Dói

Guardar sentimentos dói.

Segurar o choro, prender o grito, apertar o peito, sentir o nó da garganta. Dá úlcera, câncer, causa mau humor. Destrói amizades que um dia foram sinceras. Amores que um dia foram feitos apenas de alegrias e beijos.

Todos somos humanos. E orgulhosos. Erramos sim, mas quase sempre na intenção de acertar. O que nos diferencia uns dos outros é o tamanho da capacidade de pedir desculpas. De assumir os nossos erros, abaixar a cabeça e dizer o que realmente sentimos.

Chorar se for preciso, abraçar forte como se num abraço pudéssemos voltar no tempo e retirar as coisas que foram ditas da pior forma possível. Porque sabemos: é tudo sempre dito meio que atravessado quando estamos chateados.

Nosso desafio maior? Saber segurar a onda, não usar as pessoas como válvula de escape e descontar nossas frustrações. Saber diferenciar quem realmente tem a ver com o problema em questão. E até que ponto culpá-los por isso.

Algumas pessoas parecem ter prazer em fazer outras se sentirem mal. Essas são perigosas: Vivem testanto os limites da paciência e amizade humana. Até que uma das partes se cansa e  desiste.

E de novo, famílias se destroem, relacionamentos se acabam e amizades se esvaem. Por pura idiotice. Puro orgulho.

Pura incapacidade de pedir desculpas.

Por isso, fica aqui o meu conselho: se você tem algo a dizer, não deixe para depois. Não guarde sentimentos. Não abaixe sempre a cabeça. DIGA o que sente, o que pensa. Converse, e o mais importante: saiba escolher as palavras. Jamais use de grosserias ou ofensas para se expressar.

Lembre-se que todos temos sentimentos, e que dói ofender. Que certo e errado não existe. Avalie pontos de vista diferentes, espere a poeira baixar….E peça desculpas quando necessário.

Escolha ser feliz ao invés de estar sempre certo.

SaiDaqui!

@amanda_arm dia 26 de setembro de 2011
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Não-Espera

Mais do mesmo, que já não é a mesma coisa, pra ser sincera…

Das mesmas pessoas que ao se encontrarem hoje, pareciam completos estranhos. Sentiram-se diferentes: Mais adultos, mais calmos. Do olhar que transmitem uma deliciosa não-pressa.

Nenhum dos dois precisou pedir desculpas. Muito menos confessar que sentira saudade. Disseram com o gesto tímido ao tocarem-se. Tentaram usar palavras. Entenderam que era desnecessário.

Como se o mesmo quarto fosse agora o recomeço. O perdão por tudo que sentiram de ruim um pelo outro. Sentiram? Sei lá também. Acho que tentaram sentir.

A princesa do castelo que não existe, entendeu que um príncipe não seria a melhor opção. Vidinha medíocre e perfeita, talvez não lhe trouxesse tanta inspiração. Ela tinha se cansado de promessas vazias e falsas. De imaginar vidas de contos de fada. Constuir castelos com a mente, pra mais tarde descobrir que eram feitos sempre de papel que se vai com o primeiro vento.

Passou a viver de verdade quando não mais planejava. Queria mesmo era ser rodeada de sapos. Onde não criava situações imaginárias e “idiotamente” perfeitas que normalmente não aconteciam. Causava-lhe medo, como sempre. Mas esse fato já não a incomodava: Fazia-a ainda mais viva, forte e segura de si. Sentia-se lisongeada.

O que a fez tão bem? A não-espera de algo. Surpreendia-se muito mais dessa forma.

SaiDaqui!

@amanda_arm dia 17 de janeiro de 2011
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Enchendo Linguiça (agora sem trema)

Queridos leitores,

Venho por meio deste declarar oficialmente meu pedido de desculpas à vocês por não estar postando diariamente essa semana no blog.

Acontece que: meu gato fugiu, estou de mudança, estamos na copa e receberemos visita em casa essa semana.

Sei que nenhum dos motivos acima justifica, mas eu queria dar uma desculpa razão para vocês me entenderem.

Sem mais, digo que amanhã voltamos normalmente com nossas quintas sexuais.

Obrigada pela atenção, e lembrem-se: Jamais trema em cima da linguiça depois da correção ortográfica!

E pra você não perder a viagem de vir até aqui para ler minhas desculpas esfarrapadas, deixo uma dica de filme e trilha sonora MARAVILHOSAS. Se bem que, eu sou suspeita por amar Tim Burton.

Assistão! (Antes de alguém me corrigir, o erro no verbo foi proposital). The Nightmare Before Christmas, vale muito à pena.

Agora SaiDaqui!

@amanda_arm dia 16 de junho de 2010
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Furico Lá. É, lá mesmo. No toba.

Pois é. Uma maneira divertida de mostrar cada desculpa esfarrapada que nego apresenta no hospital depois de enfiar as coisas no cu e não conseguir tirar. Morri de rir.

Agora SaiDaqui!

@amanda_arm dia 7 de fevereiro de 2010
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