Sempre fui romântica assumida. Não tenho medo de ser tachada de brega e sei que não adianta: vou sempre adorar todas essas mil coisas idiotas que mostrem que a outra pessoa se importa.
Por mais machista que isso possa soar, gosto de “ser de alguém” e ter alguém para mimar. Levar café na cama, fazer o prato predileto, deixar recados no espelho embaçado do banheiro, mandar flores, ligar fora de hora, surpreender sempre que possível. Acho saudável e romântico.
Namorar é uma delícia! Fazer coisas à dois, ter planos (sejam eles à curto ou longo prazo) e alguém que te faça abrir um sorriso bobo por motivo nenhum. Saber que no outro tem um ombro pra chorar ou uma gargalhada pra ouvir ao contar do tombo que levou mais cedo.
Porém, condeno (e bastante) pessoas que são emocionalmente dependentes. Aqueles extremos apaixonados que não tem amigos se não os que em comum com seu parceiro, não fazem NENHUM tipo de planos que não ao lado dele, são obsessivos, demasiadamente carentes ou ciumentos. Brigam porque o outro adormeceu antes de enviar uma mensagem de boa noite ou porque ela foi ao banheiro e esqueceu de avisá-lo.
As pessoas nasceram livres e sozinhas. Infelizmente, assim também morrerão. É uma verdade que precisa ser aceita e entendida como filosofia de vida.
Ter alguém ao seu lado é maravilhoso, mas NUNCA, em nenhuma situação, deve ser o único motivo de sua felicidade. Amar é bom, mas não é tudo na vida.
Todos tem uma vida profissional, onde devem buscar satisfação. Algum tipo de família (por mais maluca que seja) para se importar. Amigos velhos e novos, com novos e velhos problemas para ajudar. E por fim, mas não menos importante, sonhos a realizar: talvez aquele curso de papel machê não seja tão interessante aos olhos dele, mas isso NUNCA deve significar que você deva desistir de fazê-lo. NUNCA.
Seja único, independente e saiba valorizar-se: As pessoas se apaixonam por ESSE tipo de gente.
Quem quer outro ser absolutamente dependente dele compra um cachorro ao invés de arrumar um parceiro. Fica a dica
SaiDaqui!
Esses dias uma leitora sugeriu pra nossa quinta sexual o tema: Casais liberais.
E aí eu me peguei pensando…O que isso quer dizer afinal?
Que eles não tem um relacionamento sério? Que eles não se amam o suficiente a ponto de deixar o parceiro ficar com outras pessoas? Que esse papo é pura putaria de quem não quer compromisso?
WRONG.
Casais liberais, no meu ponto de vista, são aqueles que tem uma relação tão bem resolvida e madura, a ponto de confiar no amor do outro a ponto de dar certas liberdades, por sua vez incomuns no que a sociedade em que vivemos considera “correto” e “aceitável” dentro de um relacionamento.
São pessoas que tem consciência e coragem de enfrentar o julgamento e mal olhado que os “quadrados” insistem em se achar no direito de ter em relação às vidas que não lhes dizem nenhum respeito. São pessoas evoluídas.
Claro que “ser liberal” é um termo muito abrangente, e vale lembrar que depende pura e exclusivamente das concessões feitas dentro de um acordo mútuo. Envolve desde happy hours inocentes com amigos sem o parceiro, até aceitar que ele se envolva sexualmente com outras pessoas além de você. De novo: DEPENDE DO CASAL.
Exemplo simples e prático? Se ela gosta da idéia e topa fazer um Menage de tempos em tempos, além de realizar uma fantasia sexual do seu parceiro, a relação torna-se mais apimentada e a cumplicidade do casal tende a aumentar. Isso sem mencionar o fato de ele se sentir satisfeito o suficiente com sua parceira a ponto de não buscar prazer com outras mulheres (mesmo que inconscientemente) – Pelo menos em teoria.
Acho que tudo isso é fruto da evolução da mente da humanidade, junto com a quebra de preconceitos impostos pela sociedade. É mais que isso, a aceitação consciente de que a natureza humana não é monogâmica, e a partir disso, variações e adaptações para que um relacionamento se torne mais completo, feliz e duradouro.
Aproveito deixar claro que não julgo casais tradicionais, com tradições (e confesso que até acho lindo!) desde que AMBAS as partes estejam felizes com essa conduta.
No fim das contas, o importante é ser feliz, e isso COM CERTEZA inclui SEXO.
Sexo tem que ser bom. Delicioso, satisfatório. Porque convenhamos, é a melhor coisa do mundo não é mesmo?
Agora SaiDaqui!

Para quem acompanha a saga Resident Evil desde 2005, sabe que o primeiro deles foi passo importante para os jogos de ação. O segundo, já contou com uma reestruturação completa de uma velha maneira de se ver esses jogos e se converteu em um dos mais revolucionários games da época. Já em sua edição número 5, Resident Evil sofreu algumas alterações. O que eu penso delas?
Como disse a Capcom, esta quinta parte seria um “reinício” para a saga. Agora entende-se porquê: Se seguissem exatamente a história como nas outras versões, não restariam muitos mistérios a serem desvendados em RE5. Além disso, temos o surgimento de uma companheira, que necessariamente jogará contigo (controlada por um segundo jogador, ou por inteligência artificial se jogando sozinho).

Claro que tiveram que fugir um pouco de suas raízes anteriores, mas ainda assim, RE5 é um jogo surpreendente: Chris Redfield é nosso personagem principal, que chega à um país fictício chamado Kijuju, onde o vírus que converte pessoas em seres violentos e famintos por matar (ainda assim, não são necessariamente zumbis) está espalhado, onde também conhece sua nova companheira Sheva.
A história em si, ainda que possa parecer meio que desconectada das outras versões da saga, tem fortes laços com o passado já apresentado de Resident Evil, já que consta também no resgate de Jill Valentine, ex companheira de Redfield em suas missões, dada como morta.
Alguns fanáticos podem ainda criticar muito o fato de ter uma companheira no jogo e perder aquela sensação de estar sozinho no meio dos zumbis e morrer a qualquer hora. Claro que isso é uma questão de opinião pessoal e não entrarei em discussão sobre o tema. Particularmente, achei o jogo mais emocionante, já que mesmo quando se joga sozinho, é necessário administrar as armas de ambos e ajudar a companheira, fazendo obrigatóriamente um trabalho em equipe para ter sucesso.


Em quesito de jogabilidade, RE5 não se difere tanto de sua versão anterior, mas graficamente, temos algumas imagens surpreendentes, como o leitor pode notar com as fotos desse post. O jogo ainda suporta divisão de tela, jogo online com poucos problemas de conexão e muita emoção sempre garantida.

No fim das contas, Resident Evil mostrou-se um sólido jogo de ação, que se saiu muito bem a meu ver. Como percebe-se o empenho gasto neste, esperaremos cada vez mais e melhor dos criadores. E enquanto isso, divirtam-se com RE5, pois vale o investimento.
A média de preço do jogo no mercado brasileiro é de R$130,00.
Agora SaiDaqui e vá jogar!
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