Tenho sensações adversas quase sempre.
De me perder e me encontrar sempre quando acho que não preciso.
Com o canto dos olhos perdidos nas lágrimas e pensamentos soltos de passados, futuros e possibilidades, tenho dons de berço. Vontades inacabadas. Valores formados. E circos em chamas no coração.
Certas horas eu tenho certeza do porque não posso andar com armas. E não, eu jamais culparia a TPM por isso. Ela não tem culpa do mundo às vezes (quase sempre) parecer idiota. Tudo isso na maior calma do mundo.
Sempre que quero gritar, o primeiro impulso é calar-me. As sensações adversas me calam. Para poder pensar melhor antes de quebrar os pratos. E acabo por acariciar a face de quem tanto me machuca.
Me dizem forte. Me dizem travessa. Outrora sou fraca, e desavessa. Séria e calma. Adulta e chata. Ainda amo quem mais merece meu ódio. Sou indiferente com alguns que deveria amar mais. Muita coisa me incomoda. Não estou sempre certa. Nem de tudo errada.
Sou humana, fera, bicho, calmaria, mar e mulher. Demônio, anjo e criança. Sei que ainda tenho muito pra ser. Mas no fim das contas, espero que no presente, isso baste.

E você? SaiDaqui!
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