Parece brincadeira, mas não é. O nome mais estranho do mundo é de um garoto sueco, chamado nada mais nada menos de: Brfxxccxxmnpcccclllmmnprxvclmnckssqlbb11116 (Por incrível que pareça, se pronuncia Albin – É, eu sei que não tem NADA a ver com o que está escrito).
Sim! Você leu certo. Esse é o nome do menino. Aparentemente, o nome foi dado pelos pais como uma forma de protestar as leis de nomenclaturas de bebê em seu país. Percebe-se que as leis protegiam os pobres bebês de pais loucos como estes de um nome ridículo como o mencionado acima.

Infelizmente, como todos sabem, parece que temos uma maldição de nomes feios no nosso país. Isso se chama “ser ridículo” ou “descontar na criança o mau gosto dos pais”, ou ainda “pobreza detected”, como preferir.
Podemos categorizar o mau gosto como: os que tentam homenagear famosos, mau gosto puro advindo de criatividade de DORGAS, ou falta de noção mesmo. Veja exemplos abaixo!
Ouch! Quer piores? Esses surgiram da mente fértil de pais com titica na cabeça, de A a Z:
Abrilina Décima Nona Caçapavana Piratininga de Almeida
Adegesto Pataca
Aeronauta Barata
Agrícola Beterraba
Aldegunda Carames Mole (Masculino)
Amazonas Rio do Brasil Pimpão
Ambrusina Sobrinha
Amim Amou Amado
Alambique Cachaça da Boa Ressaca
Barrigudinha Seleida
Bende Sande Branquinho Maracajá
Benedito Frôscolo Jovino de Almeida Aimbaré Militão de Souza Baruel de Itaparica Benemérita do Rêgo Grande
Brígida de Samora Mora Belderagas Piruégas de Alfim Cerqueira Borges Cabral
Cafiaspirina Cruz
Carabino Tiro Certo
Carlos Alberto Santíssimo Sacramento Cantinho da Vila Alencar da Corte Real Sampaio Carneiro de Souza e Faro
César Augusto Nascimento de Oliveira Chaves Pereira da Silva Pinheiro Leite Alencar Bertotto Otaviano Soares da Silva (de novo) Fonseca Vieira do Nascimento de Souza (cansa!!!)
Dezêncio Feverêncio de Oitenta e Cinco (alguém chuta em que dia esse cara nasceu?)
Dinossauro Carlos da Silva
Dominador das Dores
Estrobilobaldo das Frutas Graúdas
Euliclênssio Babozo
Faraó do Egito de Souza
Fé Esperança e Caridade
Galenogal de Silva
Gilete Queiroga de Castro
Heldslaiene Braian Hermógenes Alves
Hepotamedes Maria Good God
Hypotenusa Pereira
Ilegível Inilegível
Inocêncio Coitadinho Sossegado
Jacinto Leite Aquino Rego (ele existe!)
Lança Perfume Rodometálico de Andrade
Liberdade Igualdade Fraternidade Nova York Rocha
Loprefâncio Celestino Jacy de Almeida
Manuelina Terebentina Capitulina de Jesus Amor Divino
Maria Tributina Prostituta Cataerva
Meidinusa(Made in U.S.A.) Soares
Naida Navinda Navolta Pereira
Napoleão Bonaparte Sem Medo e Sem Mácula
Obedemigo Pereira,
Ocricócrides de Albuquerque
Pália Pélia Pólia Púlia dos Guimarães Peixoto
Percilina Pretextata Predileta Protestante
Queijo Pedroso Das Tortas
Radigunda Cercerá Vicence
Railander da Silva
Rayclinge Luiz Viana Rocha
Safira Azul Esverdeada
Sandyjunior da Silva (menina de SP)
Serdeberão dos Anjos
Soraiadite das Duas a Primeira
Terprando Wilson Rêgo
Tertuliano Firgufino
Tospericagerja (em homenagem à seleção do tri: Tostão, Pelé, Rivelino, Carlos Alberto, Gerson e Jairzinho)
Tuzleuda Fragalhães
Uélitu Silva
Uóxitu Nogueira
Valdisnei (Walt Disney) da Silva
Voltaire Rebelado de França
Xequenxiana del a Calhaque
Zeteônzio Calaboca
Fonte: aqui.
E SaiDaqui com esse mal gosto da pega! Depois a criança cresce revoltada e ninguém entende porquê!
Acho que dentre os sonhos de quase todas as “pessoas biologicamente maduras” (refiro-me àquelas com capacidade de cuidarem de si mesmas e talvez de outras) está a vontade de ser pai ou mãe.
Talvez se trate de uma percepção completamente errada de minha mente viajada, mas acho que há uma certa hiprocrisia quanto a ter filhos cedo. Pare pra pensar: Cada vez mais divórcios, discordância e violência. Todos os dias vemos assassinatos e poluição. E sempre tem menos amor que ontem.
Daí a ter um filho completamente desplanejado, inesperado e sem condições financeiras mínimas para dar um bom conforto para aquela pobre criança que virá à este mundo desvirtuado em que vivemos, é um ato insanamente hipócrito.
Claro que acidentes acontecem, e quase sempre são bem vindos. Não trataremos deles nesse texto. Nem daqueles indesejados, porque já entraríamos no assunto aborto, que por sinal é tema para outro post.

Eu confesso que nunca quis ter filhos. Nunca tive vontade de “sentir as dores do parto e cumprir meu papel de mulher”, tive a plena convicção de que não teria filhos por diversas razões. Dentre elas, algumas principais que seguem:
Medo de ser uma péssima mãe. Sempre tive jeito com crianças. Mas as dos outros. Do tipo que se devolve quando começa a encher muito o saco. Aliás, como eu poderia estar presente nos momentos importantes do meu filho com meus objetivos de carreira, que envolvem muito estudo e trabalho? Até que ponto ter um filho e deixar para outras pessoas a responsabilidade de cuidar dele?
Perder minha liberdade. Viajar quando der na telha, tomar uma cervejinha com os amigos sem hora para voltar ter meus momentos sozinha ficaria fora de cogitação. Acho que no fundo, medo da responsabilidade (que talvez seja a maior na vida de qualquer pessoa).
O mundo está uma merda, convenhamos. É para esse mundo que eu quero trazer uma criança? Um mundo onde educação é uma carteira de investimento oferecida por qualquer banco por aí? Onde política e honestidade não andam juntas? Onde a pressão do mercado de trabalho começa antes do que deveria? Onde amor e compaixão deram lugar ao dinheiro? Aqui, onde se ele não fizer parte dos mais fortes, pode acabar fazendo malabarismo no semáforo?
A infância não é mais a mesma. Eu (que só tenho 22 anos) cresci brincando na rua, rolava no chão por causa de futebol, pega-pega e esconde-esconde. Fazia amizades de carne e osso.
Hoje, meus primos mais novos são craques em video games. E suas relações de amizade quase sempre vem de Orkut, Msn, Twitter, Facebook…E a amarelinha? Se perdeu onde? Brincar é somente divertido quando na Internet? Como assim? o.O

Por fim, não gostaria de ver no rosto do meus filhos sinais do ceticismo aos sentimentos mais bonitos da humanidade. Não quero que ele tenha um precoce desdém a relacionamentos amorosos, uma precoce falta de fé na humanidade…
Não sei. Tudo isso me assombra, e muito.
E antes que me perguntem: Sim, eu terei filhos. E não será por obrigação.
Todos os itens acima não desaparecerão do meu caderninho mental de preocupações, mas eu sei que ao lado de quem se ama, podemos fazer nosso melhor para evitar que eles nos assombrem. Eu sei que seremos ótimos pais. Daqui alguns anos, é claro. (Né @rbarato?
)
Agora SaiDaqui! e vai trabalhar…

"Não mamãe, eu não quero sair daqui!"
Há anos não passava um Natal legal.
Desde que meus pais se separaram, Natal era sinônimo de brigas e intrigas, e ciúme, e problemas.
Era um saco me desdobrar em vinte pra dar atenção pra todo mundo. Chegava a querer dormir pra não ter problemas.
Esse ano foi diferente.
Não moro mais perto da família. E Natal resumiu-se em paparicos e carinho. ESSA é a parte de ficar longe que faz bem.
Foi um Natal super divertido, animado e engraçado perto da minha família. Com a única parte ruim de passar meia noite longe do @rbarato – mas ano que vem vai ser diferente.
Além disso, esse ano tive um plus: uma nova família também (o lado do meu namorido).
Ficar perto deles foi muito legal. Com cerveja e carne que não acabava mais, e alegria, idem.
Pra complementar, o presente que ganhei de amigo secreto da @nbaratto foi demais. Mas mais que isso, foi o discurso que ela fez antes de entregar o presente.
Acabei pensando em como chega a ser engraçado como a internet une as pessoas. Não existe mais distância. Na verdade, nunca existiu quando tem sentimento de verdade.
Espero que você também tenha passado um feliz Natal. E o Saidaqui deseja à todos os leitores TUDO de bom.
Obrigada por acompanhar-nos, mas agora SaiDaqui!