Gosto de gente assim…

Gosto de gente que deixa o espírito se perder na infância: gente que ainda gosta de algodão doce e dá risada quando vê que o nariz está sujo de chantilly.

Pessoas que tem a certeza de que nada é tão certo quanto parece, e que viver o hoje ainda é mais importante que fazer planos. E que sabem que fazer planos é importante, mas entendem que deixar o mundo lhes surpreender um pouco também não dói.

Essa gente que gosta do hoje, mas acredita que amanhã pode ser ainda melhor. Que ainda dá bom dia na rua pra um desconhecido e sabe ceder o lugar no ônibus com um sorriso no rosto.

Quem ainda se surpreende com coisas idiotas e não tem vergonha de chorar quando dói. Gente que diz um “eu te amo” despreocupado enquanto abraça a mãe, ou que ganha o dia quando ganha balas do avô.

Esses de espírito leve, que dizem “eu te perdoo” pra quem lhes machuca e não conseguem pedir desculpas. De alma crescida, que sabem também perdoar a si mesmos quando agem errado.

Gosto de gente que ri de palhaço, que põe a língua pra fora quandochove, só pra sentir o gostinho da chuva. Gosto de gente que dança sem música, que vai no circo e que senta na grama. Gente que come doce antes do almoço com cara de quem está fazendo arte, de quem vê foto e sente saudade.

De quem tem a capacidade de se apaixonar todos os dias por algo novo. De quem sorri com o coração. Gosto de gente travessa, arteira e espontânea. Como aquele sorriso que criança dá quando gosta de você.

Gosto de brigadeiro, de pipoca, de maçã do amor e de roda gigante. Gente que sabe fazer a vida um tobogã divertido. Que não se lamenta à toa e sabe agradecer quando algo ou alguém lhe agradam.

Sou fã de gente criança assim: capaz de sorrir depois de ler esse texto, mesmo que pra ninguém ver, porque sabe que um sorriso nunca é desperdiçado.

Agora SaiDaqui! ;)

@amanda_arm dia 23 de maio de 2011
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Segunda Cultural 31: Livro Pollyanna

Eu? DESAFIO alguém a ler e não chorar. Se você já leu, vale à pena reler. Se ainda não, deveria conhecer.

Sério. É um livro emocionante, além de clássico e lindamente otimista. Pra que a gente se lembre que não vale à pena viver reclamando por aí.

Pollyanna Whittier, uma jovem órfã que vai viver em Beldingsville, Vermont com sua única tia viva, Polly. A filosofia de vida de Pollyanna é centrada no que ela chama “o Jogo do Contente”, uma atitude otimista que aprendeu com o pai.

Esse jogo consiste em encontrar algo para se estar contente, em qualquer situação por que passemos. Isso se originou com um incidente num Natal, quando Pollyanna, que estava achando que ia ganhar uma linda boneca, acabou recebendo um par de muletas. Ficar contente porque “nós não precisamos delas!” era a maneira de se jogar.

Com essa filosofia, aliada a uma personalidade radiante e uma alma sincera e simpática, compassiva, Pollyanna leva muita alegria e contentamento à sombria e triste propriedade da tia, que transforma em um lugar maravilhoso para se viver. O “jogo do contente” protege-a também das atitudes severas e desaprovadoras de sua tia

Logo, Pollyanna ensina a alguns dos mais problemáticos habitantes de Beldingsville a ‘jogar o jogo do contente’, desde uma inválida queixosa chamada Mrs Snow até um solteirão, Mr Pendleton, que vivia sozinho em uma mansão.

Mas até o extremamo otimismo de Pollyanna é posto à prova, quando ela sofre um acidente de carro e perde o movimento das pernas. Depois disso, ela se prostra no leito, incapaz de achar qualquer coisa que a faça ficar contente. Então, as pessoas das redondezas começam a visitar a casa de tia Polly, desejosos de fazer Pollyanna saber o quanto o encorajamento dela melhorou as suas vidas; e Pollyanna decide que ainda pode se sentir contente, porque não teria feito o que fez se não tivesse tido pernas.

A partir daí, um médico muito compassivo (que tinha sido um antigo amor da tia Polly) revela a existência de uma misteriosa nova cura para a lesão da medula espinhal da garota. Pollyanna passa dez meses em um hospital distante, onde se recupera e volta a andar; enquanto tia Polly e o médico se casam; e a felicidade e o contentamento é geral.

fonte

Agora SAIDAQUI e vá ler!

@amanda_arm dia 14 de fevereiro de 2011
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Segunda Cultural 12: O Rei Leão

Como todos já devem saber, eu sou cinéfila. Mas ao contrário da maioria das pessoas, eu esqueço rápido dos filmes que assisti. Meio que memória da Dori (aquela peixinha que esquecia de tudo do Procurando Nemo) feelings.

Pouquíssimos filmes são INESQUECÍVEIS pra mim. Mas este é um deles.

É marco de infância da minha geração inteira. É misto de sorrisos e lágrimas só de lembrar da história toda.

O Rei Leão é um filme inesquecível.

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Aposto que tu se lembra do pequeno Simba sendo erguido pelo Rafiki (babuíno) logo após seu nascimento. Da Nala, sua amiga inseparável, e do Zazu, pássaro atrapalhado e braço direito do Rei Mufasa.

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Das Hienas atrapalhadas que obedeciam ao tio malvado Scar, que quer tomar o reino de Mufasa após sua morte (eu chorei muito nessa parte).

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Ou vai me dizer que tu não lembra do Timão, do Pumba, e do lema “HAKUNA MATATA”? Das músicas que eles cantavam (Hoje a noite, aqui na selva…Quem dorme é o Leãããão)?

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Das músicas maravilhosas que a gente ficava cantando junto com o filme. Das emoções que passamos junto com os personagens. É nostalgia pura!

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O Rei Leão (em inglês The Lion King) é o 32º filme animado de longa-metragem da Walt Disney Pictures, lançado em 1994. É a vigésima quinta maior bilheteria da história, e maior de um filme de animação tradicional. E foi baseado na obra de Hamlet (Shakeaspeare) – Isso eu vi Na Wikipedia.

Ah, que delícia lembrar de O Rei Leão! ^^ E você? Se lembra? Gosta? Qual teu filme inesquecível que marcou a infância? Agora HAKUNA MATATA e SAIDAQUI!

@amanda_arm dia 31 de maio de 2010
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Pessoas, momentos e coisas

Fuçando em meus textos antigos e fotologs abandonados, achei algumas coisas legais. Esse me deu vontade imediata de postar, então lá vai:

Some dance to remember. Some dance to forget.
Certas pessoas, momentos e coisas são completamente inesquecíveis.
Existem aqueles que passam. Aparecem de um jeito “the flash”, e se vão na mesma velocidade. São rápidos, mas deixam rastros definitivos.
Há os que não te deixam. aquelas pessoas que estão há tempos ao seu lado. Esses a gente conhece de olhos fechados, de ponta cabeça e até embaixo d’água.
Momentos decisivos. Momentos comuns, normais, tristes e felizes. Momentos que a gente guarda pra sempre, como uma fotografia dentro da cabeça.
Existem aqueles que nem em mil palavras poderiam ser descritos. Aqueles onde nada é falado, e muito é dito. Aqueles onde se deseja que o tempo pare.
E aqueles tristes? Os que mais fazem doer, apertar, machucar. Esses ensinam. Muito mais do que se imagina.
Por isso, meu espírito se prendeu na infância. E é por lá que eu quero que ele fique. Por muito tempo.
Um dia me trouxeram pra esse mundo adulto. Cheio de intrigas, complicações, preocupações e responsabilidades e frustrações.
E nesse meio-termo de menina e mulher eu me encontrei. Bom, não 100%, mas o suficiente pra dizer que não sou o que você acha. Muito menos o que pareço. Também não sou o que te disseram. E nunca vou ser o que você quer que eu seja.

By @amanda_arm on 16/07/06 – Céu estrelado. Mais lindo que um dia comum poderia mostrar.

@amanda_arm dia 12 de novembro de 2009
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