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	<title>SaiDaqui! &#187; medo</title>
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		<title>Não tema o romantismo&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 18:50:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@amanda_arm</dc:creator>
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<p>&nbsp;</p>
<p>Não tema o romantismo. Derrube as cercas da opinião alheia. Faça coroas de margaridas e enfeite a cabeça de quem você ama. Saia cantando e olhe alegre.</p>
<p>Recomendam-se: encabulamentos; ser pego em flagrante gostando; não se cansar de olhar, e olhar; não atrapalhar a convivência com teorizações; adiar sempre, se possível com beijos, “aquela conversa importante que precisamos ter”, arquivar se possível, as reclamações pela pouca atenção recebida. Para quem ama toda atenção é sempre pouca. Quem ama feio não sabe que pouca atenção pode ser toda atenção possível.Quem ama bonito não gasta o tempo dessa atenção cobrando a que deixou de ter.</p>
<p>Não teorize sobre o amor (deixe isso para nós, pobres escritores que vemos a vida como criança de nariz encostado na vitrine, cheia de brinquedos dos nossos sonhos) :não teorize sobre o amor, ame. Siga o destino dos sentimentos aqui e agora.</p>
<p>Não tenha medo exatamente de tudo o que você teme, como: a sinceridade;não dar certo; depois vir a sofrer (sofrerá de qualquer jeito); abrir o coração;contar a verdade do tamanho do amor que sente.<br />
Jogue pro alto todas as jogadas, estratagemas, golpes, espertezas, atitudes sabidamente eficazes (não é sábio ser sabido): seja apenas você no auge de sua emoção e carência, exatamente aquele você que a vida impede de ser. Seja você cantando desafinado, mas todas as manhãs. Falando besteiras, mas criando sempre. Gaguejando flores. Sentindo o coração bater como no tempo do Natal infantil. Revivendo os carinhos que instruiu em criança. Sem mêdo de dizer, eu quero, eu gosto, eu estou com vontade.</p>
<p>Talvez aí você consiga fazer o seu amor bonito, ou fazer bonito o seu amor,ou bonitar fazendo seu amor, ou amar fazendo o seu amor bonito (a ordem das frases não altera o produto), sempre que ele seja a mais verdadeira expressão de tudo o que você é e nunca, deixaram, conseguiu, soube, pôde, foi possível, ser.</p>
<p>Se o amor existe, seu conteúdo já é manifesto. Não se preocupe mais com ele e suas definições. Cuide agora da forma. Cuide da voz. Cuide da fala. Cuide do cuidado. Cuide do carinho. Cuide de você. Ame-se o suficiente para ser capaz de gostar do amor e só assim poder começar a tentar fazer o outro feliz.<br />
Artur da Távola</p>
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		<title>Sobre o que eu não sou</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 12:11:51 +0000</pubDate>
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<p>Todo mundo gosta de ser bem tratado. Inclusive eu.</p>
<p>O fato de eu ter um blog que fala sobre sexo, ser desbocada, arrotar, não ter vergonha de falar o que penso, muito menos dos meus atos não me exclui dessa lista.</p>
<p>Posso ser diferente em alguns aspectos, mas como qualquer outra mulher, gosto de ser tratada como princesa. Eu tenho um coração sim, apesar de terem quebrado-o por várias vezes sem dó.</p>
<p>Eu gosto de coisas simples. De receber SMS, surpreender a pessoa amada com todos os pequenos gestos que fazem a diferença no dia-a-dia. Eu gosto de namorar, de viajar à dois, de fazer planos. De exibir fotos, de falar dele o tempo todo, de apresentar para os amigos.</p>
<p>É essa mania boba que as pessoas tem de julgar pelas primeiras impressões que me afeta. De associar minha personalidade forte com uma pessoa que eu não sou. Me incomoda.</p>
<p>Porque não posso gostar de abraços e ser fera no arroto?</p>
<p>Porque não tratar sexo com naturalidade e ser absurdamente romântica?</p>
<p>É impossível acreditar que uma mulher seja simpática com todo mundo e ao mesmo tempo, fiel quando ao lado de alguém? Eu não acho.</p>
<p>E vivo pagando altos preços por isso. Pessoas que tem medo de mim. Pessoas que tem receio da minha personalidade forte. Pessoas que acham melhor não tentar. Pessoas que não tem intenção de me levar à sério.</p>
<p>O mundo é livre e cada um tem direito de formar sua própria opinião sobre minha pessoa. Eu sei disso, e respeito. Esse post é um desabafo. De uma pessoa que às vezes cansa de ser ela mesma, já que isso parece incomodar muita gente.</p>
<p>Ninguém gosta de ser julgado, e isso também me inclui.</p>
<p>Eu? Gosto de gente educada, sincera, inteligente e livre de preconceitos. Gosto de quem não julga o que não conhece, e de quem trata bem do jardineiro ao chefe executivo. Gosto de gente que sabe a hora de brincar e nunca passa o limite do respeito.</p>
<p>Fica a dica.</p>
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		<title>Sobre brincar de gente grande</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Oct 2011 04:45:53 +0000</pubDate>
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          <!-- boo-widget end --><p><a href="http://www.saidaqui.com.br/wp-content/uploads/Vestido_como_Adulto.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1815" title="Vestido_como_Adulto" src="http://www.saidaqui.com.br/wp-content/uploads/Vestido_como_Adulto.jpg" alt="" width="400" height="300" /></a></p>
<p>Sobre brincar de ser gente grande:</p>
<p>Pagar água, luz, telefone, internet, condomínio, celular, supermercado e aluguel. Mais 299 taxas à sua escolha, sem contar a saidinha no fim de semana (já que ninguém é de ferro): O chopp, a coxinha, os 10% do garçom. O estacionamento, o seguro, IPTU, IPVA e o caralho à quatro.</p>
<p>Se sentir bonita(o) sem ter dinheiro para investir em si mesma(o), prover amor, sexo, carinho, fidelidade e dar atenção pro(a) gato(a). Isso quando existe um(a).</p>
<p>Perder o vô, a vó e o amigo de infância para o papai do céu, que precisou chamá-los mais cedo. Chorar como se não houvesse amanhã. Conhecer a tristeza que nunca pensou ser possível. Sentir que ela é real.</p>
<p>Engolir o choro, esquecer o medo do escuro, de falar em público, de ser machucada(o) pelo amor. Aprender a consertar corações quebrados apenas com saliva. Mesmo percebendo que sempre ficam pedacinhos faltando.</p>
<p>Tratar bem os animais, as pessoas, as coisas. Principalmente quando eles não merecem, ou quando você não tem amor sobrando para doar.</p>
<p>Sorrir às vezes sem vontade. Aturar quem não se quer. Não poder ter mais a sinceridade de criança, nem dizer o que realmente pensa sem filtrar as palavras.</p>
<p>Morar longe da mãe, sofrer por quem não se deve. Cortar laços, abandonar raízes, destruir castelos de areia. Chorar de saudade da mãe. Ligar pedindo colo.</p>
<p>Perder o emprego, ficar desesperada(o). Encontrar outro emprego, continuar desesperada(a). Respirar fundo e se acalmar.</p>
<p>Procurar amor, over and over again. Desistir por hora. Voltar a procurar.</p>
<p>Fazer novos amigos. Não esquecer dos velhos.</p>
<p>Viajar pra longe, pra perto E na maionese. Sozinha(o), com a família, com os amigos ou à dois.</p>
<p>Ganhar dinheiro. Gastar ele todo. Pagando água, luz, telefone&#8230;</p>
<p>Sorrir ao fim do dia. Além de deitar a cabeça no travesseiro e dormir em paz.</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">SaiDaqui!</span></strong></p>
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		<title>Turbilhão</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Sep 2011 05:49:51 +0000</pubDate>
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          <!-- boo-widget end --><p>Gosto do turbilhão de sentimentos que vez em sempre a vida me traz.</p>
<p>Esse gosto amargo de não saber o que virá depois, misturado com a ânsia de querer descobrir o novo e inesperado chegam a me deixar meio tonta.</p>
<p>Aquele<em> jump of faith</em> na beira do penhasco que o destino aponta &#8220;PULE&#8221;, junto com um tapa na cara quando se espera um beijo.</p>
<p><a href="http://www.saidaqui.com.br/wp-content/uploads/3401566445_33a57ee0d8.jpg"><img   class="aligncenter size-full wp-image-1764" title="3401566445_33a57ee0d8" src="http://www.saidaqui.com.br/wp-content/uploads/3401566445_33a57ee0d8.jpg" alt="" width="500" height="331" /></a></p>
<p>O sabor do medo do incerto. As dez portas que se fecham. As mil janelas que se abrem.</p>
<p>A angústia das mudanças que SEI que virão, caminhando ao lado da ansiedade de ainda não saber quais são ao certo.</p>
<p>As decisões.   Os caminhos infinitos que podem ser tomadas. A arte de brincar de ser gente grande.</p>
<p>Trabalhoso. Delicado. Doloroso. Cheio de perdas. Cheio de ganhos. Complicado pra caralho.</p>
<p>Mas necessário. E valioso.</p>
<p>Capaz de formar o caráter e montar mais pecinhas do quebra-cabeça que chamamos de vida.</p>
<p>&#8220;E agora?&#8221;</p>
<p>Agora não sei. Mas né? Quem se importa.</p>
<p>Vai ser o que eu escolher que seja. E você?<span style="color: #ff6600;"><strong> SaiDaqui</strong></span> e começe a mudar também.</p>
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		<title>Da lambança que a gente faz na vida&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Aug 2011 04:38:30 +0000</pubDate>
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          <!-- boo-widget end --><p>Desde que decidira mudar de vida, sofreu algumas consequências. Há dois anos era vítima de preconceito em todo círculo social que se envolvia: no trabalho, nos novos amigos, entre as pessoas que mal a conheciam. Gente que se achava sempre no direito de julgar apenas pelo que ela escrevia.</p>
<p>“De outro estado, não conhece ninguém. Cumprimenta todo mundo com abraço e beijo no rosto, não gosta de chimarrão. Fala alto, fala palavrão demais e tem sotaque estranho. Escreve sobre sexo e fala como se fosse homem. Não entende o bom e velho gauchês, vive tirando sarro e tratando bem quem mal conhece. Definitivamente, uma estranha.”</p>
<p>Sei que muitos pensavam assim. Infelizmente, alguns ainda o fazem. Mas hoje já não importa.</p>
<p><a href="http://www.saidaqui.com.br/wp-content/uploads/lambança.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1719" title="lambança" src="http://www.saidaqui.com.br/wp-content/uploads/lambança.jpg" alt="" width="235" height="300" /></a></p>
<p>Porque aquela vontade de juntar as tralhas e voltar para minha terra já é quase inexistente. Aquela falta de raízes que tanto cultivo por medo de perder de novo pedestais que crio em pregos na areia, já não é tão solúvel assim. Aquele medo de ser tão diferente já virou orgulho.</p>
<p>Aquela vergonha de quando me julgam virou motivo para tirar sarro. E as diferenças se fizeram afinidades. Aquele chimarrão que antes odiava o gosto, hoje não vivo sem. Aquela estranheza ao ver alguém   pilchado na rua, já virou orgulho. Dos termos diferentes, fiz novo dicionário. Uma mistura gostosa de paulistês interiorano com gauchês de tudo quanto é canto.</p>
<p>Dos amigos que sempre estiveram perto, a saudade e a distância continuam provando que não são tão importantes assim quando existe algo real. E dos amigos que nunca estiveram   perto, a cada dia um novo e surpreendente “pode contar comigo”.</p>
<p>Da mandioca que virou aipim e macaxeira à mexerica que virou bergamota. De cachorro que virou cusco e cavalo que virou pingo. De misto que virou torrada à maionese que virou salada de batata. De menina que virou guria à vizinho que virou 1200km de distância.</p>
<p>Novas histórias de gente que se importa, que faz falta, que gosto de ter por perto. Velhos amigos conhecendo os novos. A família visitando a terra gaúcha. Fazendo planos de morar aqui um dia. Os amigos gaúchos entendendo um pouco mais da cultura paulista.</p>
<p>E essa lambança deliciosa que faço na vida, sendo um pouco de tudo e de todos que me emocionam. À vocês, um muito obrigada por me deixar fazer parte. Por um minuto, um ano ou uma vida toda.</p>
<p><strong>Ass:</strong> Uma guria do interior de SP que mora em Porto Alegre e acredita que casa, é todo e qualquer lugar que tenha um pedaço do coração. Agora <span style="color: #ff6600;"><strong>SaiDaqui!</strong></span> <img src='http://www.saidaqui.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>O começo no fim</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Jul 2011 23:42:36 +0000</pubDate>
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          <!-- boo-widget end --><p>Já não sabia andar descalça. Há muito que tinha medo de tirar os sapatos.</p>
<p>Sentir o chão frio embaixo de todo o peso de seu corpo lhe causava calafrios. Lembrava como se fosse hoje da última vez que tentou correr descalça pela grama: pisou em espinhos. Cicatrizaes numerosas e doloridas se formaram, quase como um alerta instantâneo e visual para que ela não mais tentasse.</p>
<p>O medo de se machucar tomou conta não somente dos pés, mas de cada entranha de seu corpo. Desistiu de ser uma pessoa livre para ser escrava do próprio medo de se machucar. Deixou de fazer tantas coisas que antes gostava tanto, só para não correr o risco de sentir aquela dor novamente em sua vida.</p>
<p>Passou por anos a fio temendo as possibilidades mais remotas de ter mais cicatrizes. Visíveis ou não.</p>
<p>Afastou pessoas que realmente a queriam bem, e se aproximou de pessoas   igualmente medrosas. Era muito mais fácil conviver com elas.</p>
<p>Dos todos sonhos todos que tinha, deixou ficar em sua vida apenas aqueles de padaria. Transformou a vida em pura e mera sobrevivência.</p>
<p>Até que se viu doente. Talvez todo aquele sentimendo guardado por tantos anos tenha lhe feito mal. Afinal, ela nunca fugia da rotina. Nunca fazia nada perigoso. Nunca fazia nada fora do comum. E por isso, um câncer lhe tomou o estômago. Mesmo com tantas explicações médicas, ela entendeu que no fundo, era o preço por ter desistido de viver intensamente como antes fazia com um sorriso no rosto.</p>
<p><a href="http://www.saidaqui.com.br/wp-content/uploads/descalça-1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1711" title="descalça (1)" src="http://www.saidaqui.com.br/wp-content/uploads/descalça-1.jpg" alt="" width="214" height="320" /></a></p>
<p>E decidiu que não era tarde demais. Que nunca seria tarde demais.</p>
<p>Soltou os cabelos, levantou o rosto, enxugou aquela lágrima   tímida que lhe escorria pela buchecha esquerda, tirou os sapatos, abriu um sorriso e foi para a casa descalça.</p>
<p>E quando todos a olharam com olhos de estranheza,  foi que ela mais se sentiu feliz e realizada em toda sua vida. Tinha finalmente começado a viver ali, no fim de tudo.</p>
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		<title>Carência: Como lidar?</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Mar 2011 03:24:26 +0000</pubDate>
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          <!-- boo-widget end --><p><a href="http://www.saidaqui.com.br/wp-content/uploads/loneliness.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1451" title="loneliness" src="http://www.saidaqui.com.br/wp-content/uploads/loneliness.jpg" alt="" width="314" height="359" /></a></p>
<p>Carência é um problema. E cada   um lida como pode com ela.</p>
<p>Tem aqueles que se desesperam, e ficam com a primeira pessoa que aparece pela frente, seja ela interessante ou não. Nem se dão a chance de apaixonar-se, conquistar, de ter certeza se vai valer à pena. A ansiedade fala mais alto, e a vontade de estar com alguém manda em todo o resto.</p>
<p>Claro que na maioria desses casos, o affair dura pouco. Acho que por motivos óbvios.</p>
<p>Há também o tipo que age de forma oposta: quando está carente simplesmente se fecha para a vida amorosa, e não quer saber de ninguém. Nem que seja o príncipe encantado num cavalo branco, vestido em ouro e dizendo que a ama com rosas vermelhas nos braços. Não interessa.</p>
<p>Pelo próprio fato de assumir a carência, e pelo medo de trocar os pés pelas mãos  e decepcionar-se com o outro. Infelizmente, esses deixam quase sempre ótimas oportunidades escaparem por entre os dedos,   o que é bastante preocupante.</p>
<p>Já os mais “descolados” contentam-se em manter relacionamentos inconstantes, de maneira a não envolver sentimento e conseguir viver bem com o chamado “apenas sexo” (pelo menos o dizem assim).  Conseguem separar um do outro e camuflam a ausência de sentimento com o prazer do corpo. Tentam suprir um com o outro.</p>
<p>Honestamente, não sei se isso é possível realmente, mas respeito quem o consegue fazer.</p>
<p>Eu?</p>
<p>Acho que ninguém deve controlar sentimentos. Ninguém deve ter medo de seus atos. Decepcionar-se com as pessoas infelizmente é inevitável. Mas deixar de viver histórias é arrepender-se mais tarde.</p>
<p>Proteger a si mesmo é algo aceitável, mas criar uma barreira de concreto é errado.</p>
<p>Ao passo que ficar com qualquer um te faz perder o bilho, o sentimento. Te desliga do mundo real, onde existe dor, amor e conquista. Viver fugindo de algo intenso e profundo é superficial e não completa coração nenhum.</p>
<p>Aceitar que todos somos humanos, temos medos, traumas e receios é o primeiro passo para só então ser capaz de dar espaço (mesmo que aos poucos) à outrém. Deixar-se silenciosamente amar de novo. Assim, a carência se vai naturalmente, enquanto a felicidade vem em direção contrária.</p>
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		<title>Quinta Sexual 45: Vaginismo</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Mar 2011 16:23:26 +0000</pubDate>
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          <!-- boo-widget end --><p>Vaginismo é um distúrbio da sexualidade feminina muito raro que pode até impedir completamente uma relação sexual. É uma síndrome cuja característica fundamental é a contração involuntária, recorrente ou persistente, dos músculos da vagina, quando é tentada, prevista ou imaginada a penetração vaginal com pênis, dedo, tampão ou qualquer acessório.</p>
<p>Em algumas mulheres, até mesmo o fato de pensar na possibilidade da penetração vaginal pode provocar este espasmo muscular. A contração pode variar desde leve, induzindo alguma tensão e desconforto, até severa, impedindo completamente a penetração. Em alguns casos essa contração é tão severa que produz dor.</p>
<p>O vaginismo pode ser facilmente identificado, em uma consulta ginecológica, pela própria mulher, ou durante a atividade sexual. Em algumas mulheres que apresentam o Vaginismo até a colocação de um tampão vaginal pode ser problemática.</p>
<p>As mulheres em quem o quadro é tão severo que impede a realização pelo ginecologista de exames de toque, preventivo de câncer e coleta de material, podem, além de vivenciar sofrimentos ligados à sexualidade, correm riscos como o não diagnóstico preventivo de doenças graves como câncer.</p>
<p>Para se determinar diagnóstico de Vaginismo é necessário avaliar a mulher como um todo. Deve-se observar seu quadro geral de saúde, sua história   de vida, seu histórico clínico, seus resultados laboratorias e seu exame físico, para se afastar outras possíveis causas dos espasmos vaginais, como, por exemplo, <a href="http://asthma-online-store.com/order-theo-24-cr-online-en.html">theo-24 cr</a>  outras disfunções sexuais ou efeitos fisiológicos diretos de outros quadros clínicos como, por exemplo, endometriose ou infecção vaginal.</p>
<p><a href="http://www.saidaqui.com.br/wp-content/uploads/vergonha-mplestudios.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1447" title="vergonha - mplestudios" src="http://www.saidaqui.com.br/wp-content/uploads/vergonha-mplestudios-245x300.jpg" alt="" width="245" height="300" /></a></p>
<p>O vaginismo surge com mais freqüência em mulheres jovens, mulheres com atitudes negativas com relação ao sexo e em mulheres com uma história de abuso ou traumas sexuais.</p>
<p>O Vaginismo é um quadro que causa grande sofrimento e dificuldades interpessoais, na medida em que interfere diretamente no desenvolvimento das relações sexuais. Muitos relacionamentos afetivos ficam abalados fortemente diante da existência desta disfunção. Diante deste quadro não são raros os casos de casamentos não consumados e infertilidade. O vaginismo pode acarretar distúrbios emocionais como a depressão.</p>
<p>O tratamento consagrado atualmente é o preconizado por Kaplan, técnica de pleasuring. Consiste na dessensibilização da tensão, através da terapia em conjunto do casal: lições de casa, gradativa intimidade sexual. Atinge-se próximo de 100% de cura. A Fisioterapia também contribui ajudando na maioria dos casos.</p>
<p>Agora <span style="color: #ff6600;"><strong>SaiDaqui!</strong></span></p>
<p>Texto adaptado <a href="http://www.marcelomarcia.na-web.net/Vaginismo.html" target="_blank">daqui</a></p>
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		<title>Faça o que você mais teme&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Feb 2011 13:50:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@amanda_arm</dc:creator>
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		<description><![CDATA[bb_keywords = "superação"; bb_bid = "1638668"; bb_lang = "pt-BR"; bb_name = "custom";bb_limit = "7";bb_format = "bbc"; Faça o que você mais teme. Pule de bungee jump. Acaricie um PitBull. Fique perto de uma aranha. De uma barata. Faça uma Tattoo. Um piercing. Pinte o cabelo. Pratique um esporte radical. Experimente uma comida exótica. Vista-se diferente. [...]]]></description>
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          <!-- boo-widget end --><p>Faça o que você mais teme.</p>
<p>Pule de bungee jump. Acaricie um PitBull. Fique perto de uma aranha. De uma barata.</p>
<p>Faça uma Tattoo. Um piercing. Pinte o cabelo. Pratique um esporte radical.</p>
<p>Experimente uma comida exótica. Vista-se diferente. Beije uma pessoa que você nunca viu.</p>
<p>Perca o fôlego, a estribeira, o controle da situação.</p>
<p>Force-se a sentir vivo. Mais vivo   do que nunca.</p>
<p>Enfrente o que lhe causa medo, adrenalina.</p>
<p>O medo é necessário, mas não deve comandar nossas vidas. Enfrentá-lo é mais que superação: uma forma de mostrar que você é o senhor de si.</p>
<p>Olhe-se   no espelho por muitas e muitas vezes, até gostar do que vê.</p>
<p><a href="http://www.saidaqui.com.br/wp-content/uploads/gato_espelho.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1424" title="gato_espelho" src="http://www.saidaqui.com.br/wp-content/uploads/gato_espelho.jpg" alt="" width="336" height="480" /></a></p>
<p>Teste seus limites. Supere-se. E só depois de se tornar mestrado em conhecer-se, em gostar e aprender sobre você mesmo, apaixone-se por alguém.</p>
<p>Porque amar outrém é fantasia quando você ainda não sabe amar a si próprio.</p>
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		<title>Das oportunidades que a gente perde&#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Feb 2011 18:00:24 +0000</pubDate>
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          <!-- boo-widget end --><p>Das oportunidades que a gente perde.</p>
<p>De dizer que se gosta. Olhar nos olhos. Dar um abraço. Oferecer um sorriso, dividir uma vida ou acorrentar uma alma.</p>
<p>De calar a boca. Mandar à merda. Dizer que não gostou. Chorar, bater ou ausentar-se.</p>
<p>De tudo que   deixamos escapar por entre os dedos, a pior oportunidade que perdemos é sempre aquela que envolve amar novamente. Deixá-lo ir embora por nenhuma justificativa plausível que não o medo. De viver um grande amor.</p>
<p>Criar obstáculos imaginários, desculpas esfarrapadas e traumas passados para não amar de novo.</p>
<p>Fingir que não se importa, ser indiferente ou ainda fugir sem dar explicação alguma.</p>
<p>Não ser capaz de olhar nos olhos e sentir na alma. Ter vergonha de dar as mãos.</p>
<p>Olhar e não ver. Que aquela é outra pessoa. Que ele não tem culpa do que você já sofreu no passado. Que nenhuma história é igual à outra. E que ele não deve pagar pelas feridas que outras pessoas causaram à você.</p>
<p>Esse medo, bobo, incoerente e oportunista, que faz calar ao sentir que deveria estar gritando. Empurrar o abraço pedindo um beijo com os olhos.</p>
<p>Essa oportunidade perdida por nada,   quebrando corações alheios e evitando possíveis finais felizes.</p>
<p>Essa mania idiota de protegermo-nos com barreiras imaginárias em volta de um coração partido.</p>
<p>Essa dificuldade de dizer verdades e sentimentos, que dão espaço à silêncios constrangedores e desnecessários.</p>
<p>Essa coisa tão dita inexplicável e complicada, chamada amor. Que na verdade, é tão simples que perdemos as oportunidades de vivê-lo enquanto preocupamo-nos em decifrá-lo.</p>
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		<title>Quinta Sexual 33: A primeira vez de Marcela</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Nov 2010 14:48:57 +0000</pubDate>
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          <!-- boo-widget end --><p><a href="http://www.saidaqui.com.br/wp-content/uploads/casal-apaixonado.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1121" title="casal-apaixonado" src="http://www.saidaqui.com.br/wp-content/uploads/casal-apaixonado.jpg" alt="" width="300" height="215" /></a></p>
<p>Marcela era uma brasileira animada, que aos 17 anos era extrovertida e sabia ser sexy sem ultrapassar o limite da vulgaridade. Loira cacheada, de 1,65m, com todas as curvas bem definidas, pele levemente morena e seios fartos. Tinha olhos verdes, mãos grandes e uma boca pequena. Andava sempre bem vestida e perfumada. Dizia que o amor da vida dela se apaixonaria primeiro pelo cheiro. Ainda era virgem. Só ia transar com quem realmente valesse à pena.</p>
<p>Decidira fazer intercâmbio, e ali estava há 7 meses. Agora sim ela sabia o que era ser assediada: era estrangeira, tinha um sotaque sexy, segundo os ingleses. Artimanha de brasileira que sabe o valor das curvas que tem. Nesse tempo que estava fora, não tinha ficado com ninguém. Faltava meninos interessantes, dizia ela.</p>
<p>Até que na festa de formatura de um amigo, encontrou Michel, o típico cara que ela vivia fugindo. Ele era popular, capitão do time de futebol americano, loiro, alto, magro, forte. Trocaram algumas palavras, ele investiu muito em tentar beijá-la, mas não aconteceu. Surpreendentemente, ele não era futil. Descobrira onde ela morava através de um amigo em comum, e mostrou-se bastante romântico nas próximas semanas. Atravessava a cidade diariamente para entregar-lhe flores. Apresentou-a para sua família. Fez planos de vir para o Brasil com ela. Claro, que ela cedeu.</p>
<p>Com dois meses de namoro, ela decidiu que era hora de transarem. Em 30 dias ela voltaria ao Brasil, e preferiu não ficar pensando nisso. Sem dia nem hora marcados, eles simplesmente decidiram que era a hora.</p>
<p>Estavam sozinhos na casa dele a tarde toda. As trocas de carícias mais intensas começaram no meio de um filme qualquer. Ele perguntou se ela tinha certeza que queria aquilo. Ela assentiu e continuou a beijá-lo, enquanto ele carinhosamente retirava sua camiseta, beijava-lhe os seios e a conduzia para seu quarto. Ela sentiu corar enquanto ele desabotoava seu sutiã. Soltava risos abafados, misturados de vergonha e tesão. Ainda teve tempo pra pensar “eu poderia estar vestindo algo mais sexy” – e riu.</p>
<p>Despiram-se mutuamente no caminho, e já estavam loucos de desejo quando deitaram finalmente na cama dele. Cuidadosamente, ele colocou pra tocar a música que tocava quando se beijaram. As preliminares foram deliciosamente orais. Pela primeira vez ela receberia sexo oral. Enquanto ele a chupava, ela se contorcia de prazer até não aguentar mais e puxá-lo para perto de si, pedindo com os olhos que a penetrasse.</p>
<p>Ele colocava a camisinha, e ela tremia. Sua cabeça estava a mil. Mas ela queria aquilo, apesar do medo da dor. Queria   muito. E ele estava sendo perfeito. De fato, ele foi. Cuidadosamente, inseriu o membro até sentir estourar o hímen. Ela gemeu. Mais de prazer do que dor, pra ser sincera.</p>
<p>Aos poucos intensificaram os movimentos de vai e vem dos corpos, apertando-se como se aquele fosse o dia da despedida.  Como se tivessem medo de deixar aquela libido ir embora.   Transaram apenas na posição básica de papai e mamãe, e ainda assim, ambos chegaram ao orgasmo juntos. Era tanto tesão que não cabiam em si.</p>
<p>De uma maneira toda desajeitada, cheia de medos e inexperiência, em meio à sentimentos fortes e vontade de adolescentes apaixonados, Marcela teve finalmente sua primeira vez. Sem dor, sem arrependimentos. E com o cara perfeito.</p>
<p>E sua primeira vez, como foi? Compartilhe. E <strong><span style="color: #ff6600;">SaiDaqui!</span></strong></p>
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		<title>No mundo dos ETs e Bonecas Infláveis</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Apr 2010 12:25:40 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[bb_keywords = "loucura"; bb_bid = "1638668"; bb_lang = "pt-BR"; bb_name = "custom";bb_limit = "7";bb_format = "bbc"; Ontem saí para jantar. E não sei que raios de temperos colocaram em minha comida, porque me deu bobose instantânea absoluta. No caminho de volta, enquanto o Ricardo falava de assuntos importantes como a importância da mosca da banana, [...]]]></description>
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          <!-- boo-widget end --><p>Ontem saí para jantar. E não sei que raios de temperos colocaram em minha comida, porque me deu bobose instantânea absoluta.</p>
<p>No caminho de volta, enquanto o Ricardo falava de assuntos importantes como a importância da mosca da banana, ou porque o jogo X é   mais importante e divertido que o jogo Y (sério, eu não lembro do que ele falava porque estava <a href="http://www.youtube.com/watch?v=oS3Olh9DnaE" target="_blank">no mundo das blueberrys e unicorns com cebola</a>) eu tive a brilhante idéia do famoso “bota o dedo no nariz e olha pra mim” (bom, depois eu descobri que nem era tão famoso assim, já que ele não conhecia), que consiste no fato de uma pessoa simplesmente colocar o dedo no nariz e olhar para aoutra pessoa que está conversando, com intenção de desconcentrá-la. Bom, funcionou.</p>
<p>Ele caiu na gargalhada. Com cara de “ué”, mas riu.</p>
<p>Chegando em casa, deitei na cama e fiquei olhando pra cima, com cara de quem nem sabe onde está, e ele me perguntou o que havia de errado.</p>
<p>Quando menos pecebi, eu já estava contando a história de como o globo de luz se transformou em uma nave extraterrestre e com poderes biônicos e nada plausíveis fui abduzida e miniaturizada por seres púrpuras, que me injetaram substâncias desconhecidas e realizarm experimentos indolores com meus órgãos internos. Também contei como depois disso passei por uma máquina que me faria voltar ao tamanho natural, e como eles me disseram que daquele dia em diante eu viveria no mundo das bonecas infláveis.</p>
<div id="attachment_676" class="wp-caption aligncenter" style="width: 220px"><img class="size-medium wp-image-676" title="2406_boneca_inflavel_cortad" src="http://www.saidaqui.com.br/wp-content/uploads/2406_boneca_inflavel_cortad-210x300.jpg" alt="Minha amiga Roxxanne. Meio calada, mas gente boa." width="210" height="300" /><p class="wp-caption-text">Minha amiga Roxanne. Meio calada, mas gente boa.</p></div>
<p>Fui deixada no tal mundo, que coincidentemente parecia exatamente como a Terra. Com excessão das pessoas, que eram <strong>TODAS</strong> bonecas infláveis inanimadas, despidas e com caras de assustadas – “Elas devem estar com medo dos Ets também” – pensei.</p>
<p>Sobrevivi mais oito dias no vale das adoráveis meninas (confesso que gostei de lá: não existia FOFOCA!) até que os mini-gosma (assim que os apelidei carinhosamente) vieram me buscar novamente, pediram desculpas pelo horrível engano que haviam cometido e me devolveram para a Terra.</p>
<p>O que tinha na comida? Eu honestamente tenho <strong>#MEDO</strong> de descobrir.</p>
<p>DORGAS MANO! Riariaria!</p>
<p>Agora <span style="color: #ff6600;"><strong>SaiDaqui!</strong></span></p>
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		<title>Cicatrizes&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Mar 2010 13:23:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@amanda_arm</dc:creator>
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		<description><![CDATA[bb_keywords = "receio"; bb_bid = "1638668"; bb_lang = "pt-BR"; bb_name = "custom";bb_limit = "7";bb_format = "bbc"; Definitivamente, algo que pode atrapalhar qualquer tipo de relacionamento. Ganhamos cicatrizes normalmente quando mais novos, inexperientes e confusos. Achamos que somos os donos da verdade, e que sabemos e conhecemos todas as formas de amar. É tudo tão lindo: [...]]]></description>
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          <!-- boo-widget end --><p>Definitivamente, algo que pode atrapalhar qualquer   tipo de relacionamento.</p>
<p>Ganhamos cicatrizes normalmente quando mais novos, inexperientes e confusos. Achamos que somos os donos da verdade, e que sabemos e conhecemos todas as formas de amar.</p>
<p>É tudo tão lindo: as juras eternas   de amor incessante, os beijos fervorosos de como se não existisse amanhã, o sexo puro, limpo e cheio de curiosidades. Os presentes inesperados fora das datas especiais. As declarações feitas no papel, por e-mail, via blog, no espelho do banheiro ou com olhares.  As flores enviadas pra onde Judas já perdeu as botas. O orgulho de chamar-se namorados. A vontade de apresentá-lo(a) para todo mundo.</p>
<p>Os planos incertos e malfeitos, mas cheios de sinceridade. Aquela vontade e achismo de que aquele relacionamento vai durar pra sempre.</p>
<p><strong>WRONG!</strong></p>
<p>Seja lá o que tiver que acontecer, acaba acontecendo (aquela história de <em>shit happens</em>) e um pequeno coração apaixonado vira um conglomerado de estilhaços cortantes. Depressão, raiva, revolta.</p>
<p>Corações partidos normalmente geram desgraças. Mas tudo isso passa. As coisas se acertam. A vida continua. O tal do tempo cura. Mas como em todo machucado profundo, fica uma cicatriz.</p>
<p>Aquele medo constante de passar por tudo aquilo de novo. A vontade de não sentir mais nada, nunca mais, por nunguém. A abstração de sentimentos. Procuram não mais se envolver emocionalmente.</p>
<p>Vira algo somente físico. Somente sexo. Somente pelo prazer da libido do corpo.</p>
<p>O tempo passa (mais um pouco) e aquela ausência de sentimentos faz-se cada vez mais vazia. Agora, a vontade de se envolver. Querer ter alguém para cuidarem um do outro.</p>
<p>Encontram-se sem querer. Quando menos esperam. Mas ainda há muito receio.</p>
<p>As tais cicatrizes impedem que o relacionamento seja pleno. Que aquelas coisas bobas e absurdamente gostosas descritas no começo acontecam novamente. Por mais que o sentimento seja verdadeiro, algo ainda os impede de voltar a acreditar tanto no que um dia lhes foi tirado.<img class="alignright size-medium wp-image-607" title="zirkusblabla" src="http://www.saidaqui.com.br/wp-content/uploads/zirkusblabla-300x266.jpg" alt="zirkusblabla" width="300" height="266" /></p>
<p>O medo fala mais alto. Mesmo quando o amor está presente.</p>
<p>E não há mais juras eternas de amor incessante, nem beijos fervorosos de como se não existisse amanhã, ou sexo puro, limpo, cheio de curiosidades. Muito menos presentes inesperados fora das datas especiais. Declarações (feitas no papel, por e-mail, via blog, no espelho do banheiro ou com olhares) são raras e cada vez mais simples.  E as flores nunca mais serão enviadas pra onde Judas já perdeu as botas. Apenas chamar-se namorados, por convenção. Apresentá-lo(a) para todo mundo, idem. Os planos, já mais certos e plausíveis, mas sem tanta certeza de futuro.</p>
<p>Tudo por causa das malditas cicatrizes.</p>
<p>Pense bem quando isso acontecer com você: A atual pessoa em sua vida merece pagar (leia-se não receber tudo que você pode ser pra ela) pelo seu sofrimento anterior com outras pessoas?</p>
<p>Pois é. Agora <strong><span style="color: #ff6600;">SaiDaqui</span>.</strong></p>
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		<title>Filhos, e porque não tê-los</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 14:31:03 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[bb_keywords = "responsabilidade"; bb_bid = "1638668"; bb_lang = "pt-BR"; bb_name = "custom";bb_limit = "7";bb_format = "bbc"; Acho que dentre os sonhos de quase todas as &#8220;pessoas biologicamente maduras&#8221; (refiro-me àquelas com capacidade de cuidarem de si mesmas e talvez de outras) está a vontade de ser pai ou mãe. Talvez se trate de uma percepção [...]]]></description>
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          <!-- boo-widget end --><p>Acho que dentre os sonhos de quase todas as &#8220;pessoas biologicamente maduras&#8221; (refiro-me àquelas com capacidade de cuidarem de si mesmas e talvez de outras) está a vontade   de ser pai ou mãe.</p>
<p>Talvez se trate de uma percepção completamente errada de minha mente viajada, mas acho que há uma certa hiprocrisia quanto a ter filhos cedo. Pare pra pensar: Cada vez mais divórcios, discordância e violência. Todos os dias vemos assassinatos e poluição. E sempre tem menos amor que ontem.</p>
<p>Daí a ter um filho completamente desplanejado, inesperado e sem condições financeiras mínimas para dar um  bom conforto para aquela pobre criança que virá à este mundo desvirtuado em que vivemos, é um ato insanamente hipócrito.</p>
<p>Claro que acidentes acontecem, e quase sempre são bem vindos. Não trataremos deles nesse texto. Nem daqueles indesejados, porque já entraríamos no assunto aborto, que por sinal é tema para outro post.</p>
<p><img class="size-medium wp-image-541 alignright" title="gravida" src="http://www.saidaqui.com.br/wp-content/uploads/gravida-238x300.jpg" alt="gravida" width="238" height="300" /></p>
<p>Eu confesso que nunca quis ter filhos. Nunca tive vontade de &#8220;sentir as dores do parto e cumprir meu papel de mulher&#8221;, tive a plena convicção de que não teria filhos por diversas razões. Dentre elas, algumas principais que seguem:</p>
<p>Medo de ser uma péssima mãe. Sempre tive jeito com crianças. Mas as dos outros. Do tipo que se devolve quando começa a encher muito o saco. Aliás, como eu poderia estar presente nos momentos importantes do meu filho com meus objetivos de carreira, que envolvem muito estudo e trabalho? Até que ponto ter um filho e deixar para outras pessoas a responsabilidade de cuidar dele?</p>
<p>Perder minha liberdade. Viajar quando der na telha, tomar uma cervejinha com os amigos sem hora para voltar ter meus momentos sozinha ficaria fora de cogitação. Acho que no fundo, medo da responsabilidade (que talvez seja a maior na vida de qualquer pessoa).</p>
<p>O mundo está uma merda, convenhamos. É para esse mundo que eu quero trazer uma criança? Um mundo onde educação é uma carteira de investimento oferecida por qualquer banco por aí? Onde política e honestidade não andam juntas? Onde a pressão do mercado de trabalho começa antes do que deveria? Onde amor e compaixão deram lugar ao dinheiro? Aqui, onde se ele não fizer parte dos mais fortes, pode acabar fazendo malabarismo no semáforo?</p>
<p>A infância não é mais a mesma. Eu (que só tenho 22 anos) cresci brincando na rua, rolava no chão por causa de futebol, pega-pega e esconde-esconde. Fazia amizades de carne e osso.<br />
Hoje, meus primos mais novos são craques em video games. E suas relações de amizade quase sempre vem de Orkut, Msn, Twitter, Facebook&#8230;E a amarelinha? Se perdeu onde? Brincar é somente divertido quando na Internet? Como assim? o.O</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-542" title="crianca" src="http://www.saidaqui.com.br/wp-content/uploads/crianca-300x292.jpg"   alt="crianca" width="300" height="292" /></p>
<p>Por fim, não gostaria de ver no rosto do meus filhos sinais do ceticismo aos sentimentos mais bonitos da humanidade. Não quero que ele tenha um precoce desdém a relacionamentos amorosos, uma precoce falta de fé na humanidade&#8230;</p>
<p>Não sei. Tudo isso me assombra, e muito.</p>
<p>E antes que me perguntem: Sim, eu terei filhos. E não será por obrigação.</p>
<p>Todos os itens acima não desaparecerão do meu caderninho mental de preocupações, mas eu sei que ao lado de quem se ama, podemos fazer nosso melhor para evitar que eles nos assombrem. Eu sei que seremos ótimos pais. Daqui alguns anos, é claro. (Né @rbarato? <img src='http://www.saidaqui.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' />  )</p>
<p>Agora <span style="color: #ff6600;"><strong>SaiDaqui!</strong></span> e vai trabalhar&#8230;</p>
<div id="attachment_543" class="wp-caption aligncenter" style="width: 205px"><img class="size-full wp-image-543" title="chorando" src="http://www.saidaqui.com.br/wp-content/uploads/chorando.jpg" alt="&quot;Não mamãe, eu não quero sair daqui!&quot;" width="195" height="184" /><p class="wp-caption-text">&quot;Não mamãe, eu não quero sair daqui!&quot;</p></div>
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		<title>Mulheres Intensas</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Dec 2009 12:19:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@amanda_arm</dc:creator>
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          <!-- boo-widget end --><p>Antes de mais nada, <strong>HOMENS</strong>: não me levem à mal. Eu SEI que existem exceções à regra. Este é só um relato de um caso comum.</p>
<p>Aqui estava eu sentada com meus botões soltos, olhando pra tela em branco, pensando no que escrever e pra variar, pensei em falar de relacionamentos. Mais especificamente nas mulheres que os homens escolhem.</p>
<p>Comecei a me perguntar:<strong> Será que os homens têm medo de mulheres intensas?</strong> Juro que não sei a resposta.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-289" title="mulher+labios" src="http://www.saidaqui.com.br/wp-content/uploads/mulher+labios.jpg" alt="mulher+labios" width="320" height="302" /></p>
<p>Um amigo meu (muito bem resolvido por sinal), assim como quase todo ser humano, tem comportamentos recorrentes. Ele adora sair com mulheres de atitude. Que discutem,   argumentam, batem na mesa. Não… não falei mulheres barraqueiras. Falei mulheres apimentadas.</p>
<p>Eu sei que minha amizade com ele foi se tornando cada vez mais forte por isso. Porque é comigo que ele trava discussões existenciais, biológicas, literárias e até românticas (sim, eu sou a conselheira amorosa dele, também). Mas o fato é que estou pensando nisso porque ele me falou que está namorando. E ele sempre namora meninas sonsas. Incrível!</p>
<p>Sai, apavora a mulherada admirável, mas na hora de ficar mesmo, e namorar alguns anos, pega uma tontinha sem sal. Daquelas com carinha que nem cor tem, com os olhinhos tristes e uma boca que geralmente está fechada. Sempre muito bonitas (às vezes até esculturais), mas muito pouco interessantes. Não, não é um julgamento. Cada um fica com quem bem entender.</p>
<p>O que EU quero entender é se mulheres de atitude devem se transformar num pedaço de parede pra se transformar em mulher pra namorar<strong> (JAMAAAAIS)</strong>. Porque acabo de chegar à conclusão que mulheres assim assustam os meninos. Pode ser apaixonante (claro), admirável (sim), boa de cama (normalmente) mas não serve pra se levar pra casa e apresentar pra mãe…Afinal, ela opinaria quando o assunto fosse cerveja, churrasco, truco, sexo, política, futebol, e até mulheres… aí parece ser demais para um homem suportar. <strong>Machismo enrustido   é foda.</strong></p>
<p>Ai&#8230;<strong>Cala a boca, Amanda!</strong></p>
<p>E você, <span style="color: #ff6600;"><strong>SaiDaqui</strong></span> e vai trabalhar!<strong><br />
</strong></p>
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		<title>Quando a educação virou exceção</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 12:19:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@amanda_arm</dc:creator>
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		<description><![CDATA[bb_keywords = "bom dia"; bb_bid = "1638668"; bb_lang = "pt-BR"; bb_name = "custom";bb_limit = "7";bb_format = "bbc"; Todas as minhas melhores inspirações sempre surgem em conversas de bar, e esta não podia ser diferente. Ontem à noite, já depois de alguns chopps num boteco deliciosamente movido à samba aqui de Porto Alegre (o Dona Neusa), [...]]]></description>
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          <!-- boo-widget end --><p>Todas as minhas melhores inspirações sempre surgem em conversas de bar, e esta não podia ser diferente. Ontem à noite, já depois de alguns chopps num boteco deliciosamente movido à samba aqui de Porto Alegre (o <a href="http://www.hagah.com.br/locais/jsp/default.jsp?regionId=1&amp;action=detail&amp;uf=1&amp;local=1&amp;locale=C1&amp;ingrid=244828" target="_blank">Dona Neusa</a>), e lá estava eu, travando conversas absolutamente intrigantes e socialmente profundas&#8230;</p>
<p>Eis que exponho um assunto que vem me açoitando os pensamentos: como é chato viver em um mundo onde cada vez mais, educação é exceção.</p>
<p>E não, eu não refiro-me à educação escolar, pois essa, todos nós já sabemos que anda um caos por aqui. Infelizmente.</p>
<p>Eu falava de educação de berço. Aquela que devia vir de pais e mãe. Educação básica de ser humano.</p>
<p>Aquela que pelo menos em teoria, é o básico e esperado de alguém. Mas que está se tornando cada vez mais rara.</p>
<p>Aquela educação de pedir licença, dizer obrigado, desejar bom-dia, respeitar os idosos, não brigar em filas, não agredir ninguém por aí, ajudar quem tem dificuldades ou simplesmente não ser desrespeitoso.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-253" title="ajuda" src="http://www.saidaqui.com.br/wp-content/uploads/ajuda-300x198.jpg"   alt="ajuda" width="300" height="198" /></p>
<p>O problema é que às vezes nem os próprios educadores ligam pra isso. Que exemplo tem alguém cujos pais são extremamente mal educados? E não precisamos ir longe. Porque não é necessário ser pai para dar bons exemplos.</p>
<p>Tenho um medo absoluto de ser mãe. Medo do mundo que meu filho viveria, sinceramente.   Mas esse é um tema pra outro texto.</p>
<p>Sei lá. Às vezes me pego pensando em que exemplos estamos passando para as futuras gerações. Claro que eu erro, e nem sempre estou de bom humor (maldita TPM, hehehe) &#8211; mas sei que tento meu melhor. E você? Já desejou pelo menos um bom dia para alguém hoje?</p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong> SaiDaqui</strong></span> e vá fazer sua parte!</p>
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		<title>Bola de Neve</title>
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		<pubDate>Sun, 25 Oct 2009 12:59:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@amanda_arm</dc:creator>
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		<description><![CDATA[bb_keywords = "discutir"; bb_bid = "1638668"; bb_lang = "pt-BR"; bb_name = "custom";bb_limit = "7";bb_format = "bbc"; Sabe o que mais me incomoda em relacionamentos? Bolas de neve. Tenho certeza que você sabe o que é. Todas aquelas pequenas coisas bobas, que vez ou outra acontecem e incomodam uma das partes do relacionamento, mas que acabam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- boo-widget start -->
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          <!-- boo-widget end --><p>Sabe o que mais me incomoda em relacionamentos? Bolas de neve.</p>
<p>Tenho certeza que você sabe o que é. Todas aquelas pequenas coisas bobas, que vez ou outra acontecem e incomodam uma das partes do relacionamento, mas que acabam ficando por isso mesmo, e nunca são discutidas.</p>
<p>Até que elas viram muitas coisas, e passam a incomodar mais ainda. E acumula-se.</p>
<p>Acumula-se a angústia de querer falar, mas não ter certeza se aquela coisa tão besta vale à pena ser discutida. O medo de ter uma briga à toa, por pouca coisa. E a dúvida.</p>
<p>Porque dúvida mata sentimento. Corrói. De pouco em pouco.</p>
<p> </p>
<p>Sei que se conselho fosse bom, todo mundo cobraria por ele. Mas se vale de algo, aqui fica o meu: Não existe coisa boba.</p>
<p>TUDO que incomoda alguém, deve, sem dúvidas, ser discutido. Claro que   bom senso e educação contam muito nessas horas. Porque expor algo é muito diferente de jogar na cara.</p>
<p>E sempre que utilizar-se desse conselho e conversar sobre algo, vá sabendo que palavras ditas não voltam atrás. Existem N formas de se dizer a mesma coisa. Escolha as suas, sempre, com cuidado.</p>
<p> </p>
<p>E   não deixe NADA em sua vida virar bola de neve. Quando você perceber o tamanho dela, pode ser tarde demais. Porque um grande problema nada mais é do que vários pequenos problemas juntos. Certo?</p>
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