
Parando para pensar, cada vez mais compratilhamos nosso tempo com computadores, celulares e qualquer tipo de nova tecnologia que nos conecte com o que eu chamo de “vida online”. Acho injusto dizer que somos robotizados ou que apenas convivemos com máquinas.
Até porque, dentre tantas redes sociais que participamos, arrisco dizer que temos chances maiores de conhecer ainda mais gente do que se vivêssemos apenas na “vida offline”. Toda e qualquer distância tem se encurtado. Já não existe perto e longe. Amigos fazem parte de nossas vidas em qualquer lugar od mundo.
Concordo que tudo em excesso faz mal. Todo mundo tem que controlar-se e JAMAIS esquecer que existem pessoas de carne e osso. Que sexo de verdade exige cheiro, gosto, tato, olhares e uma boa pegada. Que convivência REAL é mais importante que a virtual.
Mas não falaremos disso.
Hoje o assunto é sexo virtual, como sugerido na própria rede social Twitter.
Segundo a Wikipedia, existem basicamente três maneiras de transcrever um sexo virtual:
* Criando uma história, ou uma fantasia. As duas ou mais pessoas, contribuem para criação de um cenário onde ocorre o sexo virtual, este cenário existe apenas nas suas mentes. Geralmente uma pessoa escolhe aquela fantasia que lhe proporciona mais prazer. Isso aproxima muito a masturbação simples do sexo virtual, quase que botando a outra pessoa apenas na posição de narrador.
* Descrevendo fatos ou acontecimentos vivenciados. É muito comum a idéia de voyerismo, em que se tem acesso a informações intimas de outra pessoa. A descrição de um fato, seja primeira relação sexual ou uma experiência diferenciada, é muito próxima da fantasia.
* Finalmente, através da masturbação on-line ou descrição da situação presente. Esta seria a forma mais interativa do sexo virtual, pois duas ou mais pessoas praticam a masturbação por meio da observação direta (webcam) e/ou através de meios auditivos (microfone e fones de ouvido ou embutidos no próprio ordenador). Os adeptos deste tipo de prática, vão sugerindo ou solicitando o que gostariam de ver ou ouvir do(s) parceiro (s), de forma que satisfaçam seus desejos sexuais mais íntimos.
Acho que todo e qualquer tipo de prazer é válido, e as pessoas quando confortáveis com a situação (seja ela qual for) devem se dar ao luxo de acariciar o ego com essa pequena luxúria.
Contanto que sexo virtual seja uma maneira de COMPLEMENTAR o que se vive na vida real, é uma prática saudável e divertida de encurtar distâncias, criar afinidades e intimidades maiores. Tudo isso sem falar na bela apimentada que a relação recebe com tudo isso.
De novo, APROVEITEM! ^^ E SaiDaqui!

Para quem acompanha a saga Resident Evil desde 2005, sabe que o primeiro deles foi passo importante para os jogos de ação. O segundo, já contou com uma reestruturação completa de uma velha maneira de se ver esses jogos e se converteu em um dos mais revolucionários games da época. Já em sua edição número 5, Resident Evil sofreu algumas alterações. O que eu penso delas?
Como disse a Capcom, esta quinta parte seria um “reinício” para a saga. Agora entende-se porquê: Se seguissem exatamente a história como nas outras versões, não restariam muitos mistérios a serem desvendados em RE5. Além disso, temos o surgimento de uma companheira, que necessariamente jogará contigo (controlada por um segundo jogador, ou por inteligência artificial se jogando sozinho).

Claro que tiveram que fugir um pouco de suas raízes anteriores, mas ainda assim, RE5 é um jogo surpreendente: Chris Redfield é nosso personagem principal, que chega à um país fictício chamado Kijuju, onde o vírus que converte pessoas em seres violentos e famintos por matar (ainda assim, não são necessariamente zumbis) está espalhado, onde também conhece sua nova companheira Sheva.
A história em si, ainda que possa parecer meio que desconectada das outras versões da saga, tem fortes laços com o passado já apresentado de Resident Evil, já que consta também no resgate de Jill Valentine, ex companheira de Redfield em suas missões, dada como morta.
Alguns fanáticos podem ainda criticar muito o fato de ter uma companheira no jogo e perder aquela sensação de estar sozinho no meio dos zumbis e morrer a qualquer hora. Claro que isso é uma questão de opinião pessoal e não entrarei em discussão sobre o tema. Particularmente, achei o jogo mais emocionante, já que mesmo quando se joga sozinho, é necessário administrar as armas de ambos e ajudar a companheira, fazendo obrigatóriamente um trabalho em equipe para ter sucesso.


Em quesito de jogabilidade, RE5 não se difere tanto de sua versão anterior, mas graficamente, temos algumas imagens surpreendentes, como o leitor pode notar com as fotos desse post. O jogo ainda suporta divisão de tela, jogo online com poucos problemas de conexão e muita emoção sempre garantida.

No fim das contas, Resident Evil mostrou-se um sólido jogo de ação, que se saiu muito bem a meu ver. Como percebe-se o empenho gasto neste, esperaremos cada vez mais e melhor dos criadores. E enquanto isso, divirtam-se com RE5, pois vale o investimento.
A média de preço do jogo no mercado brasileiro é de R$130,00.
Agora SaiDaqui e vá jogar!