Sair da zona de conforto é incômodo. Desprazeiroso. Desconfortável. Ninguém gosta de mudanças logo de cara.
Abala o ego, a auto estima, os sentimentos. Chacoalha os nervos, faz pensar e reconstruir o que já não faz mais parte do planejado.
Conforme sugerido por um leitor, debateremos hoje sobre relacionamentos falidos que insistem em continuar na zona de conforto.
Segundo opinião do leitor, (e devo dizer que concordo com o mesmo) é ridículo saber, admitir e sentir que a relação transformou-se em pura rotina e convivência amigável, e ainda assim, não fazer nada a respeito.
Ele citou exemplos de amigos de bar, que vivem reclamando das namoradas, não se preoucupam mais como costumavam sobre a relação, vivem dizendo que vão terminar, mas nunca o fazem.
São os famosos acomodados, que preferem ter a foda de domingo a tarde garantida, com a namorada que tanto reclamam o tempo todo ao buscar novos rumos de vida e novos horizontes.
Meus queridos: ACORDEM! Ambas as partes que compõem um relacionamento deste tipo estão perdendo tempo. Não há necessidade de ficar se enganando, se torturando dessa forma.
Eu mais do que ninguém concordo que é chato sair da tal zona de conforto. Ter que recomeçar. Parece que nunca vai dar certo, ou que já não existe saco paciência para passar por tanta coisa novamente. Sabe o que mais? Estão TODOS enganados.
Mudanças são sempre boas. Recomeçar, repensar, agir de outra forma, jogar tudo pra cima, agarrar outra oportunidade, trocar de emprego, de mulher, de país, de amigos, é SEMPRE uma opção.
Viver consiste em mudar. E deixar continuar em sua vida apenas o que lhe faz bem. Escolher é preciso.
Errar não deve ser algo negativo. Escolheu erado? Volte atrás. Todo mundo se arrepende de algo um dia. Aprenda com os erros, e não os cometa novamente.
Saia da zona de conforto. Mude. Arrisque. Chore, caia. Mas sacuda a poeira e levante. A vida é curta demais para se desperdiçar com besteiras.

Agora SaiDaqui! e vá repensar em tudo.
Ninguém nunca disse que seria fácil. Nem que seriam sempre flores.
Mas no fim das contas, mudar a vida completamente valeu à pena.
Para quem não conhece nossa história, leia um pouco mais aqui.
E essa, é a visão do @rbarato sobre nossa vinda do interior de São Paulo para Porto Alegre. Eu adorei, e espero que gostem também.
“Mudanças não são fáceis, isso é um fato já consumado e devidamente arquivado. Mas elas tendem a serem boas.
Seja de ares, hábito ou o corte de cabelo. Faz bem, renova.
Principalmene se ela é grande.
Mudar de cidade é fácil pra quem muda pra uma cidade vizinha, por exemplo. Mas experimente mudar pra outro estado, a 1400km de casa. Essa, querido amigo leitor, não é nada mamão com açúcar.
Mudando sozinho provavelmente fica mais difícil, mas não é meu caso. Então vamos ao que interessa.
No começo é tudo super legal. Novidade é gostoso. Chegar num lugar que você, antes, só conhecia por foto – ou nem isso – passa a ser divertido. Sair bater perna. Procurar mercados, lojas e outras coisas que serão necessárias no seu dia a dia é legal!
Aí o tempo passa. Você já conheceu bastante lugares e pessoas diferentes. E ai começa a ficar difícil. Começa a sentir falta dos amigos que ficaram. Da família. Dos velhos hábitos e rituais e isso vai te consumindo.
Até certo ponto você aguenta a saudade – e é ela, o vilão dessa história – mas num momento ela aperta e… bum! Abraço amigão. Se você estiver sozinho, há meses fora de casa, ainda não fez amigos e se dedica apenas ao trabalho é a hora que você pensa durante 90% do tempo em voltar.
E essa decisão é tão difícil como a decisão de mudar. E só cabe a você saber o que realmente quer.
Agora se você tem alguém, seja uma companheira(o) ou um melhor amigo que já fez no trabalho tudo muda. Você vê que o que ficou pra trás não é tudo o que você precisa pra ser feliz. Não que sejam menos importantes, jamais! Mas isso é administrável. Saudade é administrável. Voltar pra antiga casa em feriados, datas especiais ou apenas por voltar pra visitar passa a ser o remédio.
E tendo alguém do seu lado fica mais fácil você ver o quanto você mudou. Quanto você amadureceu e se tornou alguém melhor. Porque, queira ou não, você tem que fazer sua comida, botar o lixo pra fora e lavar sua cueca.
Em palavras mais simples: mudar nos faz crescer. E como disse lá no começo, não importa a mudança. A tendência é melhorar, sempre.
Então se você tem dúvidas em mudar eu lhe digo: MUDE. Por mais perrengue que você sabe que vai passar no final vai ver que tomou a decisão certa.”
Né?
Agora SAIDAQUI! e vá mudar sua vida…
Tenho visto várias resenhas e opiniões sobre os filmes da atualidade: Avatar, 2012, 500 dias com ela, etc..
Decidi não participar das massas.
Como várias das opiniões lidas foram bastante críticas, comecei a pensar no pior filme que já tinha visto na miha vida.
Sério, eu ADORO flmes, cinema, livros e tudo que nos envolva com imaginação. Assisto todos os gêneros, leio um pouco de tudo e não tenho preconceitos quanto à filmes/livros viajados.
Mas tem um filme inesquecível em minha história. Inesquecível, porque é o pior filme de todos os tempos. Dublê de Anjo.

Sabe aquele tipo de filme que você assiste, começa a ficar chato…Então você espera que ele melhore, mas ele vai cada vez mais caminhando para um abismo sem fim de chatisse extrema?
Além de absolutamente viajado, a história começa a não fazer mais sentido.
Terminei de assistir por puro respeito. Para ter certeza que ele era ruim assim mesmo, do começo ao fim. E infelizmente, era.
Pelo roteiro e idéia inicial do filme, ele tinha tudo para ser MUITO bom. A história se passa num hospital, e é narrada aos olhos de Alexandria (Cantica Utaru), uma menina bastante cheia de imaginação. Começa com um bilhete da menina, dedicado à uma das enfermeiras, que para acidentalmente nas mãos de Roy (Lee Pece) – um dublê recém acidentado que acaba de ficar paralítico. E pra ajudar, está com o coração partido.
Eles tornam-se amigos, e Roy sempre conta histórias para a menina, que passa a sonhar com as mesmas todas as noites. Obviamente, na mente de Alexandria, os personagens da história (o indiano, o escravo, o místico, Luigi, Charles Darwin, o bandido e o Governador Odioso) são interpretados por pacientes do hospital.
Mas engana-se quem acha que Roy tem apenas boas intenções com as histórias que conta. Maliciosamente, o contador de história conduz a pobre garota a ajudá-lo em seu plano de suicídio.
Dirigido pelo indiano Tarsen Singh, o filme possui um ótimo roteiro, mas deixa muito à desejar no filme em si.
Não vale à pena. Não mesmo.
Mas como obviamente, você deve ser um leitor curioso, e terá que ver com seus próprios olhos. Então, só posso desejar uma boa sorte.
Se você gostar do filme, nada contra. Gosto é como cu nariz, cada um tem o seu.
Por curiosidade, esse é o trailler:
Agora SaiDaqui!
Um dia me disseram que a tempestade que tudo destrói, também serve pra molhar a terra e fazer florescer novos frutos.
Que situações ruins nos devastam, mas ao mesmo tempo trazem amigos, lições e novos afetos.
Também me disseram que por pior que pareça, nem tudo está perdido, e que pouco a pouco se erguem novos pilares de relacionamentos.
Confusões são boas…Sempre nos dão aquele chachoalhão necessário. Aquela reviravolta inesperada.
Tudo sempre muda, renova-se. Algumas vezes a gente sofre, outras a gente fica feliz…Inevitável passar por isso.

Viver, saca?
Mas quando acontece algo, as pessoas sempre nos perguntam…”O que vai ser de você agora?”
Ué! A mesma coisa de sempre, só que um pouquinho diferente.
Agora SaiDaqui!
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