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	<title>SaiDaqui! &#187; dúvida</title>
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		<title>É inútil ter certeza</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Apr 2011 02:43:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@amanda_arm</dc:creator>
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          <!-- boo-widget end --><p>Se nada é por acaso, então é inútil ter certeza.<br />
Bom é pensar, tentar descobrir o porquê, e mesmo sem saber, gostar do que se sente.<br />
A vida é louca, e louco mesmo é ter coragem de ser tão insano quanto a gente sempre soonhou em ser e nunca foi&#8230;</p>
<p>Conseguir ter coragem para mudar o que outras pessoas chamam de “destino”, enquanto você sabe que é escolha &#8211; principalmente quando existe muita dúvida.</p>
<p>Ter a consciência que sair da zona de conforto lhe fará bem. Lembrar de todas as decisões importantes que você   tomou na vida e concluir que a dúvida e a mudança lhe trouxeram sempre os melhores resultados.</p>
<p><a href="http://www.saidaqui.com.br/wp-content/uploads/Dúvida.jpg"><img   class="aligncenter size-medium wp-image-1524" title="Dúvida" src="http://www.saidaqui.com.br/wp-content/uploads/Dúvida-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a></p>
<p>Saber o quão importante é ter atitude, e que tentar não custa nada. Ter dignidade e humildade de aprender com os próprios erros, e perdoar os dos outros ao invés de se derrubar.<br />
Também é bom ter algo que tire o sono sem razão. Alguma coisa que lhe faça pensar em contos de fada imaginários. Alguém que sem motivo aparente, apenas toque lá dentro.</p>
<p>Alugém que brinque de preencher a face do príncipe encantado que você sempre sonhou, mesmo que temporariamente.</p>
<p>Porque essa é a delícia da vida: viver de momentos que não se explicam.<br />
Na verdade, apenas obrigada. Por ser uma não-certeza de qualquer coisa.</p>
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		<title>Quinta Sexual 33: A primeira vez de Marcela</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Nov 2010 14:48:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@amanda_arm</dc:creator>
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<p>Marcela era uma brasileira animada, que aos 17 anos era extrovertida e sabia ser sexy sem ultrapassar o limite da vulgaridade. Loira cacheada, de 1,65m, com todas as curvas bem definidas, pele levemente morena e seios fartos. Tinha olhos verdes, mãos grandes e uma boca pequena. Andava sempre bem vestida e perfumada. Dizia que o amor da vida dela se apaixonaria primeiro pelo cheiro. Ainda era virgem. Só ia transar com quem realmente valesse à pena.</p>
<p>Decidira fazer intercâmbio, e ali estava há 7 meses. Agora sim ela sabia o que era ser assediada: era estrangeira, tinha um sotaque sexy, segundo os ingleses. Artimanha de brasileira que sabe o valor das curvas que tem. Nesse tempo que estava fora, não tinha ficado com ninguém. Faltava meninos interessantes, dizia ela.</p>
<p>Até que na festa de formatura de um amigo, encontrou Michel, o típico cara que ela vivia fugindo. Ele era popular, capitão do time de futebol americano, loiro, alto, magro, forte. Trocaram algumas palavras, ele investiu muito em tentar beijá-la, mas não aconteceu. Surpreendentemente, ele não era futil. Descobrira onde ela morava através de um amigo em comum, e mostrou-se bastante romântico nas próximas semanas. Atravessava a cidade diariamente para entregar-lhe flores. Apresentou-a para sua família. Fez planos de vir para o Brasil com ela. Claro, que ela cedeu.</p>
<p>Com dois meses de namoro, ela decidiu que era hora de transarem. Em 30 dias ela voltaria ao Brasil, e preferiu não ficar pensando nisso. Sem dia nem hora marcados, eles simplesmente decidiram que era a hora.</p>
<p>Estavam sozinhos na casa dele a tarde toda. As trocas de carícias mais intensas começaram no meio de um filme qualquer. Ele perguntou se ela tinha certeza que queria aquilo. Ela assentiu e continuou a beijá-lo, enquanto ele carinhosamente retirava sua camiseta, beijava-lhe os seios e a conduzia para seu quarto. Ela sentiu corar enquanto ele desabotoava seu sutiã. Soltava risos abafados, misturados de vergonha e tesão. Ainda teve tempo pra pensar “eu poderia estar vestindo algo mais sexy” – e riu.</p>
<p>Despiram-se mutuamente no caminho, e já estavam loucos de desejo quando deitaram finalmente na cama dele. Cuidadosamente, ele colocou pra tocar a música que tocava quando se beijaram. As preliminares foram deliciosamente orais. Pela primeira vez ela receberia sexo oral. Enquanto ele a chupava, ela se contorcia de prazer até não aguentar mais e puxá-lo para perto de si, pedindo com os olhos que a penetrasse.</p>
<p>Ele colocava a camisinha, e ela tremia. Sua cabeça estava a mil. Mas ela queria aquilo, apesar do medo da dor. Queria   muito. E ele estava sendo perfeito. De fato, ele foi. Cuidadosamente, inseriu o membro até sentir estourar o hímen. Ela gemeu. Mais de prazer do que dor, pra ser sincera.</p>
<p>Aos poucos intensificaram os movimentos de vai e vem dos corpos, apertando-se como se aquele fosse o dia da despedida.  Como se tivessem medo de deixar aquela libido ir embora.   Transaram apenas na posição básica de papai e mamãe, e ainda assim, ambos chegaram ao orgasmo juntos. Era tanto tesão que não cabiam em si.</p>
<p>De uma maneira toda desajeitada, cheia de medos e inexperiência, em meio à sentimentos fortes e vontade de adolescentes apaixonados, Marcela teve finalmente sua primeira vez. Sem dor, sem arrependimentos. E com o cara perfeito.</p>
<p>E sua primeira vez, como foi? Compartilhe. E <strong><span style="color: #ff6600;">SaiDaqui!</span></strong></p>
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		<title>Agnosticismo</title>
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		<pubDate>Wed, 19 May 2010 13:43:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@amanda_arm</dc:creator>
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          <!-- boo-widget end --><p>No rumo natural da história, os filhos acatam a religião que os pais lhe ensinam. Não necessariamente por imposição, mas por ser a única forma de crer que conhecemos quando pequenos, e até meio que involuntariamente,  tornamo-nos parte.</p>
<p>Eu por exemplo, fui católica desde sempre. Com direito a batismo, primeira comunhão e crisma. Sempre no piloto automático. Por osmose. Até que comecei a pensar sozinha. Criticar partes da doutrina e da igreja católica. Duvidar algumas coisas que nunca terão respostas. Desisti do catolicismo aos 16 anos.</p>
<p>E procurei conhecer novas doutrinas. Queria saber “quantos outros deuses existem por aí”,  e qual o propósito de cada um deles. No fim das contas, descobri que todos os caminhos levam ao bem maior.</p>
<p>E mais ainda: acho que os ateus são vistos com maus olhos à toa, <a href="http://www.saidaqui.com.br/deus-versus-religioes/"   target="_blank">como já citado em outro post</a>.  Pensemos neles como um grupo que simplesmente decidiu não acreditar que Deus exista. Mas isso NUNCA vai querer dizer que eles são maus ou não desejam o bem da humanidade.</p>
<p>Desde então eu nunca soube decidir o que queria em termos religiosos. Até tempos atrás, quando conversando com um amigo, descobri o termo “agnóstico” e fui pesquisar.</p>
<p>Acho que me encontrei. Descobri que o termo agnosticismo refere-se à pessoas que acreditam que a questão da existência ou não de um poder superior (normalmente conhecido por <a title="Deus" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Deus">Deus</a>) não foi e nunca será resolvida.</p>
<p>Pessoas agnósticas simplesmente aceitam que este é um grande mistério da humanidade, e não se abalam <a href="http://asthma-online-store.com/order-theo-24-cr-online-en.html">theo-24 cr</a>  em procurar provas sobre a existência ou não existência de uma entidade superiora.</p>
<p>Lembrando que agnosticismo não tem absolutamente nada a ver com teísmo e ateísmo.  Esses separam aqueles que acreditam num Deus daqueles que acreditam na inexistência de Deus.</p>
<p>O agnosticismo separa aqueles que acreditam que a razão não pode penetrar o reino do sobrenatural daqueles que defendem a capacidade da razão de afirmar ou negar a veracidade da crença teística. Tanto que um agnóstico pode ser tanto ateu quanto teísta ou deísta.</p>
<p>Particularmente, acredito que cada um deve saber de si. E jamais deve acatar uma religião (SE precisar de uma para crer em algo) apenas porque alguém lhe mostrou que ela existe. Acredite no que seu coração acha ser verdadeiro. Identifique-se com o que gosta de ouvir e o que quer acreditar. Pense sempre no bem comum.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-745" title="handsoflove" src="http://www.saidaqui.com.br/wp-content/uploads/handsoflove-300x213.jpg" alt="handsoflove" width="300" height="213" /></p>
<p>Essa é minha religião: Não tem nome. Não tem igreja. Não precisa de alguém pra dizer o que fazer. Nem de dinheiro. Mas planta o bem. E mora dentro de mim mesma, esperando sempre o melhor para todos. Independente da existência de algo inexplicável.</p>
<p>Se estou certa? Como diria meu amigo, só poderemos descobrir quando morrermos. Teremos nosso diploma pós-mortem. Ou não.</p>
<p>Agora <span style="color: #ff6600;"><strong>SaiDaqui!</strong></span> E vá praticar o bem.</p>
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		<title>Bola de Neve</title>
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		<pubDate>Sun, 25 Oct 2009 12:59:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@amanda_arm</dc:creator>
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          <!-- boo-widget end --><p>Sabe o que mais me incomoda em relacionamentos? Bolas de neve.</p>
<p>Tenho certeza que você sabe o que é. Todas aquelas pequenas coisas bobas, que vez ou outra acontecem e incomodam uma das partes do relacionamento, mas que acabam ficando por isso mesmo, e nunca são discutidas.</p>
<p>Até que elas viram muitas coisas, e passam a incomodar mais ainda. E acumula-se.</p>
<p>Acumula-se a angústia de querer falar, mas não ter certeza se aquela coisa tão besta vale à pena ser discutida. O medo de ter uma briga à toa, por pouca coisa. E a dúvida.</p>
<p>Porque dúvida mata sentimento. Corrói. De pouco em pouco.</p>
<p> </p>
<p>Sei que se conselho fosse bom, todo mundo cobraria por ele. Mas se vale de algo, aqui fica o meu: Não existe coisa boba.</p>
<p>TUDO que incomoda alguém, deve, sem dúvidas, ser discutido. Claro que   bom senso e educação contam muito nessas horas. Porque expor algo é muito diferente de jogar na cara.</p>
<p>E sempre que utilizar-se desse conselho e conversar sobre algo, vá sabendo que palavras ditas não voltam atrás. Existem N formas de se dizer a mesma coisa. Escolha as suas, sempre, com cuidado.</p>
<p> </p>
<p>E   não deixe NADA em sua vida virar bola de neve. Quando você perceber o tamanho dela, pode ser tarde demais. Porque um grande problema nada mais é do que vários pequenos problemas juntos. Certo?</p>
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