Quinta Sexual 77: Puta por diversão

Carla era uma moça de família. No estilo classe média, nunca lhe faltou nada: estudou em escola particular, fez faculdade de administração. Teve boa vida, o relacionamento com os pais era bom (não chegava a ser de comercial de margarina, mas era completamente saudável).

Tinha um corpo bonito, cabelos longos e claros. Olhos castanhos, baixa e sempre de unhas vermelhas. Recebeu mesada até os 18, brincou de trabalhar por um tempo.

Mas cansou da monotonia que aquela vida perfeitinha lhe trouxe. Se transformou em um desses casos raros de revolta por ter uma vida boa demais: decidiu que seria puta.

Sim, queria vender seu corpo nas ruas, e por opção (não por falta dela, como a maioria das outras garotas de programa).

Talvez porque tenha sido a maneira encontrada de sentir emoções fortes.

Talvez pela tara, pela ânsia de ter contigo a cada noite pessoas diferentes, novas histórias para contar e uma vida inteira para se arrepender depois.

Acho até que ela gostava da ideia de um dia se arrepender, casar, ter filhos e vergonha nenhuma de contar suas histórias nas ruas.

Falar detalhadamente de cada homem que a  possuiu, quanto pagavam por ela em sua época e de todas as dores e prazeres que sentiu.  Do luxo que nunca lhe faltou, das escolhas que fez e do dinheiro que ganhou. De tudo que aprendeu na cama. De todos os orgasmos que fingiu, de todo tipo de gente para quem deu.

Por hora, era aquela vida que queria. Trabalhava quando tinha vontade, já que dinheiro não era o problema. Só transava com os clientes que considerava atraentes. E gozava todas as vezes.

E foi assim, sendo puta por diversão, que Carla encontrou felicidade.
Simples para ela, complexo demais para a sociedade. Como tudo em que vivera até então.

SaiDaqui!

@amanda_arm dia 2 de fevereiro de 2012
Um comentário
compartilhe

Teoria dos dois segundos

 

Dois segundos: o tempo que você precisa para ser feliz.

E felicidade é uma palavra que usamos quando nos sentimos plenos.

Plenitude é uma pequena teoria minha: A soma de todos os 2 segundos que você viveu intensamente. Porque os melhores momentos da vida duram apenas isso.

Não acredita? Explico-me.

Você conhece uma pessoa. O primeiro olhar dura apenas dois segundos, e é o suficiente para se encantar.

O primeiro beijo é delicioso, concordo. Mas são os dois segundos que o antecedem que arrepiam o corpo todo, misturando todas as expectativas e vontades com a certeza de que aquilo está realmente acontecendo. Aquele turbilhão de sentimentos delicioso que qualquer um se lembra.

A primeira transa, pode durar 5 minutos ou 5 horas. Ter preliminares ou não. Ser leve ou intensa. Mas aqueles dois primeiros segundos do gozo são inesquecíveis. O exato momento em que todo o prazer já não cabe mais no corpo e transborda. Literalmente.

Claro que nem todos os exemplos são românticos ou dependem de outra pessoa. Por exemplo?

Quando você vê uma estrela cadente e faz um pedido: Dois segundos que são suficientes para você se sentir o único e sortudo mais especial na vida, dentre 7 bilhões de pessoas.

Ou quando sua mãe lhe diz “eu te amo” e você tem certeza que é o filho mais amado do planeta.

Quando um cachorro lhe dá a barriga para coçar, quando um gato ronrona no seu pescoço. Quando você assopra as velas do bolo e faz um pedido sincero, quando você descobre que vai ser papai.

Quando o primeiro pingo de chuva lhe toca a ponta do nariz, quando você recebe um elogio do seu chefe. Ou um aumento. Ou uma promoção.

Quando o celular toca e é alguém que você gosta muito, quando você toma uma decisão. Quando você assina um documento importante, quando você compra algo que queria muito. Quando seu filho nasce e você ouve o primeiro choro.

Dentre tantos outros quandos, a vida é mesmo uma soma. De todos esses dois segundos que juntos, valem várias eternidades.

Agora SaiDaqui ;) E nunca esqueça de procurar seus dois segundos preciosos em dias comuns.

@amanda_arm dia 20 de dezembro de 2011
Um comentário
compartilhe

Sua própria fórmula de ser feliz

Lembrava claramente de como antes, seus maiores desejos eram ter nós na garganta e borboletas no estômago. Queria ficar boba, se apaixonar à toa, amar sem limites. Desejava amores malucos, com histórias complexas para que tudo fosse sempre o mais lindo possível, como em filmes românticos. Queria ter uma história perfeitinha para contar aos netos, mais tarde.

Aliás, queria envelhecer ao lado da mesma pessoa que lhe tirasse o sono. E que ele ainda o fizesse, cinquenta anos depois. Mesmo quando engordasse, roncasse e quebrasse um copo. Que aquilo tudo continuasse sendo besteira.

Tinha feito tantos planos de viver de amor, viajar de sonhos e ter filhos por vontade apenas.

Mas a vida lhe tornou mais dura. Pra não dizer amarga. Cética, no mínimo.

Lembrou do amor que entregou à quem não soube respeitar. Muito menos amar de volta. Dos planos que teve que jogar no lixo enquanto buscava pequenos pedaços de coração para colar com saliva. Talvez por isso até hoje eles ainda não estivessem grudados completamente.

Ouviu tantas vezes dizer que tinha que continuar tendo esperança. Que o amor chegaria, e que seria tudo lindo e sonho. Sonho mesmo. Porque não existe.

Sempre que deixava a esperança entrar, era a decepção disfarçada de amor. Quebrou o coração mais umas quantas vezes, deixou cada vez menos o tal “amor” entrar.

Sabia que podia ser diferente.

Encontrou felicidade em outras coisas. Não admitia não ser feliz com o que tinha. Afinal, ela tinha tanto pra se orgulhar!

Focou no trabalho, e ganhou o cargo dos sonhos. Passou a ver mais a família, os amigos mais chegados. Filtrou os amigos, fez alguns para a vida toda. Passou a fazer mais do que gostava. Começou a se exercitar. Deu a volta ao mundo, conheceu mil pessoas.

Plantou uma árvore, escreveu um livro. E foi feliz sem ter um filho.

Entendeu enfim, que essas fórmulas de felicidade mal escritas estavam todas erradas. Escreveu sua própria fórmula, e foi viver dela.

E você? Bem que poderia a começar inventar a sua, não acha? Que tal Sair Daqui e começar?

@amanda_arm dia 8 de agosto de 2011
8 comentários
compartilhe

Carência: Como lidar?

Carência é um problema. E cada um lida como pode com ela.

Tem aqueles que se desesperam, e ficam com a primeira pessoa que aparece pela frente, seja ela interessante ou não. Nem se dão a chance de apaixonar-se, conquistar, de ter certeza se vai valer à pena. A ansiedade fala mais alto, e a vontade de estar com alguém manda em todo o resto.

Claro que na maioria desses casos, o affair dura pouco. Acho que por motivos óbvios.

Há também o tipo que age de forma oposta: quando está carente simplesmente se fecha para a vida amorosa, e não quer saber de ninguém. Nem que seja o príncipe encantado num cavalo branco, vestido em ouro e dizendo que a ama com rosas vermelhas nos braços. Não interessa.

Pelo próprio fato de assumir a carência, e pelo medo de trocar os pés pelas mãos  e decepcionar-se com o outro. Infelizmente, esses deixam quase sempre ótimas oportunidades escaparem por entre os dedos, o que é bastante preocupante.

Já os mais “descolados” contentam-se em manter relacionamentos inconstantes, de maneira a não envolver sentimento e conseguir viver bem com o chamado “apenas sexo” (pelo menos o dizem assim).  Conseguem separar um do outro e camuflam a ausência de sentimento com o prazer do corpo. Tentam suprir um com o outro.

Honestamente, não sei se isso é possível realmente, mas respeito quem o consegue fazer.

Eu?

Acho que ninguém deve controlar sentimentos. Ninguém deve ter medo de seus atos. Decepcionar-se com as pessoas infelizmente é inevitável. Mas deixar de viver histórias é arrepender-se mais tarde.

Proteger a si mesmo é algo aceitável, mas criar uma barreira de concreto é errado.

Ao passo que ficar com qualquer um te faz perder o bilho, o sentimento. Te desliga do mundo real, onde existe dor, amor e conquista. Viver fugindo de algo intenso e profundo é superficial e não completa coração nenhum.

Aceitar que todos somos humanos, temos medos, traumas e receios é o primeiro passo para só então ser capaz de dar espaço (mesmo que aos poucos) à outrém. Deixar-se silenciosamente amar de novo. Assim, a carência se vai naturalmente, enquanto a felicidade vem em direção contrária.

@amanda_arm dia 14 de março de 2011
5 comentários
compartilhe

Aeroportos Mágicos

Aeroportos são definitivamente, meu lugar favorito.

Nunca vi tanta magia concentrada num lugar só. Sempre me emociono.

despedida

É tanto reencontro e despedida que sempre dá um nó no peito. Em cada abraço cheio de lágrimas e despedidas já com saudade que vejo. Na euforia de cada criança que pula no colo do pai recém chegado. No sorriso e nos beijos dos reencontros tão aguardados.

Até dou risada daqueles estranhos que ficam com plaquinhas esperando determinadas pessoas que nunca viram. Dá pra ler na feição deles a pergunta “Como será que ele(a) se parece?”

Acho que é tanta esperança junta que transborda. Deixa um cheiro de romantismo no ar.

Um toque de amor, eu diria. Particularmente, sempre me pego pensando em situações românticas que já aconteceram ali. Em frases ditas ao pé do ouvido no reencontro apaixonado. Nos pedidos de casamento mais absurdos que talvez possam ter passado por ali. Nas lágrimas de pais que reencontram seus filhos e acalentam o coração. Nos corações partidos ali, por culpa da distância. Nos “adeus” sem volta que deixaram saudade e talvez tenham destruido futuros. Nos futuros ali construidos por encontros casuais e/ou programados.

Acho tudo tão lindo. As pessoas bem vestidas. Sempre animadas. Abertas a absorver energias boas.

Eu passaria horas diárias ali. Apenas observando e absorvendo emoções.

É. Definitivamente, aeroportos são mágicos. Preste atenção na próxima vez que visitar um.

imagem_aviao

E SaiDaqui!

@amanda_arm dia 19 de outubro de 2010
Um comentário
compartilhe

Eu rio na cara do perigo!

Não senti vontade de escrever. Não me veio a inspiração. Não tinha nada diferente pra dizer.

No fim das contas, passei aquele fim de semana assim, como um dia qualquer: alguns amigos, risadas, lembranças, tristezas e até com uma dose extra de melancolia (deve ter sido culpa da TPM).

Lembrei do tombo. De como doeu ter sido derrubada pelos planos a longo prazo que tinha feito. E decidi que dessa vez seria diferente. Lembrei que dependia apenas de mim.

O que era alegria constante e ingênua, transformei em felicidades momentâneas.

Dos amigos “mais ou menos” aos baldes, reduzi à alguns poucos, mas sinceros e presentes.

Das listas de planos feitos no papel, risquei quase todos. Mas dos que sobraram, agora luto com vontade que virem realidade. O que estava apenas escrito, hoje faz parte da minha realidade.

Dos erros passados, tive uma conversa franca comigo, e perdoei-me. Dos erros futuros, tentei preparar minha mente para imperfeição humana de todos os seres.

Aceitei que sucesso virá aos poucos, e dinheiro será consequência. Perdoei quem nunca mereceu-me.

Passei então a emitir energias boas theo-24 cr para o mundo. E ele apssou a conspirar à meu favor, como num passe de mágica.

Hoje sei que isso é muito pouco. Que de onde vem tanta paz, existe mais. Que esse amor que sinto quando abraço os amigos mais próximos, só sabe se fazer aumentar. E que cada sorriso é como cola, ajeitando os caquinhos que restaram do coração que foi atirado às pedras.

Faço palhaçadas, e consequentemente, amigos novos. Me jogo nas novas oportunidades e sei dizer não quando necessário.

“Eu ando na selva braba! Eu rio na cara do perigo!”

Das verdades absolutas que pregam por aí, esqueceram de nos ensinar a mais simples de todas: Ser feliz envolve pura e simplesmente cada vez mais felicidade.

Sorria. Tudo fica mais bonito de bom humor ;)

E SaiDaqui!

@amanda_arm dia 27 de setembro de 2010
6 comentários
compartilhe

Evite.

Pessoas-problemas fazem parte do cotidiano. Todo mundo sempre conhece alguém assim cedo ou tarde.

São aqueles que estão sempre tão cheios de problemas e ocupados demais para aproveitar e amar a simplicidade das coisas que a vida proporciona. Na maioria das vezes com atitudes imorais e/ou ilegais, geralmente revoltados e mau humorados por várias causas sem tanto fundamento assim pra viver com tanto pessimismo. Gente que parece te puxar pra depressão junto com ela, só pelo prazer de fazer outras pessoas miseráveis e infelizes.

Gente que não percebe uma verdade absoluta: TODO MUNDO têm problemas, e ainda assim dá pra ser feliz com eles. Eu diria mais: sem problemas a vida seria demasiada sem graça. Problemas são o tempero e a essência da intensidade da vida. E por mais complicações que um ser humano possa ter, isso não o impede de ser bom para com os outros.

Li num livro uma vez que correntes de bons pensamentos sempre atraem coisas boas. Isso não é crença. Isso não é mistério. É comprovado cientificamente pela noética. E não custa nada pensar positivo.

Evite pessoas negativas. Fuja de pessoas-problemas. Você já tem suas próprias preocupações.

worried

Fala alguém que ainda não sabe seu próprio caminho, e vez ou outra ainda fica mau humorada com seus próprios problemas (às vezes mais bobos do que parecem), mas que tem consciência que as dores do mundo são reais para todos, e que depende das nossas atitudes como tratá-las.

Eu? Escolho todo dia ser feliz. E não dependo do meu peso, nem do que falam de mim pelas costas. Também não dependo do problema do trabalho ser resolvido, muito menos do carro que precisa de manutenção pra fazer essa escolha.

E você? Escolha ser feliz também. E SaiDaqui!

@amanda_arm dia 7 de julho de 2010
Um comentário
compartilhe

Alacridade nossa de cada dia

Desvencilhe-se de planos, de esperanças e de tudo que é físico, material ou sentimental por algum tempo.

Pratique o desapego. Dê roupas que já não usas embora, passe pra frente o que já não te serve mais. Se um dia emagreceres o suficiente pra entrar de novo naquela calça jeans, compre outra, ainda mais bonita. Dê ela embora.desapego3

Guarde apenas lembranças. Não precisa ter o papel de bala do carinha que te deu o primeiro beijo, nem o ticket de cinema que você foi com o primeiro cara que transou. O passado não precisa ocupar espaço no teu presente.

Guarde na memória o que já passou. Passado é um lugar lindo, construído apenas para visitas irregulares: nem pense em morar nele.

Não planeje o que fazer amanhã. Nem o que vestir. Principalmente se você for uma virginiana mega preocupada com detalhes e organizada como a besta antagórica que vos escreve. Não faça reservas no restaurante. Apenas apareça por lá. Se tiverem vaga, theo-24 cr ótimo! Senão, parta pra outro.

Desvencilhe-se de esperanças quanto aos outros. Não espere atitudes que você faria. Não planeje nada. Faça parte do grupo que adora ser surpreendido com o que vier de bom, ao invés de decepcionado se a outra pessoa não agiu ou falou o que você esperava. Todos nós somos diferentes, e portanto, agimos de formas inesperadas perante à situações diversas. Já disseram uma vez que se uma pessoa não gosta de você tanto quanto você esperava, isso não quer dizer que ela não goste no nível máximo que ela sabe fazê-lo.

Cuide de você. Viva num estado de alacridade diária. Não dependa de nada material nem ninguém diferente de você mesmo pra te fazer feliz.

Faça nada. Pratique paciência. Durma mais. Sorria mais. Ande descaço. Dance na chuva. Tome sorvete quando gripado. Beije mais. Use uma roupa diferente. Dê mais chances ao mundo.

Faça-se feliz diariamente. Pra mudar o mundo, basta começar contigo.

E SaiDaqui!

@amanda_arm dia 30 de junho de 2010
Comente aqui
compartilhe

Seja um Idiota! (Por Arnaldo Jabor)

A idiotice é vital para a felicidade.

Gente chata essa que quer ser séria, profunda e visceral sempre. Putz! A vida já é um caos, por que fazermos dela, ainda por cima, um tratado? Deixe a seriedade para as horas em que ela é inevitável: mortes, separações, dores e afins.

No dia-a-dia, pelo amor de Deus, seja idiota! Ria dos próprios defeitos. E de quem acha defeitos em você. Ignore o que o boçal do seu chefe disse. Pense assim: quem tem que carregar aquela cara feia, todos os dias, inseparavelmente, é ele. Pobre dele.

Milhares de casamentos acabaram-se não pela falta de amor, dinheiro, sexo, sincronia, mas pela ausência de idiotice. Trate seu amor como seu melhor amigo, e pronto.

Quem disse que é bom dividirmos a vida com alguém que tem conselho pra tudo,soluções sensatas, mas não consegue rir quando tropeça?

hahahahahahahahaha!…

Alguém que sabe resolver uma crise familiar, mas não tem a menor idéia de como preencher as horas livres de um fim de semana? Quanto tempo faz que você não vai ao cinema?

É bem comum gente que fica perdida quando se acabam os problemas. E daí,o que elas farão se já não têm por que se desesperar?

Desaprenderam a brincar. Eu não quero alguém assim comigo. Você quer? Espero que não.

Tudo que é mais difícil é mais gostoso, mas… a realidade já é dura; piora se for densa.

Dura, densa, e bem ruim.

Brincar é legal. Entendeu?

Esqueça o que te falaram sobre ser adulto, tudo aquilo de não brincar com comida, não falar besteira, não ser imaturo, não chorar, não andar descalço,não tomar chuva.

Pule corda!

Adultos podem (e devem) contar piadas, passear no parque, rir alto e lamber a tampa do iogurte.

Ser adulto não é perder os prazeres da vida – e esse é o único “não” realmente aceitável.

Teste a teoria. Uma semaninha, para começar.

Veja e sinta as coisas como se elas fossem o que realmente são:
passageiras. Acorde de manhã e decida entre duas coisas: ficar de mau humor e transmitir isso adiante ou sorrir…

Bom mesmo é ter problema na cabeça, sorriso na boca e paz no coração!

Aliás, entregue os problemas nas mãos de Deus e que tal um cafezinho gostoso agora?

A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso cante, chore,dance e viva intensamente antes que a cortina se feche!

Agora SaiDaqui!

@amanda_arm dia 18 de maio de 2010
3 comentários
compartilhe

Detalhes

Forever é um longo tempo.
Tempo o suficiente para fazer uma escolha simples: ser feliz ou não.

E pra descobrir que pra sempre não existe. Mas enquanto existe o que quer que seja, que haja plenitude. Seja eterno. Sempre verdadeiro.
O que mais me deixa atônita é saber o quão simples é ser feliz. E o quanto todo mundo complica isso!
Um abraço apertado, um bom dia sincero, um sorriso de criança, um elogio inesperado, uma música no rádio…Tanta coisa bonita passa pela gente despercebida!

Porque estamos ocupados demais, cansados demais, ou “infelizes” demais, buscando a tal felicidade. E tudo isso escorre por entre os dedos…

Enquanto olhamos para o próprio umbigo, fazendo o que nos dá vontade, sem nos importarmos se aquilo faz mal à outra pessoa. Enquanto somos egoístas e mesquinhos o suficiente pra não pensar maior que nós mesmos.

A solução?
Todos os dias, ao se levantar, deixe o peso do dia anterior para trás. Recomece. E atente-se aos detalhes.

Se algo te incomoda, abstraia. Sofrer só vai te trazer lágrimas, olheiras, baixo astral e úlceras.

Ao se deparar com algo que te faça sentir bem, sorria.
E saiba que aquele exato momento, é uma das maiores demonstrações de felicidade que você irá provar na vida. A única diferença é a escala.

Felicidade está com a gente. Sempre esteve. Basta olhar pros lados.

Texto escrito em 07/abr/09

Agora SaiDaqui!

@amanda_arm dia 31 de março de 2010
4 comentários
compartilhe

« Página anterior

pesquisa

contato

RSS Feed