Aceitar-me-ei, enfim

@amanda_arm

 

Acho que a coisa mais difícil na vida para mim, sempre foi aceitar meu corpo. Sempre MESMO.

 

Tenho traumas de infância, quando as outras crianças me chamavam de gorda e eu batia em todas elas. Também tenho trauma de um regime muito drástico que fiz muito cedo, me causando além de bullying por ser muito magra e peitos pequenos, sérios problemas de saúde.

 

Fato é que aos quinze anos, eu já tinha gastrite e cinco casos graves de desmaio por fraqueza (um inclusive com início de ataque epilético). Entrei em depressão. Me escondi do mundo em roupas largas, pretas e nada femininas.

 

Ir à praia sempre foi um pesadelo: biquini nem pensar.  Vivo até hoje escondida atrás de shorts, blusas e cangas. Desde sempre escondendo o que me incomoda.

 

É péssimo admitir que minha genética não ajuda, e que se eu não me controlar para sempre, vou viver esse efeito sanfona depressivo a vida toda.

 

Minha mãe sempre deu risada, dizia que era coisa de adolescente. Eu também achava, pra ser sincera. Mas a adolescência já passou e meus traumas só pioraram.

 

O que fazer? O que me faz feliz, obviamente. E se ao olhar no espelho, eu não consigo gostar do que vejo, nem o papa me convenceria do contrário.

 

Não, esse não é um post sobre “querer confete,” e sim sobre aceitar-me. Até porque,  não sei MESMO lidar com elogios. Se você tem algum, agradeço imensamente, mas peço que guarde para si mesmo(a).

 

Tenho uma marca de nascença visível na parte esquerda do rosto/pescoço, que nunca me incomodou. Tenho nariz grande, orelhas grandes: também nunca me causaram desconforto. Tenho mãos de criança e pés minúsculos: para ser sincera, os adoro. Nunca reclamei do meu cabelo, nem das minhas pernas. Nunca quis ter uma cor de olho diferente ou boca mais sexy.

 

Nunca fui a mais linda da turma, e nem pretendo. Eu particularmente gosto de ter primeiro um cérebro, e depois um corpo. Não tenho problemas em ser a “bonitinha simpática”, desde que EU goste do que vejo ao tirar minha própria roupa.

 

Fui altamente criticada e julgada quando coloquei próteses de silicone nos seios, em 2008. Eu tinha 20 anos e toda a certeza do mundo. Batalhei pelo dinheiro, li sobre o assunto, conheci os riscos, conversei com os melhores médicos e investi em decotes e sorrisos que me impediram de continuar escondida atrás de roupas largas. Óbvio que os elogios aumentaram, mas eles foram consequência do bem estar e auto-estima que EU sentia. Arrependimento ZERO.

 

Para os que ainda não sabem, também tenho uma tatuagem gigante, que se inicia no braço direito e depois de passar pelas costas, desce até a coxa direita formando um lindo painel oriental. Sou apaixonada por ela e tenho o maior orgulho de mostrá-la para as pessoas. Mas a vergonha também sempre fala mais alto. Entre deixar alguém ver as gordurinhas localizadas e mostrar minha obra de arte, continuo me escondendo atrás de panos largos.

 

Até que eu cansei de sentir vergonha. Voltei a me exercitar e descontei no boxe todas as minhas frustrações. Voltei a comer direito, em horários certos, coisas mais saudáveis. Adotei o lema “Comer metade, exercitar-se  o dobro e sorrir o triplo”.

 

Tem funcionado. Em pouco tempo e 8kg mais magra, sou capaz de gostar mais do meu corpo. Daquela beleza que eu já tinha perdido dentro de mim. Que eu havia esquecido que existia.

 

Eu me cuido mais, faço as unhas, cuido do cabelo. Uso maquiagem, roupas mais bonitas, acessórios divertidos. Não tenho mais vergonha que me notem por aí. Tudo reflexo de ESTAR bem.

 

E há dois anos tenho avaliado a necessidade/possibilidade de fazer uma lipoescultura. Remodelar as partes do corpo que exercício físico nenhum podem fazer por mim. Entrar na faca, sentir dor, correr alguns riscos, ter algumas cicatrizes e muitos comentários/julgamentos alheios. Talvez pagar a cirurgia além de doer no bolso signifique também comprar algumas brigas.

 

É fútil? Vaidoso demais? Caro? Desnecessário? Perigoso? Precipitado? Já pensei em tudo isso, e acho que tomei a coragem suficiente para dizer que realmente não me importo com o que você pense. Eu mereço me sentir bonita e ser feliz, e é isso que estou fazendo.

 

Eu opero semana que vem, dia 06/12/2011. Agradeço todos que torcerem por mim, e pela minha felicidade:  Vocês são o motivo desse post, já que satisfação eu não devo para ninguém. Se eu tenho medo de morrer? Não. Só tenho medo de não ser feliz.

 

Sensação de frio no estômago, sorriso estampado no rosto e contagem regressiva. Quem me acompanha?

SaiDaqui! ;)

@amanda_arm dia 28 de novembro de 2011
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Quinta Sexual 72: Peitos são legais, peitos são amigos

Peitos são legais, peitos são amigos. :)

Sempre fui hetero, mas não tenho problema nenhum em admitir o quanto gosto de peitos. Aliás, corpos de mulheres em geral são muito mais bonitos e proporcionais que os masculinos.

No geral, eles tem mais curva, o volume é mais proporcionalmente dividido e, convenhamos, é definitivamente mais prazeiroso aos olhos.

Seios femininos sempre chamam todos os tipos de atenção: e claro, eles ficam muito mais perto dos olhos do que as outras consideradas zonas erógenas.

Para criticar, elogiar, apalpar, mamar, brincar, atiçar, beijar, lamber, beliscar, perfurar, ou apenas olhar. Sejam pequenos, médios, grandes, de silicone, mamilos claros ou escuros: Peitos são legais. Peitos são bonitos. Peitos são amigos.

Enjoy! ;)

SaiDaqui!

 

@amanda_arm dia 17 de novembro de 2011
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Aceitar

Somos feitos de eternas aceitações. Parece uma maratona interminável de situações interligadas, que nos levam à teste diariamente.

E talvez isso seja bom. Para nos manter focados e conscientes no que realmente importa.
Porque aceitar, de início pode parecer fraqueza, talvez até antipatia. Não pelo verbo em si, mas pela idéia falsa que ele transmite e representa.

Pelo dicionário, é sinônimo de concordar ou admitir. Mas no fundo, é muito mais que isso.

Aceitar é ser mais forte do que se parece ser. Implica coragem e humildade de onde já não se parece ter. E normalmente leva à superar coisas que já não pareciam ter volta.

Uma maneira honorária de dizer “dá para recomeçar” quando nem tudo está como desejado. É reconhecer que todos temos limites, defeitos, problemas e imperfeições.

É mais que isso, ser humilde o suficiente para entender que nem tudo é perfeito. Que o mundo que gira à sua volta, também gira em torno de 7 bilhões de pessoas. E que elas também tem suas barreiras.

Aceitar é ter coragem de acreditar que ainda assim, dá para ser feliz.

Que dá para gostar dos quilinhos a mais, do nariz meio torto, do cabelo ficando grisalho. Que dá para aturar a implicância do vizinho, o mau humor do irmão e a própria solidão.
Que ano que vem vai dar para comprar aquele carro tão desejado.

No fim das contas, vivemos sempre de querer mais e esquecemos de agradecer o que já temos. Esquecemos de aceitar que as pessoas eventualmente nos machucam, e que algumas coisas eventualmente dão errado.

O teste de fogo é como lidar com o que não sai como planejado. Aceitar não é mais do que reconhecer nossas limitações e admitir que precisamos uns dos outros, que podemos juntos deixar de lado a vergonha e o orgulho e dar lugar à algo maior, mais unido, autêntico e espontâneo. Fazer dar certo de outra maneira, não deixa de ser um “fazer dar certo”.

Uma palavrinha tão pequena, com um significado tão grandão.
Aceitar é conseguir entender que perder, também pode ser uma forma de ganhar.

SaiDaqui!

@amanda_arm dia 3 de novembro de 2011
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PROMOÇÃO SaiDaqui e Ereni Costa Estética – Porto Alegre

Alô você de Porto Alegre e região que busca relaxar com a melhor massagem da cidade, ou remodelar seu corpo com tratamentos estéticos MARAVILHOSOS: Chegou sua oportunidade.

É com muita honra que o SaiDaqui apresenta essa promoção com Ereni Costa Estética! Veja abaixo ;)

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(51) 9965-8085
Tá esperando o que? SAIDAQUI e vá correndo aproveitar! ;)
@amanda_arm dia 3 de abril de 2011
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Quinta Sexual 10: Sexo sempre, e com meios termos

Já disse por aqui que sexo é bom até quando é ruim. E pensando bem, adiciono a opinião de que deve ser feito a qualquer hora.

E como todos sabem, mulher é bicho complicado. Mas existe uma verdade absoluta sobre elas (acho que seria nós, né?): Adoram surpresas.

A maior delícia do mundo é ser surpreendida (tá, não é a maior do mundo, porque chocolate vem primeiro), e convenhamos que aquele “cala boca e tira a roupa” enquanto você cozinha te deixa molhada antes mesmo de começarem.

E quando ele se voluntaria para te dar banho.dois

E quando ele chega com uma lingerie nova e uma garrafa de vinho.

E quando ele não diz nada, mas te come com o olhar que faz tua roupa escorregar do corpo em segundos.

E quando vocês não tem tempo, mas dão uma rapidinha.

E quando correm o risco de serem pegos.

E quando ele te acorda no meio da noite, só para transarem.

Ou qualquer outra ocasião que te faça perder o rumo.

Mas meus caros, isso só acontece quando existem meios termos.  O que eu quero dizer com isso?

Que você, homem, deve surpreendê-la sempre que possível. Mulheres gostam de detalhes. Abuse de cheiros, toques, paladares e visuais. Uma vela e um chantilly podem fazer toda a diferença, por exemplo.

E que você, mulher, não deve esperar sempre que o homem tome a iniciativa. Puxa coisa mais ultrapassada. Todas sabemos que homens não entendem indiretas. Então basta ser direta. É muito simples. Diga o que gosta. Peça o que quer na cama.

Meios termos sempre foram a chave da felicidade no sexo.  Você deveria tentar.

SaiDaqui!

@amanda_arm dia 8 de abril de 2010
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Por uma vida mais saudável

Bom dia caros leitores.

Vamos falar hoje de algo que eu ODEIO: Exercícios.

Sério. Minha vida inteira fui uma pessoa gordinha e sedentária (herança genética materna e hábitos nada saudáveis dentro de uma casa preguiçosa). Sempre tive problemas com exercícios. E nunca escondi de ninguém o meu ódio por academias.

Quando criança, tinha apelidos como “baleia”, “gorda” e etc…Cresci traumatizada. Até me lembro de um ano no pré, onde fingi uma dor de barriga para não dançar numa apresentação para os pais porque a fantasia mostrava um palmo da barriga. Acho que minha mãe nunca descobriu que esse foi o real motivo de eu não ter dançado.

Por sorte do “espichamento adolescentístico”, aos  12 comecei a crescer verticalmente e aproveitei a época para também diminuir alguns kilos na balança. Fiz um regime com acompanhamento médico e tudo que a cartilha mandava.  O problem é que acho que “birutei” demais. Fiquei um palito anoréxico, de tão feia.

Claro que depois consegui um corpo aceitavelmente bom. Só que até lá eu já estava tão traumatizada que mesmo com um corpo legal, eu já não usava biquini, muito menos roupas justas. Confesso que ainda tenho resquícios dessa época.

E minha vida inteira foi assim, nesse efeito sanfona. Engordo, emagreço. Ou vice-e-versa.  E assim vai.

Há alguns meses, eu quase entrei em depressão por estar descontente com meu corpo (é, mulheres, eu sei). Mas não fiz nada para melhorar a situação. Até que um dia eu não aguentei mais.

E mudei meus hábitos. Alimentares, e de vida. Passei a comer mais frutas, menos frituras. Passei a caminhar. E quer saber? Hoje eu digo, que emagrecer é apenas consequência. Porque realmente esses novos hábitos tem mudado minha vida.

Adoro frutas. E legumes. Tenho experimentado explosões de sabores que há muito tempo havia esquecido.

Eu sinto-me renovada quando caminho. Aproveito para pensar na vida.  E ver o pôr-do-sol.

Continuo tomando minha tão amada cevada. E comendo chocolate. Isso jamais mudaria.

Porque eu não preciso me privar do que gosto para ter uma vida mais saudável. Por mim, pela minha saúde, e por uma vida melhor.

Você também devia tentar ^^

PS: Hoje é o tão famoso dia da consciência negra, e eu não poderia deixar passar em branco. Mas acho que nosso querido amigo @leosias já descreveu MUITÍSSIMO bem no blog O Protagonista 2.0, hoje é dia da hipocrisia branca. Vale um clique.

Agora, por favor, SaiDaqui!

@amanda_arm dia 20 de novembro de 2009
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