrar em um ônibus (claro que existem excessões, mas são raras). Como é gostoso ouvir um bom dia, ou apenas receber um aceno gentil. E penso eu que deve ser igualmente satisfatório para o cobrador receber a gentileza em troca.
Da próxima vez que você tiver que utilizar os serviços de transporte público, trate bem o cobrador. Gentileza gera gentileza.

Porque do post? Porque acabo de comprar um carro (mais uma das milhares de conquistas ao lado do bem amado ^^) e a partir de agora não utilizarei mais os serviçoes de ônibus. E confesso que vou sentir falta dos cobradores.
E se dependesse de mim, o mundo teria mais do bom humor deles.
Agora SaiDaqui!
Todas as minhas melhores inspirações sempre surgem em conversas de bar, e esta não podia ser diferente. Ontem à noite, já depois de alguns chopps num boteco deliciosamente movido à samba aqui de Porto Alegre (o Dona Neusa), e lá estava eu, travando conversas absolutamente intrigantes e socialmente profundas…
Eis que exponho um assunto que vem me açoitando os pensamentos: como é chato viver em um mundo onde cada vez mais, educação é exceção.
E não, eu não refiro-me à educação escolar, pois essa, todos nós já sabemos que anda um caos por aqui. Infelizmente.
Eu falava de educação de berço. Aquela que devia vir de pais e mãe. Educação básica de ser humano.
Aquela que pelo menos em teoria, é o básico e esperado de alguém. Mas que está se tornando cada vez mais rara.
Aquela educação de pedir licença, dizer obrigado, desejar bom-dia, respeitar os idosos, não brigar em filas, não agredir ninguém por aí, ajudar quem tem dificuldades ou simplesmente não ser desrespeitoso.

O problema é que às vezes nem os próprios educadores ligam pra isso. Que exemplo tem alguém cujos pais são extremamente mal educados? E não precisamos ir longe. Porque não é necessário ser pai para dar bons exemplos.
Tenho um medo absoluto de ser mãe. Medo do mundo que meu filho viveria, sinceramente. Mas esse é um tema pra outro texto.
Sei lá. Às vezes me pego pensando em que exemplos estamos passando para as futuras gerações. Claro que eu erro, e nem sempre estou de bom humor (maldita TPM, hehehe) – mas sei que tento meu melhor. E você? Já desejou pelo menos um bom dia para alguém hoje?
SaiDaqui e vá fazer sua parte!
Error: Twitter did not respond. Please wait a few minutes and refresh this page.