Hoje em dia, quem é vivo reclama da falta de tempo. O relógio anda apertado para cuidar de si, da casa, das crianças, achar homem bom, trabalhar, descansar e, claro, para o sexo.
Mas, como dizem os especialistas, nesse campo tudo é válido e até mesmo os minutinhos, que deixam muita gente acumulando vontades, podem ser importantes para a vida sexual. Afinal, é com eles que contamos, literalmente, para pôr prática as famosas rapidinhas – que alçam o desejo ao seu devido status de inadiável e provam, por si só, que tempo e satisfação nem sempre são diretamente proporcionais.
Se, nessa modalidade, o sexo perde em duração, ele pode ganhar, e muito, em intensidade. Não é difícil encontrar homens e, principalmente, mulheres fãs e adeptas da prática. Isso porque, segundo elas, o sexo feito de forma inesperada, na base da conquista súbita, também faz o tempo ficar escasso para a timidez e a culpa.
A graça da rapidinha, para muita gente, está justamente no que o sexo, digamos, planejado não pode oferecer. É isso que a torna um instrumento de efeito comprovado contra a tão falada e temida rotina sexual.
Tudo bem que o elemento surpresa é mesmo muito importante para o sabor da coisa. Mas, às vezes, até que um certo planejamento não cai tão mal assim, sobretudo no que diz respeito à infra-estrutura.
A sexóloga Margareth Labate reconhece o valor da rapidinha. Ela confirma o poder dessa prática em ressuscitar empolgação e fantasias.
“A rapidinha pode fazer lembrar dos primeiros tempos da vida sexual, quando havia ainda um certo risco, um certo mistério. E, em muitos momentos, é mesmo excelente para ativar o desejo e não adiá-lo. Esse elemento impulsivo pode ser muito importante para afastar sentimentos impeditivos ou de inibição. O que não pode é ficar uma coisa descontrolada e, sempre que vir a vontade, sair tirando a roupa do outro em qualquer hora ou lugar, mesmo porque tudo o que é demais pode enjoar”, comenta ela, lembrando que, para que seja válida, essa como qualquer outra prática sexual deve estar sempre baseada no consenso.
“É preciso respeitar também quando o parceiro ou parceira não quer e não se sentir rejeitada com isso. A satisfação conjunta e a vontade dos dois é ainda mais importante do que o simples impulso sexual”, lembra Margareth.
E você? SAIDAQUI pra dar uma rapidinha
Entre foder e fazer amor, há algo incompreendido. Talvez seja aí que muitos casais se desentendem por suposta culpa do sexo.

Uma linha tênue entre uma carta de amor e um jogo de prazer. Foder é querer apenas o prazer da carne, a satisfação humana e comprovação fatídica que somos todos feitos e precisados de sexo. Fazer amor é envolver mais sentimento que qualquer outra coisa: Prestar mais atenção nos olhares e nas carícias que na penetração em si.
Entre foder e fazer amor, existe tanta esperança perdida que quase não cabe no mundo. Ele buscando apenas uma noite de sexo. Ela, buscando o amor de tantos anos que possa estar perdido dentro dele. Ou vice e versa.
Foder é definitivamente mais fácil: tem como prevenir. Basta usar uma camisinha e partir pro abraço. Sem compromisso, com o mínimo de sentimento envolvido e sem preocupações para a famosa pergunta “E agora?”. Fode-se com garotas de programa, com gente que se conhece na balada, com amigos que tem esse nível de acordo.
Fazer amor é perigoso. Talvez por isso seja considerado “melhor”. Por envolver emoção, toque, e necessariamente um companheirismo entre ambas as partes. Trata-se de envolver-se, de realmente QUERER discutir o “E depois?”. Tem necessariamente coração. E tudo que tem coração meu caro leitor, é perigoso quando não bem cuidado.
Se existe solução? Talvez não. Porque ninguém vive só de foder. Tampouco só de fazer amor.
No mundo perfeito, o mix de ambos encontraria equilíbrio. E em meio à transas excepcionais e sexo selvagem, haveria carinho e compreensão. Talvez um dia, você, eu e todos nós também encontraremos tal ponto. O ponto “G” da relação. Hehehehe.
E SaiDaqui! Seja pra foder, ou pra fazer amor. No fim das contas, it’s all about sex.
Mais uma terça-feira qualquer na minha vida, com mais uma conversa cotidiana de MSN com um amigo…Conversávamos sobre como meu ano de 2009 tem sido conturbado e sobre as mudanças e reviravoltas que minha vida tem dado nos últimos tempos (e acreditem: não para!)
Quando menos se esperava, a conversa foi se tornando absurdamente viajada.
E falamos do lado bom da saudade.
Porque no fim das contas, saudade é nada mais que a prova de que algo bom aconteceu um dia, e tempos depois, faz falta. É nostalgico.
Claro que tem a parte triste, de não ter aquela situação boa ali, no momento, mas acima de tudo, sentir saudade é sempre bom.
Na maioria das vezes nos faz chorar. Mas eu também tenho minha teoria do choro.
Porque chorar, nada mais é do que a emoção não caber no corpo, e transbordar.
Eu chorei quando meu avô-herói morreu, porque parecia que cada entranha, cada milímetro do meu corpo sentia tanta tristeza e tão profunda, que eu ia explodir se não chorasse. A tristeza transbordou de mim, em forma de lágrimas tristes.
Chorei quando voltei do intercâmbio nos Estados Unidos, porque ao ver todo mundo ali no aeroporto me esperando, foi como evaporar a saudade de um ano em milésimos de segundo, e preencher todos os meus X (claro que não vou falar meu peso) kilos de pessoa em alegria instantânea. Não coube. Eu chorei. Vazou alegria.
Dizem por aí que homem não chora. Não chora bosta. Nem que seja de dor. Claro que a maioria não tem esse sentimentalismo todo (apesar da maioria tentar esconder, hehehe). Tomem um chute nas bolas, e saibam que homem chora sim.
Você, homem, mulher, ou qualquer outra coisa não definida (LOL): um dia você não vai caber em si. E chorar. De alegria, de tristeza, ou de dor.
Como todo mundo sempre fez.
Porque transbordar sentimento, é parte da natureza humana.

E a PROMOÇÃO do SaiDaqui continua!! Envie até dia 30 de outubro sua melhor história de bêbado e concorra à prêmios super nice vindos direto da OktoberFest! =]