Por um mundo com pessoas mais diretas.
Que falem mais o que sentem. Evitem briga desnecessárias e que assuntos pequenos se tornem grandes bolas de neve.
Que sejam mais sinceros. Digam quando não gostarem do novo corte de cabelo da namorada, ou que aquele vestido a deixa mais gorda.
E que as mulheres aceitem esses tipos de verdades. Parem de tanta manha, charme, cu doce e mimimi. Que elas parem de fingir que quando um homem diz algo sincero, é o fim do mundo. Como se fosse o apocalipse em forma de palavras urrando que ter desejos sexuais por ela é crime federal e pecado capital.
Particularmente, acho lindo quando um homem sabe ser sincero quanto às suas intenções e ao mesmo tempo consegue não perder o respeito ou ser grosseiro no que diz. Verdade é afrodisíaca.
E, não me entendam mal: não é pra chegar na mina dizendo que quer comê-la vigorosamente no fim da noite. Até porque, sou romântica assumida (incontrolável e irreparável, até) e acho que todas as fases de conquista, surpresas, descobertas e paixonites agudas devem existir em seu determinado tempo. É lindo e todo relacionamento precisa disso, desde o começo.
O ponto é que dizer o que pensa não deveria ser tão difícil.
Conversar sobre algo que incomoda sem se acomodar calado. Dar opinião sincera sobre o sapato laranja fluorescente com bolinhas roxas que ela decidiu comprar. Assumir que não gosta de futebol e que não tem interesse se o time dele ganhou no fim de semana. Pedir que ela compre uma lingerie mais ousada, porque você gosta. Pedir que ele jogue fora aquela cueca já sem elástico, porque a incomoda.
E que falar sobre posições favoritas no sexo seja tão natural quanto decidir onde será o jantar do fim de semana.
Menos tempestade em copo d’água. Mais amor e bom humor.
Tão simples e ainda tão utópico. Que tal começar?
SaiDaqui!
Ae galera…
Eu sou o @naitman e a partir de hoje a gente começa mais uma “coluna” no #saidaqui…
Todas as sextas vamos ter os melhores links da semana (ou não) hehehehe… enjoy!

É SEXTA… FESTA DURO
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SaiDaqui!
Essa vida de suporte não é fácil não minha gente…






Agora SAIDAQUI! e vá curtir o fim de semana!
Pra animar a quarta…






E SaiDaqui!
Todas as minhas melhores inspirações sempre surgem em conversas de bar, e esta não podia ser diferente. Ontem à noite, já depois de alguns chopps num boteco deliciosamente movido à samba aqui de Porto Alegre (o Dona Neusa), e lá estava eu, travando conversas absolutamente intrigantes e socialmente profundas…
Eis que exponho um assunto que vem me açoitando os pensamentos: como é chato viver em um mundo onde cada vez mais, educação é exceção.
E não, eu não refiro-me à educação escolar, pois essa, todos nós já sabemos que anda um caos por aqui. Infelizmente.
Eu falava de educação de berço. Aquela que devia vir de pais e mãe. Educação básica de ser humano.
Aquela que pelo menos em teoria, é o básico e esperado de alguém. Mas que está se tornando cada vez mais rara.
Aquela educação de pedir licença, dizer obrigado, desejar bom-dia, respeitar os idosos, não brigar em filas, não agredir ninguém por aí, ajudar quem tem dificuldades ou simplesmente não ser desrespeitoso.

O problema é que às vezes nem os próprios educadores ligam pra isso. Que exemplo tem alguém cujos pais são extremamente mal educados? E não precisamos ir longe. Porque não é necessário ser pai para dar bons exemplos.
Tenho um medo absoluto de ser mãe. Medo do mundo que meu filho viveria, sinceramente. Mas esse é um tema pra outro texto.
Sei lá. Às vezes me pego pensando em que exemplos estamos passando para as futuras gerações. Claro que eu erro, e nem sempre estou de bom humor (maldita TPM, hehehe) – mas sei que tento meu melhor. E você? Já desejou pelo menos um bom dia para alguém hoje?
SaiDaqui e vá fazer sua parte!