Quinta Sexual 65: Preliminares e Paladares

O sabor de boas preliminares lhe causava arrepios.

Adorava misturar sexo com paladares desde que começara a descobrir seu corpo para a vida sexualmente ativa.

Culpa de sua terceira vez, onde o rapaz gentilmente já lhe presenteara com um oral maravilhosamente regado à sabores. Lembrava claramente da sensação que o cheiro e a textura do chantilly lhe causavam enquanto sentia a língua dele penetrá-la nas regiões mais íntimas de seu corpo. Passeava alternadamente as mãos, a língua e os olhos enquanto encontrava alguns pedaços de morango pelo seu corpo.

Era como fechar os olhos e sentir novamente a mordida leve que ele dera em seus mamilos depois de pingar um pouco mais de chantilly. Impossível não soltar um gemido tímido e abafado.

Isso sem comentar no cheiro bom que o corpo exalava no meio de tantas sensações deliciosas. Aquela mistura de tato, olfato, visão e paladar lhe trazia ao gozo tão rapidamente que, às vezes, ela tinha que se policiar um pouco mais e morder os lábios com força, quase que tentando fazer o momento parar ali, naquele “quase” que lhe virava os olhos e apertava as mãos entre os lençóis.

Quando finalmente achou que ele ia penetrá-la, levou-a para a hidromassagem, com uma garrafa de champagne. Não permitiu que ela se molhasse ainda, e em pé, bebia o líquido gelado pelo seu corpo agora todo arrepiado. Era impossível não abrir aquele meio sorriso maroto de quem está adorando sentir o misto de espumante gelada e a língua quente de seu amante lhe passear o corpo todo. Conseguiu gozar mais uma vez antes que ele não se aguentasse mais e a possuísse na banheira.

A transa em si foi legal. Mas aquelas preliminares…ah, elas entraram para a história.

E SaiDaqui! ;)

@amanda_arm dia 1 de setembro de 2011
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Quinta Sexual 46: Peripécias Eróticas Carnavalescas

Ela  odiava carnaval. Foi pra famosa “folia de rua” arrastada por seus amigos.

E só foi porque perdeu uma aposta qualquer com uma das meninas que agora estava ali, vestida de diabinha, pulando feito louca à sua frente e paquerando qualquer um que passasse.

Mas ela havia prometido pra si mesma que não ia criticar o carnaval esse ano. Decidiu entrar no clima.

No fim das contas, começou a beber e tirar sarro das fantasias ridículas e/ou criativas que passavam ali por perto. Até que a festa não estava tão ruim nesse ponto: Tinha seus amigos por perto, uma lata de sua cerveja favorita na mão e muita risada pra ser dada pela noite.

Em algum ponto exagerou na bebida, e já estava cantando “mamãe eu quero” com os dedinhos pra cima quando o avistou. Vestido de palhaço “meia-boca”, tinha o nariz pintado de vermelho, uma lágrima azul de um lado do rosto e uma estrela verde do outro. Vestia uma roupa colorida, que era no máximo brega, mas que de palhaço mesmo, não tinha nada.

“O que vale é a intenção” – Disse ele quando reparou que ela ria de sua fantasia improvisada.

Ela sorriu sem graça por ele ter percebido, mas acabou concordando e pedindo desculpa pela indelicadeza. Ele não se conteve e soltou AQUELA cantada de pedreiro:

“Só desculpo se você me der um beijo na boca”

E para a surpresa geral da turma, ela o beijou. Ela NUNCA ficava com desconhecidos.

Mas naquele dia, tudo foi diferente. No carnaval vale tudo não é mesmo? Deram amassos em meio à todos, não pareciam se importar com quem os encarava. Só perceberam o quão forte estavam se pegando quando alguém gritou “GET A ROOM!” (vão para um quarto!) e ela sentiu o rosto corar.

- “Até que não é uma má idéia”, disse ele cheio de malícia.

- Eu topo. Vou me despedir da galera.

Chegaram no motel já se agarrando. Ele ligou seu Ipod no alto falante do quarto, deixou rolar o bom e velho Rock and Roll. “O último CD do Kiss” -  ela comentou.

Agora sim o clima estava perfeito: Era nariz de palhaço de um lado, sutiã do outro. Por um instante ela cogitou, mas pensou “ele é bonito, beija bem, tem boa pegada…É carnaval e… Ah, foda-se!”

Terminou o pensamento beijando-o  com toda a malícia que uma mulher pode ter, e desabotoou aquelas calças coloridas que ele vestia enquanto sentia com as mãos seu membro endurecer rapidamente.

Alguns minutos de beijo e carícias manuais, ele já estava louco. Tirou toda a roupa dela e começou a passear sua língua pelo corpo arrepiado de prazer que estava em sua frente. Concedeu-lhe um sexo oral inesquecível, e não parou enquanto ela não gozou em sua boca. Era visível o quanto ele estava se deliciando enquanto ela se contorcia e tentava segurar os gemidos de prazer.

Colocou a camisinha e penetrou-a de leve, fazendo com que ela lhe dissesse com o olhar que aquela tinha que ser uma transa forte, selvagem e inesquecível. Assim ele o fez, e com louvor.

Depois de algum tempo na posição básica, ele a colocou de quatro na cama e depois de alguns apertões e movimentos rápidos, logo gozaram juntos.

Uma transa relativamente rápida, mas deliciosa. Um carnaval que tinha tudo para ser massante, entediante, e cinza terminou da melhoro forma possível: Com sexo, cerveja e Rock and Roll.

Desde então, ela adora palhaços e carnavais.

@amanda_arm dia 17 de março de 2011
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Quinta Sexual 40: Só por uma noite

Desistira de amar há quase um ano. Tinha sofrido muito em seu último relacionamento.

Queria ficar sozinha. Sentia-se bem assim. Mas faltava-lhe o sexo.

Justo ela, que sempre foi tão careta e quadrada. Não conseguia entender como as pessoas daquela época gostavam de trair, sair com vários, dar pra qualquer um. Ela não sabia fazer aquilo. Não conseguia, na verdade. Confessa que tentou algumas frustradas vezes.

Tampouco masturbava-se. Não por vergonha, nem por falta de tesão; mas porque não conseguia sentir muito prazer sozinha. Gostava da intensidade de dois corpos tentando desafiar as leis da física e disputando o mesmo espaço. Do calor humano, do suor quente, do beijo molhado. Da sensação que a língua de um homem lhe causava ao brincar com suas partes mais íntimas. De como seu corpo se contorcia todo enquanto ela soltava gemidos abafados de gozo chegando.

Pra ela, sexo era muito mais que só gozar. E engana-se quem pensava que por esse motivo, era uma santa na cama. Adorava apertões, beliscões, mordidas mais fortes e puxadas de cabelo. Às vezes, até um tapa mais forte lhe excitava a ponto de quase gritar de prazer. Mas fazia-se necessária a presença de alguém. Sozinha ela não sentia a diversão toda. E acreditem, ela já havia tentado por inúmeras vezes.

Ainda assim, dar por dar não fazia seu estilo. Queria algum tipo de conexão pra poder abrir as pernas.

Até que encontrou Paulo. Moreno, não muito alto. Nem magro, nem gordo. Olhos castanhos. Sorriso largo, ombros idem. Adorava conversar sobre tudo. Era simpático com todos. Lhe chamou a atenção. Conversaram horas. E piscaram.

Como em corte de cena brusco de filme pornô, ali estavam num motel perto do bar, despindo-se como se não huvesse amanhã. Já meio ébrios e alegres, mais falantes e excitados que nunca. Era a primeira vez que ela “dava sem pensar” e confessa que estava adorando aquilo. Não tiveram conversas profundas sobre relacionamentos. Nenhum dos dois queria aquilo.

Mesmo sem dizerem nada, estava implícito que não tinham previsão de algo além do que aquela noite lhes trouxesse. E isso milagrosamente não a incomodava.

Queria sexo, tesão e marcas. Desejava como nunca ser chupada por horas, arranhá-lo por toda a extensão das costas e sentir a penetração como se fosse a primeira transa de sua vida. Queria dor, prazer e gemidos.  Transaram por horas a fio. Esvaeceram-se em suor e gozo.

Tiveram conexão, diversão, sexo com carinho e pegada forte. Tiveram o que ambos precisavam naquele momento. Sorriram, trocaram algumas carícias e beijos, e enquanto conversavam qualquer coisa theo-24 cr sem importância, ele vestiu-se, deu-lhe um beijo na testa, agradeceu a noite e foi embora.

Ela, dormiu como há meses não conseguia: Com um sorriso involuntário no rosto.

SaiDaqui!

@amanda_arm dia 20 de janeiro de 2011
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Quinta Sexual 35: Os 20 erros mais comuns dos homens na cama

Baseando-me em conversas com as amigas mais próximas, decidi fazer um post sobre os erros mais comuns que ELES cometem na hora da transa. Dessa maneira, deixamos claro o que gostamos ou não gostamos, e eles entendem (bom, pelo menos tentam) melhor o nosso mundo sexual .

Em forma de lista (achei mais fácil assim) tentei colocar os 20 erros mais cometidos pela parte masculina na cama. Confesso que não concordo com TODOS eles, muito menos acho que todos os itens da lista tenham igual importância. Certas coisas até dão pra relevar…

De qualquer maneira, fica como dica para que todos os homens prestem mais atenção à certas atitudes e daí em diante, que usem o bom e velho bom senso.

  1. A começar pelo amasso inicial, cuidado com os beijos muito fortes. Intensidade é uma coisa, mas baba demasiada e dente quebrado por afobação são duas coisas completamente diferentes.
  2. Não esqueça de tocá-la muito. Pele é algo absurdamente sensível para mulheres. Arrepie-as. Jamais concentre-se apenas em partes íntimas.
  3. Orelhas: NÃO É SEXY ficar com a orelha babada. Vá de leve com língua e/ou mordidas, já que elas não gostam tanto assim quanto vocês , acreditem.
  4. É ok ter barba, mas tenha consciência que ela pinica. Portanto, não abuse em deixar a moça toda vermelha e irritada por conta da barba.
  5. Chupões visíveis: É vergonhoso se você tem mais de 16 anos.
  6. Higiene é tudo: Sempre que possível, ao menos uma lavadinha antes e depois do sexo cai muito bem. Tá pra nascer quem não goste de cheiro bom.
  7. Não pule as preliminares. Por mais afoito que você esteja, lembre-se que o prazer deve ser de ambos. Além do fato da boa lubrificação feminina que uma preliminar bem feita pode causar ;)
  8. Não seja bruto em zonas erógenas. Mamilos e clítoris por exemplo, são muito mais sensíveis do que vocês parecem pensar. Jeito meus caros, é muito melhor que força para essas regiões.
  9. Bebê mamando não é sexy: Evite ficar o tempo todo “mamando” na moça. Excite-a, mas não esqueça que leite é apenas para recém-nascidos.
  10. Ter o clitóris como primeira e única opção: não é recomendável esquecer-se de regiões próximas e tão erógenas quanto. O corpo é tão vasto e cheio de sensações. Abuse delas.
  11. Ser muito desajeitado ao tirar a sua roupa e/ou a dela. Lembre-se que ela está assistindo tudo, e você consegue fazer isso sem parecer ridículo. Nós confiamos em você!
  12. Outro ponto crucial: NÃO esqueça de tirar as meias, PELO AMOR DE DEUS.
  13. Tentar insistentemente a penetração no escuro sem êxito: pode brochar ambos. Não hesite em deixar ela te ajudar, mulheres adoram colocar a mão na “massa”
  14. Posição de quatro: Cuidado com essa. SAIBA o tipo de relação que vocês tem/terão para que ela não se sinta um objeto sexual. Se é uma pessoa que você pretende continuar tendo relações, evite essa posição logo na primeira transa. Se é alguém SÓ para uma transa, fique à vontade para fazê-la.
  15. Ejacular ou perder a ereção ao colocar o preservativo: o primeiro é raro e, o segundo, questão de prática. Não deixe de ter uma boa transa pura e simplesmente por culpa do preservativo.
  16. Recusar sexo oral quando ela pede é ponto negativo. Quem não dá assistência, abre a concorrência amigos. Se você não é chegado no gosto e/ou cheiro, use a imaginação: Chantilly, chocolate, cremes específicos…
  17. Forçá-la a fazer sexo oral em você: Deselegante, desagradável, brochante. Acredite, se ela estiver com vontade, ela VAI cair de boca sem você ter que pedir.
  18. Forçar a cabeça dela ou segurar a mesma enquanto ela faz sexo oral, é praticamente pedir para apanhar.
  19. Não ejacule na boca da moça sem antes perguntar. Não se esqueçam: Sêmem não é um manjar. Evite situações constrangedoras.
  20. NUNCA coloque NADA no fiofó da garota sem saber se ela gosta e/ou quer aquilo. Desliga QUALQUER tesão.

E para concluir, deve-se ficar MUITO claro que conversa é sempre a melhor opção. Descubram-se. O que gostam, o que não gostam. Evitem todo e qualquer desentendimento na cama, proporcionando relações e experiência cada vez melhores e mais divertidas. Enjoy ;)

Agora SaiDaqui!

@amanda_arm dia 2 de dezembro de 2010
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Quinta Sexual 33: A primeira vez de Marcela

Marcela era uma brasileira animada, que aos 17 anos era extrovertida e sabia ser sexy sem ultrapassar o limite da vulgaridade. Loira cacheada, de 1,65m, com todas as curvas bem definidas, pele levemente morena e seios fartos. Tinha olhos verdes, mãos grandes e uma boca pequena. Andava sempre bem vestida e perfumada. Dizia que o amor da vida dela se apaixonaria primeiro pelo cheiro. Ainda era virgem. Só ia transar com quem realmente valesse à pena.

Decidira fazer intercâmbio, e ali estava há 7 meses. Agora sim ela sabia o que era ser assediada: era estrangeira, tinha um sotaque sexy, segundo os ingleses. Artimanha de brasileira que sabe o valor das curvas que tem. Nesse tempo que estava fora, não tinha ficado com ninguém. Faltava meninos interessantes, dizia ela.

Até que na festa de formatura de um amigo, encontrou Michel, o típico cara que ela vivia fugindo. Ele era popular, capitão do time de futebol americano, loiro, alto, magro, forte. Trocaram algumas palavras, ele investiu muito em tentar beijá-la, mas não aconteceu. Surpreendentemente, ele não era futil. Descobrira onde ela morava através de um amigo em comum, e mostrou-se bastante romântico nas próximas semanas. Atravessava a cidade diariamente para entregar-lhe flores. Apresentou-a para sua família. Fez planos de vir para o Brasil com ela. Claro, que ela cedeu.

Com dois meses de namoro, ela decidiu que era hora de transarem. Em 30 dias ela voltaria ao Brasil, e preferiu não ficar pensando nisso. Sem dia nem hora marcados, eles simplesmente decidiram que era a hora.

Estavam sozinhos na casa dele a tarde toda. As trocas de carícias mais intensas começaram no meio de um filme qualquer. Ele perguntou se ela tinha certeza que queria aquilo. Ela assentiu e continuou a beijá-lo, enquanto ele carinhosamente retirava sua camiseta, beijava-lhe os seios e a conduzia para seu quarto. Ela sentiu corar enquanto ele desabotoava seu sutiã. Soltava risos abafados, misturados de vergonha e tesão. Ainda teve tempo pra pensar “eu poderia estar vestindo algo mais sexy” – e riu.

Despiram-se mutuamente no caminho, e já estavam loucos de desejo quando deitaram finalmente na cama dele. Cuidadosamente, ele colocou pra tocar a música que tocava quando se beijaram. As preliminares foram deliciosamente orais. Pela primeira vez ela receberia sexo oral. Enquanto ele a chupava, ela se contorcia de prazer até não aguentar mais e puxá-lo para perto de si, pedindo com os olhos que a penetrasse.

Ele colocava a camisinha, e ela tremia. Sua cabeça estava a mil. Mas ela queria aquilo, apesar do medo da dor. Queria muito. E ele estava sendo perfeito. De fato, ele foi. Cuidadosamente, inseriu o membro até sentir estourar o hímen. Ela gemeu. Mais de prazer do que dor, pra ser sincera.

Aos poucos intensificaram os movimentos de vai e vem dos corpos, apertando-se como se aquele fosse o dia da despedida.  Como se tivessem medo de deixar aquela libido ir embora. Transaram apenas na posição básica de papai e mamãe, e ainda assim, ambos chegaram ao orgasmo juntos. Era tanto tesão que não cabiam em si.

De uma maneira toda desajeitada, cheia de medos e inexperiência, em meio à sentimentos fortes e vontade de adolescentes apaixonados, Marcela teve finalmente sua primeira vez. Sem dor, sem arrependimentos. E com o cara perfeito.

E sua primeira vez, como foi? Compartilhe. E SaiDaqui!

@amanda_arm dia 11 de novembro de 2010
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Quinta Sexual 30: Estranhos eróticos

Nunca haviam trocado uma palavra sequer.

Mas com aqueles olhares, nenhum precisava dizer. Sem pudor nenhum, como se ambos estivessem se despindo mentalmente. Vez ou outra até escapava um sorriso malicioso, de tanta vontade que explodia.

Estavam na praça de alimentação de um shopping. Era fim de tarde de uma sexta-feira véspera de feriado. A cidade estava vazia.

Ele, no canto direito da mesa, saboreava qualquer coisa ao molho branco. Mas o paladar o traía: a imaginação já estava tão longe que quase podia sentir o cheiro e o gosto do sexo dela. Aquela estranha loira, farta e bem vestida. Ah, como ele queria tocá-la.

E a sensação se fazia aumentar, por saber estar sendo mentalmente correspondido. Teve que esperar que a ereção diminuísse para que fosse capaz de levantar e falar com ela. Só ele sabe como teve que se concentrar para não continuar a transa em sua mente deliciosamente poluída.

Decidiu ser direto. Sentou ao lado dela já conversando qualquer futilidade que liderasse em minutos, para uma conversa mais suja. Ela sorria e vez em quando, mordia os lábios de vontade de beijá-lo.

Decidiram ir para o motel mais próximo.

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Ele não sabia como, mas ela conseguia ser ainda mais sexy que nos pensamentos dele. Ah, como ela o excitava! Vestia um conjunto preto de lingerie. Nada muito trabalhado, mas incrívelmente ajustado às curvas de seu corpo. Não via a hora de penetrará-la.

Iniciaram com carícias fortes, já com beijos molhados e sexos, idem. Trocaram um oral inesquecível. Ela com cara de marota, não resistiu e gozou enquanto ele a chupava. Ele sorria de prazer enquanto ela se contorcia toda.

Ela arranhou suas costas, e o puxou pra perto. Trocaram um olhar breve, enquanto ele a penetrava com toda vontade que seu ser permitia. Ambos deixaram escapar um gemido alto. Até coraram.

Foram duas horas ininterruptas de sexo selvagem. Entre arranhões, puxões de cabelo e gemidos de dor e prazer, gozaram juntos (ela já pela 4

ª vez) e caíram mortos de cansaço.

Dormiram nos braços um do outro, acariciando-se levemente.

Acordaram em seguida. Trocaram-se. Foram embora, cada um pro seu lado. Nem trocaram telefone, muito menos juras de se sencontrarem novamente. Como belos estranhos que eram.

E ambos lembram com prazer até hoje, da melhor transa de suas vidas. Com direito a nem saber os nomes um do outro.

Agora SaiDaqui!

@amanda_arm dia 21 de outubro de 2010
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Quinta Sexual 26: A Importância do Sexo Oral para a Mulher

Ok. Chegamos à um assunto delicado.

Digamos que mulheres e sexo oral será sempre um tema com várias teses e discussões. Nada do que eu escrever aqui é genérico ou vai servir em toda situação. Posso falar por mim e pela pesquisa de opinião que fiz com minhas amigas (sim, eu saí perguntando pra elas – vergonha alheia total). Enfim, o tema sempre terá suas complicações e descomplicações (até porque, mulher é bicho complicado, assumo).

Como vocês já sabem, semana passada postei aqui “A Importância do Sexo Oral para o Homem” e como prometido, revelaremos hoje o outro lado da moeda.

Ao contrário do que sugeri semana passada sobre os homens, generalizando que sua maioria absoluta gosta de ser chupado e PONTO, não podemos fazer isso com os espécimes femininos.

Infelizmente, nem toda garota é chegada em receber sexo oral. (Sim, pasmem!)

Como toda e qualquer relação, você deve saber o que sua parceira pensa e gosta. Claro que não precisam ter uma DR (discussão de relacionamento) para decidirem se vão ou não fazer o tal sexo oral. Mas aconselho MUITO FORTEMENTE que você perceba sinais que ela emite sobre gostar ou não da coisa. Exemplo: Se vocês estão no momento pegação forte, tirando a roupa e trocando carícias, e quando você decidir fazer uma visitinha lá embaixo ela começar a se contorcer, ou trancar as pernas, ou ficar tentando te puxar de volta, não insista muito. Apenas pergunte uma vez se ela não quer, e não tente entender os motivos (talvez depois do sexo, mas não ali na hora).

Dos motivos mais bestas (como “não estou devidamente depilada”) aos mais sérios (“não sinto prazer com sexo oral”), as mulheres e suas mentes complicadas é quem decidem se querem que você lhes proporcione tal prazer. Para as que não gostam, normalmente por razões pessoais, traumáticas ou apenas por falta de prazer, aconselho sempre buscar conselhos médicos, a fim de que se constate se há ou não algum problema com teu corpo.

Já para as que gostam de receber tal carícia, fica minha dica para os homens: As preliminares não precisam durar 30 segundos. Se a mulher curte sexo oral, meu querido, ela GOSTA. Demore-se nas carícias. Com dedos, língua e boca. E fica um segredo: a mulher não sente prazer apenas no clítoris. Explore toda a região em volta dele, incluindo até a parte interna da coxa.

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Arrisco-me dizer que para o homem, sexo oral é algo mais simples e necessário em 99% dos casos. Para a mulher (pelo menos as que conversei), é preferível que seja mais esporádico, contanto que seja bem feito. Não é algo absurdamente necessário, mas bem-vindo quando feito com gosto. Deu pra entender o ponto?

Bom, acho que fico por aqui. Aos que gostam, deliciem-se. Sexo é prazer. É vida. É saúde. É natural.

Agora SaiDaqui!

@amanda_arm dia 2 de setembro de 2010
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Como fazer amigos (ou não)

Aviso prévio: Se você tem medinho de ler alguns palavrões, NÃO continue a ler o post, e SaiDaqui!

Seguinte: Eu sempre tive amigos que me perguntam as coisas mais esdrúxulas do mundo. Como se eu fosse um oráculo ou algo do gênero (hahaha, menos Amanda, BEM menos). Mas fato é  que, eu adoro dar conselhos aos amigos que desabafam comigo (pimenta no cu dos outros é refresco, eu sei – mas isso não vem ao caso).

Voltando ao assunto: das coisas mais estranhas que me perguntam, a mais comum (ou eu diria a menos incomum?) é: “Nossa, como você tem facilidade em fazer amigos! Qual é o segredo?”

Tentei de todas as respostas possíveis para tentar ajudar os seres nerds autistas incapazes socialmente não favorecidos de espontâneidade, mas depois de alguns anos, cheguei à uma resposta padrão, que quase sempre acaba em risada. E o pior? É fato comprovado que funciona!

Minha melhor maneira de fazer amigos, é falando besteira. Mas não besteira pouca. Tem que ser frase de impacto! A maioria dos meus amigos, eu conheci de alguma das formas descritas abaixo (acreditem ou não).

Ok, chega de enrolação e vamos ao “segredo”: Sempre que quiser fazer um amigo, utilize a frase padrão abaixo, trocando apenas o seu nome e substituindo a parte em vermelho por uma de sua preferência. (Ok, para os menos criativos, eu deixarei também algumas sugestões de substituição).

“Oi, tudo bem? Eu sou fulano(a). Você já deu o cu hoje? * ”

* Mais sugestões de frases que podem ser utilizadas:

“Você gosta de sexo com animais?”

“E aí? Vamos dar o toba mais tarde?”

“Eu gosto de oral, e você?”

“Qual sua posição favorita na cama?”

Etc. (ok, já falei muita besteira, e dei muita asa à sua imaginação)

Segredo em fazer amigos? Faça-me um favor. É pra rir mesmo!

Se quer mais amigos, SaiDaqui e vá viver um pouco de vida real! Pode ser, no mínimo,  divertido. E se tive rcoragem, experimente minha tese acima. Aguardo relatos bem sucedidos de novos amigos feitos assim! Ou não. ;)

SaiDaqui!

@amanda_arm dia 9 de janeiro de 2010
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