Porque eu odeio ter um bom CV

Sabe qual é a pior sensação do mundo? Impotência.

Não poder fazer nada enquanto o mundo parece ruir à sua frente me deixa em frangalhos. Honestamente, odeio gente que vive reclamando, mas parece que minha vida é muito modo hard de ser vivida. Às vezes cansa.

Para os que não sabem, estou em busca de emprego. E o maior obstáculo é ter um currículo bom demais. TODAS as vagas que se interessaram por mim disseram que não podiam me contratar porque eu sou “qualificada demais”…

Percebam o absurdo: Eu passei minha vida TODA lutando, estudando e correndo atrás de boas oportunidades que me agregassem tal experiência e qualificação o mais rápido possível, e, assim que consigo, não sou contratada por ISSO MESMO.

Revoltante. E muito. Porque nada me caiu do céu.

Meus pais não podiam pagar pelo intercâmbio que fiz. Batalhei muito pela bolsa de estudos que ganhei.

Me formei com honras porque estudei para isso. E não aprendi inglês e espanhol por osmose: pratiquei muito!

Saí de casa aos 17, paguei pelo meu primeiro carro sozinha. Nunca recebi um real de pai nem mãe para isso. Fiz faculdade pública porque tinha que sustentar uma casa.

Nunca parei de estudar, sempre corri atrás do conhecimento, já que é a única coisa que não há quem nos tire: aos 24 anos, tenho 2 MBAs.

Tenho casa financiada, carro, e uma vida relativamente estável. Não sou pão dura nem esbanjo dinheiro por aí. Nunca atrasei uma conta.

Já levei calote, já me fodi no amor e no dinheiro como todo mundo na vida. Mas não admito o fato de ser recusada por ter um currículo bom demais.

A que ponto chegamos? Não era para ser o contrário?

Desculpem o desabafo. Eu precisava dizer tudo isso de alguma forma.

Eu? Sigo desempregada. E cada dia mais decepcionada com o mercado de trabalho. Prevejo o dia em que eu precise omitir qualificações e formações para ser contratada. De novo? ABSURDO.

SaiDaqui!

@amanda_arm dia 9 de janeiro de 2012
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Zona de Conforto: Saia Dela!

Sair da zona de conforto é incômodo. Desprazeiroso. Desconfortável. Ninguém gosta de mudanças logo de cara.

Abala o ego, a auto estima, os sentimentos. Chacoalha os nervos, faz pensar e reconstruir o que já não faz mais parte do planejado.

Conforme sugerido por um leitor, debateremos hoje sobre relacionamentos falidos que insistem em continuar na zona de conforto.

Segundo opinião do leitor, (e devo dizer que concordo com o mesmo) é ridículo saber, admitir e sentir que a relação transformou-se em pura rotina e convivência amigável, e ainda assim, não fazer nada a respeito.

Ele citou exemplos de amigos de bar, que vivem reclamando das namoradas, não se preoucupam mais como costumavam sobre a relação, vivem dizendo que vão terminar, mas nunca o fazem.

São os famosos acomodados, que preferem ter a foda de domingo a tarde garantida, com a namorada que tanto reclamam o tempo todo ao buscar novos rumos de vida e novos horizontes.

Meus queridos: ACORDEM! Ambas as partes que compõem um relacionamento deste tipo estão perdendo tempo. Não há necessidade de ficar se enganando, se torturando dessa forma.

Eu mais do que ninguém concordo que é chato sair da tal zona de conforto. Ter que recomeçar. Parece que nunca vai dar certo, ou que já não existe saco paciência para passar por tanta coisa novamente. Sabe o que mais? Estão TODOS enganados.

Mudanças são sempre boas. Recomeçar, repensar, agir de outra forma, jogar tudo pra cima, agarrar outra oportunidade, trocar de emprego, de mulher, de país, de amigos, é SEMPRE uma opção.

Viver consiste em mudar. E deixar continuar em sua vida apenas o que lhe faz bem. Escolher é preciso.

Errar não deve ser algo negativo. Escolheu erado? Volte atrás. Todo mundo se arrepende de algo um dia. Aprenda com os erros, e não os cometa novamente.

Saia da zona de conforto. Mude. Arrisque. Chore, caia. Mas sacuda a poeira e levante. A vida é curta demais para se desperdiçar com besteiras.
camacobra
Agora SaiDaqui! e vá repensar em tudo.

@amanda_arm dia 27 de julho de 2010
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Evite.

Pessoas-problemas fazem parte do cotidiano. Todo mundo sempre conhece alguém assim cedo ou tarde.

São aqueles que estão sempre tão cheios de problemas e ocupados demais para aproveitar e amar a simplicidade das coisas que a vida proporciona. Na maioria das vezes com atitudes imorais e/ou ilegais, geralmente revoltados e mau humorados por várias causas sem tanto fundamento assim pra viver com tanto pessimismo. Gente que parece te puxar pra depressão junto com ela, só pelo prazer de fazer outras pessoas miseráveis e infelizes.

Gente que não percebe uma verdade absoluta: TODO MUNDO têm problemas, e ainda assim dá pra ser feliz com eles. Eu diria mais: sem problemas a vida seria demasiada sem graça. Problemas são o tempero e a essência da intensidade da vida. E por mais complicações que um ser humano possa ter, isso não o impede de ser bom para com os outros.

Li num livro uma vez que correntes de bons pensamentos sempre atraem coisas boas. Isso não é crença. Isso não é mistério. É comprovado cientificamente pela noética. E não custa nada pensar positivo.

Evite pessoas negativas. Fuja de pessoas-problemas. Você já tem suas próprias preocupações.

worried

Fala alguém que ainda não sabe seu próprio caminho, e vez ou outra ainda fica mau humorada com seus próprios problemas (às vezes mais bobos do que parecem), mas que tem consciência que as dores do mundo são reais para todos, e que depende das nossas atitudes como tratá-las.

Eu? Escolho todo dia ser feliz. E não dependo do meu peso, nem do que falam de mim pelas costas. Também não dependo do problema do trabalho ser resolvido, muito menos do carro que precisa de manutenção pra fazer essa escolha.

E você? Escolha ser feliz também. E SaiDaqui!

@amanda_arm dia 7 de julho de 2010
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Segunda Cultural 6: Johnny Cash, uma Biografia (EM HQ!)

Transportar o universo musical para os quadrinhos nem sempre é tarefa fácil. Ainda mais se o tema da publicação for a vida de uma das maiores lendas da música internacional cuja trajetória foi marcada por sucesso, drogas, tragédias e histórias de amor. Mas o trabalho Johnny Cash: Uma Biografia (Editora 8Inverso, 224 páginas, R$ 44) está à altura da glória e do drama vivenciados pelo saudoso cantor e compositor norte-americano.

O público mais jovem tem a oportunidade de folhear com curiosidade os passos dados por John R. Cash (1932-2003) desde sua infância trabalhando com a família em plantações de algodão na pequena cidade de Dyess, no Arkansas, até a gravação de uma versão de Hurt da banda Nine Inch Nails, para seu último trabalho, em 2002. As ilustrações em preto e branco ajudam a dramatizar o conto, dando-lhe um ar mais sério. É dividido em três grandes capítulos separados por períodos: 1935-1956, 1957-1967 e janeiro de 1968.

Em traços simples, porém fortes, acompanhamos o nascimento de seu amor pela música, primeiro ligado ao gênero gospel e depois voltado ao country. Mais velho, decide deixar para trás as colheitas para morar na cidade grande, onde conhece sua mulher Vivian e se alista no exército para conhecer o mundo. Cash conhece Marshall Grant e Luther Perkins, que se tornariam seus grandes parceiros no grupo Johnny Cash and The Tennessee Two.

O sucesso da banda fez com que conhecesse a anfetamina, que, segundo ele, dizia ajudar a não dormir e ter energia bastante para diversas sessões de música e bebidas. Com o passar dos anos, o uso de drogas fez com que o cantor se arruinasse. Vieram confusões em shows, vida amorosa abalada e algumas visitas à prisão.

Na biografia, não poderia faltar a figura da cantora June Carter, grande companheira de Cash durante sua vida apesar do relacionamento com Vivian. A ligação entre os dois músicos parecia tão certa que, ao se conhecerem, ele disse: “Sempre quis te conhecer. Tenho pressentimento de que um dia a gente ainda vai se casar, eu e você”.

A trajetória de um ícone do rock não seria completa sem o encontro com outras grandes figuras da música, caso do Rei do Rock Elvis Presley (1935-1977), de quem o biografado foi amigo, abriu apresentações e fez algumas gravações. Quem também participa é Bob Dylan, com quem discute sobre a Guerra do Vietnã, a vida e, claro, música.

Além de páginas sobre a trajetória do cantor, Johnny Cash: Uma Biografia apresenta ilustrações baseadas nos pequenos contos que regem algumas de suas composições. Ganham forma obras como A Boy Named Sue, Big River, Don’t Take Your Guns to Town e Bull Rider.

Com tradução do jornalista Augusto Paim, o livro é um projeto do alemão Reinhard Kleist, que tinha a ideia inicial de trazer até as HQs um pouco do mundo da música. Após algumas pesquisas, encontrou na história do homenageado a fórmula que procurava – e acabou tornando-se um grande fã do cantor.

Lançado originalmente em 2006 na Alemanha, o trabalho rendeu a Kleist alguns prêmios nacionais do ramo. Sua nova aposta é a biografia do cubano Fidel Castro, na qual trabalha atualmente e tem previsão de lançamento para 2010 em sua terra natal.

A HQ se assemelha com a linha seguida no roteiro do filme Johnny & June (2005), de James Mangold. Até mesmo quando enfoca o famoso show de 1968, na prisão de Folsom, na Califórnia, como um dos principais momentos da carreira de Cash. A apresentação rendeu-lhe o álbum At Folsom Prison, lançado naquele mesmo ano.

As páginas finais são destinadas à Galeria Cash, dedicada a alguns desenhos feitos por Kleist e que demonstram o estilo que o Homem de Preto pregava tanto e que virou sua marca registrada.

Caso você não conheça o (fodástico) trabalho de Johnny Cash, não há nada que a internet não pode lhe ajudar. Recomendação pessoal: I Walk The Line. Mas quem sou eu para dar pitacos sobre o saudoso cantor.

Vale o investimento.

PS:  Ia escrever sobre esse livro já. Mas vi aqui o post e achei muito bom! Agora SAIDAQUI!

“I’ll let you down…I’ll make you hurt” – Adoro essa frase de Hurt. Só pra constar.

@amanda_arm dia 29 de março de 2010
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Quinta Sexual 8: Por um mundo com mais sexo

Que sexo é bom e todo mundo gosta, é meio óbvio. Mas existe quem AME sexo. Não vive sem. Ficam loucos quando passam mais de dois dias sem uma bimbada.

Gente que compartilha da opinião que “sexo é bom até quando é ruim”.

Até Freud descobriu que sexualidade fazia parte do ser humano desde o nascimento, e não somente a partir da puberdade como todos na época afirmavam. Também afimrou que “o período da sexualidade é longo e complexo até chegar a sexualidade adulta, onde as funções de reprodução e de obtenção de prazer podem estar associadas, tanto no homem como na mulher”, já contrariando as idéias predominantes de que o sexo estava associado, exclusivamente a reprodução. E por fim, decidiu libido, como “energia dos instintos sexuais e só deles”.

freud

“A sede de conhecimento parece ser inseparável da curiosidade sexual.” – Sigmund Freud

Em um tempo de preconceito e vergonha em tudo que fosse relacionado a sexo (ainda sofremos um pouco disso, certo?) Freud foi um gênio. Pensava muito à frente do seu tempo.

Em pleno 2010, eu parto do princípio que sexo faz bem. E não é pouco.

Além da perda calórica (vontade de qualquer mulher), “os batimentos cardíacos são acelerados, os órgão internos massageados, a circulação sanguínea e a linfática intensificadas. A produção de hormônios e endorfinas contribui para uma sensação de bem-estar, sendo um excelente antídoto para a depressão e a ansiedade”, lista Amaury Mendes, médico e sexólogo, do Rio de Janeiro.

Por todos esses motivos, a Organização Mundial da Saúde, desde 2000, inclui o sexo como um dos prérequisitos para a qualidade de vida, tão importante quanto praticar exercícios e se alimentar bem. Sexo prazeroso é um prêmio da vida adulta, e a durabilidade dessa conquista dependerá do esforço da manutenção.

Claro que sexo com vínculo afetivo é sempre mais gostoso. Mas não tenho nada contra quem procure por sexo casual, sem afeto. Sempre com segurança, obviamente.

Por todos os benefícios de saúde. Por todo o prazer que nos causa. Por todo bom humor que ficamos após o sexo. Porque sexo é bom. PONTO.

Todo mundo deveria deixar conceitos e preconceitos de lado, parar de julgar mulheres que gostam de sexo, e celebrar o bem estar que ele nos faz.

Por um mundo com mais sexo. O mundo seria muito mais feliz assim.

Agora SaiDaqui e vá fazer sexo!

@amanda_arm dia 11 de março de 2010
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Quando nem tudo são flores…

Ninguém nunca disse que seria fácil. Nem que seriam sempre flores.

Mas no fim das contas, mudar a vida completamente valeu à pena.

Para quem não conhece nossa história, leia um pouco mais aqui.

E essa, é a visão do @rbarato sobre nossa vinda do interior de São Paulo para Porto Alegre.  Eu adorei, e espero que gostem também.

“Mudanças não são fáceis, isso é um fato já consumado e devidamente arquivado. Mas elas tendem a serem boas.

Seja de ares, hábito ou o corte de cabelo. Faz bem, renova.

Principalmene se ela é grande.

Mudar de cidade é fácil pra quem muda pra uma cidade vizinha, por exemplo. Mas experimente mudar pra outro estado, a 1400km de casa. Essa, querido amigo leitor, não é nada mamão com açúcar.

Mudando sozinho provavelmente fica mais difícil, mas não é meu caso. Então vamos ao que interessa.

No começo é tudo super legal. Novidade é gostoso. Chegar num lugar que você, antes, só conhecia por foto – ou nem isso – passa a ser divertido. Sair bater perna. Procurar mercados, lojas e outras coisas que serão necessárias no seu dia a dia é legal!

Aí o tempo passa. Você já conheceu bastante lugares e pessoas diferentes. E ai começa a ficar difícil. Começa a sentir falta dos amigos que ficaram. Da família. Dos velhos hábitos e rituais e isso vai te consumindo.

Até certo ponto você aguenta a saudade – e é ela, o vilão dessa história – mas num momento ela aperta e… bum! Abraço amigão. Se você estiver sozinho, há meses fora de casa, ainda não fez amigos e se dedica apenas ao trabalho é a hora que você pensa durante 90% do tempo em voltar.

E essa decisão é tão difícil como a decisão de mudar. E só cabe a você saber o que realmente quer.

Agora se você tem alguém, seja uma companheira(o) ou um melhor amigo que já fez no trabalho tudo muda. Você vê que o que ficou pra trás não é tudo o que você precisa pra ser feliz. Não que sejam menos importantes, jamais! Mas isso é administrável. Saudade é administrável. Voltar pra antiga casa em feriados, datas especiais ou apenas por voltar pra visitar passa a ser o remédio.

E tendo alguém do seu lado fica mais fácil você ver o quanto você mudou. Quanto você amadureceu e se tornou alguém melhor. Porque, queira ou não, você tem que fazer sua comida, botar o lixo pra fora e lavar sua cueca.

Em palavras mais simples: mudar nos faz crescer. E como disse lá no começo, não importa a mudança. A tendência é melhorar, sempre.

Então se você tem dúvidas em mudar eu lhe digo: MUDE. Por mais perrengue que você sabe que vai passar no final vai ver que tomou a decisão certa.”

Né? ;)

Agora SAIDAQUI! e vá mudar sua vida…

@amanda_arm dia 2 de março de 2010
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O que tudo destrói, também constrói

Um dia me disseram que a tempestade que tudo destrói, também serve pra molhar a terra e fazer florescer novos frutos.

Que situações ruins nos devastam, mas ao mesmo tempo trazem amigos, lições e novos afetos.

Também me disseram que por pior que pareça, nem tudo está perdido, e que pouco a pouco se erguem novos pilares de relacionamentos.

Confusões são boas…Sempre nos dão aquele chachoalhão necessário. Aquela reviravolta inesperada.

Tudo sempre muda, renova-se. Algumas vezes a gente sofre, outras a gente fica feliz…Inevitável passar por isso.

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Viver, saca?

Mas quando acontece algo, as pessoas sempre nos perguntam…”O que vai ser de você agora?”

Ué! A mesma coisa de sempre, só que um pouquinho diferente.

Agora SaiDaqui!

@amanda_arm dia 12 de janeiro de 2010
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Feliz Natal – Atrasado. E como foi o meu?

Há anos não passava um Natal legal.

Desde que meus pais se separaram, Natal era sinônimo de brigas e intrigas, e ciúme, e problemas.

Era um saco me desdobrar em vinte pra dar atenção pra todo mundo. Chegava a querer dormir pra não ter problemas.

Esse ano foi diferente.

Não moro mais perto da família. E Natal resumiu-se em paparicos e carinho. ESSA é a parte de ficar longe que faz bem.

Foi um Natal super divertido, animado e engraçado perto da minha família. Com a única parte ruim de passar meia noite longe do @rbarato – mas ano que vem vai ser diferente.

Além disso, esse ano tive um plus: uma nova família também (o lado do meu namorido).

Ficar perto deles foi muito legal. Com cerveja e carne que não acabava mais, e alegria, idem.

Pra complementar, o presente que ganhei de amigo secreto da @nbaratto foi demais. Mas mais que isso, foi o discurso que ela fez antes de entregar o presente.

Acabei pensando em como chega a ser engraçado como a internet une as pessoas. Não existe mais distância. Na verdade, nunca existiu quando tem sentimento de verdade.

Espero que você também tenha passado um feliz Natal. E o Saidaqui deseja à todos os leitores TUDO de bom.

Obrigada por acompanhar-nos, mas agora SaiDaqui!

@amanda_arm dia 26 de dezembro de 2009
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