Melhores pedidos de casamento EVER

Sabe quando você pensa, “talvez haja contos de fada no meio de histórias cotidianas”? Então.

 

 

 

 

 

 

 

 


(para esse, sugiro pular direto para os 5 mins)

 

 

Pois é. Quem sabe aconteça com todos nós, um dia.

SaiDaqui!

@amanda_arm dia 28 de novembro de 2011
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Se um dia eu casar…

Se um dia eu casar, não será de véu e grinalda. Nem cheio de convidados parecendo pinguins e suando feito porcos. Muito menos com mulheres se equilibrando em saltos e com mais maquiagem que um travesti em dia de show.

Casamento é pra ser festa, diversão, junção, comemoração. Celebrar uma vida que continua sendo única, mas que por opção passará a ser dividida. Vivida à dois.

Aceitar defeitos, ceder em algumas coisas. Ver as coisas de uma outra perpectiva.

Fazer dívidas, filhos e problemas. Dividir sorrisos, abraços e sexo.

Se um dia eu casar, quero todo mundo à vontade. Sorridente e realmente feliz por compartilhar momento tão importante. Sem circo, sem teatro, sem sorrisos falsos. Quero bebedeira, muitas fotos e pés descalços. Amigos, parentes e música dividindo o mesmo ambiente. Que não tenha hora pra acabar a farra. Nem o Whisky.

Se um dia eu casar, não quero que ele me carregue até o quarto, já que podemos ir de mãos dadas e cantarolando até ele. Que ele não fale “enfim sós”, mas “enfim juntos” ao deitar-me na cama.

Que seja a melhor noite com excesso de amor e sexo de nossas vidas.

Que seja não porque eu não consiga ser feliz sozinha, mas porque eu tenha certeza de querer dividir meu mundo com ele.

Que seja por êxtase, loucura, amor que não se explica.

Se um dia eu casar, é porque ele enfim apareceu. E me fez de bela. De princesa do castelo que ele construiu pra nós dois.

@amanda_arm dia 10 de janeiro de 2011
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Quinta Sexual 29: Contentar-se com pouco?

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Alves era um cara comum. Apaixonou-se perdidamente, casou e teve uma filha muito cedo. Acontece aos montes.

Hoje, oito anos depois, sabe que o “acidente de percurso” foi a melhor coisa que o aconteceu. Ainda ama a esposa. Tem um bom emprego, um bom coração.

Não se arrepende de nada, mas gostaria muito que algumas coisas fossem diferentes.

Afinal, ter uma relação tão duradoura exige muito de ambos os lados. Com filhos envolvidos então, nem se fala. É tamanho desgaste mental, financeiro e pessoal, que amor deve sim ser capaz de superar tudo isso.

E sexo.

Porque é hipócrita quem afirma que sexo não é importante. Como assim não é importante? Sexo é ESSENCIAL para um relacionamento de sucesso.

Hoje, utilizarei Alves como estudo de caso. Tive o imenso prazer de conversar com ele e tentar entender o que lhe faltava. Pensar e ajudar com dicas que possam melhorar suas “frustrações” sexuais num relacionamento que já existe há tanto tempo.

Falta de sexo? Infelizmente, a tendência natural é nos acostumarmos com a presença constante do parceiro e sentirmos uma diminuição no apetite sexual. Aquele pensamento errado de “ele está ali. Posso transar quando quiser” e se esquecer de realmente fazê-lo. Rotina meus caros, é uma merda. Quando menos percebem, estão transando apenas em dias marcados, ela de calcinha bege e ele de cueca e meias.

NÃO! Como sempre digo por aqui: Inove. Se ele não o faz, faça você! Experimente o poder de uma Lingerie nova, como já escrevi aqui. Vão para um Motel diferente. Transem em outra posição. Vão à um Sex Shop. Assistam pornô. Comprem um Kama Sutra. Troquem mensagens quentes durante o expediente. Surpreendam-se.

Dependendo da relação e concordância do casal, chame alguém para fazerem um menáge. Sei lá. Encontrem formas para apimentar a relação. ISSO é saudável, desde que feito com responsabilidade e consentimento de ambas as partes.

Tudo é válido no sexo. TUDO. Basta um pouco de criatividade.

O que não vale à pena, é se contentar com pouco. Sexo é vida. Certo Alves? Comece a mudar a sua. ;)

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E SaiDaqui!!

@amanda_arm dia 30 de setembro de 2010
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A Inutilidade de um Noivado

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Sim. É esse mesmo o assunto do post: Noivar é inútil.

Estava ontem conversando com um amigo e leitor quando ele sugeriu o tema. Na hora pensei: “que tema mais besta, de onde ele tirou essa idéia?”, mas depois começamos a discutir sobre isso, e faz sentido.

Não sei se você está atualizado no tema “anéis de relacionamento” (eu não estava), mas hoje em dia existem três tipos de aliança: a de compromisso, a de noivado, e a de casamento. O que eu acho delas?

Acho que a de compromisso é a menos perigosa. Normalmente utilizada por adolescentes apaixonados, que querem demarcar seu território, comprovando que aquela pessoa “já tem dono” por colocar um anel prateado no anelar direito da mesma. Claro que eu já usei esse tipo de aliança! De prata, de aço, até de côco. Confesso que até acho bonitinho e tal, mas sei lá né. Vai do gosto de cada casal e do nível de comprometimento que eles tem.

A de casamento por sua vez, é a mais séria. Normalmente trocada na frente de um altar ou de um juíz, nasce da decisão concreta de duas pessoas que querem passar (pelo menos um bom tempo de) uma vida juntos. Geralmente por amor, acho o ato de trocar alianças lindo. E claro que deve ser feito apenas quando há crença envolvida: casar porque os outros acham bonito é hipócrita e ridiculamente overrated. Não case na igreja se você não acredita no que está sendo dito ali na sua frente (conselho válido para TODA e QUALQUER religião).

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E finalmente, o comprometimento mais inútil de todos: o noivado.

Dinheiro para alianças. Festa para os parentes. Tempo e dinheiro gastos para oficialmente dizer na cara de todas as pessoas que você conhece que “você decidiu que vai casar, só não sabe quando”.

Pois é. Talvez seja uma reafirmação que os relacionamentos precisam. Aquela hora de pensar “Puxa, agora ficou sério. Estamos falando oficialmente em casamento. É isso mesmo que eu quero pra minha vida?”

Noivar é dar um tempo pra ter certeza se quer mesmo casar. Talvez até um passo importante antes de tomar uma decisão precipitada.

Infelizmente, tem gente que não entende esse propósito, e noiva por motivos absurdos: Por dinheiro, por status, pra “enrolar mais a outra parte”, por gravidez, por família que enche o saco.

Fica a dica: Se você for noivar, que seja pelos motivos certos.

Espero que fique claro que não estou julgando, nem criticando quem pratica o ato. Eu nunca fui noiva, nunca casei. Não estou cuspindo pra cima, vai que algum dia acontece né? Acho as cerimônias de noivado lindas, adoro todo e qualquer motivo pra festejar qualquer coisa.

Só acho meio sem nexo o dinheiro gasto para isso. Claro que como o dinheiro não é meu, cada um faz o que bem entender com o seu. No fim das contas, o que importa é estar feliz com quem se ama.

E se for noivar, me chama! Agora SaiDaqui!

@amanda_arm dia 10 de agosto de 2010
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Tião do Caminhão

“Tião do Caminhão”, como era conhecido José Antônio Marques Cunha da Silva. Tinha na época, 47 anos de idade. Era caminhoneiro há tantos anos que não sabia fazer outra coisa.


Decidiu que seria caminhoneiro aos 15, depois de assistir um programa na TV em preto e branco que seu pai tinha lhe dado. Queria conhecer esse “Brasilsão” – como ele mesmo dizia.


Não chegou a terminar os estudos. Queria logo por os pés na estrada. Assim que conseguiu sua habilitação, partiu em busca de aventuras. Claro que pensou em desistir várias vezes nos primeiros anos: a vida de caminhoneiro era muito mais difícil do que ele pensava.


Talvez por comodidade, acabou ficando. Sempre dizia que pararia no ano que vem. Até que conheceu Marta. Uma morena jambo magricela, de olhos castanhos e cabelos finos e longos. Casaram-se entre uma viagem e outra de Tião.


Agora, parando pra pensar, Tião se deu conta que já casara há 25 anos, e que tinha 4 filhos lindos com Marta. Sempre que viajava, ele morria de saudade de casa, mas achava demais “a sensação de voltar pra casa”.


Nunca havia tido um acidente. Era motorista muito cauteloso. Dormia o suficiente, dirigia bem atento, nunca bebia ao volante. Não fumava, não usava drogas, nem traía a mulher. Era um homem simples e de bom coração. Precisava de muito pouco para ser feliz.


Gostava muito da vida correta que havia escolhido. Sempre fazia viagens curtas, e evitava passar mais que 10 dias longe de sua família. Mas aquela viagem tinha sido pedido específico do patrão. Seriam 25 dias de sofrimento e saudade.


Com o aperto de dinheiro que viviam, ele não podia dizer não. Até porque, aquele dinheirinho garantiria a reforma na casa que há tanto tempo planejavam.


A viagem estava tranquila. Já era seu vigésimo dia longe da família. “Só mais 5”, pensou Tião.


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Enquanto cantava junto ao rádio naquele dia, viu um caminhão fazendo uma ultrapassagem irregular. Ele sabia que não ia dar tempo. Ele sentiu que aquilo ia dar merda. Tentou frear num impulso, mas já era tarde. Os dois caminhões perderam o controle, e por mais que tentassem desviar, o impacto foi muito forte. Caíram serra abaixo, rolaram sabe-se lá quantas vezes. A cada pancada que sentia, um filho lhe vinha à cabeça.  Deixou escorrer uma lágrima.


Pensou no gosto do feijão da Marta. Pensou em quanto sentia falta de casa.


O caminhão explodiu. Tião do caminhão morreu incinerado. Com gosto imaginário de feijão caseiro na boca, saudade da família, mas paz na alma.


Agora SAIDAQUI!

@amanda_arm dia 9 de julho de 2010
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Quinta Sexual 19: Sexo só depois do casamento?

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Afinal, sexo deve ser feito só depois do casamento?

Essa é uma discussão que tende a ser longa. E antes de entrarmos no assunto, gostaria de esclarecer que respeito todo e qualquer tipo de crença/descrença e religião. Quero levar esse texto com um foco mais nas atitudes das pessoas do que qualquer outra coisa. Vamos lá?

É lindo de pensar: ele se guarda pra ela. Ela se guarda pra ele. Nenhum dos dois tem relações sexuais por opção; porque querem ter esse tipo de intimidade apenas com a pessoa certa.

Nessa hora eu pergunto: E você tem certeza que é a pessoa certa? Eu mesma já errei quanto à isso. Você não?

Respeito quem acredite na magia do sexo depois do casamento, da virgindade e tudo mais. Chega a tornar romântico o que deveria ser mais sacana do que qualquer outra coisa. Mas falando em opinião pessoal, sou a favor de experimentar. De experiência.

Não que eu ache legal que todo mundo saia comendo todo mundo por aí. Mas sempre que existir vontade mútua e consciência do que se está fazendo, qual o problema de transar? Não vejo problemas em ter uma vida sexual ativa antes de assumir uma relação mais séria. Aliás, quem garante que você escolheu certo? Casamentos duram cada vez menos hoje em dia. Somos humanos. Fazemos escolhas erradas. É um risco constante.

Eu não conseguiria continuar casada com alguém que não tivesse química comigo na cama. Já pensou que desastre descobrir isso só no dia da noite de núpcias? Até porque, casamento é mega exaustivo. Capaz de muitos casais por aí nem conseguirem ficar acordados depois da festa.

Pior ainda são aqueles que dizem que só terão vida sexual ativa depois do casamento, mas vivem no cio. Bronha, sacanagem e putaria com a namorada são permitidas, só não podem chegar nos finalmentes? Isso é o que eu chamo de sadomasoquismo. Qual a diferença de fazer todo tipo de sacanagem MENOS ter penetração? Eu digo a diferença: Um hímen.

Hímen is overrated. É uma pele que dói e sangra para ser retirada. Só. E tem mais: sem ele, o sexo fica muito melhor. Eu não diria que é lá uma vantagem ainda tê-lo.

Bom, sei lá. Sexo é bom e todo mundo gosta. Até quem finge ou fala que não gosta pra pagar de santo(a). E está muito longe de ser pecado. Pelo menos na minha opinião.

Pra concluir: Sexo só depois do casamento? Tenha MOTIVOS para defender essa crença. Tenha ARGUMENTOS plausíveis para seguir esse princípio. Pois se não tiver, você será apenas mais um hipócrita por aí.

Agora SaiDaqui!

@amanda_arm dia 17 de junho de 2010
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Romantismo à flor da pele

Para ela, seria apenas mais uma sexta-feira qualquer: Saiu do trabalho exausta, e enquanto dirigia para casa, recebeu uma mensagem dele no celular.

“Coloque sua melhor roupa. E prepare-se para surpreender-se. Te pego às 21h”

Sentiu o coração quase saltar pela boca, num misto de alegria e curiosidade. O que será que ele estava aprontando? De qualquer maneira, quando ele chegasse para pegá-la, ela estaria deslumbrante.

Chegou em casa, acendeu um incenso, e ligou a água da banheira para encher enquanto escolhia as trilhas sonoras de seu gosto para aprontar-se. Ligou a hidromassagem, colocou seus melhores sais de banho, acendeu uma vela, apagou as luzes, esperou que a água esquentasse e então banhou-se.

Perdeu-se em pensamentos, tentando imaginar o que ele estaria planejando para aquela noite. Desistiu de tentar adivinhar e saiu da banheira, dançando ao som de Pearl Jam.

Passou hidratante, desodorante, perfume. Optou pelo vestido preto: curto, básico, lindo. Admirou-se no espelho por alguns instantes, e então colocou os sapatos: um salto alto lindo, também simples e chique.

Secou suas longas madeixas castanhas, deixando-as levemente ondulada nas pontas. Maquiou-se de modo a não ficar exagerada, nem simples demais. Deu uma última olhadela no espelho, e o interfone tocou. Ele havia chegado.

Agarrou sua bolsa e saiu cheia de curiosidade. Ele ficou estupefato ao vê-la. Fez até ela dar uma voltinha para admirá-la melhor. Ela notara que ele também estava lindo: vestia social, e complementava com um blazer bege.

Caminharam até o carro, ele abriu a porta para ela, e pediu que ao entrar, colocasse a venda que estava cuidadosamente colocada no banco. Dirigiram por uns 20 minutos, em silêncio. Ela mordia os lábios de curiosidade.

Finalmente ele estacionou. Guiou-a pela mão. Ela só pôde perceber que entraram num elevador. Ao saírem, ele a colocou sentada numa cadeira e só então deixou que ela tirasse a venda.

Seus olhos mal podiam crer no que viam: Ela estava numa mesa de jantar, colocada no centro da cobertura de um prédio, delicadamente arrumada com uma única rosa de centro. À sua volta, luzes brancas como as de pisca de Natal por toda a parte, criando um clima incrivelmente romântico. Ao fundo, um som doce e melódico de violino. Ela quase chorava de tanta emoção.

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Ele sentou-se à sua frente, e fez um sinal com a mão. Um garçom trouxe o prato de entrada: Uma salada ceasar divina, com vários tipode folhas, molho de queijo, mostarda e mel, coberta com iscas de frango, croutons, azeitonas e tomates secos. Vinho branco.

Conversaram um pouco enquanto terminavam a garrafa de vinho. Riam feito adolescentes relembrando de sua história de amor sofrido. Lembraram de tudo que já pertencia ao passado, e comentaram como era bom terem superado tudo aquilo juntos. Tinha fortalecido o amor de ambos.

Com outro gesto dele, o garçom trouxera agora o prato principal: Salmão com alcaparras ao molho de maracujá, acompanhado de arroz branco e batata sauté. Era uma explosão de cheiros, toques, olhares, paladares e sentimentos para uma noite só. Ela ainda estava atônita. Mais uma garrafa de vinho se foi.

Depois de um momento de silêncio, ele levantou-se de seu lugar e colocou-se de joelhos à sua frente. Tirou do bolso uma caixinha vermelha, abriu-a e disse a frase que ela acabara de notar que ele ia dizer: “Quer ficar do meu lado pra sempre?”

Não preciso dizer que as lágrimas já escorriam involuntariamente, enquanto ela ria de felicidade e dizia sim repetidamente, abraçando-o e beijando-o como se fosse criança novamente e tivera acabado de ganhar o melhor presente do mundo. De fato, era o melhor presente do mundo.

Ele disse que a amava demais. Que ela o fazia feliz como ninguém mais ousou fazer. Pediu então a champanhe. Celebraram sozinhos. Apenas a lua e as estrelas eram testemunhas daquele casal em felicidade plena.

Sentaram-se novamente e comeram a sobremesa: Petit Gateau (o favorito dela). Não conseguiam parar de sorrir.

De fato, aquele tivera sido o melhor Petit Gateau do mundo. Pra sempre. De paladar nfinitamente inesquecível.

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Feliz Dia dos Namorados! E SaiDaqui para aproveitar com seu amor!

@amanda_arm dia 11 de junho de 2010
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Até onde chega o fanatismo

Fanatismo nunca fez bem à ninguém. Em nada.

Ouvi uma história esses dias e achei mega bizarra. É sobre o primo do amigo do tio do irmão do amigo do papagaio sabe?


Guri mimado, vive embaixo da asa dos pais. Deve ter brincado de escultura de papel machê com a vó quando era criança. No auge de seus 18 anos, entrou na faculdade.


Como qualquer outro garoto da mesma idade, adora assistir filmes pornôs. O problema é que ele era especial. Acho que viciado é a palavra correta. Passava o tempo todo vendo pornô. Quanto aguentasse.


Começou a ter problemas no trabalho, na escola, na vida social e tudo mais. Procurou ajuda médica e passou a tomar remédios fortes para acalmar-se um pouco.


Abrindo-se com o psicólogo, contou de como a situação piorou muito pra ele depois que a namorada o largou. Ao ser indagado pelo motivo da separação, afirmou que largaram porque ele não queria ter relações sexuais com a moça. Pois é. Também embasbaquei quando ouvi tal cena.


Aí você me pergunta. Mas Amanda, ele não é viciado em pornô?

Sim. Ele é. “Porque sexo antes do casamento é pecado”. (se matar de assistir pornô, bater punheta e se encher de preliminares não é né?)


Explica Batman: o pai era seminarista, a mãe catequista, o cachorro abençoado, a tia prepara a óstia, o periquito prega o evangelho, a irmã colore a bíbli e todo #mimimi fanático religioso que você puder imaginar.


Diz pra mim: como fica a cabeça do coitado do moleque numa dessas? Fala sério. Até onde chega o fanatismo….


PS: Não tenho NADA contra religião nenhuma, antes que alguém me crucifique.


Agora SaiDaqui!

@amanda_arm dia 4 de maio de 2010
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Bodas de Ouro

1959 era o ano em  que eles se casavam. Ela, dez anos mais jovem que ele. E vários centímetros a menos. Hehehe.

Tiveram cinco filhos, que por sua vez lhe deram doze netos (eu sou a segunda mais velha). Somado aos genros e noras, eles têm hoje, no mínimo vinte e dois motivos de alegria e amor incondicional.

Se você já foi apressadinho em fazer as contas, percebeu que este ano, eles completam bodas de ouro. Isso mesmo: CINQUENTA anos de casado.

Claro que teremos festa, comilança, bebelança, parentes desconhecidos de tudo quanto é lado e todas essas praxes. Mas deixando as festas de lado, pense: CARALHO, como alguém fica cinquenta anos ao lado de alguém? É muito tempo, e lindo de se ver.

Sei lá. Acho que nem tem muito o que dizer…Bom, fato é que me pediram pra deixar uma mensagem para eles a ser passada no dia da festa, e eis o que escrevi.

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“Cinquenta anos ao lado de alguém é uma vida. Definitivamente.

E hoje em dia, absurdamente raro de se presenciar. Infelizmente.

Para nossa alegria, vocês continuam sendo nosso alicerce. O início de algo que até hoje, chamamos orgulhosamente de “nós”. Um “nós” feito de cada vez mais gente, graças ao cara lá de cima.

Porque em coração de vô e vó, vai SEMPRE caber mais um.

E sabe o que mais cabe sempre?

Um banho de chuva.

Um café da tarde.

Um jogo de tranca.

Uma festa de aniversário.

Uma partida de futebol na TV.

Uma palavra cruzada.

Uma bronca, um conselho, um abraço, e um beijo.

Porque isso, é o melhor de tudo que temos. Que NÓS temos.

Vô; Vó: Nada seria tão bom sem vocês. Nem tão feliz.

Eu amo vocês. E não é pouco.”

Ok. Agora SaiDaqui.

@amanda_arm dia 5 de outubro de 2009
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