Quinta Sexual 39: Pompoarismo WIN!

Os primeiros exercícios surgiram na Índia, com o tantra, doutrina milenar que encara o sexo como uma forma divina de atingir a plenitude. Bem mais tarde, no início do século XX, gueixas japonesas e prostitutas tailandesas se apoderaram desse conhecimento para massagear o pênis de amantes e clientes com a parte interna da vulva. Treinavam com as contas de seus colares, a primeira versão das atuais ben-wa*.

A arte ficaria conhecida como “pompoar”, que significa sugar o pênis. As tailandesas foram ainda mais longe que as japonesas. Começaram a lucrar com exibições em que fumavam cigarros com a vagina e arremessavam pequenos objetos. Em 1976, esse tipo de proeza ganhou as telas dos cinemas. A cena em que um ovo era sugado e depois expelido foi a mais comentada do filme “O Império dos Sentidos”, um clássico erótico. A façanha reapareceria, em 1994, na comédia “Priscilla, A Rainha do Deserto”, em que uma mulher atira uma bolinha de pingue-pongue na platéia durante um espetáculo erótico.

O pompoarismo chegou ao Brasil em meados da década de 70, mas até pouco tempo atrás ficou restrito aos circuitos de pornografia.

Uma das formas de conhecê-lo era entrar em contato com o chamado “Velho Mestre”, um homem de meia-idade que usava esse codinome para anunciar aulas particulares em jornais. Mas ele só ensinava jovens, e na prática: marcava o encontro num motel, manipulava os objetos na aluna e, no final, transavam “se ela quisesse” (¬¬).

A esposa e a filha descobriram e o pressionaram a parar”, conta o antropólogo Mauro Cherobim, que conheceu o Velho Mestre quando elaborava um estudo sobre pornografia no Estado de São Paulo.

Hoje a história é bem diferente. Quem se propõe a ensinar não toca em ninguém, fornece apostilas e reúne até cinqüenta pessoas em auditórios ou salões de eventos transformados em salas de aula.

Para quem tem interesse, pompoarismo exige dedicação diária e exercícios elaborados. Pode proporcionar grande prazer tanto para o homem quanto para a mulher e, além disso, os exercícios surtem resultados positivos: previnem e tratam problemas como flacidez pós-parto e incontinência urinária.

Resumindo, pompoar é uma arte, que além de proporcionar prazer para ambas as partes de uma relação, ainda cuida da saúde da mulher, previnindo-a de alguns problemas e ajudando-a a conhecer seu próprio corpo de maneira mais profunda e prazeiroza. ;)

E você? O que acha da prática? Comente e SaiDaqui!

* Para quem não conhece, essas são as ben-wa (instrumento utilizado na prática do pompoarismo):


Fonte.

@amanda_arm dia 13 de janeiro de 2011
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Por uma vida mais saudável

Bom dia caros leitores.

Vamos falar hoje de algo que eu ODEIO: Exercícios.

Sério. Minha vida inteira fui uma pessoa gordinha e sedentária (herança genética materna e hábitos nada saudáveis dentro de uma casa preguiçosa). Sempre tive problemas com exercícios. E nunca escondi de ninguém o meu ódio por academias.

Quando criança, tinha apelidos como “baleia”, “gorda” e etc…Cresci traumatizada. Até me lembro de um ano no pré, onde fingi uma dor de barriga para não dançar numa apresentação para os pais porque a fantasia mostrava um palmo da barriga. Acho que minha mãe nunca descobriu que esse foi o real motivo de eu não ter dançado.

Por sorte do “espichamento adolescentístico”, aos  12 comecei a crescer verticalmente e aproveitei a época para também diminuir alguns kilos na balança. Fiz um regime com acompanhamento médico e tudo que a cartilha mandava.  O problem é que acho que “birutei” demais. Fiquei um palito anoréxico, de tão feia.

Claro que depois consegui um corpo aceitavelmente bom. Só que até lá eu já estava tão traumatizada que mesmo com um corpo legal, eu já não usava biquini, muito menos roupas justas. Confesso que ainda tenho resquícios dessa época.

E minha vida inteira foi assim, nesse efeito sanfona. Engordo, emagreço. Ou vice-e-versa.  E assim vai.

Há alguns meses, eu quase entrei em depressão por estar descontente com meu corpo (é, mulheres, eu sei). Mas não fiz nada para melhorar a situação. Até que um dia eu não aguentei mais.

E mudei meus hábitos. Alimentares, e de vida. Passei a comer mais frutas, menos frituras. Passei a caminhar. E quer saber? Hoje eu digo, que emagrecer é apenas consequência. Porque realmente esses novos hábitos tem mudado minha vida.

Adoro frutas. E legumes. Tenho experimentado explosões de sabores que há muito tempo havia esquecido.

Eu sinto-me renovada quando caminho. Aproveito para pensar na vida.  E ver o pôr-do-sol.

Continuo tomando minha tão amada cevada. E comendo chocolate. Isso jamais mudaria.

Porque eu não preciso me privar do que gosto para ter uma vida mais saudável. Por mim, pela minha saúde, e por uma vida melhor.

Você também devia tentar ^^

PS: Hoje é o tão famoso dia da consciência negra, e eu não poderia deixar passar em branco. Mas acho que nosso querido amigo @leosias já descreveu MUITÍSSIMO bem no blog O Protagonista 2.0, hoje é dia da hipocrisia branca. Vale um clique.

Agora, por favor, SaiDaqui!

@amanda_arm dia 20 de novembro de 2009
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