Antes de começarmos a falar do swing em si, que tal um pouco de história e teoria? Afinal, antes de opinar sobre qualquer assunto, é necessário conhecê-lo.
O primeiro passo é libertar-se de preconceitos. Abrir a mente para o novo e, mesmo que não concorde com o que vem a seguir, entender e respeitar o desejo de outras pessoas.
Lembre-se que não existe certo e errado, apenas pontos de vista diferentes.
Vamos ao que interessa?
Swing, ou também conhecido como “troca de casais”, é nada mais que um relacionamento sexual entre casais estáveis que optam pela prática sexual entre si (o famoso sexo grupal). Existem algumas correntes que já consideram o swing quando um casal adiciona um ou mais elementos na relação sexual. Vai de cada casal entender e praticar como melhor lhe parecer.
Dentro da definição, ainda há uma pequena classificação entre dois subtipos de swing: O Soft (troca de parceiros com caricias, beijos e sexo oral, não há penetração) e o Hard (troca de parceiros com penetração).
Outra questão que deve ser levada em consideração é a orientação sexual de todos os participanetes, permitindo que haja bissexualismo (feminino ou maculino) ou não na hora da prática. As possíveis situações são:
MFFM
Entre mulheres bissexuais e homens heterossexuais
MFMF
Entre mulheres e homens heterossexuais
FMMF
Entre mulheres heterossexuais e homens bissexuais
MMFF
Entre mulheres e homens bissexuais
Resumindo: Nada é proibido, desde que todas as outras partes concordem.
Como em qualquer outro ambiente da sociedade que envolva convívio com outros seres humanos, o respeito pelo outro deve vir sempre em primeiro lugar, respeitando assim os limites de cada um dos envolvidos.
Ser liberal e bem decidido sexualmente é um sinal de maturidade. Portanto, se decidir pelo swing, aja como adulto. Acima de tudo, não julgue. E boa sorte!
SaiDaqui
Desde que decidira mudar de vida, sofreu algumas consequências. Há dois anos era vítima de preconceito em todo círculo social que se envolvia: no trabalho, nos novos amigos, entre as pessoas que mal a conheciam. Gente que se achava sempre no direito de julgar apenas pelo que ela escrevia.
“De outro estado, não conhece ninguém. Cumprimenta todo mundo com abraço e beijo no rosto, não gosta de chimarrão. Fala alto, fala palavrão demais e tem sotaque estranho. Escreve sobre sexo e fala como se fosse homem. Não entende o bom e velho gauchês, vive tirando sarro e tratando bem quem mal conhece. Definitivamente, uma estranha.”
Sei que muitos pensavam assim. Infelizmente, alguns ainda o fazem. Mas hoje já não importa.
Porque aquela vontade de juntar as tralhas e voltar para minha terra já é quase inexistente. Aquela falta de raízes que tanto cultivo por medo de perder de novo pedestais que crio em pregos na areia, já não é tão solúvel assim. Aquele medo de ser tão diferente já virou orgulho.
Aquela vergonha de quando me julgam virou motivo para tirar sarro. E as diferenças se fizeram afinidades. Aquele chimarrão que antes odiava o gosto, hoje não vivo sem. Aquela estranheza ao ver alguém pilchado na rua, já virou orgulho. Dos termos diferentes, fiz novo dicionário. Uma mistura gostosa de paulistês interiorano com gauchês de tudo quanto é canto.
Dos amigos que sempre estiveram perto, a saudade e a distância continuam provando que não são tão importantes assim quando existe algo real. E dos amigos que nunca estiveram perto, a cada dia um novo e surpreendente “pode contar comigo”.
Da mandioca que virou aipim e macaxeira à mexerica que virou bergamota. De cachorro que virou cusco e cavalo que virou pingo. De misto que virou torrada à maionese que virou salada de batata. De menina que virou guria à vizinho que virou 1200km de distância.
Novas histórias de gente que se importa, que faz falta, que gosto de ter por perto. Velhos amigos conhecendo os novos. A família visitando a terra gaúcha. Fazendo planos de morar aqui um dia. Os amigos gaúchos entendendo um pouco mais da cultura paulista.
E essa lambança deliciosa que faço na vida, sendo um pouco de tudo e de todos que me emocionam. À vocês, um muito obrigada por me deixar fazer parte. Por um minuto, um ano ou uma vida toda.
Ass: Uma guria do interior de SP que mora em Porto Alegre e acredita que casa, é todo e qualquer lugar que tenha um pedaço do coração. Agora SaiDaqui!
Esse é um texto escrito pelo querido @luisrocknroll
Olá leitores do SaiDaqui!
Saudades de vocês.
Aviso antecipadamente: este é um texto ultra MAMILOS.


Estava em minha bat-caverna lendo sobre o São Paulo Fashion Week…
“Nossa, Luís… como você é frutinha! Você acompanha eventos de moda!?!?!”
É. Eu acompanhando eventos de moda. Além disso, procuro me informar sobre sapatos, esmaltes, cosméticos, bolsas, TPM, menstruação e o que minha mente masculina conseguir absorver do mundo feminino.
“Realmente você é fruta, Luís… Pqp!”
Não é assim que a banda toca. Acho que sendo homem, minha obrigação é entender sobre o mundo das mulheres para poder conversar com elas de modo que o papo não se resuma em: “oi, eu gosto de futebol e encher o rabo de cerveja… e… e mais nada”. Não que eu seja expert ou goste de esmaltes, por exemplo. Pra mim 90% das cores são iguais, uma vez que, como homem, enxergo as cores no padrão Windows e nada mais. Porém, quando for preciso posso falar sobre flocados, holográficos, craquelados e tudo o mais.
Mas… Vamos voltar ao post.
Estava lendo sobre o Fashion Week e aí me deparo com um protesto pedindo uma cota maior para negros em desfiles.
…
Vou direto ao ponto. Não me importa se você é negro, branco ou um Avatar. Defequei [usei esta expressão devido á insistência do corretor ortográfico do Word. Se não gostou reclame para o Bill Gates] pra sua cor, amigo. O que importa é QUEM você é. Só isso e nada mais.
Eu sei, nem todos pensam como eu. Mas o sistema de cotas vai resolver isso? NÃO. Não vai. Pelo simples fato de que o sistema alimenta o que há de pior em um grupo de pessoas: o discurso de minoria, uma espécie de preconceito inverso/reverso.
O que quero dizer é que a partir de um momento que um grupo de pessoas luta por uma cota de x% em uma coisa qualquer, estes fecham os olhos para todo o esforço e lutas do passado e pra todos os que suam a camisa pra conseguir algo da forma correta.
O argumento de que é justo que x% dos contratados para um evento sejam da cor x só porque são da cor x é tão fraco quanto dizer que fulano matou 13 crianças por que sofreu bullying quando criança.
Se você acha que é discriminado no mercado por que é branco, negro, homo, hetero, com cérebro ou fã do restart (leia-se acéfalo) só há uma saída. Lute. Se você é o melhor no que faz sua cor não será incômodo.
Agora, se você prefere se esconder em cotas há uma triste notícia: sua chance de crescer na vida é nula. Ao invés de buscar se desenvolver o que você quer é o crescimento rápido e fácil disfarçado de reivindicação social.
O discurso de minoria reduz a culpa pelo fracasso à “somos prejudicados em tudo. Por todos”, por isso é fácil e gratificante de adotar.
“Eu não estudei para o vestibular, fiquei jogando Xbox ao invés de estudar álgebra, mas não é culpa minha. É que sou estudante do ensino público”… Senta lá, Juraci.
Se você quer assumir as rédeas de sua vida chute pra longe esse manual babaca de que “sou de um classe desfavorecida e, portanto tenho direito à meio boquete de graça zona da esquina”. Sua vida é VOCÊ quem faz, não sua cor.
Agora SaiDaqui!
Honestamente, o assunto já foi muito discutido em várias mesas de bar que frenquentei (e olha que não são poucas!) – Mas nunca parei para colocar minhas idéias por aqui. Acho que a Quinta Sexual é uma ótma oportunidade!
Segundo a Wikipedia, “Ménage à trois” ou simplesmente “ménage” é uma expressão de origem francesa cujo significado originalmente denominava um domicílio habitado por três pessoas em vez de um casal. Sua tradução literal é “moradia a três”.
Atualmente é utilizada para designar os relacionamentos sexuais entre três pessoas, e podem ser distinguidos em 7 tipos:
* MMF : Dois homens e uma mulher com bissexualidade masculina;
(Tradução: Uma mulher e dois homens que se pegam entre eles também)
* FFM : Duas mulheres e um homem com bissexualidade feminina;
(Tradução: Um homem e duas mulheres que se pegam entre elas também – Provavelmente o tipo mais comumente desejado)
* MFM : Dois homens e uma mulher sem bissexualidade;
(Tradução: Uma mulher e dois homens que NÃO se pegam entre eles)
* FMF : Duas mulheres e um homem sem bissexualidade;
(Tradução: Um homem e duas mulheres que NÃO se pegam entre elas)
* MMM : Três homens em ato homossexual;
(Tradução: Surubinha de paus)
* FFF : Três mulheres em ato homossexual.
(Tradução: Surubinha de xanas)
* HMA : Homem mulher e animal.
(Tradução: MEDO, muito MEDO. Mãe, onde liga o modo texto do cérebro?)
Topar um menage não é uma decisão fácil. É necessário ter a cabeça bem feita para que depois não surjam problemas entre os envolvidos, como afetar a amizade ou surgir ciúmes infundados entre as partes. Sem falar no preconceito que ainda existe. Aí, vai somente da cabeça de cada um mesmo estar preparado ou não para enfrentar os comentários depois.
Primeiro porque a pessoa tem que ser segura de si. Saber que vai dar conta do recado. Se ele/ela for a peça principal (significa que os outros 2 participantes são do sexo oposto) mais ainda. De decisão tomada e regras traçadas entre os paricipantes (no mundo ideal, o que pode ou não pode deve ser pré-definido, a fim de evitar constrangimentos no ato da diversão), basta planejar a hora, o local e partir pro abraço.
Particularmente, acho que é uma experiência que todos devem passar pelo menos uma vez na vida (eu ainda terei a minha! ) – Para contar como história, para ampliar os conhecimentos sexuais, para provar algo diferente, para dizer se gostou ou não depois de fazer , para quebrar tabus, para inflar o ego, para apimentar a relação, para aceitar melhor seu corpo, dentre outros mil motivos.
Isso sem comentar nas mais diversas situações que um menage pode surgir: Entre gente bêbada numa festa, entre casais bem sucedidos que querem apimentar a relação, entre amigos que querer sanar suas curiosidades, entre casais liberais que não se permitem monotonia…E dentro dessas situações, ainda existem várias ramificações: mulher beija mulher? Homem beija homem? O que pode? Onde não pode? Vale dedo em tudo? E língua? E por aí vai…
De verdade? Respeito quem não queira fazer, mesmo duvidando que todos eles não tenham pelo menos uma ponta de curiosidade em saber como é. Mas respeito enquanto eles também respeitem quem gosta do ato.
Afinal, se 1 não quer, 3 não transam. De comum acordo, e entre quatro paredes, vale tudo! Né não? =p
E SaiDaqui!
Ter um blog é sinônimo de exposição, e por isso leva certa coragem para fazê-lo. Particularmente, até confesso que sou egoísta a ponto de escrever pura e simplesmente o que penso, o tempo todo. E sobre qualquer assunto, sem qualquer pudor na língua ou no pensamento.
O que também não quer dizer que não aceito críticas ou opiniões adversas. Pelo contrário, acho que expor tanto o que penso acaba sempre gerando mais bafafá que o normal no fim das contas.
Mas graças à diversidade humana, as pessoas que passam ali por acaso e acabam lendo um ou outro texto acabam criando uma forte opinião sobre eu como pessoa: Por se identificarem com minha linha de raciocínio, por terem me achado bonitinha na foto, ou por discordarem de toda aquela baboseira escrita.
Também não consigo separar completamente a vida real dos textos que escrevo: É CLARO que se eu estiver triste, provavelmete o texto não seja todo animado e otimista. Sentimentos refletem nas palavras.
Pra ser sincera, até os namorados que tive encanavam um pouco muito. Tinham medo do que os outros vão pensar quando “notarem que eu escrevo tanto sobre sexo” por exemplo. E aí vem a pergunta: E DAÍ que eu escrevo sobre sexo? Todo mundo faz, e gosta. Sua mãe não é virgem, e você é grandinho o suficiente para saber de onde vêm os bebês, certo? Então porque não aceitar que é um assunto natural, e tratá-lo como tal?
Se eu escrevo sobre sexo, isso não me faz uma puta pervertida. Se eu escrevo sobre cultura, filmes e videogame isso não me faz uma nerd descontrolada. Se eu escrevo sobre amor, isso não me faz expert. Se eu escrevo sobre comportamento humano, isso não me faz psicóloga. Mas se eu escrevo sobre tudo isso, isso me faz normal (não muito, mas faz).
Todo mundo deveria lembrar que a vida virtual é nada mais que uma continuação da real; e que é saudável que ela sirva de contato inicial com outro ser, mas que nunca se limite a isso. Apenas ler o que eu escrevo te dá uma idéia do que penso, mas não te faz meu melhor amigo. Pessoas vivem de contatos e experiências reais. Eu sou de carne e osso (atualmente mais carne do que osso) e adoro conhecer novas pessoas. Eu existo, rio e choro como todo mundo. Quer me conhecer melhor, estou aqui.
Mas julgar não está com nada. Fica a dica ;)
Agora SaiDaqui!
Eu sempre disse meio que em tom de brincadeira: “O mundo seria muito melhor se todos fôssemos bissexuais”. Mas parando pra pensar, brincadeiras à parte, até que faz algum sentido.
Porque aí não existiria esse tamanho preconceito bobo que infelizmente ainda circula por nossas ruas. Sem comentar o fato de que o leque de oportunidades de paquera de todas as pessoas aumentariam.
Ok, ok. Eu já estou vendo menino, sua cara de nojinho ao imaginar “outra barba se esfregando na sua”, ou você, guria, “beijando outra boca com batom”. Eu entendo e respeito sua opinião hetero, CONTANTO que não seja preconceituosa.
Porque preconceito amigos, não está com nada.
Bissexualidade é uma realidade cada vez mais presente em nossas vidas, e cabe a cada um de nós fazer nossa parte para entender que biológica e culturalmente, nascemos homens e mulheres, seres fisicamente diferentes e definidos aos olhos da sociedade. Que em teoria, homem e mulher seriam o encaixe perfeito. Mas que, entretanto, o comportamento de cada um vai se moldando ao longo da vida e sofre influências psicossociais. Resultado: nem oito nem oitenta.
Novos valores surgidos a partir de grupos que se formam batendo de frente com o que a sociedade impõe ganham cada vez mais relevância no contexto social moderno. A juventude por exemplo, vê na sexualidade uma forma de dar o grito de liberdade.
“Estamos aceitando a diversidade. Permitimos que as pessoas ‘diferentes’ do padrão imposto socialmente saiam de seus casulos e assumam seus desejos. Isto é um ganho individual e social. Provavelmente, num futuro próximo, muitos dirão: ESTOU bissexual, e não SOU bissexual”, diz a terapeuta sexual Franciele Minotto. Mas, quando se trata da sexualidade, muitos ainda arregalam os olhos.
Descobrir-se bissexual é uma questão que está intimamente ligada à relação com o mundo que cada um tem. A cultura tem um papel fundamental na definição dos papéis sociais. É a partir dela que se define o conjunto de comportamentos considerados adequados às pessoas. E com a bissexualidade é a mesma coisa.
Vale lembrar que a partir do momento que o indivíduo é bem resolvido e tem coragem de enfrentar todas as críticas alheias, assumir-se bissexual ainda esbarra em aspectos pessoais, profissionais e familiares. E esta “apresentação” para o mundo pode ser acompanhada por momentos difíceis, infelizmente.
A nossa parte? Aceitar diferenças. Entender que alguém que não tem a mesma sexualidade que você, não está necessariamente errado. E que o importante, é todos sermos felizes com nossas escolhas. Palavras de uma hetero, que respeita e admira o mundo bi.
Agora SAIDAQUI!
PS: Alguns trechos foram adaptados daqui.
Há algum tempo atrás, nossa querida amiga @Babiarruda sugeriu um post de quinta-feira: Luxúria.
Pensei então em fazer algo diferente sobre o tema: uma entrevista. Pensei longos 30 segundos para lembrar quem era a pessoa mais pervertida que eu conhecia, e obviamente cheguei ao lindo lobinho @Onifodente.
Claro que ele topou na hora, e o SaiDaqui adorou ter a participação dele!
Preparados? Jogue todos os preconceitos fora antes de ler. E renda-se à essa LUXÚRIA de entrevista.

SaiDaqui – Lobinho, qual é seu pecado capital favorito?
Onifodente – Luxúria, de fato… Fui abençoado e amaldiçoado com esse pecado delicioso…
SaiDaqui - Defina o pecado para você. O que é luxúria?
Onifodente – Luxúria é o prazer acima de tudo e a qualquer custo… O prazer que não respeita fronteiras nem regras…
SaiDaqui – Então é correto dizer que luxúria tem a ver pura e simplesmente com desejo carnal e vontade absoluta sexual, sem se deixar engessar pelos conceitos morais da sociedade?
Onifodente - Exatamente! E essa sociedade que você mencionou é hipócrita demais eles desejam a luxúria, porém na hora do “vamos ver” preferem ser politicamente corretos e vestirem máscaras de “Bons Moços”…
Eu prefiro ser do jeito que eu sou… Assim… Embebido na Luxúria por completo… Sem vergonha mesmo…
SaiDaqui - Acha que a sociedade nos prende de ser quem gostaríamos de ser?
Onifodente - É claro que sim! Eu tenho uma boa perspectiva sobre isso… Afinal de contas, a na minha promiscuidade conheço mulheres que são verdadeiras devassas nas costas da sociedade (Não que isso seja ruim) e por medo de serem rotuladas e sofrerem retaliação, acabam se escondendo na fantasia de “Moça Certinha”
SaiDaqui - E você é muito julgado por cometer tantas luxúrias? Como você lida com esse preconceito? Afinal, ser diferente do que os outros julgam “certo” é sempre mais difícil.
Onifodente - É claro… Na maioria dos meus círculos de convivência eu dou a cara a tapa, digo, faço e nem me abalo com a opinião padrão “Ai, credo! Como você é sujo!”. Vivo na filosofia Cavalo de Desfile de 7 de Setembro: “Cagando e andando enquanto me aplaudem”. Afinal de contas eles não lavam minhas cuecas e pouco me importa se acham que meu estilo de vida é inapropriado.
O melhor é descobrir a hipocrisia de mulheres que dizem achar meu estilo de vida “Um absurdo” e depois virem querer ser devoradas pelo Lobão aqui…
SaiDaqui - Sobre essas moças que fingem ser boas moças mas devassas no íntimo, você acha que elas deveriam assumir quem são ou prefere que sejam assim, enrustidas pela sociedade?
Onifodente – Enquanto a sociedade for machista e rotular a mulher que vive na Luxúria como vagabunda, infelizmente elas têm de se mascarar… É uma necessidade.. Eu até entendo a situação delas… Contanto que isso não as impeça de se esbaldar em prazer…
Porque, convenhamos, mulher mal comida é insuportável… De cair o cu da bunda… (Ah, palavrão… Estou tentando segurar meus dedos… Mas você sabe que eu sou boca suja… rs
SaiDaqui - Sem problemas, eu também sou. Hehehe. Conte-nos: as top3 luxúrias que você cometeu na vida.
Onifodente - Ok… Vamos fazer isso em estilo premiação… Do 3° para o 1° lugar…
3°. Casa de Swing - Frequento várias casas em São Paulo com minhas B.A.s (B*ceta Amiga), fingimos que somos casados para devorarmos os outros… É padrão, elas tomam conta dos machos e as Chapéus casada vem pro Lobão… Uma delícia poder estar com uma mulher casada com o consentimento de seu marido…
2°. Orgias – Há algum tempo eu tinha um círculo de amizades (Homens e Mulheres) que abriram suas mentes e seus zípers dando espaço para o prazer pleno. Todos amigos que se reuniam de tempos em tempos em festinhas que o único objetivo era pecar em Luxúria… Bons tempos…Todos solteiros…Era bacana e delicioso…
1°. Quebrando Regras - Aqui rola um empate, dois acontecimentos… Tive o prazer de devorar a minha prima e a namorada dela… Isso mesmo… Minha prima é bissexual e namora, um dia me convidou pra pregar uma peça na namorada “Vou dizer que te trouxe pra transar com a gente”. eu topei… A brincadeira acabou ficando séria…]
E os meus encontros às cegas com as minhas Chapéus… Encontrar uma mulher que nunca vi na vida e em 15 minutos estar num motel sanando minha fome é uma experiência fantástica! Inenarrável…
SaiDaqui - Empate técnico no ouro então!?
Onifodente – Fato, os dois são equivalentes no prazer e na quebra de regras…
SaiDaqui - Percebe-se que você é a pessoa ideal para conversar sobre luxúria. Para fecharmos com chave de ouro, qual a dica que você deixa pros leitores e leitoras do SaiDaqui?
Onifodente - Não se amarrem a conceitos engessados e hipócritas dessa sociedade! Não estou dizendo para treparem na rua e fazerem uma revolução do sexo (O que não seria nada mau…), mas sejam espertos… Não se privem da Luxúria só porque dizem que é errado! Trepem, gozem muito! Afinal de contas, como diria Rita Lee, tudo vira bosta…
Ah, e com resposabilidade, por favor… Camisinha sempre!
Eu? Assino embaixo. No fim das contas, o que importa é ser feliz e fazer o que nos faz sentir bem, certo?
Obrigada pela participação Lobinho. Além do nome do SaiDaqui e das Quintas Sexuais, fica meu carinho e agradecimento especial e pessoal. Seja sempre @Onifodente
Para quem ainda não conhece, acessem a coluna dele no Muita Pimenta: A Verdade Nua e Crua.
E SaiDaqui!
Que sexo é bom e todo mundo gosta, é meio óbvio. Mas existe quem AME sexo. Não vive sem. Ficam loucos quando passam mais de dois dias sem uma bimbada.
Gente que compartilha da opinião que “sexo é bom até quando é ruim”.
Até Freud descobriu que sexualidade fazia parte do ser humano desde o nascimento, e não somente a partir da puberdade como todos na época afirmavam. Também afimrou que “o período da sexualidade é longo e complexo até chegar a sexualidade adulta, onde as funções de reprodução e de obtenção de prazer podem estar associadas, tanto no homem como na mulher”, já contrariando as idéias predominantes de que o sexo estava associado, exclusivamente a reprodução. E por fim, decidiu libido, como “energia dos instintos sexuais e só deles”.

“A sede de conhecimento parece ser inseparável da curiosidade sexual.” – Sigmund Freud
Em um tempo de preconceito e vergonha em tudo que fosse relacionado a sexo (ainda sofremos um pouco disso, certo?) Freud foi um gênio. Pensava muito à frente do seu tempo.
Em pleno 2010, eu parto do princípio que sexo faz bem. E não é pouco.
Além da perda calórica (vontade de qualquer mulher), “os batimentos cardíacos são acelerados, os órgão internos massageados, a circulação sanguínea e a linfática intensificadas. A produção de hormônios e endorfinas contribui para uma sensação de bem-estar, sendo um excelente antídoto para a depressão e a ansiedade”, lista Amaury Mendes, médico e sexólogo, do Rio de Janeiro.
Por todos esses motivos, a Organização Mundial da Saúde, desde 2000, inclui o sexo como um dos prérequisitos para a qualidade de vida, tão importante quanto praticar exercícios e se alimentar bem. Sexo prazeroso é um prêmio da vida adulta, e a durabilidade dessa conquista dependerá do esforço da manutenção.
Claro que sexo com vínculo afetivo é sempre mais gostoso. Mas não tenho nada contra quem procure por sexo casual, sem afeto. Sempre com segurança, obviamente.
Por todos os benefícios de saúde. Por todo o prazer que nos causa. Por todo bom humor que ficamos após o sexo. Porque sexo é bom. PONTO.
Todo mundo deveria deixar conceitos e preconceitos de lado, parar de julgar mulheres que gostam de sexo, e celebrar o bem estar que ele nos faz.
Por um mundo com mais sexo. O mundo seria muito mais feliz assim.
Agora SaiDaqui e vá fazer sexo!
Toda mulher tem um lado bi.
A frase é forte, de impacto. Tem efeito, e faz pensar. Além de ser totalmente verdadeira.
Mesmo que inconscientemente, toda mulher ama outra mulher (e não estou falando de amor de mãe, ou de irmã).
Há algo que desperta, que atrai. Tenho algumas teorias.
Talvez a tal fragilidade feminina, a angústia de nunca encontrar o cara certo, a curiosidade de experimentar algo novo, ou ainda o desespero de não ficar sozinha. Talvez a vontade de ser diferente só para contrariar o “fluxo natural” da sociedade hipócrita, ou ainda a busca constante de encontrar respostas de perguntas sempre tão incompreendidas.
Às vezes, por não entender gostar aceitar a masculinidade do mundo ou apenas pela vontade reprimida.
Não me entendam mal. Eu não estou dizendo que todas as mulheres no mundo vão ficar com outras mulheres. Muito pelo contrário. Porque amar alguém, não tem apenas o sentido carnal de ser bi (sim, pasmem homens). Amar alguém pode sim, resurmir-se em ter uma amizade absolutamente extraordinária. De dizer “eu te amo” desprovido de preconceitos. Andar juntas, e confessar segredos.
Eu, particularmente, já quase “despertei” meu lado bi. Tive muita vontade de ficar com uma garota, há uns dois anos atrás…Depois que tive um coração partido e comecei a andar bastante com um grupo de bissexuais (que ainda são minhas amigas hoje em dia). Mas por conta de razões irrelevantes, decidi esperar mais um pouco. E a vontade passou.
Sei que se um dia eu sentir vontade novamente, não terei problemas em fazê-lo. E sinceramente? Acho que ninguém deveria tê-lo.
Porque feliz é aquele que assume quem realmente é, e tem força suficiente para enfrentar os preconceitos da sociedade. Entenda: ser completo é não precisar provar nada para ninguém.

Agora SaiDaqui!