E se um pequeno gesto levasse à outro, e isso tudo voltasse para você?

O vídeo fala por si só.

 

 

Um beijo, SaiDaqui! ;)

@amanda_arm dia 5 de janeiro de 2012
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Vergonha alheia

Tem gente que não merece meu respeito.

Num mundo cheio de drama queens e hipocrisia barata em forma de sentimento comprado no açougue da esquina.

Gente que joga lixo no chão, não respeita os idosos e pra foder com tudo, é racista. Gente que merece tomar soco na boca.

Não merece os pais que tem. São mimados, fazem ceninha e não tem educação. Playboyzinho de merda, gasta o que não tem, paga de galã e vive rodando com carro emprestado.

Empresta dinheiro dos outros.  Maltrata animais na rua. E se acha no direito de ser chamado cidadão.

Pula roleta do ônibus, faz a fama baseando-se em bulling dos mais fracos. Merece ser jogado bêbado num campo minado.

Aliás, bebe e machuca inocentes. Devia ser estuprado na prisão até não ter mais pregas no fiofó.

Faz drama e só quer pegar mulher gostosa. Que além de silicone nos peitos e na bunda, deveria colocar no cérebro.  Aliás, nem tem mais cérebro. Perdeu no maternal.

Bate no peito pra dizer que é macho e é covarde de bater na mulher quando chega em casa. Deixa faltar o pão pros filhos, mas nunca sua cachaça.

Não te cultura nenhuma e ainda assim pensa ser o dono da razão. Vota no primeiro filho da puta que lhe dá uma propina besta.

Gente que não merece ser tratado como gente. Que me dá vergonha ao dizer que é Brasileiro.

Que não faz nada para melhorar o mundo. Pelo contrário, só atrapalha. Cultiva violência, dança rebolation e faz filho como se fosse mato. No dia seguinte, nem lembra o nome da mãe da criança.

Vive da lei de Gerson. Joga todo o trabalho em cima dos outros. Só quer o crédito. Isso quando trabalha.

É filho de papai, e mesmo assim falsifica dinheiro, “só por diversão”.  Deveria ser morador de rua. E morrer de frio no inverno do Sul.

Respeito é o mínimo que todo ser humano deveria nascer sabendo.

Porque depois, idiotas como esses dizem que sentem vergonha do país que vivem, enquanto não se tocam que vergonha mesmo, é existirem.

vergonha

SaiDaqui!

PS: Todos os exemplos citados acima são verídicos, ouvidos ou vivenciados vez ou outra pela jovem boboca que escreve este blog. Vergonha alheia.

@amanda_arm dia 10 de março de 2010
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Dublê de anjo – O pior filme de todos os tempos

Tenho visto várias resenhas e opiniões sobre os filmes da atualidade: Avatar, 2012, 500 dias com ela, etc..

Decidi não participar das massas.

Como várias das opiniões lidas foram bastante críticas, comecei a pensar no pior filme que já tinha visto na miha vida.

Sério, eu ADORO flmes, cinema, livros e tudo que nos envolva com imaginação. Assisto todos os gêneros, leio um pouco de tudo e não tenho preconceitos quanto à filmes/livros viajados.

Mas tem um filme inesquecível em minha história. Inesquecível, porque é o pior filme de todos os tempos. Dublê de Anjo.

fall

Sabe aquele tipo de filme que você assiste, começa a ficar chato…Então você espera que ele melhore, mas ele vai cada vez mais caminhando para um abismo sem fim de chatisse extrema?

Além de absolutamente viajado, a história começa a não fazer mais sentido.

Terminei de assistir por puro respeito. Para ter certeza que ele era ruim assim mesmo, do começo ao fim. E infelizmente, era.

Pelo roteiro e idéia inicial do filme, ele tinha tudo para ser MUITO bom. A história se passa num hospital, e é narrada aos olhos de Alexandria (Cantica Utaru), uma menina bastante cheia de imaginação. Começa com um bilhete da menina, dedicado à uma das enfermeiras, que para acidentalmente nas mãos de Roy (Lee Pece) – um dublê recém acidentado que acaba de ficar paralítico. E pra ajudar, está com o coração partido.

Eles tornam-se amigos, e Roy sempre conta histórias para a menina, que passa a sonhar com as mesmas todas as noites. Obviamente, na mente de Alexandria, os personagens da história (o indiano, o escravo, o místico, Luigi, Charles Darwin, o bandido e o Governador Odioso) são interpretados por pacientes do hospital.

Mas engana-se quem acha que Roy tem apenas boas intenções com as histórias que conta.  Maliciosamente, o contador de história conduz a pobre garota a ajudá-lo em seu plano de suicídio.

Dirigido pelo indiano Tarsen Singh, o filme possui um ótimo roteiro, mas deixa muito à desejar no filme em si.

Não vale à pena. Não mesmo.

Mas como obviamente, você deve ser um leitor curioso, e terá que ver com seus próprios olhos. Então, só posso desejar uma boa sorte.

Se você gostar do filme, nada contra. Gosto é como cu nariz, cada um tem o seu.

Por curiosidade, esse é o trailler:

Agora SaiDaqui!

@amanda_arm dia 13 de janeiro de 2010
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Quando a educação virou exceção

Todas as minhas melhores inspirações sempre surgem em conversas de bar, e esta não podia ser diferente. Ontem à noite, já depois de alguns chopps num boteco deliciosamente movido à samba aqui de Porto Alegre (o Dona Neusa), e lá estava eu, travando conversas absolutamente intrigantes e socialmente profundas…

Eis que exponho um assunto que vem me açoitando os pensamentos: como é chato viver em um mundo onde cada vez mais, educação é exceção.

E não, eu não refiro-me à educação escolar, pois essa, todos nós já sabemos que anda um caos por aqui. Infelizmente.

Eu falava de educação de berço. Aquela que devia vir de pais e mãe. Educação básica de ser humano.

Aquela que pelo menos em teoria, é o básico e esperado de alguém. Mas que está se tornando cada vez mais rara.

Aquela educação de pedir licença, dizer obrigado, desejar bom-dia, respeitar os idosos, não brigar em filas, não agredir ninguém por aí, ajudar quem tem dificuldades ou simplesmente não ser desrespeitoso.

ajuda

O problema é que às vezes nem os próprios educadores ligam pra isso. Que exemplo tem alguém cujos pais são extremamente mal educados? E não precisamos ir longe. Porque não é necessário ser pai para dar bons exemplos.

Tenho um medo absoluto de ser mãe. Medo do mundo que meu filho viveria, sinceramente. Mas esse é um tema pra outro texto.

Sei lá. Às vezes me pego pensando em que exemplos estamos passando para as futuras gerações. Claro que eu erro, e nem sempre estou de bom humor (maldita TPM, hehehe) – mas sei que tento meu melhor. E você? Já desejou pelo menos um bom dia para alguém hoje?

SaiDaqui e vá fazer sua parte!

@amanda_arm dia 25 de novembro de 2009
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Aos Idosos

Falta respeito. E compaixão.

Na minha época (e olha que eu só tenho vinte e dois anos) havia muito mais valorização e repseito pelo idoso. Era absurdamente inaceitável que alguém na rua agredisse (física ou verbalmente)  alguém dessa tão chamada terceira idade.

Ainda existiam netos que pediam benção e beijavam as mãos dos avós.

Ainda havia aquela história de sentar na sala, e ouvir histórias.

Ainda tinha muito mais.

Hoje, eu me irrito de ver que um idiota no ônibus nem ao menos levanta para o senhor de idade sentar-se. Compro briga quando vejo alguém tentando trapacear, ou utilizar-se erroneamente da boa vontade dos “vôzinhos” (adoro chamá-los assim). Dou lição de moral em moleque besta que desrespeita qualquer idoso. Sento a mão em quem agride-os.

Pra mim, eles deviam ser tratados como reis e rainhas. Porque já aturaram muita coisa nessa vida, que por sinal, não é fácil para ninguém.  Já passaram por no mínimo, o dobro do que você passou, e sabem no mínimo umas oitocentas vezes mais sobre qualquer assunto de relacionamento humano.

A pele enrugada e as cicatrizes pelo corpo são nada mais que histórias pra contar.

Hipocrisia é achar que não pagar entrada no ônibus nem no cinema, e ter lá, sua meia dúzia de assentos preferenciais, é “valorizar” o idoso. Isso, é o MÍNIMO que a sociedade pode fazer por eles.

Indigno é quem não faz a sua parte. Valorizar o idoso vai muito além disso. E é muito mais simples do que pode parecer.

Dê um bom dia. Ouça suas hitórias. Ajude-o atravessar a rua.  Abrace. Respeite-o.

Simplesmente trate-o de igual para igual. Tenho certeza que ele não precisa mais que isso.

Acho que está mais do que na hora de pensarmos hoje, naqueles que ontem  foram futuro. E hoje, são sabedoria em forma de gente.

Agora, SaiDaqui!

@amanda_arm dia 16 de novembro de 2009
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