Links de Sexta #9

Ae galera… Feliz 2012, pra todos nós… AGORA, CLICA AE E SEJA FELIZ …hehehehe

 

FANPAGE #SAIDAQUI – CURTE LÁ

SEGUE AE – @amanda_arm e @naitman

VÍDEO – OS GOLS MAIS BONITOS DE 2011

IMAGEM – ME SALVA SUA LINDA

VÍDEO – BEIJO HIPNOTIZANTE 

IMAGEM – DISTRAÇÃO

VÍDEO – MÚSICA DE TERÇA #13

IMAGEM – CORRIGINDO 20 VELHOS DITADOS

TIRINHA – ENXAQUECA

LISTA – MÚSICAS PARA RELAXAR

TIRINHA – QUEM NÃO TEM CÃO…

LISTA – FORMAS MODERNAS DE TERMINAR UM RELACIONAMENTO

CHARGE – ESPECULAÇÕES NO FUTEBOL: COMO É X COMO DEVERIA SER

TEXTO – PORQUE NÃO EXISTE UMA VERSÃO PORTÁTIL DO XBOX360?

IMAGEM – BBBIZARRO 12

CIÊNCIA – TEMPO PODE MUDAR EM 2012

BOTECAGEM – DRINKS

TIRINHA – CURIOSIDADES SOBRE O SUPERMAN

CIÊNCIA – MISTURE DUAS DIGITAIS PARA PROTEGER SEUS DADOS

LISTA – EMOTIONS E MEMES PARA MSN

@naitman dia 6 de janeiro de 2012
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Dica Musical: Banda “Não Contém Glúten”

Músiquinhas gostosas na melodia e lindas nas letras e significados de uma banda descoberta meio que “ao acaso”

O site deles é ESSE e você pode fazer o download do CD deles por ali também! Vale ouvir ;)

Definitivamente minha música favorita deles é “Cabrito Sonhador” (a do vídeo abaixo). Enjoy!

 

 

“Procura-se garota que aceite
que um garoto pense nela o tempo inteiro,
Procura-se garota que aceite
um cabeludo insaciável, um roqueiro,
Procura-se garota que aguente
a ausência de fortuna e de um carrão,
Procura-se garota pra dar nome a essa canção”

SaiDaqui ;)

@amanda_arm dia 30 de novembro de 2011
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Sobre amores perdidos e músicas nunca cantadas ao pé do ouvido

Foram absurdamente apaixonados no tempo em que estiveram juntos. Mas por alguma razão não deu certo. Ela decidiu que queria seguir a vida sem ele. Não como namorados, pelo menos.

Ele, como todo bom apaixonado por música e de coração partido, escreveu uma canção pra ela. Era despretensioso, tinha apenas o intuito de lhe mostrar o quanto doía ficar longe dela. Cantou infinitas vezes em seu quarto, agora frio e solitário.

Dizia em notas musicais que seu sorriso lhe fazia falta. Mencionava até algo sobre seus pés gelados enroscados em suas pernas. Cantava dos planos que fez para a vida e da falta de sentido que eles tinham depois que ela se foi. Chorava pelos dedos que tocavam as cordas do violão velho, desgastado de tanto sentimento tranformado em música que aquela canção continha.

Até que um dia, os amigos da banda que ele tinha descobriram a música, e se encantaram por ela. Tanto que decidiram gravá-la. Menos de um ano depois, a música estourou e todos a ouvir nas rádios do país todo. Nunca imaginaram tanto sucesso. Todos os meninos da banda, realizados.

Menos ele. Que nunca tivera realmente concordado em expor tanto o que sentia. Aquela música era só dele, pra ela. Não importava quantas mil pessoas já tinham ouvido. Ela ainda não tinha.

Aliás, será que tinha? Será que ela ouviu? Será que pensou nele? Será que ela entendeu que era para ela? Será que ela ligaria quando ouvisse? Será que ela ainda lembrava do romance que viveram? Eram tantas esperanças escondidas e tanto sofrimento em pensar em tantas perguntas que quase enlouqueceu. Cogitou mil vezes e meia ligar e perguntar se ela tinha ouvido a música…Desistiu em todas elas.

Enquanto ela, descobriu apenas por acaso, e alguns anos depois, através de um amigo que tinham em comum que aquela música existia, fora escrita para ela e fez muito sucesso na época em que foi lançada. E chorou em silêncio ao lembrar do quanto havia sofrido por ele que nunca mais deu notícias. Talvez hoje estivessem casados e felizes, se das milhões de vezes que a música foi tocada, ao menos uma tivesse sido para ela.

Será que ele trocaria toda a fama e sucesso que agora tinha por essa única vez que pegasse o telefone e a cantasse pra ela, com aquela voz rouca de quem chorou dias a fio? Preferia apenas pensar que sim, e acalmar o coração com um talvez. Morreria na dúvida, mas sabia: Teria bastado isso.

@amanda_arm dia 1 de agosto de 2011
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Segunda Cultural 30: Zumbis do espaço


“Mato por prazer”, “Espancar e matar” e “Caminhando e matando” são apenas alguns nomes de musicas dos Zumbis do Espaço, a primeira banda brasileira de Horror Rock, a mais de 13 anos na ativa.

Para quem não conhece o estilo, e muito menos a banda, Horror Rock são musicas que possuem letras de horror, normalmente vindas de algum filme de terror, com a melodia rock ou semelhantes, como country e hardcore.

No inicio, como acontece na maioria das bandas, o som era mais simples e com letras mais explicitas e agressivas, como por exemplo uma das minhas musicas favoritas, “Prostíbulo do inferno” que pode ser ouvida a baixo:

Mas com o tempo, o som foi evoluindo e as musicas ficaram mais incrementadas, voltadas para o hardcore, e com letras ainda sobre horror, mas com menos agressividade, além de gravações bem mais profissionais.

A última oração

Para quem gostou do estilo, o blog oficial é http://zumbisdoespaco.blogspot.com/ e o myspace é http://www.myspace.com/zumbis777, além de muito material grátis disponível no Trama Virtual e na web
Infelizmente a agenda de shows não esta atualizada no myspace e nem no blog.

Ouve lá, e SaiDaqui.

santoja dia 31 de janeiro de 2011
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Segunda Cultural 24: Scott Pilgrim vs. The World

“An epic of epic epicness” – E Nerd. Muito, Nerd.

Scott Pilgrim vs. The World é a adaptação para o cinema de toda a série de graphic novels de Bryan Lee O’Malley, com influência de Mangá, video games e cultura pop. Somando tais elementos com personagens comuns, possibilitando qualquer um se identificar com os mesmos, talvez seja a combinação perfeita para tornar o filme épico.
Edgar Wright fez a melhor adaptação possível. Praticamente toda cena está perfeitamente fiel ao enquadramento e narrativa das páginas originais. Até selecionei alguns exemplos abaixo:

Para os que não conhecem os quadrinhos, Scott (Michael Cera) é um garoto de 22 anos que mora na capital do Canadá e tem uma vida assim, meio sem sal. Não tem/faz muito dela: toca baixo, ensaia com os amigos, sonha com o sucesso e até inicia o filme se envolvendo com uma colegial. Acontece aí que no meio de uma festa,  ele encontra Ramona Flowers (Mary Elizabeth Winsted), a garota de cabelos coloridosdos seus sonhos. É amor à primeira vista, mas pobre Scott, mal sabe a encrenca que o espera.

De um esquema à lá fases de video game oldschool, sua nova missão para ter Ramona passa a ser derrotar a “Liga de 7 Ex-Namorados do Mal” que perseguem a moça, com direito a duelo de baixo, duelo de bandas, brigas com skates, veganismo (sim, acreditem!) e algumas vidas extras. Sem esquecer do ritmo frenético e divertido, além das onomatopéias que o filme nos traz.

Do começo ao fim, um espetáculo para os olhos.Uuma história em quadrinhos sobre videogames live-action no cinema. Impossível comparar com outras adaptações de quadrinhos, porque o mundo de Scott Pilgrim é único. Uma mistura de real e surreal.

De maneira genial, Scott Pilgrim vs. The World tem tudo para virar um clássico cult. Um filme e uma história em quadrinhos que vão encantar toda uma geração que cresceu convivendo com mangá, animação e video games: A nossa.

P.S: Se você não sabe, o nome Scott Pilgrim vem de uma canção homônima da banda canadense Plumtree (de quem Bryan Lee O’Malley sempre foi muito fã).

P.S.2: Os créditos do filme são bem curtos, mas vale a pena ficar até o fim. Não tem cena, nem nada, mas é um mini easter-egg divertido.

@amanda_arm dia 22 de novembro de 2010
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Segunda Cultural 23: The 69 Eyes

Olá Leitores!

Prontos para mais uma Segunda Cultural?

Hoje falaremos dos finlandeses do The 69 Eyes, uma banda de Rock ‘n’ Roll que prefere ser essa metamorfose ambulante.

The 69 Eyes

Glam Metal e Rock ‘n’ Roll
The 69 Eyes era inicialmente uma banda de Glam Metal, com vocal rasgado e instrumental classic rock, fizeram algumas composições e gravaram alguns EP’S de 1989 a 1992, quando lançaram seu primeiro LP chamado Bump’N'Grind, sendo relançado em com algumas outras gravações antigas 1994 com o nome de Motor City Resurrection.

Epoca Glam Metal

Epoca Glam Metal

Ainda no estilo Glam Metal, lançaram o CD Savage Garden em 1995 antes de começaram a misturar Gothic Metal ao som.

Transformação Gothic Rock

Gothic Metal

Gothic Rock

Em 1997 lançaram o album Wrap Your Troubles in Dreams, com a participação do cantor Ville Valo da banda HIM, que influenciou o grupo ao estilo Gothic, e em 1999 lançaram o CD Wasting the Dawn ainda utilizando a mistura de Glam Metal com Gothic Rock e trazendo o hit com o mesmo nome do CD, em tributo a Jim Morrison do The Doors.

Em 2000 abandonaram completamente o Glam Metal e abraçaram de vez o Gothic Rock, com o lançamento do CD Blessed Be, seguidos de Paris Kills em 2002, e alcançando o topo das paradas do estilo com o hit Lost Boys do CD Devils de 2004.

De volta ao Rock ‘n’ Roll

A banda atualmente

A banda atualmente

Em 2007 foi a vez de Angels misturando um pouco de tudo o que já fizeram, o CD traz musicas Hard Rock, Glam Metal, Gothic Rock e Gothic Metal.
O CD Back in Blood em 2009 trouxe a certeza da mudança de estilo, com um ritmo mais Rock e com menos musicas paradas mantendo a mistureba de estilos do CD anterior e criando uma experiência diferente de tudo o que já fizeram.

Videos

Época Glam Metal – Call me (Blondie’s cover)

Gothic Rock – Lost Boys

Atualmente – Dead Girls Are Easy

santoja dia 8 de novembro de 2010
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Segunda Cultural 22: The Iron Maidens

Olá terráqueos!

Prontos para mais cultura e musica?
Hoje falaremos de musica novamente, desta vez uma banda covers. Com vocês, The Iron Maidens!

Moças do The Iron Maidens

Moças do The Iron Maidens

Quem nunca ouviu Iron Maiden? Musicas de temas variados, solos virtuosos e com a. Mesmo quem não curte o estilo com certeza já ouviu alguma musica, e quem curte o estilo com certeza gosta da banda, a não ser os Trolls que acham muito mainstream. The Iron Maidens é um cover estadunidense  muito bem feito da banda, mas formado apenas por mulheres.

Capa do CD

Capa do CD

Com voz feminina bem coloca e em alguns pontos rasgadas e o instrumental tão bom quanto o próprio Iron Maiden, alguns covers ficaram bem melhor que o original:

The Iron Maidens – Wasted Years

Run to the Hills – The Iron Maidens

santoja dia 25 de outubro de 2010
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Segunda Cultural 6: Johnny Cash, uma Biografia (EM HQ!)

Transportar o universo musical para os quadrinhos nem sempre é tarefa fácil. Ainda mais se o tema da publicação for a vida de uma das maiores lendas da música internacional cuja trajetória foi marcada por sucesso, drogas, tragédias e histórias de amor. Mas o trabalho Johnny Cash: Uma Biografia (Editora 8Inverso, 224 páginas, R$ 44) está à altura da glória e do drama vivenciados pelo saudoso cantor e compositor norte-americano.

O público mais jovem tem a oportunidade de folhear com curiosidade os passos dados por John R. Cash (1932-2003) desde sua infância trabalhando com a família em plantações de algodão na pequena cidade de Dyess, no Arkansas, até a gravação de uma versão de Hurt da banda Nine Inch Nails, para seu último trabalho, em 2002. As ilustrações em preto e branco ajudam a dramatizar o conto, dando-lhe um ar mais sério. É dividido em três grandes capítulos separados por períodos: 1935-1956, 1957-1967 e janeiro de 1968.

Em traços simples, porém fortes, acompanhamos o nascimento de seu amor pela música, primeiro ligado ao gênero gospel e depois voltado ao country. Mais velho, decide deixar para trás as colheitas para morar na cidade grande, onde conhece sua mulher Vivian e se alista no exército para conhecer o mundo. Cash conhece Marshall Grant e Luther Perkins, que se tornariam seus grandes parceiros no grupo Johnny Cash and The Tennessee Two.

O sucesso da banda fez com que conhecesse a anfetamina, que, segundo ele, dizia ajudar a não dormir e ter energia bastante para diversas sessões de música e bebidas. Com o passar dos anos, o uso de drogas fez com que o cantor se arruinasse. Vieram confusões em shows, vida amorosa abalada e algumas visitas à prisão.

Na biografia, não poderia faltar a figura da cantora June Carter, grande companheira de Cash durante sua vida apesar do relacionamento com Vivian. A ligação entre os dois músicos parecia tão certa que, ao se conhecerem, ele disse: “Sempre quis te conhecer. Tenho pressentimento de que um dia a gente ainda vai se casar, eu e você”.

A trajetória de um ícone do rock não seria completa sem o encontro com outras grandes figuras da música, caso do Rei do Rock Elvis Presley (1935-1977), de quem o biografado foi amigo, abriu apresentações e fez algumas gravações. Quem também participa é Bob Dylan, com quem discute sobre a Guerra do Vietnã, a vida e, claro, música.

Além de páginas sobre a trajetória do cantor, Johnny Cash: Uma Biografia apresenta ilustrações baseadas nos pequenos contos que regem algumas de suas composições. Ganham forma obras como A Boy Named Sue, Big River, Don’t Take Your Guns to Town e Bull Rider.

Com tradução do jornalista Augusto Paim, o livro é um projeto do alemão Reinhard Kleist, que tinha a ideia inicial de trazer até as HQs um pouco do mundo da música. Após algumas pesquisas, encontrou na história do homenageado a fórmula que procurava – e acabou tornando-se um grande fã do cantor.

Lançado originalmente em 2006 na Alemanha, o trabalho rendeu a Kleist alguns prêmios nacionais do ramo. Sua nova aposta é a biografia do cubano Fidel Castro, na qual trabalha atualmente e tem previsão de lançamento para 2010 em sua terra natal.

A HQ se assemelha com a linha seguida no roteiro do filme Johnny & June (2005), de James Mangold. Até mesmo quando enfoca o famoso show de 1968, na prisão de Folsom, na Califórnia, como um dos principais momentos da carreira de Cash. A apresentação rendeu-lhe o álbum At Folsom Prison, lançado naquele mesmo ano.

As páginas finais são destinadas à Galeria Cash, dedicada a alguns desenhos feitos por Kleist e que demonstram o estilo que o Homem de Preto pregava tanto e que virou sua marca registrada.

Caso você não conheça o (fodástico) trabalho de Johnny Cash, não há nada que a internet não pode lhe ajudar. Recomendação pessoal: I Walk The Line. Mas quem sou eu para dar pitacos sobre o saudoso cantor.

Vale o investimento.

PS:  Ia escrever sobre esse livro já. Mas vi aqui o post e achei muito bom! Agora SAIDAQUI!

“I’ll let you down…I’ll make you hurt” – Adoro essa frase de Hurt. Só pra constar.

@amanda_arm dia 29 de março de 2010
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Imutável?

O texto de hoje foi escrito pelo digníssimo convidado @R_Goulart, dono do Blog Vem Cá, Sobrinho! Espero que gostem ^^

“Sabe de uma coisa? Cansei de fingir que está tudo bem. Não está nada bem. Eu não estou bem, a sociedade não está bem, o amor não é mais o amor de sempre, a paz malemá é uma coisa conhecida. Nem a natureza está bem!

Problemas sempre existiram, coisinha imutável. Mas hoje tudo parece como uma avalanche de complicações! Não tenho certeza do que causou tanta bagunça. “2012″ disse que é culpa do Sol, “Avatar” diz que é a nossa raça de FDPs e “Guerra dos Mundos” diz que é tudo por causa dos ETs.

Curto muito Michael Jackson, sempre curti (e não por causa dessa modinha post-mortem). Uma música dele me chama muito a atenção exatamente por que chegar bem próximo do que eu tomo como o real motivo dessa zona que virou o mundo: EU MESMO. “A culpa é do Goulart! Matem esse moleque!”, é talvez uma solução.

“Man in the mirror” foi uma música baseada na famosa frase de Mohandas Karamchand Gandhi, o Mahatma, dizendo “Seja a mudança que você quer ver no mundo.”.

Se eu cansei de ver que o mundo está uma merda, prefiro pensar que é por culpa minha e que só eu posso mudar isso, por que se depender dos outros, filhão, vê lá. Então eu vou olhar para “o homem no espelho” e vou implorar que ele mude aos poucos. A Bíblia também já dizia nas cartas de Paulo aos Romanos Capítulo 12 “E não vos conformeis a este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente”. Saca a idéia? Dane-se se você não é budista (eu não sou), dane-se se você não gosta de Michael Jackson e que ele comeu criancinhas (se comeu, vai saber…), dane-se se você não acredita na Bíblia e em tudo que ela diz (eu acredito), mas vale a pena atentar ao cliché que esses caras levantaram: Ninguém pode mudar o mundo, se não mudar a si mesmo.

As vezes eu me pergunto se ainda dá tempo. Louco tudo isso, né? Mesmo que não dê, no fim eu prefiro olhar pra trás e ver que eu tentei.

Diferente dos textos que já fiz, não vou terminar esse com uma dica. Eu vou fazer minha parte, você Sai Daqui e faça o que você quiser.”

“I’m starting with the man in the mirror, I’m asking him to change his ways. And no message could have been any clearer: If you wanna make the world a better place, take a look at yourself, and then make a change!” (Michael Jackson)

Quem estiver interessado, o clipe vale muito a pena:

@amanda_arm dia 9 de março de 2010
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Segunda Cultural: A estréia

Segunda é um dia morto.

É chato acordar cedo, ter de ir trabalhar e saber que ainda tem a semana toda pela frente para enfrentar.

Assim também é com minha inspiração. Às segundas, ela parece que está dormindo.

Então vamos combonar o seguinte? A partir de hoje, segunda-feira é dia de cultura no SaiDaqui. Chamaremos de Segunda Cultural.

Colocarei dicas de filme, livro, teatro, música, e/ou toda e qualquer coisa para entreter uma segunda tediosa.

Espero sinceramente, que gostem. E como sempre, críticas, dúvidas, sugestões e comentários serão sempre bem-vindos.

Sem mais bla bla bla, vamos ao que interessa:

Pensei no que postar para começarmos com chave de ouro. Mas tem tanta coisa que eu quero sugerir aqui, que acho que nem caberia.

Dedici ir aos poucos. Vamos começar com uma lista de filmes que eu gosto muito, por X, Y ou Z razão. Não vou discutir sobre eles (ainda), nem dar spoiler (ainda, rs), muito menos fazer uma resenha de minha opinião sobre eles (ainda).

Essa não é a lista de meus melhores filmes. AINDA.

De novo, são filmes que valem MUITO à pena assistir. Em futuras segundas-feiras escrevo separadamente sobre cada um deles.  Prometo.

Chega né? Já tem bastante diversão aí para essa segunda-feira. Agora SaiDaqui e vá assistir algum desses filmes acima.

@amanda_arm dia 22 de fevereiro de 2010
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