Vamos falar de simpatia. Ou, melhor ainda: de eduação e cordialidade nível básico.
Porque convenhamos, tem muita gente precisando por aí.
É um tal ver gente andando na rua com cara fechada, semblante de bravo, irritado ou estressado que chega a dar calafrios só de lembrar.
Concordo que ninguém precisa sair sorrindo de graça feito palhaço por aí (embora eu o faça) e que todo mundo tem seus dias de cão. Às vezes as coisas não dão certo mesmo, acontece com qualquer um.
Meu ponto é: Até onde é aceitável que você desconte suas frustrações em outra pessoa?
Porque alguém que não tem nada a ver com seus problemas deve pagar por eles?
E pior de tudo: Qual o propósito em ser mau-humorado?
Exatamente. Ninguém tem NADA a ver com seus problemas.
E se para você, simpatia e cordialidade não são nada naturais, que seja pela boa educação: sorrir não dói.
Pelo contrário: a máxima “gentileza gera gentileza” pode ser clichê, mas é totalmente real.
Quantas vezes você não entrou em algum estabelecimento e foi tão mal atendido que desistiu de comprar o produto? E quantas vezes você nem precisava tanto de algo, mas acabou convencido pela simpatia do vendedor? Então! Prova viva de que sorrir e ser educado faz sim, toda a diferença.
Não apenas em compras, mas em como você é tratado em geral. Quem distribui sorrisos ganha vários de volta. E por um ângulo ainda mais positivo, você pode ocasilnalmente e sem querer ajudar a melhorar o dia de quem talvez não esteja tão bem.
Onda de sorrisos: eu pratico. Diariamente.
Tão simples, porém tão raro.
De novo, sorrir não dói.
SaiDaqui!
Sim, você leu o título do post corretamente.
Raciocinemos: Ninguém gosta de depender de ônibus. Especialmente aqueles lotados de final de expediente, com cheiro desagradável de CC e cheio de caras carrancudamente mau humoradas.
Gente que trabalhou o dia todo e não vê a hora de chegar em casa para descansar com a família, o cachorro, o periquito e a sogra.
Gente que reza para que o ônibus chegue logo ao seu destino.
Gente mal educada.
Gente que não cede lugar à idosos, gestantes ou deficientes.
E o pior tipo de gente: os indiferentes. Passam pela catraca do ônibus como se o cobrador não existisse, pagam suas passagens como se estivessem dando esmola ao pobre coitado, e nunca se dão ao trabalho de pelo menos esboçar um início de sorriso no canto da boca.
Muito me admira como existem cobradores pacientes e bem humorados ainda no mundo. Sério. Eu não aguentaria dois dias na profissão.
Sempre me surpreendo como a qualquer hora do dia sou bem tratada ao entrar em um ônibus (claro que existem excessões, mas são raras). Como é gostoso ouvir um bom dia, ou apenas receber um aceno gentil. E penso eu que deve ser igualmente satisfatório para o cobrador receber a gentileza em troca.
Da próxima vez que você tiver que utilizar os serviços de transporte público, trate bem o cobrador. Gentileza gera gentileza.

Porque do post? Porque acabo de comprar um carro (mais uma das milhares de conquistas ao lado do bem amado ^^) e a partir de agora não utilizarei mais os serviçoes de ônibus. E confesso que vou sentir falta dos cobradores.
E se dependesse de mim, o mundo teria mais do bom humor deles.
Agora SaiDaqui!