Brilha, brilha, estrelinha
25out

Brilha, brilha, estrelinha

postado por em 25/10/2022

Eu não sei o que é mais cruel: ficar com um bebê sem vida dentro de mim por até 30 dias para esperar o processo natural de perda ou ser colocada junto com mães felizes que acabaram de ter seus bebês para fazer o procedimento de retirada. Precisamos normalizar falar sobre abortos espontâneos, decisões difíceis e a falta de sensibilidade/humanização da maioria dos profissionais de saúde nessas...

continue lendo
Um mês de Dante!
18mar

Um mês de Dante!

postado por em 18/03/2022

Um mês de Dante! Pagando a língua e comemorando o mesversário da fabriquinha de cocô após perceber que esse lance não se trata de frescura: é a comemoração mais pura e sincera de que fomos capazes de sobreviver a um mês inteirinho dessa vida virada de cabeça pra baixo do dia pra noite. E que delícia de virada! Eu não trocaria essa nova vida por absolutamente nada nesse mundo. Em que outra vida...

continue lendo
Brilha, brilha, estrelinha…
03dez

Brilha, brilha, estrelinha…

postado por em 03/12/2018

Este é Jack Daniels. Jackolino para os íntimos (acreditem, são poucos). Jack é um cachorro problemático desde sempre: com luxação coxofemoral, displasia severa, distúrbios de medo e ansiedade de separação, refluxo, problemas de respiração e toda a cartela cheia de bingo que um buldogue inglês pode trazer: cirurgias intermináveis, fisioterapia, acupuntura, especialistas por todo lado… Eu...

continue lendo

O dia em que comecei a gostar de cocô

postado por em 02/08/2013

Em dezembro do ano passado, minha vida começou a mudar: descobri que minha melhor amiga estava grávida, e que eu seria a madrinha da criança. E em um piscar de olhos mudamos nossas conversas de homens, baladas e drinks para ultrassons, exames e fraldas. Entrei naquela semi-crise existencial, ao me tocar que o tempo estava passando, que as pessoas à minha volta começaram a casar, ter filhos,...

continue lendo

Sua própria fórmula de ser feliz

postado por em 08/08/2011

Lembrava claramente de como antes, seus maiores desejos eram ter nós na garganta e borboletas no estômago. Queria ficar boba, se apaixonar à toa, amar sem limites. Desejava amores malucos, com histórias complexas para que tudo fosse sempre o mais lindo possível, como em filmes românticos. Queria ter uma história perfeitinha para contar aos netos, mais tarde. Aliás, queria envelhecer ao lado da...

continue lendo