Vamos falar de simpatia. Ou, melhor ainda: de eduação e cordialidade nível básico.
Porque convenhamos, tem muita gente precisando por aí.
É um tal ver gente andando na rua com cara fechada, semblante de bravo, irritado ou estressado que chega a dar calafrios só de lembrar.
Concordo que ninguém precisa sair sorrindo de graça feito palhaço por aí (embora eu o faça) e que todo mundo tem seus dias de cão. Às vezes as coisas não dão certo mesmo, acontece com qualquer um.
Meu ponto é: Até onde é aceitável que você desconte suas frustrações em outra pessoa?
Porque alguém que não tem nada a ver com seus problemas deve pagar por eles?
E pior de tudo: Qual o propósito em ser mau-humorado?
Exatamente. Ninguém tem NADA a ver com seus problemas.
E se para você, simpatia e cordialidade não são nada naturais, que seja pela boa educação: sorrir não dói.
Pelo contrário: a máxima “gentileza gera gentileza” pode ser clichê, mas é totalmente real.
Quantas vezes você não entrou em algum estabelecimento e foi tão mal atendido que desistiu de comprar o produto? E quantas vezes você nem precisava tanto de algo, mas acabou convencido pela simpatia do vendedor? Então! Prova viva de que sorrir e ser educado faz sim, toda a diferença.
Não apenas em compras, mas em como você é tratado em geral. Quem distribui sorrisos ganha vários de volta. E por um ângulo ainda mais positivo, você pode ocasilnalmente e sem querer ajudar a melhorar o dia de quem talvez não esteja tão bem.
Onda de sorrisos: eu pratico. Diariamente.
Tão simples, porém tão raro.
De novo, sorrir não dói.
SaiDaqui!
Todas as minhas melhores inspirações sempre surgem em conversas de bar, e esta não podia ser diferente. Ontem à noite, já depois de alguns chopps num boteco deliciosamente movido à samba aqui de Porto Alegre (o Dona Neusa), e lá estava eu, travando conversas absolutamente intrigantes e socialmente profundas…
Eis que exponho um assunto que vem me açoitando os pensamentos: como é chato viver em um mundo onde cada vez mais, educação é exceção.
E não, eu não refiro-me à educação escolar, pois essa, todos nós já sabemos que anda um caos por aqui. Infelizmente.
Eu falava de educação de berço. Aquela que devia vir de pais e mãe. Educação básica de ser humano.
Aquela que pelo menos em teoria, é o básico e esperado de alguém. Mas que está se tornando cada vez mais rara.
Aquela educação de pedir licença, dizer obrigado, desejar bom-dia, respeitar os idosos, não brigar em filas, não agredir ninguém por aí, ajudar quem tem dificuldades ou simplesmente não ser desrespeitoso.

O problema é que às vezes nem os próprios educadores ligam pra isso. Que exemplo tem alguém cujos pais são extremamente mal educados? E não precisamos ir longe. Porque não é necessário ser pai para dar bons exemplos.
Tenho um medo absoluto de ser mãe. Medo do mundo que meu filho viveria, sinceramente. Mas esse é um tema pra outro texto.
Sei lá. Às vezes me pego pensando em que exemplos estamos passando para as futuras gerações. Claro que eu erro, e nem sempre estou de bom humor (maldita TPM, hehehe) – mas sei que tento meu melhor. E você? Já desejou pelo menos um bom dia para alguém hoje?
SaiDaqui e vá fazer sua parte!