Fanatismo nunca fez bem à ninguém. Em nada.
Ouvi uma história esses dias e achei mega bizarra. É sobre o primo do amigo do tio do irmão do amigo do papagaio sabe?
Guri mimado, vive embaixo da asa dos pais. Deve ter brincado de escultura de papel machê com a vó quando era criança. No auge de seus 18 anos, entrou na faculdade.
Como qualquer outro garoto da mesma idade, adora assistir filmes pornôs. O problema é que ele era especial. Acho que viciado é a palavra correta. Passava o tempo todo vendo pornô. Quanto aguentasse.
Começou a ter problemas no trabalho, na escola, na vida social e tudo mais. Procurou ajuda médica e passou a tomar remédios fortes para acalmar-se um pouco.
Abrindo-se com o psicólogo, contou de como a situação piorou muito pra ele depois que a namorada o largou. Ao ser indagado pelo motivo da separação, afirmou que largaram porque ele não queria ter relações sexuais com a moça. Pois é. Também embasbaquei quando ouvi tal cena.
Aí você me pergunta. Mas Amanda, ele não é viciado em pornô?
Sim. Ele é. “Porque sexo antes do casamento é pecado”. (se matar de assistir pornô, bater punheta e se encher de preliminares não é né?)
Explica Batman: o pai era seminarista, a mãe catequista, o cachorro abençoado, a tia prepara a óstia, o periquito prega o evangelho, a irmã colore a bíbli e todo #mimimi fanático religioso que você puder imaginar.
Diz pra mim: como fica a cabeça do coitado do moleque numa dessas? Fala sério. Até onde chega o fanatismo….
PS: Não tenho NADA contra religião nenhuma, antes que alguém me crucifique.
Agora SaiDaqui!
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