Tinhas nos olhos a tara que todo homem naquela idade tem.
Chegar aos trinta era ali, seu ápice de tesão e vontade de comer todo mundo. Ainda mais hoje, dia do seu aniversário e decisão de campeonato do seu time do coração.
No mundo ideal ele encontraria uma fanática qualquer ali que acompanhasse o jogo com ele, e depois seguiriam para um motel no caminho de casa.
E que não demorasse muito, já que à noite já tinha marcado com outra. Ah, Camilinha…Aquela sim era mulher boa: corpinho violão, mente aberta, nariz pequeno e cabelos loiros. Ligava para ele sempre que sentia vontade de sexo casual. Tinha o nomeado oficialmente seu P.A. (pinto amigo).
Mas ele não sabia muito dela. Sempre que se encontravam, mal dava tempo de conversar. Lembrava que ela tinha 24…Ou era 25? Ah, que diferença faz e….Olhem! Aquela gostosa ali, de costas.
Meu Deus! Que mulher.
“Preciso me aproximar. Gostosa assim no estádio? Coisa rara. Talvez se eu pular essa fileira de cadeiras ali, indo mais pra esquerda ela me note”.
Quinze minutos e um susto quando a tal moça se aproximou para cumprimentá-lo. Era a Camilinha.
Desembestou falar que nem reconheceu a si próprio. Queria saber tudo da moça. Até que ela o pediu delicadamente que parasse de falar um pouco porque queria prestar atenção no jogo.
Sentiu corar a face. Decidiu que ia assistir o jogo calado. Pensou que tinha perdido todas as chances com a moça dali em diante.
Ao fim do jogo, simplesmente se virou e foi embora. Nem se deu ao trabalho de despedir-se.
Qual não foi sua surpresa quando entrando no carro, o telefone tocou Era ela, indicando o local do estacionamento que se encontrava. Sem calcinha.
Mais que depressa, ele se dirigiu para o local indicado.
Entrou no carro e já se agarrou em beijos molhados. Ela tinha unhas vermelhas e longas: fez questão de arranhá-lo um pouco. Queriam ambos o mesmo sexo: aquele selvagem. Rápido. Sem pudor.
Falaram besteiras ao pé do ouvido. Ele a bateu um pouco mais forte. Ela pediu mais.
Segurou-o com força e só permitiu que a penetrasse quando ele já estava quase para gozar. Sentiu prazer ao judiá-lo.
Pediu que gozasse em seus pés.
Ele nem acreditava que aquilo tudo estava se realizando: era a maior fantasia de sua vida! Hesitou mas deitou no banco do carona, com um olhar extasiado.
Até que ela pediu que ele se retirasse porque tinha outro compromisso. E ao sair cantando pneus, deu uma piscadela e lembrou-o “Meu nome não é Camilinha amor. Foi bom e tal…Mas não me ligue mais tá? BEIJO”
SAIDAQUI
Mulher e motel sempre formou uma combinação bastante afrodisíaca.
Estava pensando nos reais motivos das mulheres se soltarem tanto mais num quarto de motel do que em outro local já conhecido…Acabei perguntando para algumas amigas mais íntimas, e o resultado me pareceu fazer bastante sentido…
Primeiramente, o intuito do motel é bastante claro e direto. Talvez por TUDO ali remeter à sexo, acaba despertando alguns instintos mais selvagens até das mais recatadas garotas (óbvio, eu sei, mas importante ser comentado). Segundo que o quarto de motel em si, sempre sugere idéias para transas divertidas: hidromassagem, espelho no teto, teto solar, cama redonda…Tudo que saia da “rotina”, desde o formato da cama até a mais pitoresca cadeira erótica imaginável. Atiçar os sentidos sempre fez bem.
Sais de banho, ducha com espuma…A mulher se sente mais confiante, mais sexy. Ela sabe, por exemplo, que fica muito sexy à meia luz, numa lingerie ousada e vestindo um salto alto provocante. Que o parceiro não vai reparar naquela celulite ou gordurinha localizada…Porque ela pertence àquele ambiente. Ela está inserida num ambiente que instiga erotismo, e isso faz com que ela tenha menos vergonhas.
O desconhecido revigora. Olhar para o lado e não ver o bichinho de pelúcia da namorada ou a bola de futebol americano no quarto dele faz com que as coisas sejam mais selvagens e apimentadas.
Eu até arriscaria dizer que um motel é o local ideal para sugerir posições diferentes. A probabilidade de ela aceitar fazer algo inusitado aumenta bastante quando num quarto que favoreça os instintos sexuais.
E falo por experiência própria: motéis apimentam e melhoram relações. É sempre o UP necessário quando as coisas parecem não ir muito bem. Fica a dica
Mulheres adoram motéis. Abusem do clima.
Agora SAIDAQUI e vá pro motel mais próximo!
Entre foder e fazer amor, há algo incompreendido. Talvez seja aí que muitos casais se desentendem por suposta culpa do sexo.

Uma linha tênue entre uma carta de amor e um jogo de prazer. Foder é querer apenas o prazer da carne, a satisfação humana e comprovação fatídica que somos todos feitos e precisados de sexo. Fazer amor é envolver mais sentimento que qualquer outra coisa: Prestar mais atenção nos olhares e nas carícias que na penetração em si.
Entre foder e fazer amor, existe tanta esperança perdida que quase não cabe no mundo. Ele buscando apenas uma noite de sexo. Ela, buscando o amor de tantos anos que possa estar perdido dentro dele. Ou vice e versa.
Foder é definitivamente mais fácil: tem como prevenir. Basta usar uma camisinha e partir pro abraço. Sem compromisso, com o mínimo de sentimento envolvido e sem preocupações para a famosa pergunta “E agora?”. Fode-se com garotas de programa, com gente que se conhece na balada, com amigos que tem esse nível de acordo.
Fazer amor é perigoso. Talvez por isso seja considerado “melhor”. Por envolver emoção, toque, e necessariamente um companheirismo entre ambas as partes. Trata-se de envolver-se, de realmente QUERER discutir o “E depois?”. Tem necessariamente coração. E tudo que tem coração meu caro leitor, é perigoso quando não bem cuidado.
Se existe solução? Talvez não. Porque ninguém vive só de foder. Tampouco só de fazer amor.
No mundo perfeito, o mix de ambos encontraria equilíbrio. E em meio à transas excepcionais e sexo selvagem, haveria carinho e compreensão. Talvez um dia, você, eu e todos nós também encontraremos tal ponto. O ponto “G” da relação. Hehehehe.
E SaiDaqui! Seja pra foder, ou pra fazer amor. No fim das contas, it’s all about sex.
Debandando um pouco mais pro lado nerd da coisa, 80% da zona erógena masculina se concentra no aparelho genital, enquanto na mulher ela se espalha pelo corpo todo, de acordo com os especialistas. Isso explica por que os homens são tão econômicos no “aquecimento” e tendem a genitalizar a relação sexual.
O que normalmente, é um problema, já que 94,8%* das mulheres de 6 capitais brasileiras assumiram que gostariam que os homens caprichassem mais nas preliminares.

Entenda: preliminares não só uns beijos e amassos antes da penetração. São todos os momentos envolventes desde uma troca de olhares mais profunda, até o mais sensível toque (aquele que faz arrepiar dos pés à cabeça). E definitivamente, ambas as partes devem curtir esses momentos.
Todo o desempenho do ato sexual em si pode ser theo-24 cr deifnido durante as preliminares. Não precisa ser gênio para deduzir que quanto mais excitado o casal estiver, mais gostosa ficará a penetração.
A intensidade da relação também é um fator a ser descoberto já durante as preliminares: se elas envolverem toques delicados, olhares e muitos beijos leves, provavelmente a relação será mais calma, com mais amor e carinho. Se elas envolverem puxões de cabelo, palavras sujas e beijos fortes, a tendência é de ter uma relação mais selvagem e quente.
A conclusão é óbvia: Preliminares são decisivas. E todo mundo deveria focar mais nelas. Arrisque coisas novas. Lambuze. Aperte. Beije. Aperte novamente. Use as mãos. Use a boca não apenas em zonas genitais. Use chantily, gelo, halls preto, leite condensado, champanhe..Vale qualquer coisa. Apimente a relação.
E a dica que fica: Mulheres, não esperem os homens adivinharem o que vocês gostam. Eles não tem bola de cristal. Simplesmente digam. Peçam. E homens, tentem focar-se um pouco mais nas preliminares, pois elas podem até ajudar a intensificar a hora do orgasmo. Eu garanto que vocês não vão se arrepender: ambas as partes sairão bastante satisfeitas.
Sexo com qualidade é o melhor de todos. Pense nisso.
Agora SAIDAQUI!
*Pesquisa feita pela revista Nova