Nunca haviam trocado uma palavra sequer.
Mas com aqueles olhares, nenhum precisava dizer. Sem pudor nenhum, como se ambos estivessem se despindo mentalmente. Vez ou outra até escapava um sorriso malicioso, de tanta vontade que explodia.
Estavam na praça de alimentação de um shopping. Era fim de tarde de uma sexta-feira véspera de feriado. A cidade estava vazia.
Ele, no canto direito da mesa, saboreava qualquer coisa ao molho branco. Mas o paladar o traía: a imaginação já estava tão longe que quase podia sentir o cheiro e o gosto do sexo dela. Aquela estranha loira, farta e bem vestida. Ah, como ele queria tocá-la.
E a sensação se fazia aumentar, por saber estar sendo mentalmente correspondido. Teve que esperar que a ereção diminuísse para que fosse capaz de levantar e falar com ela. Só ele sabe como teve que se concentrar para não continuar a transa em sua mente deliciosamente poluída.
Decidiu ser direto. Sentou ao lado dela já conversando qualquer futilidade que liderasse em minutos, para uma conversa mais suja. Ela sorria e vez em quando, mordia os lábios de vontade de beijá-lo.
Decidiram ir para o motel mais próximo.

Ele não sabia como, mas ela conseguia ser ainda mais sexy que nos pensamentos dele. Ah, como ela o excitava! Vestia um conjunto preto de lingerie. Nada muito trabalhado, mas incrívelmente ajustado às curvas de seu corpo. Não via a hora de penetrará-la.
Iniciaram com carícias fortes, já com beijos molhados e sexos, idem. Trocaram um oral inesquecível. Ela com cara de marota, não resistiu e gozou enquanto ele a chupava. Ele sorria de prazer enquanto ela se contorcia toda.
Ela arranhou suas costas, e o puxou pra perto. Trocaram um olhar breve, enquanto ele a penetrava com toda vontade que seu ser permitia. Ambos deixaram escapar um gemido alto. Até coraram.
Foram duas horas ininterruptas de sexo selvagem. Entre arranhões, puxões de cabelo e gemidos de dor e prazer, gozaram juntos (ela já pela 4
ª vez) e caíram mortos de cansaço.
Dormiram nos braços um do outro, acariciando-se levemente.
Acordaram em seguida. Trocaram-se. Foram embora, cada um pro seu lado. Nem trocaram telefone, muito menos juras de se sencontrarem novamente. Como belos estranhos que eram.
E ambos lembram com prazer até hoje, da melhor transa de suas vidas. Com direito a nem saber os nomes um do outro.
Agora SaiDaqui!
Droga. Começo esse post pedindo desculpas, uma vez que prometi promoção semana passada, mas vou ter que adiá-la para semana que vem. Ainda não fechei uma certa parceria, e assim que possível, cumprirei minha promessa.
Outro pedido de desculpas é por não postar semana passada. Vim visitar a família. Sabe como é né? Saudade tomou toda a atenção.
Mas vamos ao que interessa…
Época de páscoa. Altas sacanagens podem rolar em meio à tanto chocolate, certo?
Aliás, particularmente, acho que chocolate e sexo fazem parte das maravilhas indispensáveis do mundo (Estou comendo chocolate agora, by the way).
Baseando-se nesse pensamento adoravelmente pervertido, venho por meio deste post contar uma história (contada em uma mesa de bar há alguns dias atrás). Por favor, não me odeiem após esse post.
Conta a lenda que um senhor já de certa idade e mais tarado que girafa ambulante perneta no cio, gerente renomado da área de redes de uma faculdade quaquer por esse Brasil gigante, tinha taras no mínimo diferentes.
Toda semana, ele contratava uma puta quenga rapariga da vida vadia companheira diferente para suas peripécias sexuais, exigindo que a mesma não se depilasse por uma semana (selvagem não?). Claro que algumas delas consideravam o pedido estranho, mas descobriam na hora H que a tara do nosso querido amigo Laércio (claro que ele não se chamava assim) era depilá-las ele mesmo. Todo perfeccionista, ele dava banho na moça, passava creme de barbear da melhor qualidade em suas partes baixas e montava o contorno da periquita da moça conforme seu gosto.
Achando isso estranho? Agora vem a melhor parte.
Conhece o chocolate batom? Aquele vermelhinho que na propaganda ficava te mandando comprar baton?
Pois é. Nosso amigo Laércio tinha estoque desses chocolates em encontros como esse. Porque tara ainda maior que depilar a perseguida da moça, era enfiar um daqueles no loló da coitada, forçá-la empurrá-lo para fora, e comer, direto da fonte culística.
Agora durma com esse barulho.
E Compre Baton…SaiDaqui!
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