Antes de começarmos a falar do swing em si, que tal um pouco de história e teoria? Afinal, antes de opinar sobre qualquer assunto, é necessário conhecê-lo.
O primeiro passo é libertar-se de preconceitos. Abrir a mente para o novo e, mesmo que não concorde com o que vem a seguir, entender e respeitar o desejo de outras pessoas.
Lembre-se que não existe certo e errado, apenas pontos de vista diferentes.
Vamos ao que interessa?
Swing, ou também conhecido como “troca de casais”, é nada mais que um relacionamento sexual entre casais estáveis que optam pela prática sexual entre si (o famoso sexo grupal). Existem algumas correntes que já consideram o swing quando um casal adiciona um ou mais elementos na relação sexual. Vai de cada casal entender e praticar como melhor lhe parecer.
Dentro da definição, ainda há uma pequena classificação entre dois subtipos de swing: O Soft (troca de parceiros com caricias, beijos e sexo oral, não há penetração) e o Hard (troca de parceiros com penetração).
Outra questão que deve ser levada em consideração é a orientação sexual de todos os participanetes, permitindo que haja bissexualismo (feminino ou maculino) ou não na hora da prática. As possíveis situações são:
MFFM
Entre mulheres bissexuais e homens heterossexuais
MFMF
Entre mulheres e homens heterossexuais
FMMF
Entre mulheres heterossexuais e homens bissexuais
MMFF
Entre mulheres e homens bissexuais
Resumindo: Nada é proibido, desde que todas as outras partes concordem.
Como em qualquer outro ambiente da sociedade que envolva convívio com outros seres humanos, o respeito pelo outro deve vir sempre em primeiro lugar, respeitando assim os limites de cada um dos envolvidos.
Ser liberal e bem decidido sexualmente é um sinal de maturidade. Portanto, se decidir pelo swing, aja como adulto. Acima de tudo, não julgue. E boa sorte!
SaiDaqui
Tinham interesses em comum.
Se conheceram meio que sem querer. Pela internet. Contato do amigo do amigo do colega.
Trocaram alguns e-mails, conversaram um pouco. Compartilharam algumas dicas, idéias e pensamentos. Tudo absolutamente profissional e respeitoso.
Uma semana depois, ele não se conteve: depois de ficar babando em suas fotos em redes sociais por aí, mandou um e-mail dizendo que a achava linda, por dentro e por fora. Sabia que tinha cruzado uma linha perigosa, e que tinha acabado de perder seu contato profissional. “Mas foi só um elogio” – ele continuava repetindo para si mesmo, como um mantra, a fim que ela não se afastasse.
Seu coração quase foi à boca quando o alerta de novo e-mail soou nos fones de ouvido. Era ela. E para seu espanto, ela dizia que também tinha se encantado por ele, mas estava com receio de dizer. Que ele era lindo, meigo, simpático e admirável.
Claro que desse e-mail em diante, as coisas começaram a ficar mais íntimas. Primeiro, queriam se descobrir. Aquela paquera gostosa de um ficar perguntando mil coisas do outro, incluindo comida predileta e cor de lingerie que ela deveria usar no primeiro encontro. Aliás, falava-se muito em encontro. E sexo. Gostavam disso.
Ele sabia provocá-la sem baixar o nível. Ela sabia falar de sexo sem parecer uma sem classe qualquer.
Ela não sabia até que ponto ele falava realmente sério. Não achava possível encontrar alguém que se desse tão bem. “Na internet todo mundo é legal” – pensava, tentando baixar suas expectativas.
Mas ela estava em um ponto da vida de extrema curiosidade, e nada a perder. Jamais se perdoaria de não tê-lo conhecido por medo ou receio idiota. Não se permitiria viver de imaginar as possibilidades do que poderiam ter sido.
Marcaram o tal encontro para aquela noite. Num barzinho simpático, com música ao vivo e nada de multidões.
Ela vestiria lingerie branca, como ele havia pedido. Ele, uma boxer preta, a favorita dela.
Parecia novela. Se encontraram e já foi mágico. Ela sentiu arrepiar-se no primeiro abraço. Depois, ao encostar sua mão na dele, sem querer, outro frio no estômago.
Conversaram o suficiente para uns 4 chopps. Mas precisavam sair dali. Precisavam de mais privacidade.
Ele a conduziu pela cintura, pagou a conta, abriu a porta do carro. Era bom demais para ser verdade, ela pensava. Mal sabia que ele, pensava o mesmo.
E até hoje, ela não tem palavras para descrever. Sempre usa o termo “mágica” para definir a noite.
Tiveram uma transa calma, pausada e cheia de olhares. Tinha toques macios, beijos delicados e arrepios que nunca havia sentido com tamanha intensidade. Tinha borboletas no estômago e orgasmos múltiplos. O primeiro da vida dela, por sinal.
Ele teve que conter-se por várias vezes. Aquela mulher toda? Somente dele? Às vezes olhaa em volta, para ter certeza que não era sonho.
Queria sentí-la a cada milímetro. MEU DEUS, como ela cheirava bem! E aquela pele levemente morena, que exalava sexo e lhe deixava ainda mais excitado? Não queria desgrudá-la.
Penetrou-a com tanta vontade que ambos fecharam os olhos. Era tesão demais para uma transa só. Ficaram entrelaçados e transaram por mais de hora. Com tanta sintonia, óbvio que gozaram juntos.
Fizeram amor mais duas vezes aquela noite.
E nos últimos dez anos.
Falo por mim: Sempre tive vergonha de usar dessas lingeries muito pequenas e tudo mais.
Fio dental sempre foi meu maior medo. Nunca tive uma bunda invejável, muito menos um corpo escultural (maldita genética com tendências rechonchudas e malditas cervejas e chocolates!)

Mas achava tudo TÃO lindo, que sempre acabava comprando um ou outro acessório diferente. Comecei com um fio, depois fui abusando mais: corpete, hobby, meia 7/8…
Faz bem pro nosso ego. Colocar uma lingerie e um salto alto bonitos nos deixa confiantes. Poderosas. E se alguma mulher disser que não, está mentindo descaradamente!
Não é pecado querer se sentir bonita. Nunca fez mal à ninguém cuidar de si, comprar o que gosta, e querer agradar. Isso sem contar no quanto os homens gostam de mulheres sexy. (Atenção mulheres, eu disse SEXY, não VULGAR, ok?).
Com o tempo fui me soltando um pouco mais. E este post é para encorajar você, mulher, a fazer o mesmo. E você, homem, a valorizar e incentivar sua mulher a ser sexy. Garanto que isso só vai fazer bem para ambos.
Deixe a vergonha de lado, e os kilinhos a mais não atrapalharem. E daí que você não é digna de capa de Playboy? Basta escolher a lingerie certa. Existem modelos para disfarçar suas imperfeições. Peça conselhos. Divirta-se levando seu namorado escolher contigo.
Dê risada com as moças da loja dando palpite. Depile-se, tome um bom banho e experimente seu presente. Coloque aquele fio dental lindo que você nunca teve coragem de usar. Abra um vinho. Olhe-se no espelho.
Desfile pro seu marido. Deixe-o te atacar. Sinta-se poderosa. Viva. Linda.
Esqueça as modelos. Seja o melhor que VOCÊ pode ser. Melhore sua auto-estima. Deixe os homens loucos de Tesão.
Porque esse meu amor, é o poder de um fio dental.

E tá esperando o que pra Sair Daqui e comprar o seu?
Vejo tantas pessoas por aí reclamando da tal posição Papai e Mamãe (só para deixar claro, é aquela posição mais simples, com o homem deitado de frente, por cima da mulher) e penso: “O que tem de errado com ela?”
Antes que alguém me critique, eu concordo que ter uma relação baseada apenas nessa posição é humanamente impossível, maçante e sem graça. Mas convenhamos: Ela não é nada ruim.

É até comprovado pelos sexólogos que esta é uma das posições onde mais facilmente se chega ao orgasmo, por estímular ambos o clítoris e o ponto G simultaneamente. Ou seja: Como isso pode ser ruim?
Entendo que existem fantasias sexuais de ambos os parceiros numa relação sexual. Sou total a favor de mudanças, posições novas, acessórios, fantasias, cremes, cheiros, gostos na hora da transa: tudo é válido para não cair na rotina.
Mas não precisa ser nenhum gênio para entender que todo casal tem que se conhecer (pelo menos um pouco) na cama para que ambos sintam o prazer máximo e fiquem felizes com o resultado ao final do sexo. Quer maneira melhor de conhecer seu parceiro senão indo aos poucos descobrindo o que ele gosta? (Salvo os casos de sexo por apenas uma noite e/ou contratação de profissionais do sexo, onde não existe sentimento e o sexo é apenas sexo, normalmente selvagem).
Até porque, se vocês começam com a posição do canguru perneta assoviando e chupando cana de ponta cabeça, e só fazem acrobacias, você corre o risco de assustar o parceiro, além de pular alguma troca de olhares e carinho (que pelo menos eu considero) muito importante normalmente nas primeiras transas. Isso também ajuda num certo mistério e expectativa para as próximas vezes; imagine ele(a) pensando: “Nossa, se fulano é bom assim na posição mais básica, imagine quando nos soltarmos mais na cama? Vai ser uma explosão de orgasmos intensos”. Entendeu meu ponto?
Sexo é como em qualquer curso: Comece do básico. Adquira experiência e maestria no Papai e Mamãe. Descubra aos poucos o que ambos gostam na cama. Surpreenda sempre no sexo. O segredo de ser bom(a) de cama não é saber fazer todas as posições do kama sutra, mas fazer bem as que conhece. Quem não sabe o básico, jamais será bom no resto.
Fica a dica.
E SaiDaqui!
Hum… Todos já devem ter feito uma lista com as coisas que deveriam fazer antes de morrer, entretanto o site The Stir traz uma lista (sensacional) com as 50 coisas, no sentido sexual, que não deveríamos deixar de fazer antes de morrer! Voltada para o público feminino, a lista simplesmente arrasa:
Já podem riscar alguns itens da lista hein!!!
Sinceramente? Falar de sexo comigo nunca foi tabu. Acho tão normal quanto falar do tempo, ou de futebol.
É theo-24 cr claro que algumas pessoas ficam mais constrangidas do que outras, mas eu nunca fiquei constrangida por nada relacionado ao assunto. Minha mãe sempre me ensinou que dá pra falar de qualquer coisa, com qualquer pessoa. É só saber COMO dizer.
Baseada nesse ensinamento, resolvi fazer uma pesquisa de opinião. No bar.
Depois que todos já estavam soltos o suficiente para conversar sobre. O grupo era misto. Haviam vários homens e mulheres. Lancei a mesma pergunta para todos eles: “Qual é a posição favorita da mulher na cama?”
O assunto rendeu. Impressionantemente enganados, os homens respondiam de cara que toda mulher adora ficar de quatro. WRONG.
Como eu e as outras mulheres estávamos explicando, a maioria das mulheres ficam nesta posição para agradar os homens (porque elas sabem que homem ADORA uma mulher de quatro pra ele). Um dos meninos retrucou, dizendo que várias mulheres pediam para ficar nessa posição. Eu continuo insistindo: É para agradar, deixar ele com mais tesão. Certeza.
E como toda regra, com certeza deve haver excessões. Mulheres que realmente GOSTAM. Eu nunca conheci nenhuma. Se você conheceu, sorte sua.
A maioria das mulheres entrevistadas (incluindo à mim) preferem ficar por cima. Acho que é a posição que mais ajuda na hora de sentir prazer. Aquele velho papo de dominação, controle da situação. A mulher fica mais versátil, consegue saber COMO se mexer para alcançar o clímax da relação sexual, para ambos.
Claro que ficar por baixo (o velho papai e mamãe) também é bom. Basta um casal tomar cuidado para não se prender somente à essa posição, porque convenhamos, deve enjoar.
Fora isso, apimentadas na relação sempre ajudam. Todo homem deveria nascer sabendo que romantismo e boa pegada devem sempre andar juntos. Flores ou lingerie? Ambos podem acabar em sexo, dependendo do approach do homem.
Um casal entrosado sabe a dosagem certa de quando o sexo deve ser mais “fofo” ou mais “selvagem”. Deve saber experimentar coisas novas: um gel comestível daqui, uma algema dali…E novas posições. Sério, ninguém precisa da posição de girafa enroscada pregada de ponta cabeça na árvore. Acho que nem acrobata faz essas coisas. Mas não há mal nenhum em tentar posições diferentes mais amenas (tenho um Kama Sutra de bolso, por exemplo – que detalhe, eu ganhei da minha mãe – que indico à todos! É bem legal).

E um tapinha, definitivamente não dói.
2010 está chegando, e você, caro leitor, poderia muito bem aproveitar o ano que chega para inovar. Esqueça a rotina. Leve sua mulher num bom motel (há quanto tempo você não faz isso né?), presenteie-a com uma lingerie bonita. Leve champanhe. Uma rosa. Diga que a ama. E que quer um strip-tease.
Eu garanto!
E você? Qual sua posição favorita na cama?
O SaiDaqui deseja uma ótima entrada de ano para você (ui!). E obrigada por aturar-me.
Feliz 2010! “Muito dinheiro no bolso…Saúde pra dar e vender….”
Ontem enviaram via twitter o link de um vídeo que foi postado no blog Sedentário e Hiperativo, sobre como seria o mundo se as mulheres fossem tão taradas quanto os homens.
É claro que eu quase morri de tanto rir. Sério, é muito engraçado. Desde homens fazendo pole dance à mulheres siriricando enquanto o namorado dorme. Mega LOL.
Mas por outro lado, levanta questões sexuais muito sérias. De por exemplo, como as mulheres não tem uma necessidade tão grande de sexo constante, e como elas são menos taradas, por assim dizer.
Ou ainda em como pra mulher, sexo é (quase sempre) sinônimo de amor e sentimento, enquanto para o homem, quase sempre sexo é apenas sexo, e amor é outra coisa, completamente diferente.
De maneira ridicularizada, o vídeo me fez refletir realmente em como se passa de idiota um homem que tem ereções constantes em lugares públicos, ou que não tem a mínima vergonha de encarar uma mulher e fazer cara de safado.
Cafona, brega, e absolutamente constrangedor.
Pedreiragem sempre me irritou. Homens, aprendam: TODA mulher gosta de se sentir gostosa. Mas existem N maneiras de demonstrar isso. E NÃO é fazendo cara de tiozão da Sukita safado que você vai dizer isso. Essa parte deixa para os ajudantes de obra, que param de trabalhar para ver até a bunda da sua tataravó.
Valadão manda lembranças.
E a mãe? Vai bem?
PS: Para quem não viu, esse é o vídeo.
SaiDaqui!
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