Segunda Cultural 17: Apartamento 1303 (por @santoja)

Olá leitores. Desculpem o atraso, é que essa semana passada foi INTENSA na minha vida real. Agora, de volta aos trabalhos normais e à rotina. Vamos ao que interessa? Mais uma crítica do nosso agora colunista oficial às segundas, Kauê Santoja (@santoja):

Um apartamento esta a venda no 13 andar de um prédio, com uma grande varanda, em um bairro excelente e de frente para o mar, a diferença é que este custa metade do preço dos outros. Quando a esmola é demais, o santo desconfia (e como você já deve ter visto em um monte de filmes), o local é mal-assombrado e coisas estranhas acontecem lá.

Sayako e o namorado se mudam para este apartamento e em pouco tempo, Sayako acabado cometendo suicídio e o jovem acaba devolvendo o apartamento. Mariko, irmã de Sayako percebe que há algo de errado com o local e começa a investigar uma serie se “suicídios” ocorridos no mesmo local.

Com direção de Ataru Oikawa, o filme é uma excelente pedida para quem prefere filmes de terror com mais história do que sustos, e como todo filme de horror japonês, a trama é um pouco confusa e vai te deixar pensando uns 5 minutos pós filme.

Você pode assistir o trailer a baixo ou o filme na integra aqui gratuitamente.

Nome: Apartamento 1303 (Apartament 1303)
Ano de lançamento: 2007
Genero: Suspense/Horror
Pais: Japão
Nota: 6,5
Parecer final: Vai bem com boa companhia e pipoca

E SAIDAQUI!


@amanda_arm dia 13 de setembro de 2010
Comente aqui
compartilhe

Segunda Cultural 11. Livro: Memórias de uma Gueixa

O post de hoje é sugestão do leitor ^^ Irrá!

Peço desculpas por não ter escrito o mesmo. Eu li o livro e AMEI. Ainda não vi o filme. Assim que assistir, escrevo sobre por aqui. Resumindo, identifiquei-me bastante com texto que coloco abaixo. Espero que gostem!

memorias-de-uma-gueixa1

Rostos redondos, olhos puxados, maquilagem branca e quimonos exuberantes; Memórias de uma Gueixa vai além do estereótipo e nos leva para passear por uma das mais peculiares culturas japonesas. Somos guiados pela memória da pequena Chiyo, em seu caminho para se tornar a gueixa de olhos azul-acinzentados Sayuri. No trajeto, vamos conhecendo os dramas pessoais, as intrigas, as passagens históricas e descrições detalhadas dos costumes japoneses.

“Uma descrição minuciosa da alma de uma mulher já apresentada por um homem”, Arthur Golden demonstra sua habilidade como romancista ao unir uma pesquisa detalhada ao seu conhecimento sobre a cultura japonesa e transformar tudo em personagens fascinantes. Chiyo é uma jovem vivendo em uma pequena vila de pescadores, na iminência de perder seus pais.

Após der vendida, separa-se da sua irmã Satsu, e vai para o okiya Nitta, no distrito de Gion em Kyoto. A grande jogada do escritor é transformar sua criação literária em relato histórico, no formato de memórias, dando ao leitor a sensação de veracidade a cada linha.

Memórias de uma Gueixa segue a linha de leitura rápida e agradável. É quase possível sentir as texturas, os sons e aromas descritos como podemos sentir o papel que carrega a história. Em um passeio por Casas de Chá, sentindo sabor do tradicional saquê, ouvindo o shamisen e assistindo as apresentações de Danças da Velha Capital, fazemos uma viagem pelo tempo durante os primeiros anos do século XX.

Arthur Golden triunfou ao desmitificar as gueixas para o público ocidental, em um romance até então sem igual. Sayuri abriu as portas para outras gueixas se aventurarem na literatura, como Mineko Iwasaki, – a mais famosa gueixa japonesa e a suposta influência para a criação da Sayuri - em seu livro biográfico “Minha Vida Como Gueixa”.

A obra ganhou uma versão cinematográfica dirigida por Rob Marshall, diretor do premiado musical Chicago. Enquanto o livro colhe elogios pelo respeito à cultura japonesa, o filme é criticado justamente por exagerar do estilo hollywoodiano, deixando a complexidade dos personagens de lado para dar preferência a um visual exuberante, que lhe rendeu três Oscars (melhor direção de arte, melhor fotografia e melhor figurino). Outra crítica deve-se a utilização de atrizes chinesas para representar as gueixas.

Fonte: AQUI. E você? SaiDaqui!

@amanda_arm dia 25 de maio de 2010
Comente aqui
compartilhe

Segunda Cultural 4: A Ilha do Medo (Shutter Island)

Perturbador.

poster-1-de-ilha-do-medo1É o mínimo que eu poderia usar para descrever o filme “Ilha do Medo”, dirigido por ninguém menos que Martin Scorsese e baseado no livro “Paciente 67″, romance de mistério do escritor Dennis Lehane, autor de sucessos adaptados para o cinema como “Sobre meninos e lobos”, de Clint Eastwood.

Trata-se de Teddy Daniels (Leonardo DiCaprio), que investiga o desaparecimento de uma paciente assassina no Shutter Island Ashecliffe Hospital, um hospital psiquiátrico localizado numa ilha em Boston. Tudo ocorre em 1954.

Cheio de intrigantes cenas e atividades suspeitas, ele por fim descobre que os médicos realizam experiências radicais com os pacientes, envolvendo métodos ilegais e anti-éticos como a lobotomia.

Teddy possui seu companheiro Chuck (do qual ele tem certo receio e desconfiança desde o início) mas tenta buscar mais informações sozinho , sempre enfrentando algum tipo de resistência dos médicos em lhe fornecer os arquivos que possam permitir que o caso seja aberto.

A assassina desaparecida é então estranhamente encontrada. Ele tenta ir embora da ilha, mas  um furacão deixa a ilha sem comunicação, e diversos prisioneiros conseguem escapar.

Ele passa a ter sonhos estranhos, relacionados com sua falecida mulher. Tem dores de cabeça intensas e cada vez menos certeza do que é realmente realidade ou alucinação.

Sem dúvida alguma, o filme termina com uma reviravolta absurdamente inesperada e deixa qualquer espectador atônito em descobrir toda a verdade.

No fim das contas, é melhor viver como um monstro ou morrer como um homem bom?

Ilha do Medo é um dos melhores filmes que já assisti. Porque é feito sem sexo. Sem sangue. Sem monstros. Sem espíritos inexplicáveis. Pura e simplesmente abalando seu psicológico.

Eu, particularmente, fiquei uns belos 15 minutos atônita e perturbada com o fim do filme.

Vale (e muito) o preço do ingresso.

Ilha do Medo

titulo original: (Shutter Island)

lançamento: 2010 (EUA)

direção: Martin Scorsese

atores: Leonardo DiCaprio , Mark Ruffalo , Ben Kingsley , Emily Mortimer , Michelle Williams

duração: 148 min

gênero: Suspense

Agora SaiDaqui!

@amanda_arm dia 15 de março de 2010
Um comentário
compartilhe

pesquisa

contato

RSS Feed