O preço de se falar o que pensa

Falar o que se pensa custa caro.

Além de às vezes, ser burrice. Infelizmente, certos tipos de público não valem o calor de uma discussão. Tipos mais comuns: fanáticos por futebol, política ou religião.

Não gosto de gente que não aceita a opinião alheia. E a situação fica ainda pior quando além de não ouvir, a pessoa insiste em doutrinar o outro com seus pensamentos.

Ok, eu respeito o que você gosta/acredita/pensa  ou desdenha: contanto que você saiba ouvir e respeitar o que EU acho disso. Não acho que as pessoas precisem concordar em tudo para conviver bem.

Pelo contrário: quem vive de concordar com tudo é aquele enfeite de cachorrinho que balança a cabeça. Discussões são inteligentes, saudáveis e complementares. É legal ouvir pontos de vista que você nunca havia pensado antes. Passíveis até de fazer pessoas mudarem de pensamentos e ideias.

Mas falar sempre o que se pensa não é nada fácil: na maioria das vezes, causa algum tipo de resistência ou inimizade, e em alguns casos, ainda te faz ter a fama de chato, grosso, antipático ou “do contra”. É claro que vale sempre lembrar o óbvio:você pode parecer, mas não precisa SER grosso. Existem N maneiras de dizer a mesma coisa...Cuide sempre para não escolher a pior delas.

Acima de todos os poréns, dizer o que vem à cabeça também exige preparo mental. Porque o ditado “quem fala o que quer, ouve o que não quer” apesar de clichê, é mais real do que parece. As pessoas que dizem dos outros, devem estar preparadas para ouvirem sobre si mesmas. E isso pode nem sempre ser agradável. De novo: preparo mental e paz de espírito são essenciais nessa hora.

Por fim, aceitar e ouvir os outros deve sempre vir em primeiro lugar. Só ganha respeito quem respeita ao próximo. Não é errado pensar duas vezes antes de falar: apenas uma maneira de se fazer claro, direto e educado.

Seja sempre sincero, mas cuide bem do que diz. Fica a dica ;)

SaiDaqui!

@amanda_arm dia 25 de janeiro de 2012
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Somos feitos de pensar e agir

Somos feitos de pensar. E mais que isso, de agir.

Nossas ações refletem para as pessoas que conhecemos de uma maneira única, capaz de formar opiniões e causar impressões quanto ao que elas julgam certo e errado, ou bom e ruim.

Infelizmente, somos todos humanos carentes, que utilizam-se quase sempre de sentimentos e sensaçõesalheias para nosso bem estar. Digo infelizmente porque como a dualidade do mundo nos ensina todo dia, para todo bem, há um mal; e certas pessoas não são dignas de respeito devido atitudes que tomam e ao prejudicar outras pessoas, omitem-se.

Quando o assunto é relacionamento amoroso então, a coisa só tende a piorar. Pessoas com amor ferido viram bichos irracionais. Agem com intenção de ferir e prejudicar.

Esquecem que em algum momento, aquela outra pessoa já foi capaz de mostrar-lhes o significado da palavra felicidade, e que fizeram planos juntos para talvez uma vida inteira. Agem com ódio. Na maioria das vezes, apelam para filhos (no caso de tê-los) e/ou dinheiro.

Como ouvi semana passada de um amigo: “Se quer realmente conhecer uma pessoa, mexa nos bolsos dela” –  é fato.

Porque afinal, cada um lida como consegue com seus problemas. E não que seja fácil, mas é possível fazê-lo com um pouco de dignidade. Assumir os erros e consertar as burradas feitas no auge da imaturidade e irresponsabilidade que atingiram quem já não tem mais nada a ver com ambos.

Omitir-se sempre foi um ato de covardia. Negar a consertar os próprios erros e deixar que terceiros o façam, pior ainda. Mais que prejuízo financeiro/emocional, essas pessoas causam decepção,  repulsa. E dó. Dó por serem baixas a tal ponto.

Relacionamentos acabam. Mas a amizade e o respeito não deveriam. No fim, aquela esperança de sobrar passado bom, carinho e lembranças que no início era tão fácil, se esvai com tantas meias palavras mal ditas entre linhas doloridas de se ler. E ações tristes de se presenciar.

Foi assim com meus pais. Foi assim com os amigos dos meus pais. Foi assim com alguns amigos. E espero que nunca seja assim com você.

Agora, SaiDaqui!

@amanda_arm dia 9 de novembro de 2010
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Zona de Conforto: Saia Dela!

Sair da zona de conforto é incômodo. Desprazeiroso. Desconfortável. Ninguém gosta de mudanças logo de cara.

Abala o ego, a auto estima, os sentimentos. Chacoalha os nervos, faz pensar e reconstruir o que já não faz mais parte do planejado.

Conforme sugerido por um leitor, debateremos hoje sobre relacionamentos falidos que insistem em continuar na zona de conforto.

Segundo opinião do leitor, (e devo dizer que concordo com o mesmo) é ridículo saber, admitir e sentir que a relação transformou-se em pura rotina e convivência amigável, e ainda assim, não fazer nada a respeito.

Ele citou exemplos de amigos de bar, que vivem reclamando das namoradas, não se preoucupam mais como costumavam sobre a relação, vivem dizendo que vão terminar, mas nunca o fazem.

São os famosos acomodados, que preferem ter a foda de domingo a tarde garantida, com a namorada que tanto reclamam o tempo todo ao buscar novos rumos de vida e novos horizontes.

Meus queridos: ACORDEM! Ambas as partes que compõem um relacionamento deste tipo estão perdendo tempo. Não há necessidade de ficar se enganando, se torturando dessa forma.

Eu mais do que ninguém concordo que é chato sair da tal zona de conforto. Ter que recomeçar. Parece que nunca vai dar certo, ou que já não existe saco paciência para passar por tanta coisa novamente. Sabe o que mais? Estão TODOS enganados.

Mudanças são sempre boas. Recomeçar, repensar, agir de outra forma, jogar tudo pra cima, agarrar outra oportunidade, trocar de emprego, de mulher, de país, de amigos, é SEMPRE uma opção.

Viver consiste em mudar. E deixar continuar em sua vida apenas o que lhe faz bem. Escolher é preciso.

Errar não deve ser algo negativo. Escolheu erado? Volte atrás. Todo mundo se arrepende de algo um dia. Aprenda com os erros, e não os cometa novamente.

Saia da zona de conforto. Mude. Arrisque. Chore, caia. Mas sacuda a poeira e levante. A vida é curta demais para se desperdiçar com besteiras.
camacobra
Agora SaiDaqui! e vá repensar em tudo.

@amanda_arm dia 27 de julho de 2010
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