Antes de começarmos a falar do swing em si, que tal um pouco de história e teoria? Afinal, antes de opinar sobre qualquer assunto, é necessário conhecê-lo.
O primeiro passo é libertar-se de preconceitos. Abrir a mente para o novo e, mesmo que não concorde com o que vem a seguir, entender e respeitar o desejo de outras pessoas.
Lembre-se que não existe certo e errado, apenas pontos de vista diferentes.
Vamos ao que interessa?
Swing, ou também conhecido como “troca de casais”, é nada mais que um relacionamento sexual entre casais estáveis que optam pela prática sexual entre si (o famoso sexo grupal). Existem algumas correntes que já consideram o swing quando um casal adiciona um ou mais elementos na relação sexual. Vai de cada casal entender e praticar como melhor lhe parecer.
Dentro da definição, ainda há uma pequena classificação entre dois subtipos de swing: O Soft (troca de parceiros com caricias, beijos e sexo oral, não há penetração) e o Hard (troca de parceiros com penetração).
Outra questão que deve ser levada em consideração é a orientação sexual de todos os participanetes, permitindo que haja bissexualismo (feminino ou maculino) ou não na hora da prática. As possíveis situações são:
MFFM
Entre mulheres bissexuais e homens heterossexuais
MFMF
Entre mulheres e homens heterossexuais
FMMF
Entre mulheres heterossexuais e homens bissexuais
MMFF
Entre mulheres e homens bissexuais
Resumindo: Nada é proibido, desde que todas as outras partes concordem.
Como em qualquer outro ambiente da sociedade que envolva convívio com outros seres humanos, o respeito pelo outro deve vir sempre em primeiro lugar, respeitando assim os limites de cada um dos envolvidos.
Ser liberal e bem decidido sexualmente é um sinal de maturidade. Portanto, se decidir pelo swing, aja como adulto. Acima de tudo, não julgue. E boa sorte!
SaiDaqui
“Já sabia desde sempre o que queria.
Um amor pra chamar de seu.
Sabe daqueles utópicos, tipo conto de fadas?
Teve que aprender da pior maneira que eles não existem.”
Pois é. Esse mundo cheio de encantos inexplicáveis, feitiços de amor e histórias com felizes para sempre o tempo todo que ela criou pra si acabou cansando. Ninguém vive de perfeição e ela tinha se tocado disso só agora. Tola ela, que perdeu tanto tempo sonhando perfeições idiotas.
Queria mais que um príncipe perfeitinho. Aliás, odiava cavalos brancos, espartilhos de princesa e aquela perfeição idiota de raios de sol diários.
Ela não era uma propaganda de margarina!
De agora em diante, desejava que ele tivesse vícios. Que alguns fossem aceitáveis e outros deixariam de existir em nome do amor.
Que ele apertasse o tubo de pasta de dente ao meio, e largasse os chinelos pela casa, só para confrontar-lhe a mania de organização. Mas que ainda abaixasse a tampa da privada e não deixasse a toalha molhada na cama.
Que ele explodisse vez em quando, e fosse rude com ela, e que depois voltasse com flores pra pedir desculpas.
Que sentisse ciúme. Nem de menos, nem demais. E que cada briguinha boba sobre o tema terminasse em sexo.
Aliás, que ele gostasse de sexo pela manhã, enquanto ela preferisse à noite. Apenas para transarem sempre.
Que ele odiasse cozinhar. Mas que a acompanhasse na cozinha, lavando a louça e conversando sobre o dia que tiveram.
E que ela adorasse andar descalça, enquanto ele não tira as meias. Só pra ouvir ele reclamar que ela tem os pés gelados na hora de dormir.
Queria dificuldade financeira de vez em quando. Pra que não se acostumassem com o que vem fácil, e acima de tudo, pra provar que o amor ainda vale mais que qualquer papel verde idiota.
Também queria que ele esquecesse algumas datas importantes, só pra poder fazer manha e ganhar presentes depois.
E que ambos abrissem mão de algumas coisas. Só pra ambos entenderem de vez que no amor, abrir mão é necessário.
E que ele ganhasse peso. Que ela tivesse um filho. Que o cachorro faça xixi onde não deve. Que os filhos quebrem o copo enquanto brincam de bola na sala.
Que a promoção demorasse a vir, que o apartamento tivesse infiltrações. Mas que no fim de semana fossem todos à praia, num estado de alegria absoluto.
Porque agora, ela queria uma vida real. Palpável. Sem essa de felizes para sempre: Porque sempre não existe e felicidade é apenas um estado de espírito.
Queria que apenas vivessem, juntos. E isso bastasse.
SaiDaqui!
Esses dias uma leitora sugeriu pra nossa quinta sexual o tema: Casais liberais.
E aí eu me peguei pensando…O que isso quer dizer afinal?
Que eles não tem um relacionamento sério? Que eles não se amam o suficiente a ponto de deixar o parceiro ficar com outras pessoas? Que esse papo é pura putaria de quem não quer compromisso?
WRONG.
Casais liberais, no meu ponto de vista, são aqueles que tem uma relação tão bem resolvida e madura, a ponto de confiar no amor do outro a ponto de dar certas liberdades, por sua vez incomuns no que a sociedade em que vivemos considera “correto” e “aceitável” dentro de um relacionamento.
São pessoas que tem consciência e coragem de enfrentar o julgamento e mal olhado que os “quadrados” insistem em se achar no direito de ter em relação às vidas que não lhes dizem nenhum respeito. São pessoas evoluídas.
Claro que “ser liberal” é um termo muito abrangente, e vale lembrar que depende pura e exclusivamente das concessões feitas dentro de um acordo mútuo. Envolve desde happy hours inocentes com amigos sem o parceiro, até aceitar que ele se envolva sexualmente com outras pessoas além de você. De novo: DEPENDE DO CASAL.
Exemplo simples e prático? Se ela gosta da idéia e topa fazer um Menage de tempos em tempos, além de realizar uma fantasia sexual do seu parceiro, a relação torna-se mais apimentada e a cumplicidade do casal tende a aumentar. Isso sem mencionar o fato de ele se sentir satisfeito o suficiente com sua parceira a ponto de não buscar prazer com outras mulheres (mesmo que inconscientemente) – Pelo menos em teoria.
Acho que tudo isso é fruto da evolução da mente da humanidade, junto com a quebra de preconceitos impostos pela sociedade. É mais que isso, a aceitação consciente de que a natureza humana não é monogâmica, e a partir disso, variações e adaptações para que um relacionamento se torne mais completo, feliz e duradouro.
Aproveito deixar claro que não julgo casais tradicionais, com tradições (e confesso que até acho lindo!) desde que AMBAS as partes estejam felizes com essa conduta.
No fim das contas, o importante é ser feliz, e isso COM CERTEZA inclui SEXO.
Sexo tem que ser bom. Delicioso, satisfatório. Porque convenhamos, é a melhor coisa do mundo não é mesmo?
Agora SaiDaqui!
Hoje em dia, quem é vivo reclama da falta de tempo. O relógio anda apertado para cuidar de si, da casa, das crianças, achar homem bom, trabalhar, descansar e, claro, para o sexo.
Mas, como dizem os especialistas, nesse campo tudo é válido e até mesmo os minutinhos, que deixam muita gente acumulando vontades, podem ser importantes para a vida sexual. Afinal, é com eles que contamos, literalmente, para pôr prática as famosas rapidinhas – que alçam o desejo ao seu devido status de inadiável e provam, por si só, que tempo e satisfação nem sempre são diretamente proporcionais.
Se, nessa modalidade, o sexo perde em duração, ele pode ganhar, e muito, em intensidade. Não é difícil encontrar homens e, principalmente, mulheres fãs e adeptas da prática. Isso porque, segundo elas, o sexo feito de forma inesperada, na base da conquista súbita, também faz o tempo ficar escasso para a timidez e a culpa.
A graça da rapidinha, para muita gente, está justamente no que o sexo, digamos, planejado não pode oferecer. É isso que a torna um instrumento de efeito comprovado contra a tão falada e temida rotina sexual.
Tudo bem que o elemento surpresa é mesmo muito importante para o sabor da coisa. Mas, às vezes, até que um certo planejamento não cai tão mal assim, sobretudo no que diz respeito à infra-estrutura.
A sexóloga Margareth Labate reconhece o valor da rapidinha. Ela confirma o poder dessa prática em ressuscitar empolgação e fantasias.
“A rapidinha pode fazer lembrar dos primeiros tempos da vida sexual, quando havia ainda um certo risco, um certo mistério. E, em muitos momentos, é mesmo excelente para ativar o desejo e não adiá-lo. Esse elemento impulsivo pode ser muito importante para afastar sentimentos impeditivos ou de inibição. O que não pode é ficar uma coisa descontrolada e, sempre que vir a vontade, sair tirando a roupa do outro em qualquer hora ou lugar, mesmo porque tudo o que é demais pode enjoar”, comenta ela, lembrando que, para que seja válida, essa como qualquer outra prática sexual deve estar sempre baseada no consenso.
“É preciso respeitar também quando o parceiro ou parceira não quer e não se sentir rejeitada com isso. A satisfação conjunta e a vontade dos dois é ainda mais importante do que o simples impulso sexual”, lembra Margareth.
E você? SAIDAQUI pra dar uma rapidinha
Na hora da transa os sentidos ficam aguçados. Tocar, lamber, cheirar e ver são elementos muito especiais para ajudar a ter um bom orgasmo e aproveitar ao máximo o momento a dois. E já que os órgãos dos sentidos desempenham papéis tão importantes no sexo, por que não desenvolver também a fala e a audição? É claro que ficar quieto não impede a relação sexual de acontecer, porém, homens e mulheres podem se excitar (e muito) apenas com frases pronunciadas na intimidade.
Eles geralmente demonstram mais tesão por expressões superpicantes e até mesmo palavrões. Já algumas mulheres preferem elogios à performance e também às partes do corpo, assim como existem as que preferem serem chamadas de “vagabundas” ou quaisquer outros termos mais quentes. Mas não adianta nada dizer por dizer. É preciso ter convicção na declaração, além de conversar com o parceiro fora da transa para saber o que vale e o que não vale entre quatro paredes. De resto, é só soltar a imaginação e curtir o prazer. Confira algumas sugestões para excitar seu parceiro com a “língua solta” e se tornar expert na arte do “sexo narrado”.
Os homens gostam de ouvir:
1. Elogios à masculinidade e ao pênis
Para levar um homem às alturas, nada melhor do que um comentário positivo e entusiasmado sobre a performance dele ou, melhor ainda, valorizando as dimensões e o poder do pênis para provocar orgasmos alucinantes em qualquer rapaz. Frases do tipo “Você é demais e me faz gozar muito gostoso” ou “Seu pênis é imenso, o maior do mundo” são bastante apreciadas por eles. Procure tomar cuidado com mel e meiguice em excesso e também com os elogios que você dará ao pênis dele. Diminutivos, por exemplo, em vez de excitá-lo podem, em muitas vezes, fazer com que ele perca a ereção.
2. Gemidos
O gemido pode ser um sinal de aprovação na hora da transa. O homem costuma ficar excitado e empolgado ao perceber que a parceira está interagindo com ele. Além disso, os gemidos podem tornar o clima mais quente.
3. Que têm exclusividade sobre a parceira
Uma boa alternativa para estimular o seu parceiro é dizer que você é somente dele. Você pode, por exemplo, dizer “Sou sua vagabunda exclusiva” ou ainda, “Sou safada só para você”. Mas, se você acha que ficará constrangida se ele resolver inverter o jogo e começar a tratá-la de forma vulgar como, por exemplo, chamá-la de “puta”, “cachorra” e outros termos, evite estes tipos de frases, que podem soar para ele como um aval para este tipo de tratamento.
4. Frases imperativas
Este pode ser um bom início para sua imersão no mundo do “sexo narrado”. Frases imperativas podem agradar ao outro e não requerem muita experiência. Expressões do tipo “Me beija”, “Vem pra cá” ou “Vai, isso, isso” podem ser usadas por quem ainda não tem muita imaginação e a “língua solta” afiada. Para quem quer ampliar o repertório, vale ver filmes pornográficos e ler contos eróticos, mas lembre-se de não exagerar na dose. Expressões a exemplo de “me come a noite inteira” podem causar ansiedade no parceiro e fazer até mesmo com que ele broche com medo de não dar conta do recado.
5. Expressões simples e objetivas
Já imaginou vocês dois na cama e de repente você solta a seguinte expressão: “introduza o seu órgão sexual no meu órgão sexual”? Soa estranho, não é mesmo? O que os homens querem é objetividade e frases fáceis de serem compreendidas e uma linguagem mais desinibida e ousada como, por exemplo, “Me fode gostoso”.
6. Perceber que estão no comando da transa
Alguns homens gostam de tomar conta da situação e mostrar que mandam no ritmo da transa. Por isso, algumas frases que soam como um pedido podem ajudar a criar um clima mais picante entre quatro paredes. Abuse de expressões com o verbo “deixar” e, se você aproveitar para inserir a palavra “pênis” ou “pau” a combinação poderá se tornar ainda mais poderosa. Exemplos: “Deixa eu lamber esse pau gostoso”, “Me deixe ser sua escrava sexual”, entre outros.
7. Verbo de ação + Parte do corpo humano + Adjetivo
Esta combinação pode ser bastante excitante e bem simples. Experimente expressões como “Beija meu seio quente”, “Aperta minha bundinha gostosa”, “lambe minha barriga macia”, elas podem proporcionar um resultado muito prazeroso.
Fonte:Terra
Entre foder e fazer amor, há algo incompreendido. Talvez seja aí que muitos casais se desentendem por suposta culpa do sexo.

Uma linha tênue entre uma carta de amor e um jogo de prazer. Foder é querer apenas o prazer da carne, a satisfação humana e comprovação fatídica que somos todos feitos e precisados de sexo. Fazer amor é envolver mais sentimento que qualquer outra coisa: Prestar mais atenção nos olhares e nas carícias que na penetração em si.
Entre foder e fazer amor, existe tanta esperança perdida que quase não cabe no mundo. Ele buscando apenas uma noite de sexo. Ela, buscando o amor de tantos anos que possa estar perdido dentro dele. Ou vice e versa.
Foder é definitivamente mais fácil: tem como prevenir. Basta usar uma camisinha e partir pro abraço. Sem compromisso, com o mínimo de sentimento envolvido e sem preocupações para a famosa pergunta “E agora?”. Fode-se com garotas de programa, com gente que se conhece na balada, com amigos que tem esse nível de acordo.
Fazer amor é perigoso. Talvez por isso seja considerado “melhor”. Por envolver emoção, toque, e necessariamente um companheirismo entre ambas as partes. Trata-se de envolver-se, de realmente QUERER discutir o “E depois?”. Tem necessariamente coração. E tudo que tem coração meu caro leitor, é perigoso quando não bem cuidado.
Se existe solução? Talvez não. Porque ninguém vive só de foder. Tampouco só de fazer amor.
No mundo perfeito, o mix de ambos encontraria equilíbrio. E em meio à transas excepcionais e sexo selvagem, haveria carinho e compreensão. Talvez um dia, você, eu e todos nós também encontraremos tal ponto. O ponto “G” da relação. Hehehehe.
E SaiDaqui! Seja pra foder, ou pra fazer amor. No fim das contas, it’s all about sex.
Tirei o último domingo para comprar os presentes de Natal. Claro que optei por ir ao shopping: comodidade, várias opções de lojas, praça de alimentação (que ser em sã consciência cozinha num domingo à noite?) e claro, ar condicionado.
Confesso que nunca fui fã de compras, nem de shopping, muito menos de multidão e liquidação de fim de ano. Mas temos o tal dever para com a família e sociedade, bem como amigos secretos e lembranças para os amigos mais próximos. Não tivemos opção: Arrastei meu namorado comigo (que por sinal, gosta TANTO quanto eu de fazer compras).
Nessas horas eu me sinto um extraterrestre. Como alguém pode realmente GOSTAR daquele inferno?
Famílias inteiras passando horas dentro de uma única loja. Maridos carregando sacolas e mais sacolas enquanto as mulheres se matam de experimentar roupas. Crianças gritando pra todos os lados por causa do Papai Noel de barba falsa e barriga de travesseiro. Praça de alimentação lotada e barulhenta. Casais discutindo sobre o que comprar para fulano ou ciclano. Vendedores já aflitos e cansados de tanto dobrar e desdobrar roupas. E mais crianças, e mais lojas, e mais vendedores, com adicional de barulho for free.
Credo! Isso não é pra mim.

Comprei tudo que precisava em questão de uma hora e pouco. O presente que mais demoramos pra escolher, acho que demorou 10 minutos, no máximo. A lógica é tão simples: Bater o olho na vitrine, entrar na loja, perguntar o preço, decidir se o objeto tem “a cara” da pessoa a ser presenteada, e pagar por ele.
O que é tão difícil nisso?
JURO que ainda tento entender como tem gente por aí que pensa em fazer compras como uma “atividade relaxante”…Oh, BITE ME!
Bom, pelo menos já compramos TODOS os presentes de Natal a serem distribuídos. E por mais que tenham sido de rápidas escolhas, foram todos escolhidos com amor e carinho.
Agora SaiDaqui e vá embrulhar os presentes…
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