Conforme discutido brevemente há alguns dias no meu Twitter, um querido amigo (@thiagokong) se ofereceu para falar um pouco de Relacionamento a Distância. Todas as considerações abaixo são baseadas em experiências dele, internet e histórias de amigos em comum. Vamos ao que interessa?
“Namorei durante quatro meses à distância. Não aguentei.
Não acreditava que isso podia dar certo. A solução? Mudei minha vida. De cidade. De rotina. De tudo.
Tem funcionado bem até hoje.
Mas e quando não há como mudar completamente sua vida? Até onde vale à pena construir as bases de um relacionamento com incertezas? Como vai ser quando o contato físico, a rotina fizerem parte? COMO AMAR ALGUÉM SEM CONVIVÊNCIA?
Acreditem: isso é MUITO FÁCIL hoje em dia.
A Internet nos faz esquecer de pessoas que estão perto, às vezes até não reparar em quem seria um ótimo companheiro, pura e simplesmente pelas graças, palavras e fotos de outrém.
Pecado? Não. Seletividade talvez.
O que causa tanto medo? Depois de tantos porquês, em suma, a palavra FIDELIDADE. O conceito e tudo que vem agregado à ela.
E a diferença entre LEALDADE e FIDELIDADE, embora muito parecidas a meu ver, fazem uma grande diferença nesse caso. Em um relacionamento, quem prima pela fidelidade não trai. É fiel, não fica com outras pessoas. Para os que valorizam mais a lealdade, não importa o que aconteça, no fim das contas é ao seu lado que a pessoa vai estar. Indiferente do que é feito em momentos que estão separados.
Não necessariamente um relacionamento é exclusivo. Por mais que haja amor, existe o desejo, o tesão, a vontade, a necessidade de toque, sexo, beijo, contato. Convenhamos, meio difícil quando o assunto envolve distância. Cada vez mais casais optam pelo tal relacionamento aberto. Entregar-se completamente, munidos de sentimentos e tudo que tem direito APENAS para seus companheiros.
AFINAL, RELACIONAMENTO A DISTÂNCIA EXISTE? Lógico que sim.
FUNCIONA? Aí depende. De como você enxerga a situação. De como vocês concordam no que pode dar certo.
Falando assim até parece simples.
E talvez seja, mesmo. Basta encontrar a pessoa certa.”
SaiDaqui!
Olá caros leitores! Excepcionalmente essa semana, teremos uma terça cultural, porque hoje, eu não poderia deixar de relatar minhas aventuras do fim de semana com o Tchutchuco:
Mas ein? Calma, eu explico.
Semana passada, recebi um convite da @babushkabe para ser uma das blogueiras participantes na ação que uniu a @pense_carros e a @panambra em Porto Alegre. Nem preciso dizer como fiquei honrada né?
A missão? Fazer o “sacrifício” de passar um fim de semana inteiro com um carro Test Drive à minha escolha, de TANQUE CHEIO. Dentre as opções de carro que me foram apresentadas, escolhi o Polo (também conhecido por Tchutchuco, para os que o conheceram). Sexta-feira e lá fui eu, toda animada pegar o brinquedo novo. Fui super bem recebida pelo pessoal envolvido na ação. Até ganhei mimo *.*
Logo que entrei no carro pensei em apenas uma coisa: “CARACA! Nunca vi tanto botão na vida!”
Pois é. Tive até uma aula de tudo que o carro fazia antes de cair na estrada, de tão completo que era o Tchutchuco: Teto solar, Bluetooth, Computador de bordo, Sensor de estacionamento, Porta-Copos, Som…Etc. Era tanta coisa que nunca me diverti tanto pra descobrir o que cada botão fazia!
Como nesse fim de semana recebi visita de dois amigos de minha cidade natal (Americana, no interior de SP), aproveitei para ir buscá-los direto no aeroporto. Já tive o prazer de utilizar o porta mala, que me surpreendeu pelo tamanho em relação ao tamanho do carro.
Além da dirigibilidade proporcionar conforto e estabilidade, a direção hidráulica e o fato do carro ser 1.6 contribuíram para que essa fosse uma das melhores experiências motorizadas de minha vida!
O que fizemos no fim de semana? Sexta fomos numa pizzaria para encontrar alguns @ do Twitter (trazê-los finalmente pra vida real). Foi super divertido. Sábado o Tchutchuco serviu de guia turístico e fui mostrar Porto Alegre para os visitantes (Gasômetro, Feira do Livro, Mercado Público, Ipanema). À noite, num acesso de insanidade, decidimos fazer um bate e volta para a praia. Ou seja, 21h lá estávamos nós na estrada…Depois de uma manhã/tarde de domingo na praia, voltamos e à noite ainda fomos ver Hermanoteu na Terra de Godah, dos Melhores do Mundo. Depois, um passeio na cidade baixa e voltamos pra casa. Hoje de manhã, com muita dor no coração, fui devolver o Tchutchuco na @panambra e tivemos uma triste despedida. Vejam:
Em nome do SaiDaqui, agradeço imensamente à oportunidade e parabenizo aos envolvidos @babushkabe @pense_carros e @panambra pela ação gigantemente maravilhosa. Um beijo pro Tchutchuco, que já está fazendo falta =/
E você? SaiDaqui! E vá comprar um carro!

É fato. Das várias mulheres que conversei sobre o tema, quase todas afirmaram ter curiosidade em pelo menos beijar outra mulher. Uma vez alguém me disse que toda mulher tem um lado bi. Eu acho que é uma frase verdadeira.
Claro que existem aquelas que vão dizer “eu ein, nunca quis e bla bla bla”. Sei lá. Acho que pelo menos aquela curiosidadesinha lá no fundo da alma, mesmo que não a ponto de chegar a fazer nada, existe.
Não sei se existe uma razão plausível para isso (não acredito que aconteça com os homens, por exemplo). Talvez seja o desejo enrustido de ser entendida completamente. Talvez a paixão pelo novo. Ou ainda a sensação de saber sobre o carinho e paixão que podem rolar numa experiência dessas. Mulheres se entregam mais. Talvez seja por isso. Honestamente, não faço idéia.
Minha pergunta é: até que ponto uma mulher pode ter “curiosidade” ou até chegar a participar de uma “experiência” sem ser necessariamente bissexual? Aliás, acho que a questão mais profunda nesse post é: “Porque isso deveria importar?”
Pensemos praticamente: Ver duas mulheres se pegando é praticamente o sonho de todo homem. Até hoje, não conheci nenhum que se incomodaria com isso.
Já disse isso em outros posts: Respeito todo e qualquer tipo de sexualidade escolhidas por todo ser humano. E acho que quem deixa de experimentar fantasias sexuais que tem por puro medo do preconceito da sociedade engessada que vivemos, perde muito.
Particularmente, acho que não importa se uma guria já tenha convivido com essa experiência bi. Menos ainda se ela gostou e quer repetir a mesma. Não é da nossa conta. Nunca vai ser.
O que ela faz quando ninguém olha pode definir muito do que ela é. Mas convenhamos, isso é problema dela. Não cabe à ninguém julgar as decisões que ela toma. Nem as curiosidades que ela tem.
Eu? Eu gosto de homem. Mas particularmente, acho que um dia vou querer passar por isso, e não tenho vergonha de assumir. Isso não me torna lésbica. Nem bi, acho. Se tornar também, não faz diferença em minha vida.
Nem deveria fazer na sua.
Agora SAIDAQUI!

Gosto de conviver com todo tipo de gente. É que me acho assim, meio mussarela e meio peperoni, pra ser sincera. Faço amizade com garçom de buteco, atendente de loja e gente virtual. Topo qualquer parada e com qualquer tipo de cia. Gosto de movimento, de mudança, de intensidade.
E no meio desse balaio de gato, chega a ser engraçado como as pessoas sempre reagem ao saber minha idade. Acabo sempre com a impressão de ter dito algo muito mais sério do que apenas a quantidade de velas que assoprei no último bolo:
“Oi, sou a Amanda. Tenho 23 anos, sou hermafrodita e descobri a cura da AIDs” Hahaha. Sei lá. Algo do gênero. Como se fosse pecado ser nova e ter experiências de vida divertidas pra contar.
“Nossa, pensei que você era mais velha!” É, eu sei. Todo mundo sempre pensa. ¬¬
Gente! Maturidade é muito mais do que o número de vezes que você assoprou velinhas num bolo. Os anos que vivi nã são capazes de dizer quem eu sou. Com certeza as experiências que tive revelam muito mais.
Somos feitos dos dias que vivemos, um a um. E das pessoas que passam por cada um deles. Pelos amores que nunca tivemos e os tombos que sempre nos dão. Pelos SEUS atos diante de toda e qualquer situação.
Idade refere-se à crescimento interior. Velho todo mundo fica. Digno de continuar vivendo é para poucos.
Aliás, fazer nossa passagem pela Terra valer à pena, eu diria que é apenas para raros.
Espero um dia chegar lá. E você? SaiDaqui!
Há tempos eu queria escrever esse post. Na verdade, há tempos atrás um amigo sugeriu o tema. Decidi acatar.
Tenho certeza que vão faltar algumas verdades. Sintam-se à vontade para adicioná-las nos comentários.
Mas é que me irrita certos pensamentos bobos por aí. Gente que não entende que certas coisas não vão mudar. Nunca.
Existem várias verdades absolutas quando o assunto é sexo.
Tentarei ser o mais clara e direta possível. Vamos lá?
- Olhar não tira pedaço. Meu querido ou querida: Tá bom que é chato pegar o outro olhando a bunda alheia, mas ficar bravo(a) por isso é ridículo! Todo mundo olha, e seu parceiro também tem o direito de olhar.
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- Ninguém é perfeito. Se você quer um príncipe que cavalgue num cavalo branco, provavelmente ele fume, não goste das suas músicas ou abomine seu animal de estimação. Ou você, que quer uma princesa super inteligente e bonita, provavelmente ela sofra de uma horrível TPM, não goste de futebol e tenha pés chatos. Sabe aquela história de que no amor aceitamos os defeitos dos outros? É verdade. Cheguem em meios termos. Ou morram sozinhos.

- Falar como criança em público É vergonha alheia. Tudo bem se vocês fazem isso dentro de casa. Mas tchutchuca e putuco em vias públicas é no mínimo, embaraçoso. Deveria ser crime. Segure a emoção. Use os aceitáveis: amor, babe, e etc.
- Homem gosta de punheta. É fato, e não há mal nenhum nisso. E daí se você faz bem seu serviço na cama? Isso não o impede de querer descascar a banana quando bem entender. Outra coisa ridícula para se ficar brava.
- Pornô não é traição. Muita gente gosta de pornô. Qual o problema do seu parceiro gostar? Pare ser ridículo(a) e assista junto com ele. Ainda te traz uma boa chance de um belo sexo no fim das contas.
- Ele vai querer comer seu toba. Você pode comprar uma lingerie por semana, fazer acrobacia na cama, deixá-lo absurdamente acabado de prazer e ser maravilhosa em muitas coisas sexuais. Não interessa. Ele vai querer comer seu cu em toda oportunidade que surgir. Aceite isso. Depende de você deixar isso acontecer ou não.
- Ele vai querer gozar na tua cara. Mesma decrição do item anterior. É tara mundial. Aceite.
- Menage. Sexo a três vai sempre ser uma fantasia. Geralmente para nós mulheres é mais disturbing, por assim dizer, uma vez que temos que não deixar sentimentos se envolverem na aventura. De novo, se você for bem resolvida quanto à isso, pode ser uma baita experiência gostosa.
- Não dar assistência VAI te tirar a preferência. Homem ou mulher, se você ficar com muita frescura, dorzinha de cabeça pra lá, falta de vontade de transar aqui e ali, e otras cositas más, você será o único responsável por abrir a porta da concorrência para que se aproxime. E ganhar um belo par de chifres vai se tornar uma opção.

Claro que ainda devem faltar milhares de verdades. Talvez eu faça mais uma seleção algum dia. Espero que tenham gostado dessas. Comentem!
Agora SaiDaqui!