Segunda Cultura 34: Sucker Punch!

Sucker Punch é daquele tipo de filme que te deixa surpreso antes de ir ao cinema, só pela história: garotas internadas em um hospício compartilhando suas loucuras e delírios e tentando fugir do local acontecendo em 3 camadas (realidade, realidade um fantasiada e loucura total) ao mesmo tempo.

A história em si, não é impressionante, mas a maneira que é contata e a quase ausência de pausas na ação fazem você não querer desgrudar o olho da tela um segundo se quer.

Zack Snyder dirigiu 3 de meus filmes favoritos, 300, Madrugada dos Mortos e principalmente Watchmen então sou suspeito em dar um veredito sobre um filme, mas achei uma obra prima.

Trailer

Nome: Sucker Punch – Mundo Surreal (Sucker Punch)
Ano de lançamento: 2011
Genero: Drama/Ação
Pais: Estados unidos
Nota: 9,5
Parecer final: Sai Daqui e vai assistir

santoja dia 28 de março de 2011
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Segunda Cultural 24: Scott Pilgrim vs. The World

“An epic of epic epicness” – E Nerd. Muito, Nerd.

Scott Pilgrim vs. The World é a adaptação para o cinema de toda a série de graphic novels de Bryan Lee O’Malley, com influência de Mangá, video games e cultura pop. Somando tais elementos com personagens comuns, possibilitando qualquer um se identificar com os mesmos, talvez seja a combinação perfeita para tornar o filme épico.
Edgar Wright fez a melhor adaptação possível. Praticamente toda cena está perfeitamente fiel ao enquadramento e narrativa das páginas originais. Até selecionei alguns exemplos abaixo:

Para os que não conhecem os quadrinhos, Scott (Michael Cera) é um garoto de 22 anos que mora na capital do Canadá e tem uma vida assim, meio sem sal. Não tem/faz muito dela: toca baixo, ensaia com os amigos, sonha com o sucesso e até inicia o filme se envolvendo com uma colegial. Acontece aí que no meio de uma festa,  ele encontra Ramona Flowers (Mary Elizabeth Winsted), a garota de cabelos coloridosdos seus sonhos. É amor à primeira vista, mas pobre Scott, mal sabe a encrenca que o espera.

De um esquema à lá fases de video game oldschool, sua nova missão para ter Ramona passa a ser derrotar a “Liga de 7 Ex-Namorados do Mal” que perseguem a moça, com direito a duelo de baixo, duelo de bandas, brigas com skates, veganismo (sim, acreditem!) e algumas vidas extras. Sem esquecer do ritmo frenético e divertido, além das onomatopéias que o filme nos traz.

Do começo ao fim, um espetáculo para os olhos.Uuma história em quadrinhos sobre videogames live-action no cinema. Impossível comparar com outras adaptações de quadrinhos, porque o mundo de Scott Pilgrim é único. Uma mistura de real e surreal.

De maneira genial, Scott Pilgrim vs. The World tem tudo para virar um clássico cult. Um filme e uma história em quadrinhos que vão encantar toda uma geração que cresceu convivendo com mangá, animação e video games: A nossa.

P.S: Se você não sabe, o nome Scott Pilgrim vem de uma canção homônima da banda canadense Plumtree (de quem Bryan Lee O’Malley sempre foi muito fã).

P.S.2: Os créditos do filme são bem curtos, mas vale a pena ficar até o fim. Não tem cena, nem nada, mas é um mini easter-egg divertido.

@amanda_arm dia 22 de novembro de 2010
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Segunda Cultural 18: O Rei da Califórnia

by @santoja

Hello World. Vamos a mais uma segunda cultural, dessa vez com um filme de “comédia”, O Rei da California.

O filme conta a história de Miranda (Evan Rachael Wood), uma garota de 16 anos que foi abandonada pela mãe, e de seu pai, Charlie (Michael Douglas). Tudo começa quando Charlie sai do sanatório e vai morar com a filha novamente, vendo que tudo mudou e que a garota trabalha 2 turnos para sustentar a casa e se sustentar.
Apesar de ter saido do sanatório, Charlie não apresenta sinais de melhoras e acaba entrando em uma caça ao tesouro para encontrar um baú com moedas de ouro de 1624.

O gênero do filme é descrito como comédia, mas poucas partes do filme lhe levam a rir, o que realmente te impede de dormir ou desligar a TV é a aventura em busca do tesouro e saber se Charlie é louco ou não.

Trailer do filme

Nome:O Rei da Califórnia (King of California )
Ano de lançamento: 2007
Genero: Comedia (ou não)
Pais: Estados unidos
Nota: 6,2
Parecer final: Assista.. se não tiver nada melhor pra fazer.

@amanda_arm dia 27 de setembro de 2010
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Segunda Cultural 17: Apartamento 1303 (por @santoja)

Olá leitores. Desculpem o atraso, é que essa semana passada foi INTENSA na minha vida real. Agora, de volta aos trabalhos normais e à rotina. Vamos ao que interessa? Mais uma crítica do nosso agora colunista oficial às segundas, Kauê Santoja (@santoja):

Um apartamento esta a venda no 13 andar de um prédio, com uma grande varanda, em um bairro excelente e de frente para o mar, a diferença é que este custa metade do preço dos outros. Quando a esmola é demais, o santo desconfia (e como você já deve ter visto em um monte de filmes), o local é mal-assombrado e coisas estranhas acontecem lá.

Sayako e o namorado se mudam para este apartamento e em pouco tempo, Sayako acabado cometendo suicídio e o jovem acaba devolvendo o apartamento. Mariko, irmã de Sayako percebe que há algo de errado com o local e começa a investigar uma serie se “suicídios” ocorridos no mesmo local.

Com direção de Ataru Oikawa, o filme é uma excelente pedida para quem prefere filmes de terror com mais história do que sustos, e como todo filme de horror japonês, a trama é um pouco confusa e vai te deixar pensando uns 5 minutos pós filme.

Você pode assistir o trailer a baixo ou o filme na integra aqui gratuitamente.

Nome: Apartamento 1303 (Apartament 1303)
Ano de lançamento: 2007
Genero: Suspense/Horror
Pais: Japão
Nota: 6,5
Parecer final: Vai bem com boa companhia e pipoca

E SAIDAQUI!


@amanda_arm dia 13 de setembro de 2010
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Segunda Cultural 16: Tokyo Gore Police (by @santoja)

Nossa Segunda Cultural essa semana tem participação especial de um amigo pessoal, o Kauê. (Ou @santoja, como preferirem). Muito provavelmente ele será nosso colunista oficial das segundas culturais. Espero que gostem.

Vamos ao que interessa? ;)

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Em um futuro não muito distante, a força policial de Tokio agora privatizada, deve cuidar da segurança e bem estar dos cidadãos. Mas misteriosamente algumas criaturas conhecidas como enginners, uma espécie de mutantes que perdem a sua humanidade e sua capacidade de raciocino, matam pessoas por ai sem remorso e possuem como característica física o poder de transformar seus membros que são amputados em armas letais.

Neste mundo estranho, Ruka (Eihi Shiina) é uma policial especializada em caçar engineers vestida como colegial e armada com uma katana, já que a unica forma de se matar um engineer é corta-lo ao meio na vertical. Ruka perdeu seu pai quando era criança e desde então, tem sido criada pelo chefe do departamento de policia.

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O filme é um remake do filme independente Anatomia Extinction, e dirigido por Yoshihiro Nishimura especializado em efeitos especiais. Após assistir o filme, fica uma lição: Jamais deixe um especialista em efeitos especiais dirigir um filme!

Tokyo Gore Police é um filme de baixo orçamento, com uma historia bizarra e personagens mais bizarros ainda, sangue jorrando em todas as direções e diversas cenas nojentas desnecessárias, como um homem comendo insetos vivos no metro.

Há também uma casa de stripers bizarras, com olhos no lugar da boca, seios costurados, mulheres-cadeiras e outras coisas mais.

Se duvida de mim, assista os 7 primeiros minutos do filme, que da uma boa visão do que se segue.

Se você espera um bom filme, pode esquecer, TGP é um excelente filme para ver com os amigos e dar boas risadas do exagero Gore ou se você realmente gosta de sangue, e coisas bizarras.

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Dados:

Nome: Tokyo Gore Police (Tōkyō Zankoku Keisatsu)
Ano de lançamento: 2008
Genero: Gore
Pais: Japão
Nota: 7,8
Parecer final: Deve ser assistido

Agora SAIDAQUI!

@amanda_arm dia 30 de agosto de 2010
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Segunda Cultural 16: A Origem

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Trabalhando com um roteiro de sua própria autoria, e que encontra ecos em toda a sua filmografia, o cineasta Christopher Nolan nos apresenta a seu personagem principal, Don Cobb (Leonardo DiCaprio), um ladrão profissional especializado em subtrair segredos industriais diretamente do subconsciente das suas vítimas, por meio dos sonhos.

Cobb e seu parceiro, Arthur (Joseph Gordon-Levitt), são contratados pelo misterioso Saito (Ken Watanabe) para realizar um serviço diferente do que estão habituados e, teoricamente, quase impossível: inserir uma ideia no subconsciente do bilionário Robert Fischer (Cillian Murphy).

Trabalhando com uma equipe bem eclética, que conta ainda com a arquiteta Ariadne (Ellen Page), o químico Yusef (Dileep Rao) e o “falsificador” Eames (Tom Hardy), Cobb esconde de seus companheiros um segredo potencialmente letal, algo que remete a uma tragédia envolvendo sua esposa, Mal (Marion Cotillard).

Nolan fez algo raro para os realizadores contemporâneos (de qualquer arte), que é confiar na inteligência de seu público, acreditando que este é capaz de compreender uma obra que não tenta se explicar a cada dez minutos.

Do ponto de vista técnico, o longa é virtualmente perfeito. Lidando com diversos níveis de realidade, seria fácil para o espectador se perder durante a película. Nesse sentido, aparece a genialidade de Nolan e a competência e dedicação do montador Lee Smith, que conseguem tornar a narrativa do filme não apenas compreensível, como também irresistível.

DiCaprio surge em cena como um homem competente, mas fragilizado. Tal fragilidade não surge não apenas como efeito colateral de seu ofício, mas principalmente por suas experiências pessoais.

Marion Cotillard também surge honrando sua a missão de retratar em cena uma clássica e sedutora femme fatale que é, ao mesmo tempo, uma tentação, uma ameaça e um objetivo para Cobb.

Os demais personagens podem não ser tão desenvolvidos, mas não deixam de ser interessantes. Joseph Gordon-Levitt e Ellen Page, além de dividirem uma ótima cena, possuem uma excelente química com DiCaprio, sendo os laços mais constantes de Cobb durante a trama. Page, em especial, divide dois momentos fabulosos com o protagonista. Tom Hardy transforma seu Eames em um adorável canalha e Ken Watanabe surge soberbo como o misterioso Saito. Cillian Murphy aparece um tanto quanto passivo durante boa parte do filme, mas tem seu momento ao sol durante o terceiro ato da produção.

Christopher Nolan segue sem erros em sua carreira como cineasta e “A Origem” deve ser lembrado não apenas como um dos melhores filmes de 2010, mas também como um dos blockbusters mais inteligentes e originais da história do cinema. Há um pouco de Don Cobb em cada cinéfilo, principalmente quando a nossa realidade se torna menos atraente que a ficção.  Altamente recomendado.

Fonte.

@amanda_arm dia 9 de agosto de 2010
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Segunda Cultural 14: Toy Story 3

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Claro que fui assistir Toy Story 3! Abaixo, parte da crítica de Tommy Beresford, que casa com minha opinião do filme:

“Toy Story 3″ (agora dirigido por Lee Unkrich) é um excelente filme, maravilhoso, que faz rir, emociona, faz chorar. Ótimo roteiro, novos personagens e novas situações que prendem desde os mais jovens espectadores até os adultos que os acompanham — ou mesmo que vão sozinhos, muitos, para conferir esta nova grande obra da Pixar. E emociona, falando sem pieguice de amizade, de despedidas, de saudade.

Há também muita diversão, em especial a “parte espanhola” da trama (Buzz Lightyear impagável) e a apresentação do tão extenso quanto bizarro guarda-roupa de Ken: tanto o público mirim quanto o adulto soltou altas gargalhadas em vários momentos. O único porém talvez sejam algumas cenas escuras demais, totalmente justificáveis pelo fato de parte da trama acontecer à noite e em alguns lugares bem fechados e sombrios. Nada, aliás, é gratuito em “Toy Story 3″, cada frase, cada novo personagem, cada situação.

Ao contrário dos anteriores, não há um personagem dominante, mas uma questão principal que rege a trama: o que acontecerá com os brinquedos de Andy quando chega a hora do personagem — agora com 17 anos — ir para a faculdade ? A emoção, que pontua vários momentos da trama mas aflora com exuberância nos minutos finais, vem por meio dos personagens humanos da trama: impossível segurar as lágrimas.

Particularmente, fiz questão de assistir em 3D, mas no fim das contas achei o efeito totalmente descartável. Não há grandes cenas elaboradas especificamente para utilização desse recurso. Mas enfim, não deixe de assistir (mesmo que você não tenha criança nenhuma para levar como desculpa, arraste alguém para ir contigo).  “Toy Story 3″ é maravilhoso e completa com final emocionante e surpreendente a trilogia iniciada 15 anos atrás por “Toy Story” (1995), seguida de “Toy Story 2″ (1999).

PS: Se quiser ver a crítica toda de Tommy, aqui.

PS2: SAIDAQUI!

@amanda_arm dia 28 de junho de 2010
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Segunda Cultural 10: O Labirinto do Fauno

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O Labirinto do Fauno (El Laberinto del Fauno, 2006) é com certeza um dos melhores filmes que eu já assisti. Guillermo Del Toro foi capaz de transformar em filme uma fábula altamente sombria e cheia de personagens alegóricos.

Começamos nosso filme com um pequeno conto de fadas, sobre uma princesa que decidiu abandonar seu reino pra se tornar humana. Do nada, vamos para a década de 40 na Espanha pós-Guerra Civil, com Ofelia, uma garota de dez anos que se muda com a mãe grávida para uma área rural ao norte do país porque ela acaba de casar com um coronel fascista, senhor Vidal.

Ele é o capitão das forças fascistas do general Franco, que governa a Espanha em favor dos ricos e poderosos com a aprovação da Igreja Católica. Obviamente, ele não tem uma relação de afeto com a menina desde o início. Vale acrescentar que ele é dono de atitude rude e nada respeitosa.

Nos arredores de seu novo lar,Ofelia encontra um labirinto que leva a uma trilha subterrânea. Lá ela conhece Fauno, uma criatura metade humana, metade bode, que a convence de que ela é a tal princesa perdida do reino subterrâneo e que precisa realizar três tarefas para retornar para seu reino.

E nesta aventura mista de criaturas mágicas e monstros medonhos, temos a história paralela da luta de Vidal contra os rebeldes. No fim das contas, a maioria dos espectadores escolhem por viver no mundo de fantasia de Ofelia, que ainda cheio de monstros parece ser melhor que a realidade que seu padrasto a faz enfrentar.

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Nada mais é que a perfeita mistura de fantasia e realidade que se completam de maneira extraordinária, já que consegue agradar ao público cético e ao mesmo tempo, os mais sonhadores (aqueles que ganham milhas viajando na maionese). Del Toro não faz questão de estabelecer uma linha entre ambos, apontando apenas ambos caminhos e deixando que o público escolha o de sua preferência, baseando-se em crenças pessoais.

O diretor também lança mão e outra jogada inteligente: ele liga seus personagens absurdos com os de carne e osso. Nas tarefas designadas pelo fauno, Ofelia é obrigada a enfrentar criaturas horripilantes. No fim das contas, é impossível não associá-las ao personagem machista, facista e repugnante de Vidal. Eu até arriscaria dizer que fiquei com a impressão de que os humanos são os verdadeiros vilões da história toda.

Agora SAIDAQUI e vá assistir!

@amanda_arm dia 17 de maio de 2010
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Segunda Cultural 9: Homem de Ferro 2

Esse fim de semana fui com o @rbarato assistir Homem de Ferro 2. Como curtimos muito o filme, pedi que ele fizesse a crítica do mesmo para essa segunda cultural. Segue o resultado:

Uma palavra pra resumir o filme: FODA!

Ok, ok. Posso parecer clichê dizendo isso mas o filme tem tanto colhões quanto Chuck Norris no Vietnã.

Claro que é um blockbuster. Feito pra vender horrores e faturar muito. Mas se esquecermos isso temos uma obra prima em termos de adaptação de quadrinhos.

Vamos aos fatos: Filme de super-herói é complicado. É extremamente difícil trazer algo que existe a mais de 30 anos nos quadrinhos pra telona. E com sequência a tendência é piorar (vide Homem-Aranha).

Mas não é o caso de Homem de Ferro. O primeiro filme foi épico. Tudo, desde trilha sonora a efeitos e história. Introduziu o personagem, deu personalidade a ele e ficou claro pra todos: Ele sabe chutar bundas bem chutadas.

E no segundo filme souberam colocar exatamente como se deveria os novos personagens, o vilão (muito bem interpretado por Myke Rourke, diga-se de passagem), o War Machine e MELHOR AINDA: Estão fazendo com maestria a introdução ao filme Vingadores (Avengers) que será lançado em breve.

Eu explico.

Pra quem não sabe, Avengers é um “conglomerado” de super-heróis, os mais melhores de bão, que combatem o mal juntos. É a liga da justiça, só que da Marvel.

E por trás está a S.H.I.E.L.D. uma organização comandada por Nick Fury (Samuel L. Jackson). Em resumo é isso. E esse projeto (Avengers) envolve (inicialmente): Hulk, Thor, Capitão América, Wolverine e o latão Iron Man (e muitos outros, mas esses são os principais) e pra quem GOSTA de quadrinho e sabe do que estou falando todos esses filmes já tiveram algo em comum envolvendo Nick Fury e S.H.I.E.L.D.

Então, sem mais spoilers, SaiDaqui e corra pro cinema e assista Iron Man 2. É lindo aos olhos! Tanto para fans de quadrinhos ou não!

@amanda_arm dia 10 de maio de 2010
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Segunda Cultural 7: Dobradinha! Cinema e Teatro…

Bom dia caros leitores. Hoje o post vai ser duplo. Falaremos sobre o filme Chico Xavier, que em poucos dias de exibição já superou a marca de 600 mil expectadores e sobre a peça “Como Agarrar um marido antes dos 40”, em cartaz na Casa de Cultura Mário Quintana, em Porto Alegre.

Chico Xavier

Uma adaptação para o cinema que descreve a trajetória do médium Chico Xavier, que viveu 92 anos desta vida terrena desenvolvendo importante atividade mediúnica e filantrópica. Vida conturbada, com lutas e amor. Seus mais de 400 livros psicografados, consolaram os vivos, pregaram a paz e estimularam caridade. Fenômeno? Fraude? Os Espíritos existem? Para os admiradores mais fervorosos, foi um santo. Para os descrentes, no mínimo, um personagem intrigante.

O filme busca retratar a realidade vivida pelo médium ao longo de sua sofrida vida.

De verdade? Eu esperava mais. Acho que sou muito cética para esse tipo de filme.

Intrigante? Sim. Convincente? Não pra mim.

Se eu gostei? Prefiro pedir que assistam e tirem suas próprias conclusões. Até agora não consegui decidir se gostei ou foi indiferente ter assistido.

Roteiro de Bernstein, foi baseado na obra de Marcel Souto Maior “As Vidas de Chico Xavier”

Como Agarrar um Marido Antes dos 40

Claudio Benevenga (Divulgação)

Claudio Benevenga (Divulgação)

Uma comédia que vai revelar os segredos que nem Santo Antônio descobriu! O espetáculo aborda de forma divertida e bem-humorada um dos assuntos mais badalados do mundo contemporâneo: a busca pela alma gêmea.

Lúcia (Marlise Damine), uma bem-sucedida advogada, percebe que vai fazer 40 anos e ainda está solteira. Ela entra em total desespero e resolve achar de qualquer maneira um marido nos seis meses que ainda lhe restam antes da fatídica data.

A história conta todas as investidas, atropelos e aventuras da protagonista, sua melhor amiga (também prima) recém separada (Suzi Martinez) e sua empregada de santo forte, língua afiada e adepta de uma bela macumba, por assim dizer (Denizeli Cardoso) na busca de um grande amor antes do seu 40º aniversário.
Quer saber a receita para arrumar um marido e ainda se divertir muito tentando? Assista!

De  09/04 a 02/05 – De Sexta a Domingo

Horário: 20h

Valor: R$ 20,00 (na sexta) R$25,00 (sábado e domingo), 50% de desconto para estudantes e idosos (mediante apresentação de carteirinhas). E 20% de desconto para assinantes do clube ZH.

Teatro Carlos Carvalho – Casa de Cultura Mario Quintana – R. dos Andradas, 736, Centro – Porto

Fone: (051) 3221-7147

Site: www.ccmq.rs.gov.br

Email: ccmq@ccmq.rs.gov.br

Agora SaiDaqui!

@amanda_arm dia 12 de abril de 2010
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