Sobre religiões, crenças, fanatismo e ateísmo

postado por em 09/05/2012

  Se é pra dar a cara à tapa, vamos de vez: acho que todo mundo (sem NENHUMA exceção) deveria repensar suas crenças. Falando em fé e religião propriamente ditas, particularmente acredito que todos os caminhos levam ao mesmo lugar. Pra quê então, viver de julgar e apontar o dedo aos que não praticam/pensam como você? Sou agnóstica. Acredito que há “algo” por aí. Uma força maior que talvez...

continue lendo

Se “Deus” existe, ele não te deu nada de graça

postado por em 18/07/2011

Não, eu não sou ateu (existe feminino disso? Atéia?) mas respeito (e muito) quem seja. O direito é todo deles em não acreditar no que não se pode provar. Particularmente, acredito na existência de um poder /força superior que sempre nos influencie e encaminhe para o bem. Mas sou agnóstica quanto ao tema: se ela existe ou não, aceito que essa resposta jamais será encontrada e convivo bem com...

continue lendo

Pena

postado por em 03/11/2010

Cada vez menos eu acreditava no que ninguém era capaz de me explicar. Ninguém me convencia de nada: não tinham argumentos plausíveis. Há anos havia desistido de qualquer tipo theo-24 cr de religião. Recusava-me a discutir qualquer assunto relacionado ao que não se pode tocar. Confesso que por um tempo, tive até um certo rancor por pessoas que acreditavam cegamente em alguma crença a ponto de...

continue lendo

A Inutilidade de um Noivado

postado por em 10/08/2010

Sim. É esse mesmo o assunto do post: Noivar é inútil. Estava ontem conversando com um amigo e leitor quando ele sugeriu o tema. Na hora pensei: “que tema mais besta, de onde ele tirou essa idéia?”, mas depois começamos a discutir sobre isso, e faz sentido. Não sei se você está atualizado no tema “anéis de relacionamento” (eu não estava), mas hoje em dia existem três tipos de aliança:...

continue lendo

Agnosticismo

postado por em 19/05/2010

No rumo natural da história, os filhos acatam a religião que os pais lhe ensinam. Não necessariamente por imposição, mas por ser a única forma de crer que conhecemos quando pequenos, e até meio que involuntariamente,  tornamo-nos parte. Eu por exemplo, fui católica desde sempre. Com direito a batismo, primeira comunhão e crisma. Sempre no piloto automático. Por osmose. Até que comecei a pensar...

continue lendo