Sou dessas, também.
postado por Amanda Armelin em 11/02/2014
Sou dessas que fecha os olhos e brinca de conto de fadas, transformando sapos feios em príncipes sem cavalo branco, de preferência barbudos e tatuados. Sou dessas que ri de mulher que reclama do sapato, por nunca entender porque elas ainda se prestam a sofrer e brincar de equilibrista para eles, que na maioria das vezes, nem notam. Sou dessas que dá bom dia pra desconhecido e sai sorrindo largo...
Cara fechada: um desperdício
postado por Amanda Armelin em 30/05/2012
Gente que vive de cara fechada me irrita. E nem é pouco. Vejo mulheres lindas o dia todo de cara fechada e acho um desperdício. Um desatino. Um disparato. Claro que ninguém precisa sair sorrindo de graça para todo santo cristo que encontre por aí, mas daí a ficar sempre com cara de mal comida não rola, né amiga? Todo mundo tem seus dias ruins. Mas eles nunca podem ser mais numerosos que...
Sorrir não dói
postado por Amanda Armelin em 10/11/2011
Vamos falar de simpatia. Ou, melhor ainda: de eduação e cordialidade nível básico. Porque convenhamos, tem muita gente precisando por aí. É um tal ver gente andando na rua com cara fechada, semblante de bravo, irritado ou estressado que chega a dar calafrios só de lembrar. Concordo que ninguém precisa sair sorrindo de graça feito palhaço por aí (embora eu o faça) e que todo mundo tem seus dias...
O preço de sorrir de graça
postado por Amanda Armelin em 12/07/2011
Não sabia não escrever com a alma. Era sempre um pedaço de si que despejava no papel. E quando o coração doía assim, só escrever acalmava a vontade de gritar que ela sempre continha no estômago. Sentia como se não bastaria chorar, sofrer em silêncio ou conversar. Tinha que descontar aquilo que lhe fazia mal. E sempre sobrava para o coitado do papel. Depois chorava um monte. Dormia tranquila e...
Sorrir para si…
postado por Amanda Armelin em 19/10/2009
Tinha mania de ver poesia em coisas mais idiotas. Achava bonito carregar o mundo nas costas pra depois provar o quanto sofreu. Aliás, achava bonito sofrer. Esperava que um dia valesse à pena. E nunca vai saber se valeu. Ninguém nunca vai saber por completo por onde vagaram seus pensamentos, ou o que fez ela enquanto a cidade dormia. Nem ela, nunca mais vai saber, quando é de verdade ou apenas...