Eu nunca fui a mais linda de nada. Nem a mais alta, nem a mais magra.
Nunca tive um corpo escultural, nem fui boa em nenhum esporte. Nunca fui prodígio, nem primeira da classe.
Não tive berço de ouro nem chamei a atenção por nada. Sempre estive na média.
E pra ser sincera, ADORO isso. Não sei porque as pessoas vivem reclamando do comum: acho necessário e importante.
Explico-me: Ser normal exige mais de você. Estar num status mediano, onde a maioria da população se encontra, faz com que você tenha que lutar mais ainda pelo que quer, porque todo mundo está no mesmo patamar que você.
Quer exemplos? Nascer absurdamente linda não teria me dado a chance de lutar por querer ficar bonita. Nascer muito rica tiraria toda a graça em conquistar coisas materiais. E nascer com Q.I. e gênio seria legal, mas me faria perder todo o crédito do esforço em me tornar uma boa estudante.
Se tornar uma boa pessoa dá trabalho: leva tempo, princípios, dedicação e muito sofrimento – muito mesmo. Mas se você parar para pensar, é o que faz toda a diferença: Sofrer significa se obrigar a levantar, passar por cima e fazer de novo. Ou fazer melhor.
Gosto de gente comum, simples e esforçada. São eles que fazem TODA a diferença.
A culpa é sua.
Ninguém te disse o que fazer.
Ninguém lhe deu falsas esperanças ou mentiu (e se deu, a culpa foi sua em não ter percebido).
Ninguém mandou no que você escolheu sentir. E se diz que não escolheu, é porque a culpa foi sua em não saber lidar.
Ninguém segurou sua mão, lhe apontou um revólver ou beijou tua boca à força para lhe jogar a culpa por fazer (ou deixar de ter feito) algo.
A culpa é sua por ter esperado demais. Ou de menos.
A culpa é sua por ter dito muito. Ou pouco. E ainda é sua se foi dito o certo na hora errada.
A culpa é sua por ter criado esperanças onde já não havia sentimento, por ter insistido em algo que já não cabia no peito.
A culpa é sua por ter deixado transbordar o corpo em lágrimas, sorrisos, beijos e/ou dor.
E a culpa é sua por escolher sentir tudo isso em silêncio.
Ninguém foi feito para ser ou estar sozinho, apesar de nascer e morrer assim.
Se eu pudesse dar apenas um conselho para o mundo, ele seria duro e triste; porém real: pare de reclamar. Você está vivendo apenas um reflexo de tudo que fez, sejam essas coisas boas ou ruins.
Porque a culpa, no fim de tudo, é pura e simplesmente sua.
SaiDaqui
A vida passa rápido demais aos olhos de quem não quer ver. Essa pessoa amarga, dura e triste em que você se tornou é apenas o reflexo de tudo aquilo que você prioriou por anos a fio, esquecendo do que era realmente importante.
Seus cabelos estão mais brancos do que deveriam estar, denotando uma vida sofrida e cheia de stress. Você é escravo do seu telefone. Do seu computador. Do tempo que sempre alega não ter para quem lhe ama (mas sempre consegue um pouco mais para o trabalho), e de si mesmo.
E o que você fez da vida, agora que está com 50 anos, solteiro e sem amigos? Quem é você, esse dono de tanto dinheiro e nenhum sorriso? O quão feliz são suas noites solitárias, tomanho da champagne mais cara comigo, sua única (falta de) opção como companhia?
Quem faz parte dessa sua rotina cinza, de gosto amargo e preços caros? Quem divide os problemas, as contas e as lágrimas quando o coração decide transbordar?
Pior que isso: quantos já não fazem mais parte dela, porque você ficou tempo longe demais a ponto de ser esquecido, deixado de lado. Quantos amigos ou namoradas lhe custaram para finalmente para entender que relações dependem deduas partes?
E quanto à quem lhe foi doce, mesmo quando fostes duro e insensível de graça? O que foi feito de todas elas? Cansaram de tentar perfurar um coração que é de pedra?
Aliás, o que foi feito do seu coração? Um dia, você teve um. Habitou seu peito, de forma alegre, pulsante e animada. Tinha sonhos, desejos e vários amores infinitos. Claro que alguns cacos, mas quem não os tem? O que aconteceu com aquele homem de semblante doce, feliz e animado que um dia o mundo conheceu? Onde está o ser humano bondoso, simples e compreensível que existiu em você?
E aqueles amores intensos, paixões devastadoras e mulheres lindas que você conheceu? Tinha a tal de….como ela se chamava mesmo? Aquela que lhe tirava o sono, te deixava nas nuvens e vocês não sabiam se desgrudar….Lembra que você vivia me contando das surpresas e aventuras que um fazia pelo outro? Eu achava tão lindo…Sentia até uma pontinha de ciúme, às vezes.
O que aconteceu com ela? Não me lembro porque terminaram. E infelizmente, é provável que seja algo muito imaturo, bobo e irrelevante, a ponto de nem você mesmo se lembrar. Você bem que podia engolir esse seu orgulho bobo e ligar para ela não é mesmo? Eu ia ficar feliz.
Mas eu continuo fiel à você, meu amigo. Não desistirei até o fim de meus dias. Porque conheci o quão bom você pode ser, e tenho esperança que um dia você volte a ser aquela pessoa. Que me amou por inteiro. Sem esbravejar, resmungar ou reclamar de minha presença por perto.
Essa vida traiçoeira, ligeira e corriqueira lhe tomou a alegria, o amor e o coração. Mas eu não desistirei.
Agora feche os olhos, você precisa descansar. Vou deitar aqui aos seus pés, como todas as outras noites. Vou dormir esperando que você acorde mais feliz, e que não esqueça mais um dia de me alimentar. Eu sei que você não faz por mal. Aliás, tenho certeza. Boa noite.
Ass: Rufus, o gato idoso e vira-latas que te ama
Sempre fui romântica assumida. Não tenho medo de ser tachada de brega e sei que não adianta: vou sempre adorar todas essas mil coisas idiotas que mostrem que a outra pessoa se importa.
Por mais machista que isso possa soar, gosto de “ser de alguém” e ter alguém para mimar. Levar café na cama, fazer o prato predileto, deixar recados no espelho embaçado do banheiro, mandar flores, ligar fora de hora, surpreender sempre que possível. Acho saudável e romântico.
Namorar é uma delícia! Fazer coisas à dois, ter planos (sejam eles à curto ou longo prazo) e alguém que te faça abrir um sorriso bobo por motivo nenhum. Saber que no outro tem um ombro pra chorar ou uma gargalhada pra ouvir ao contar do tombo que levou mais cedo.
Porém, condeno (e bastante) pessoas que são emocionalmente dependentes. Aqueles extremos apaixonados que não tem amigos se não os que em comum com seu parceiro, não fazem NENHUM tipo de planos que não ao lado dele, são obsessivos, demasiadamente carentes ou ciumentos. Brigam porque o outro adormeceu antes de enviar uma mensagem de boa noite ou porque ela foi ao banheiro e esqueceu de avisá-lo.
As pessoas nasceram livres e sozinhas. Infelizmente, assim também morrerão. É uma verdade que precisa ser aceita e entendida como filosofia de vida.
Ter alguém ao seu lado é maravilhoso, mas NUNCA, em nenhuma situação, deve ser o único motivo de sua felicidade. Amar é bom, mas não é tudo na vida.
Todos tem uma vida profissional, onde devem buscar satisfação. Algum tipo de família (por mais maluca que seja) para se importar. Amigos velhos e novos, com novos e velhos problemas para ajudar. E por fim, mas não menos importante, sonhos a realizar: talvez aquele curso de papel machê não seja tão interessante aos olhos dele, mas isso NUNCA deve significar que você deva desistir de fazê-lo. NUNCA.
Seja único, independente e saiba valorizar-se: As pessoas se apaixonam por ESSE tipo de gente.
Quem quer outro ser absolutamente dependente dele compra um cachorro ao invés de arrumar um parceiro. Fica a dica
SaiDaqui!
Tenho sérios problemas com paixões.
E com terminar as coisas.
Nunca fui fã de muita coisa. Para piorar, meus pais nunca me incentivaram a nada. Acabei fazendo metade de um pouco de tudo: natação, handball, jazz, violão, canto, boxe, xadrez, teatro, inglês, espanhol.
Sempre fui a estranha por não ser louca por uma banda específica. Ou por gostar de silêncio na hora de estudar e trabalhar. Por nunca ter gasto muito dinheiro com shows megaproduzidos. Ou por não gostar muito de balada putz putz.
Às vezes chego a brincar: acho que já nasci velha.
Até que comecei a escrever: Vomitar no papel todas as metades que eu não fui. Tudo que me faltou, frustrou ou sobre porque ter desistido de algo(s).
Continuo estranha. Mas agora as coisas fazem mais sentido, pelo menos.
Até que venham judô, muay thai, flauta, basquete, dança de rua, costura, moda, tarô e astrologia. E que comece tudo de novo.
Porque hoje descobri que eu estava errada: não é que eu não tenha paixões, como eu pensava. É que tenho muitas delas.
SaiDaqui!
Até que ponto você conhece alguém?
Você consegue definir quem é fulano ou ciclano baseando-se apenas na sua convivência contigo? É justo definir alguém apenas por suas impressões?
E se contigo ele é super amigo, e com o Zé ele seja mal educado?
E se ele finge que te adora porque tem interesses obscuros em algo?
E se na verdade, ele não é nada daquilo que tenta ser quando está perto de ti?
Porque todos nós temos nossas proteções. Paredes invisíveis que criamos ao longo dos tombos que a vida e outras pessoas nos dão. Barreiras formadas de máscaras e cacos de corações quebrados colados com fita adesiva.
E se ele jurou saber o que é amor, e quando te encontrou descobriu que não sabe nada sobre sentimento? Tudo que ele sabia, caiu por terra.
Todas suas proteções, seus devaneios que com um olhar, podem deixar de fazer sentido.
E se todas as explicações que ele te dá, são uma maneira secreta de dizer que não se sabe de nada?
E se surgir amor e sentido em meio ao caos? E se a paz não for assim tão divertida quanto pregam por aí?
E se aquela menina que você se atreveu a chamar de puta porque usava uma saia curta demais tiver o maior coração do mundo?
As impressões que nós, como indivíduos formamos de alguém não definem necessariamente quem eles são. Baseiam-se apenas em leituras pessoais de outros seres. Que podem surpreender a qualquer momento e modificar tudo aquilo que você tinha pensado sobre eles (e normalmente o fazem).
Julgar, rotular ou criticar alguém que mal se conhece é baixo e mesquinho, além de ser uma demonstração de falta de caráter. Afinal, é mais fácil criar títulos instantâneos sobre alguém do que conhecê-lo de fato, o que levaria tempo, análise e provavelmente tiraria você da zona de conforto.
Primeiras impressões são perigosas: Podem criar barreiras mentais sobre opiniões. Podem influenciar opiniões alheias. Podem estragar relações que mal começaram.
Solução? Não tem. Apenas uma cabeça aberta para segundas, terceiras e quartas impressões . Porque verdade absoluta, não existe. E se existisse, seria muito hipócrita de sua parte pensar que lhe pertenceria.
Agora SaiDaqui!
Eu sempre disse meio que em tom de brincadeira: “O mundo seria muito melhor se todos fôssemos bissexuais”. Mas parando pra pensar, brincadeiras à parte, até que faz algum sentido.
Porque aí não existiria esse tamanho preconceito bobo que infelizmente ainda circula por nossas ruas. Sem comentar o fato de que o leque de oportunidades de paquera de todas as pessoas aumentariam.
Ok, ok. Eu já estou vendo menino, sua cara de nojinho ao imaginar “outra barba se esfregando na sua”, ou você, guria, “beijando outra boca com batom”. Eu entendo e respeito sua opinião hetero, CONTANTO que não seja preconceituosa.
Porque preconceito amigos, não está com nada.
Bissexualidade é uma realidade cada vez mais presente em nossas vidas, e cabe a cada um de nós fazer nossa parte para entender que biológica e culturalmente, nascemos homens e mulheres, seres fisicamente diferentes e definidos aos olhos da sociedade. Que em teoria, homem e mulher seriam o encaixe perfeito. Mas que, entretanto, o comportamento de cada um vai se moldando ao longo da vida e sofre influências psicossociais. Resultado: nem oito nem oitenta.
Novos valores surgidos a partir de grupos que se formam batendo de frente com o que a sociedade impõe ganham cada vez mais relevância no contexto social moderno. A juventude por exemplo, vê na sexualidade uma forma de dar o grito de liberdade.
“Estamos aceitando a diversidade. Permitimos que as pessoas ‘diferentes’ do padrão imposto socialmente saiam de seus casulos e assumam seus desejos. Isto é um ganho individual e social. Provavelmente, num futuro próximo, muitos dirão: ESTOU bissexual, e não SOU bissexual”, diz a terapeuta sexual Franciele Minotto. Mas, quando se trata da sexualidade, muitos ainda arregalam os olhos.
Descobrir-se bissexual é uma questão que está intimamente ligada à relação com o mundo que cada um tem. A cultura tem um papel fundamental na definição dos papéis sociais. É a partir dela que se define o conjunto de comportamentos considerados adequados às pessoas. E com a bissexualidade é a mesma coisa.
Vale lembrar que a partir do momento que o indivíduo é bem resolvido e tem coragem de enfrentar todas as críticas alheias, assumir-se bissexual ainda esbarra em aspectos pessoais, profissionais e familiares. E esta “apresentação” para o mundo pode ser acompanhada por momentos difíceis, infelizmente.
A nossa parte? Aceitar diferenças. Entender que alguém que não tem a mesma sexualidade que você, não está necessariamente errado. E que o importante, é todos sermos felizes com nossas escolhas. Palavras de uma hetero, que respeita e admira o mundo bi.
Agora SAIDAQUI!
PS: Alguns trechos foram adaptados daqui.
Não senti vontade de escrever. Não me veio a inspiração. Não tinha nada diferente pra dizer.
No fim das contas, passei aquele fim de semana assim, como um dia qualquer: alguns amigos, risadas, lembranças, tristezas e até com uma dose extra de melancolia (deve ter sido culpa da TPM).
Lembrei do tombo. De como doeu ter sido derrubada pelos planos a longo prazo que tinha feito. E decidi que dessa vez seria diferente. Lembrei que dependia apenas de mim.
O que era alegria constante e ingênua, transformei em felicidades momentâneas.
Dos amigos “mais ou menos” aos baldes, reduzi à alguns poucos, mas sinceros e presentes.
Das listas de planos feitos no papel, risquei quase todos. Mas dos que sobraram, agora luto com vontade que virem realidade. O que estava apenas escrito, hoje faz parte da minha realidade.
Dos erros passados, tive uma conversa franca comigo, e perdoei-me. Dos erros futuros, tentei preparar minha mente para imperfeição humana de todos os seres.
Aceitei que sucesso virá aos poucos, e dinheiro será consequência. Perdoei quem nunca mereceu-me.
Passei então a emitir energias boas theo-24 cr para o mundo. E ele apssou a conspirar à meu favor, como num passe de mágica.
Hoje sei que isso é muito pouco. Que de onde vem tanta paz, existe mais. Que esse amor que sinto quando abraço os amigos mais próximos, só sabe se fazer aumentar. E que cada sorriso é como cola, ajeitando os caquinhos que restaram do coração que foi atirado às pedras.
Faço palhaçadas, e consequentemente, amigos novos. Me jogo nas novas oportunidades e sei dizer não quando necessário.
“Eu ando na selva braba! Eu rio na cara do perigo!”
Das verdades absolutas que pregam por aí, esqueceram de nos ensinar a mais simples de todas: Ser feliz envolve pura e simplesmente cada vez mais felicidade.
Sorria. Tudo fica mais bonito de bom humor
E SaiDaqui!
Há algum tempo atrás, nossa querida amiga @Babiarruda sugeriu um post de quinta-feira: Luxúria.
Pensei então em fazer algo diferente sobre o tema: uma entrevista. Pensei longos 30 segundos para lembrar quem era a pessoa mais pervertida que eu conhecia, e obviamente cheguei ao lindo lobinho @Onifodente.
Claro que ele topou na hora, e o SaiDaqui adorou ter a participação dele!
Preparados? Jogue todos os preconceitos fora antes de ler. E renda-se à essa LUXÚRIA de entrevista.

SaiDaqui – Lobinho, qual é seu pecado capital favorito?
Onifodente – Luxúria, de fato… Fui abençoado e amaldiçoado com esse pecado delicioso…
SaiDaqui - Defina o pecado para você. O que é luxúria?
Onifodente – Luxúria é o prazer acima de tudo e a qualquer custo… O prazer que não respeita fronteiras nem regras…
SaiDaqui – Então é correto dizer que luxúria tem a ver pura e simplesmente com desejo carnal e vontade absoluta sexual, sem se deixar engessar pelos conceitos morais da sociedade?
Onifodente - Exatamente! E essa sociedade que você mencionou é hipócrita demais eles desejam a luxúria, porém na hora do “vamos ver” preferem ser politicamente corretos e vestirem máscaras de “Bons Moços”…
Eu prefiro ser do jeito que eu sou… Assim… Embebido na Luxúria por completo… Sem vergonha mesmo…
SaiDaqui - Acha que a sociedade nos prende de ser quem gostaríamos de ser?
Onifodente - É claro que sim! Eu tenho uma boa perspectiva sobre isso… Afinal de contas, a na minha promiscuidade conheço mulheres que são verdadeiras devassas nas costas da sociedade (Não que isso seja ruim) e por medo de serem rotuladas e sofrerem retaliação, acabam se escondendo na fantasia de “Moça Certinha”
SaiDaqui - E você é muito julgado por cometer tantas luxúrias? Como você lida com esse preconceito? Afinal, ser diferente do que os outros julgam “certo” é sempre mais difícil.
Onifodente - É claro… Na maioria dos meus círculos de convivência eu dou a cara a tapa, digo, faço e nem me abalo com a opinião padrão “Ai, credo! Como você é sujo!”. Vivo na filosofia Cavalo de Desfile de 7 de Setembro: “Cagando e andando enquanto me aplaudem”. Afinal de contas eles não lavam minhas cuecas e pouco me importa se acham que meu estilo de vida é inapropriado.
O melhor é descobrir a hipocrisia de mulheres que dizem achar meu estilo de vida “Um absurdo” e depois virem querer ser devoradas pelo Lobão aqui…
SaiDaqui - Sobre essas moças que fingem ser boas moças mas devassas no íntimo, você acha que elas deveriam assumir quem são ou prefere que sejam assim, enrustidas pela sociedade?
Onifodente – Enquanto a sociedade for machista e rotular a mulher que vive na Luxúria como vagabunda, infelizmente elas têm de se mascarar… É uma necessidade.. Eu até entendo a situação delas… Contanto que isso não as impeça de se esbaldar em prazer…
Porque, convenhamos, mulher mal comida é insuportável… De cair o cu da bunda… (Ah, palavrão… Estou tentando segurar meus dedos… Mas você sabe que eu sou boca suja… rs
SaiDaqui - Sem problemas, eu também sou. Hehehe. Conte-nos: as top3 luxúrias que você cometeu na vida.
Onifodente - Ok… Vamos fazer isso em estilo premiação… Do 3° para o 1° lugar…
3°. Casa de Swing - Frequento várias casas em São Paulo com minhas B.A.s (B*ceta Amiga), fingimos que somos casados para devorarmos os outros… É padrão, elas tomam conta dos machos e as Chapéus casada vem pro Lobão… Uma delícia poder estar com uma mulher casada com o consentimento de seu marido…
2°. Orgias – Há algum tempo eu tinha um círculo de amizades (Homens e Mulheres) que abriram suas mentes e seus zípers dando espaço para o prazer pleno. Todos amigos que se reuniam de tempos em tempos em festinhas que o único objetivo era pecar em Luxúria… Bons tempos…Todos solteiros…Era bacana e delicioso…
1°. Quebrando Regras - Aqui rola um empate, dois acontecimentos… Tive o prazer de devorar a minha prima e a namorada dela… Isso mesmo… Minha prima é bissexual e namora, um dia me convidou pra pregar uma peça na namorada “Vou dizer que te trouxe pra transar com a gente”. eu topei… A brincadeira acabou ficando séria…]
E os meus encontros às cegas com as minhas Chapéus… Encontrar uma mulher que nunca vi na vida e em 15 minutos estar num motel sanando minha fome é uma experiência fantástica! Inenarrável…
SaiDaqui - Empate técnico no ouro então!?
Onifodente – Fato, os dois são equivalentes no prazer e na quebra de regras…
SaiDaqui - Percebe-se que você é a pessoa ideal para conversar sobre luxúria. Para fecharmos com chave de ouro, qual a dica que você deixa pros leitores e leitoras do SaiDaqui?
Onifodente - Não se amarrem a conceitos engessados e hipócritas dessa sociedade! Não estou dizendo para treparem na rua e fazerem uma revolução do sexo (O que não seria nada mau…), mas sejam espertos… Não se privem da Luxúria só porque dizem que é errado! Trepem, gozem muito! Afinal de contas, como diria Rita Lee, tudo vira bosta…
Ah, e com resposabilidade, por favor… Camisinha sempre!
Eu? Assino embaixo. No fim das contas, o que importa é ser feliz e fazer o que nos faz sentir bem, certo?
Obrigada pela participação Lobinho. Além do nome do SaiDaqui e das Quintas Sexuais, fica meu carinho e agradecimento especial e pessoal. Seja sempre @Onifodente
Para quem ainda não conhece, acessem a coluna dele no Muita Pimenta: A Verdade Nua e Crua.
E SaiDaqui!
Em decorrência do texto de ontem, estive conversando com alguns leitores (mais masculinos que femininos, por incrível que pareça) e acabamos em algumas discussões acaloradas sobre o tal outro lado da moeda.
Para os que não sabem do que estou falando, ontem postei sobre mulheres intensas, e como elas acabam “assustando” os homens, digamos assim. Sugiro a leitura, caso você ainda não tenha dado uma espiada.
E sim, eu concordo que exista um outro lado. Então, como sugerido pelos próprios leitores, eis minha opinião.
Sempre vi mulheres dizendo por aí que homem é tudo igual, que não prestam, e só querem saber de futebol e creveja. Que todos eles traem, e um monte de baboseira mais. Fato é que esse também é um conceito errado. SEMPRE existiram, e vão continuar existindo exceções.

E surpreenda-se: não são tão raras assim. Digo por experiência própria, porque conheço alguns homens que tem absolutamente TUDO que uma mulher sempre quis. Vários amigos vivem me contando sobre como são carinhosos, românticos, cavalheiros, e fiéis às suas namoradas.
E o que elas fazem? Esnobam.
Sabe qual o problema então? As próprias mulheres.
Pois é. Infelizmente, tem MUITA mulher hoje em dia que só quer saber de homem cafajeste. Aquele que só quer saber de comê-la e nunca pensou em algo mais sério. Aquele que tem xaveco barato, a lá pedreiro de obra. Aquele que passa a mão na bunda dela, antes mesmo de lembrar como ela se chama.
E a tonta, sucumbe. Acha que ele está na dela, e algumas mais tontas ainda, ficam na esperança de mudar o “safadenho”. Doce ilusão.
Conheço umas três mulheres assim. E como cara de pau que sou, fui perguntar o porquê dessas atitudes recorrentes. O resultado da conversa só me provou as teorias.
A afirmação geral das galinhada meninas é que “menino romântico é bobo demais”. Uma delas teve a cara de pau de dizer “Eu piso mesmo. Adoro humilhar quem se mete a romantiquinho comigo”.
Oi? o.O
Sério, tem horas que eu nem me sinto deste mundo. Diz pra mim, qual o ser em sã consciência que não gostaria de receber flores, ter a porta do carro aberta para ela entrar e um colo pra chorar sempre que precisar?
Que biscate mulher em pleno uso de sua inteligência superior (tá meninos, essa foi de brincadeira, só pra provocar) optaria em um bombado idiota, que não sabe nem conversar, tarado pela primeira bunda empinada ou peito siliconado que passar na frente dele à um cara legal, divertido, romântico, sensível e cuidadoso? Diz pra mim, DESDE QUANDO SER ROMÂNTICO É SINÔNIMO DE SER BOBO?
Se perguntarem pra mim, eu quero sim, ser tratada sempre como uma princesa. Obrigada.
Tá tudo errado batman. SaiDaqui!
PS: E para quem ainda não viu, tem mais um texto meu publicado hoje, no blog de um amigo o @R_Goulart. Passa lá no Vem Cá Sobrinho e confira. É sobre independência de mulheres.
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