Sobre o primeiro que foi embora
postado por Amanda Armelin em 15/09/2016
(mais um da série #homensdaminhavida) Leia ao som dessa música aqui. Não importa quanto o tempo passe: você será sempre meu melhor abraço. O exemplo perfeito de simplicidade e humildade, o único que eu ainda daria um pedaço de mim só pra reencontrar mais uma vez. O primeiro que partiu de verdade meu coração quando foi embora de surpresa. A prova de que a vida é realmente um sopro e que não...
Seja a mulher que seu ex vai sentir falta
postado por Amanda Armelin em 19/12/2013
“Já faz algum tempo, recebi uma mensagem de um ex-namorado, que dizia: “vou passar o resto da vida me perguntando por que não deu certo”. Eu tinha todas as respostas, mas achei que nem era mais hora de falar. Depois de oito anos de namoro, ele ficou em dúvida. Sofri com a dúvida dele. Mas a dúvida dele acendeu um ponto de interrogação dentro de mim. Terminei o namoro e não olhei pra trás....
Feliz Casamento!
postado por Amanda Armelin em 02/10/2012
Ela me conhece desde a 6ª série. Nunca me esqueço do dia em que ela foi se apresentar: chegou na minha casa, chamou pelo meu nome (que até hoje eu não sei como ela descobriu) e, rodeada por um monte de gente que morava ali por perto, me disse: “Oi! Meu nome é Ariana. Sou sua vizinha e vim chamar você pra ficar aqui na rua um pouco com a gente…” E por vários anos, nunca mais nos...
Parabéns, melhor amiga!
postado por Amanda Armelin em 04/07/2012
Eu não me lembro a exata situação em que te conheci. Mas sei, que desse dia em diante minha vida nunca mais foi a mesma. E que a gente nunca mais se desgrudou. Lembro que você estava ao meu lado quando nós nos formamos. Quando eu aprendi a dirigir. Quando meu avô morreu. Quando meus pais se separaram. Quando minha avó morreu. Quando eu operei. Quando eu saí de casa. Quando eu não sabia fazer...
Obrigada por ter ido embora
postado por Amanda Armelin em 29/05/2012
Escuto no silêncio que sua voz sempre deixa de dizer muito mais do que o coração teria dito se a boca ou o orgulho tivessem permitido pegar o telefone e discar aqueles números. Esses mesmos números tão conhecidos pela memória, a ponto dos dedos traírem e serem ainda mais rápidos sempre que precisava utilizá-los: um movimento quase automático que eu sempre tinha que me lembrar de esquecer. Era...