Um mundo de papel colorido

Amigos amigos, negócios à parte.

Que atire a primeira pedra quem nunca se fudeu ferrou com essa frase tão óbvia. Tão velha. Tão clichê. E TÃO REAL?
Pior que isso, quem nunca insistiu em continuar a confiar nos supostos “amigos” e acabou levando outra rasteira? Gente que deixa qualquer sentimento de lado por culpa dele.

Pois é. No fim das contas, a verdade que move o mundo se chama dinheiro, infelizmente.

Afirmar que não se precisa dele é a maior hipocrisia já dita, pensada ou escrita, uma vez que todos vivemos por tentar ganhar mais e mais dele. Seja lá qual for o motivo.
Todo mundo tem que pagar contas, divertir-se e/ou extrapolar um pouco. TODOS PRECISAMOS. E é exatamente por isso que dinheiro é tão perigoso.

Desperta lados de pessoas que não conhecemos. A ponto de afetar sentimentos. Criar inimizades, incapacidade de curar doenças ou amores falsos.

Chega a ser engraçado como um pedaço de papel colorido se sobressaia em meio à tantas outras coisas. É sempre ele que prevalece. Pomposo, imponente, importante e onipresente na vida de cada um de nós.
Desprezivelmente necessário, enfaticamente destruidor de lares, de amores e de amizades.

O mundo seria simples e iria funcionaria muito bem se as pessoas pagassem suas dívidas nos prazos previstos, já que “o combinado nunca sai caro” – mas ao invés disso, algumas pessoas deixam a ganância falar mais alto. Se perdem nos prejuízos, entram na bola de neve do cheque especial, juros, parcelamento de fatura, fazem mais parcelas.

Parte culpa da sociedade consumista, parte culpa do espírito capitalista e imaturo que quer sempre mais e melhor. Eu? Não sou perfeita, mas me obrigo a cumprir prazos e metas com meu dinheiro. Dívidas em primeiro lugar. Porque né? Cobrar é um negócio chato pacas.

E honestamente? Torço com força para que um dia o mundo seja composto por mais pessoas que prezam pela palavra dada ou a retribuição da ajuda na hora da necessidade. Seja em papel colorido ou não.
E que, por mais necessário que seja, o dinheiro nunca fale mais alto quando o assunto é ter por perto pessoas que gostamos. Oxalá elas também pensem assim.

Agora SaiDaqui!!

@amanda_arm dia 4 de outubro de 2011
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As pessoas só nos machucam quando permitimos

Sobre o ser humano e sua arte de pisar na bola :(

Parece um dom comum e absoluto entre nossa raça: Todo mundo pisa na bola, e normalmente de forma bem feia.

Não estou aqui pra defender ninguém, muito menos acalentar corações partidos, cutucar mágoas abertas ou criar desculpas esfarrapadas para os erros de ninguém. Mas é fato que apenas nos machucam quem nós permitimos que machuquem.

Porque nós nos tornamos vulneráveis demais aos outros. Nós cedemos esse espaço, confiamos cedo demais ou acreditamos demais que todos são bons e corretos.

Passei por poucas e boas, das quais pago preços altíssimos até hoje (alguns até literalmente). Aprendi da pior maneira possível que a frase “amigos amigos, negócios à parte” é MUITO mais plausível do que imaginamos, e confesso que até hoje não entendo como algumas pessoas conseguem deitar suas cabeças no travesseiro à noite e dormirem tranquilas, sabendo que me causaram vários problemas financeiros e simplesmente sumiram no mundo sem dar satisfações, deixando várias dívidas (que eu tive que assumir) pra trás – Dívidas monetárias, mas além disso, a dívida com a ética e bom senso, que por si só, não tiveram.

Aquelas mesmas pessoas que se diziam amigas, que pediram vários favores, pra quem eu quebrei vário galhos, esperei vários dias de atraso em pagamentos, e sempre relevei todas as reclamações que chegavam até mim. O tipo de gente que insistimos em depositar confiança e eles se aproveitam da gente, sabe?

E quando eu paro para pensar, me dou conta que a culpa é toda minha. Por ter confiado demais em quem não deveria. Por ter assumido que a pessoa tinha algo chamado caráter.

Hoje? Estou há mais de seis meses esperando uma posição. Mando e-mails semanais, sempre na maior educação do mundo, ainda esperando que haja um pouco que seja de consideração da outra parte. Já sem esperanças no dinheiro, mas com um restinho de confiança que o coração insiste em ter, achando que decência deveria nascer conosco e pelo menos uma satisfação com pedido de desculpas chegará um dia.

De qualquer forma, quero deixar claro que não estou incentivando que não confiem mais nas pessoas: confiança é uma dádiva, e essencial para qualquer tipo de relacionamento: profissional, de amizade ou amoroso. Apenas pense bem.

Não se cegue diante dos fatos. Não confie demais em quem ainda não demonstrou que merece tanta confiança. Não permita que as pessoas te machuquem quando você menos esperar.

Lembre-se: As pessoas só nos machucam quando nós mesmo permitimos.

E SaiDaqui!

@amanda_arm dia 4 de abril de 2011
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Pobreza é estado de espírito, e não extrato bancário

Infância:

Walcir era um menino pobre, negro, sem estudos e além de um pai foragido da polícia, tinha uma mãe alcóolatra. Ele e seus quatro irmãos (cada um de um pai diferente) dividiam um quarto minúsculo na periferia de São Paulo. Além do espaço, tinham a comida contada e o dever de catar papelão diário. Fizesse chuva ou sol. Em seu tempo livre, gostava de jogar bola na terra com seus milhares de amigos.

Plínio por sua vez, era rico, ruivo, branco e falava três línguas. Tinha de prontidão tudo que pedisse aos seus pais. e vivia sendo mimado: Ia pra escola quando tivesse vontade. Em dias de chuva, podia acordar mais tarde e ter aulas dentro da própria casa. Seu quarto era amplo e iluminado, com vitrais enormes e coloridos. Era filho único e tinha poucos amigos.

Adolescência:

Walcir comia pouco, era forte porque trabalhava muito e sorria sempre. Vivia cercado por drogados e bêbados, jurou que nunca seria igual à eles.

Plínio comia muito, teve que fazer redução do estômago muito cedo, não sabia o significado da palavra trabalho e vivia de mau humor. Se meteu nas drogas porque queria impressionar. Acabou numa clínica de reabilitação aos 19.

Maturidade:

Walcir estudava à noite (ia apenas em dias que não estava morrendo de sono ou fome) e se formou numa faculdade pública com muito esforço. Conseguiu um emprego relativamente bom. Conheceu a mulher de sua vida, casou e teve 3 filhos que tratava com todo amor do mundo. Atingiu a classe média e lutava sempre para dar o melhor para sua família. Era feliz como sempre fora, mas agora confortavelmente.

Plínio largou os estudos porque queria viajar. Acomodou-se com a herança dos pais e decidiu que viveria de farra. Transou com milhares, mas nunca conheceu o significado da palavra amor. No fim das contas, tinha que pagar por sexo. Perdeu boa parte da herança por não saber economizar. Estava infeliz como sempre fora, mas agora menos confortavelmente.

Velhice:

Walcir comprou imóveis, soube guardar dinheiro, fez trabalhos voluntários, educou os filhos e netos muito bem. Tinha a melhor família do mundo, gabava-se. Morreu por causas naturais, teve um lindo enterro e deixou sua boa lembrança na Terra.

Enquanto Plínio tornou-se cada vez mais miserável, a ponto de viver de favor, implorar por sexo e tornar-se foragido da polícia. Morreu novo, levou um tiro de bala perdida. Foi enterrado numa cerimônia simples, com pouquíssimas pessoas além do seu filho bastardo, o Walcir.

E nessas horas eu pergunto: É REALMENTE o ambiente que faz o homem? Das escolhas que a gente faz na vida, sempre há outro caminho. Cabe a você escolher o melhor deles. Pense nisso: Não importa como você começou, mas quer terminar como Walcir ou Plínio? ;)

Pobreza é um estado de espírito, e não um extrato bancário. Suas atitudes o definem, nunca seu dinheiro.

E SaiDaqui!

@amanda_arm dia 1 de dezembro de 2010
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Somos feitos de pensar e agir

Somos feitos de pensar. E mais que isso, de agir.

Nossas ações refletem para as pessoas que conhecemos de uma maneira única, capaz de formar opiniões e causar impressões quanto ao que elas julgam certo e errado, ou bom e ruim.

Infelizmente, somos todos humanos carentes, que utilizam-se quase sempre de sentimentos e sensaçõesalheias para nosso bem estar. Digo infelizmente porque como a dualidade do mundo nos ensina todo dia, para todo bem, há um mal; e certas pessoas não são dignas de respeito devido atitudes que tomam e ao prejudicar outras pessoas, omitem-se.

Quando o assunto é relacionamento amoroso então, a coisa só tende a piorar. Pessoas com amor ferido viram bichos irracionais. Agem com intenção de ferir e prejudicar.

Esquecem que em algum momento, aquela outra pessoa já foi capaz de mostrar-lhes o significado da palavra felicidade, e que fizeram planos juntos para talvez uma vida inteira. Agem com ódio. Na maioria das vezes, apelam para filhos (no caso de tê-los) e/ou dinheiro.

Como ouvi semana passada de um amigo: “Se quer realmente conhecer uma pessoa, mexa nos bolsos dela” –  é fato.

Porque afinal, cada um lida como consegue com seus problemas. E não que seja fácil, mas é possível fazê-lo com um pouco de dignidade. Assumir os erros e consertar as burradas feitas no auge da imaturidade e irresponsabilidade que atingiram quem já não tem mais nada a ver com ambos.

Omitir-se sempre foi um ato de covardia. Negar a consertar os próprios erros e deixar que terceiros o façam, pior ainda. Mais que prejuízo financeiro/emocional, essas pessoas causam decepção,  repulsa. E dó. Dó por serem baixas a tal ponto.

Relacionamentos acabam. Mas a amizade e o respeito não deveriam. No fim, aquela esperança de sobrar passado bom, carinho e lembranças que no início era tão fácil, se esvai com tantas meias palavras mal ditas entre linhas doloridas de se ler. E ações tristes de se presenciar.

Foi assim com meus pais. Foi assim com os amigos dos meus pais. Foi assim com alguns amigos. E espero que nunca seja assim com você.

Agora, SaiDaqui!

@amanda_arm dia 9 de novembro de 2010
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A Inutilidade de um Noivado

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Sim. É esse mesmo o assunto do post: Noivar é inútil.

Estava ontem conversando com um amigo e leitor quando ele sugeriu o tema. Na hora pensei: “que tema mais besta, de onde ele tirou essa idéia?”, mas depois começamos a discutir sobre isso, e faz sentido.

Não sei se você está atualizado no tema “anéis de relacionamento” (eu não estava), mas hoje em dia existem três tipos de aliança: a de compromisso, a de noivado, e a de casamento. O que eu acho delas?

Acho que a de compromisso é a menos perigosa. Normalmente utilizada por adolescentes apaixonados, que querem demarcar seu território, comprovando que aquela pessoa “já tem dono” por colocar um anel prateado no anelar direito da mesma. Claro que eu já usei esse tipo de aliança! De prata, de aço, até de côco. Confesso que até acho bonitinho e tal, mas sei lá né. Vai do gosto de cada casal e do nível de comprometimento que eles tem.

A de casamento por sua vez, é a mais séria. Normalmente trocada na frente de um altar ou de um juíz, nasce da decisão concreta de duas pessoas que querem passar (pelo menos um bom tempo de) uma vida juntos. Geralmente por amor, acho o ato de trocar alianças lindo. E claro que deve ser feito apenas quando há crença envolvida: casar porque os outros acham bonito é hipócrita e ridiculamente overrated. Não case na igreja se você não acredita no que está sendo dito ali na sua frente (conselho válido para TODA e QUALQUER religião).

alianca

E finalmente, o comprometimento mais inútil de todos: o noivado.

Dinheiro para alianças. Festa para os parentes. Tempo e dinheiro gastos para oficialmente dizer na cara de todas as pessoas que você conhece que “você decidiu que vai casar, só não sabe quando”.

Pois é. Talvez seja uma reafirmação que os relacionamentos precisam. Aquela hora de pensar “Puxa, agora ficou sério. Estamos falando oficialmente em casamento. É isso mesmo que eu quero pra minha vida?”

Noivar é dar um tempo pra ter certeza se quer mesmo casar. Talvez até um passo importante antes de tomar uma decisão precipitada.

Infelizmente, tem gente que não entende esse propósito, e noiva por motivos absurdos: Por dinheiro, por status, pra “enrolar mais a outra parte”, por gravidez, por família que enche o saco.

Fica a dica: Se você for noivar, que seja pelos motivos certos.

Espero que fique claro que não estou julgando, nem criticando quem pratica o ato. Eu nunca fui noiva, nunca casei. Não estou cuspindo pra cima, vai que algum dia acontece né? Acho as cerimônias de noivado lindas, adoro todo e qualquer motivo pra festejar qualquer coisa.

Só acho meio sem nexo o dinheiro gasto para isso. Claro que como o dinheiro não é meu, cada um faz o que bem entender com o seu. No fim das contas, o que importa é estar feliz com quem se ama.

E se for noivar, me chama! Agora SaiDaqui!

@amanda_arm dia 10 de agosto de 2010
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Tião do Caminhão

“Tião do Caminhão”, como era conhecido José Antônio Marques Cunha da Silva. Tinha na época, 47 anos de idade. Era caminhoneiro há tantos anos que não sabia fazer outra coisa.


Decidiu que seria caminhoneiro aos 15, depois de assistir um programa na TV em preto e branco que seu pai tinha lhe dado. Queria conhecer esse “Brasilsão” – como ele mesmo dizia.


Não chegou a terminar os estudos. Queria logo por os pés na estrada. Assim que conseguiu sua habilitação, partiu em busca de aventuras. Claro que pensou em desistir várias vezes nos primeiros anos: a vida de caminhoneiro era muito mais difícil do que ele pensava.


Talvez por comodidade, acabou ficando. Sempre dizia que pararia no ano que vem. Até que conheceu Marta. Uma morena jambo magricela, de olhos castanhos e cabelos finos e longos. Casaram-se entre uma viagem e outra de Tião.


Agora, parando pra pensar, Tião se deu conta que já casara há 25 anos, e que tinha 4 filhos lindos com Marta. Sempre que viajava, ele morria de saudade de casa, mas achava demais “a sensação de voltar pra casa”.


Nunca havia tido um acidente. Era motorista muito cauteloso. Dormia o suficiente, dirigia bem atento, nunca bebia ao volante. Não fumava, não usava drogas, nem traía a mulher. Era um homem simples e de bom coração. Precisava de muito pouco para ser feliz.


Gostava muito da vida correta que havia escolhido. Sempre fazia viagens curtas, e evitava passar mais que 10 dias longe de sua família. Mas aquela viagem tinha sido pedido específico do patrão. Seriam 25 dias de sofrimento e saudade.


Com o aperto de dinheiro que viviam, ele não podia dizer não. Até porque, aquele dinheirinho garantiria a reforma na casa que há tanto tempo planejavam.


A viagem estava tranquila. Já era seu vigésimo dia longe da família. “Só mais 5”, pensou Tião.


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Enquanto cantava junto ao rádio naquele dia, viu um caminhão fazendo uma ultrapassagem irregular. Ele sabia que não ia dar tempo. Ele sentiu que aquilo ia dar merda. Tentou frear num impulso, mas já era tarde. Os dois caminhões perderam o controle, e por mais que tentassem desviar, o impacto foi muito forte. Caíram serra abaixo, rolaram sabe-se lá quantas vezes. A cada pancada que sentia, um filho lhe vinha à cabeça.  Deixou escorrer uma lágrima.


Pensou no gosto do feijão da Marta. Pensou em quanto sentia falta de casa.


O caminhão explodiu. Tião do caminhão morreu incinerado. Com gosto imaginário de feijão caseiro na boca, saudade da família, mas paz na alma.


Agora SAIDAQUI!

@amanda_arm dia 9 de julho de 2010
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Quinta Sexual 10: Sexo com mulheres palpáveis

Vale tudo na indústria da beleza: Silicone, lipo, plástica, botox, chapinha, escova, água oxigenada, esmalte, drenagem linfática, depilação. É um tal de estica aqui e puxa ali que não está no gibi.

Posições “kama-sutricas” e acrobáticas nas fotos. Tudo para parecer perfeita. Isso sem contar as edições de imagem descaradamente feitas para alterar uma celulitezinha aqui, ou uma manchinha acolá.

Perfeitamente intocável. Beleza inalcançável para mulheres do cotidiano, que mesmo lindas, ainda não se sentem estonteantes como as capas de revista.

Simplesmente pelo fato de não ter tanto dinheiro pra ficar assim.

Esse texto é um alerta para os homens.

Para que eles entendam, que aquela beleza intocável das revistas não existe na vida real.

Existe beleza linda, natural e palpável.

Porque meu querido, enquanto você baba na televisão, sua mulher que trabalhou o dia inteiro já fez a janta pensando em ti, já cuidou das crianças, tirou a sombrancelha, depilou o coropo todo, comprou uma lingerie nova, botou um belo batom vermelho,  e ainda tem todo o fogo do mundo para ter uma noite inesquecível de sexo selvagem contigo.

Agora, se você é fubenga o suficiente para reclamar da celulite da moça, ou de um ou outro quilinho a mais, faça-me o favor.

Quem deve reparar em celulite, é mulher e gay. TODA MULHER TEM CELULITE! Aceite essa verdade absoluta. E abstraia.

Quem quer uma mulher feita de pele e osso é o cachorro faminto da esquina. Não um homem de verdade.

Eu tenho meus “excessos de gostosura”, celulites e marcas de nascença. Não tenho dinheiro para passar o dia todo no salão de beleza, muito menos para arrumar tudo que me incomoda no meu corpo.

Mas quer saber? Eu sei ficar bonita com o que tenho/sou. Provavelmente quase toda mulher do mundo saiba.

E tudo isso se reflete no desempenho sexual.

O sexo fica MUITO mais gostoso quando a mulher se sente bonita. E você homem, normalmente é responsável por uma bela parte desse sentimento.

Quer o melhor sexo do mundo? Não precisa buscar em outras mulheres. Apenas saiba valorizar a sua.

Agora SAIDAQUI.

PS: Aguardem! Semana que vem tem promoção sexual no SaiDaqui!

@amanda_arm dia 25 de março de 2010
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“Deus” versus Religiões

Falar de religião sempre vai ser delicado. E complicado.

Porque envolve 10.000 seitas e doutrinas diferentes. E mais de 6 bilhões de crenças (porque cada ser humano pensa do seu jeito, afinal das contas).

Pra ser sincera, eu não tenho religião nenhuma. E não acho que isso seja um pecado.

Muito pelo contrário: Acredito que ter a mente aberta para entender e ouvir sobre doutrinas diferentes é a melhor maneira de formar sua própria religião.

Por mim, não existiriam religiões formadas. Cada um acreditaria no que achasse que fosse melhor pra si. E que isso jamais afetasse negativamente à terceiros.

Deus é um conceito. Não deveria ser uma maneira lucrativa de converter pessoas. E inventar doutrinas. E abrir igrejas. E extorquir o pobre salário de quem mal tem dinheiro pra comer.

Fui criada como católica praticante, por obrigação. Sou batizada, fiz catequese, crisma, e tudo que manda a cartilha. Saí de casa aos dezessete e nunca mais pisei numa igreja católica.

Mas isso não significa nada.  Pelo menos pra mim, não significa.

Acho completamente errado que quem prega que “Deus está em todas as coisas” queira que eu me confesse com outro humano, tão falho quanto eu. Afinal, se ele está em todas as coisas e lugares, não me bastaria fechar os olhos para encontrá-lo?

Há alguns dias atrás, enviei via twitter a seguinte frase: “Seja lá qual for a sua religião, eu te respeito. Mas se você tentar me converter EU TE MANDO TOMAR NO CU” – E surpeendi-me ao receber vários RTs para a frase, além de vários seguidores agregados.  Com o perdão do palavrão, (minha boca é meio suja demais) as pessoas deveria respeitar mais as crenças das outras. E saber que insistir em converter alguém para sua própria doutrina é inútil. Só vai fazer a outra pessoa sentir raiva.

Somos livres. Somos pensantes. Temos idéias. E direito de acreditar no que achamos que é certo.

Eu, por exemplo,  acredito numa força divina e inexplicável que conduz sempre todos os caminhos para o bem (o tão chamado “Deus” por aqui). E acredito que não importa qual religião a pessoa escolha em seguir, todos os caminhos levam ao mesmo lugar. Todas as doutrinas adoram de alguma forma, a mesma divindidade de bondade.

Até mesmo os ateus, têm seu lado de crer. Eles apenas escolhem  não acreditar no que não se pode explicar, e isso é um direito deles. Mas isso não quer dizer que eles não queiram o bem da humanidade, da mesma maneira que o mais assíduo religioso prega. São apenas visões diferentes do mesmo bem comum.

Deus, pra mim, é bem comum. Não interessa como. Nem onde. Nem quem. Nem quando. Muito menos qual crença você siga.

deus

Agora SaiDaqui e vá trabalhar!

@amanda_arm dia 25 de janeiro de 2010
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O tal crescimento profissional…

Me peguei pensando no tal crescimento profissional dentro de uma empresa…

Concordo que para ser promovido, é necessário superar-se, destacar-se, crescer por mérito próprio.
Também ocncordo que as responsabilidades aumentam, e nem sempre proporcionalmente ao salário. Se você parar para pensar, acaba ficando ainda mais “escravo” do trabalho, porque agora você tem um cargo mais alto,um salário nem tanto melhor e acaba tendo que trabalhar aos fins de semana e feriados, só pra provar pro seu gerente que você “veste a camisa da empresa”.

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Como é contraditório, você ter, só na teoria, uma vida melhor. Vive se matando no intuito de ganhar mais e trabalhar menos, mas acaba trabalhando mais e ganhando na maioria das vezes, quase a mesma coisa.

Vida melhor?
Como sua vida pode ser melhor se ela somente se resume em trabalhar? Você nem percebeu dieito, mas virou um pai ausente, um marido ausente, um filho ausente, um sei-lá-o-quê, mas ausente.

Até que chega uma hora que as pessoas que te amam se cansam de esperar por você…que nunca aparece. Elas se acostumam com sua falta, até não sentirem mais saudade. Até que você não faça mais falta.

Pois não é isso que eu quero para mim.
Gostaria de crescer sim, ganhar mais responsabilidade, PROPORCIONALMENTE com o aumento do meu salário.
Quero sentir prazer em chegar no trabalho, gostar do que faço, receber um salário justo por isso, sem ter que matar três dragões, um leão e meia medusa por dia.
Vou crescer por mérito, por bom trabalho. Quero ser reconhecida por quem eu sou. Por como eu trabalho. Recuso-me a ser baba-ovo e puxa saco.

E que além disso, que eu jamais deixe trabalho afetar minha vida pessoal: marido, amigos, família, hobbies, diversões…
Quero uma vida balanceada. Com qualidade. Com dignidade.
Porque felicidade é feita de equilíbrio.

E você? Como vai ser?
SaiDaqui e vá melhorar sua vida profissional.

@amanda_arm dia 20 de janeiro de 2010
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Pelo fazer e não pelo gostar

Hoje, o texto é do @rbarato, que por sua vez, mandou muito bem em explicar que devemos trabalhar no que gostamos, e não pelo dinheiro.  Espero que gostem! (Eu adorei).

“Pelo fazer e não pelo gostar.

Certa vez um amigo me disse: “Não trates como prioridade quem lhe trata como opção”.


Frase que na época me ajudou ver que eu não estava feliz. Eu estava sim no lugar certo. Ótima empresa, salário bom e grande oportunidade de crescimento, mas descontente com o que eu fazia. Eu queria mais.


Não mais dinheiro, isso vem como recompensa do trabalho bem feito. Eu queria mais é ser feliz. Fazendo o que gosto.


Larguei tudo e inicei meu próprio negócio. Mas isso não vem ao caso, é história pra uma mesa de boteco.


O que quero dizer é que não adianta quanto nos pagam no final do mês ou o quanto nos respeitam dentro da empresa. Você pode ser o gerente nacional
de vendas de uma mega empresa de tecnologia. Nadar no dinheiro e nos finais de semana levar a família pra passear de iate, mas no fundo saber que tudo o que você queria era ser dono de uma pastelaria no centro da cidade.


Parece esdrúxulo não?


Pois não é! Eu tenho certeza que esse cara, o gerente nacional de vendas super rico, poderia ser TÃO rico (ou mais) rodando sua pastelaria no centro de terça à domingo das 9 as 23 horas com diferencial no pastel de 4 queijos. E além de rico ele seria mais feliz.


É simples. Ele estaria fazendo o que gosta. O que sempre quis fazer. E quando a gente faz aquilo que gosta nós fazemos bem feito! É o prazer de colocar todo nosso empenho e dedicação naquilo pra quando você menos esperar você ouvir: “nossa, seu pastel é maravilhoso, parabéns!”.


Pronto, o pastel poderia ter saido de graça pra aquela pessoa.


E é por isso que eu acho que ninguém, sério, ninguém deve se submeter a fazer algo que não gosta pelo simpes ‘tenho que pagar contas no final do mês’.


Vale mesmo a pena acordar pela manhã e dizer “puta madre, não tenho a mínima vontade de ir trabalhar hoje.”? Não vale. Não chega nem perto de valer. O gostoso é acordar com o despertador se espreguiçar, abrir um sorriso e dizer “hoje vou arrebentar no trabalho!”.


E a maior culpa disso é nossa. Que nos acomodamos com qualquer situação (talvez isso seja uma característica do brasileiro, não sei). Que volta ali naquela frase onde eu digo que acaba fazendo por ter que fazer. Por ter “contas pra pagar”.


Pagar contas todo mundo tem.


Eu prefiro pagar as minhas com o dinheiro que ganho sorrindo, e você?


Agora SaiDaqui e vá pedir demissão.”

@amanda_arm dia 19 de janeiro de 2010
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