Aos tatuadores, um apelo

Tatuar é uma decisão difícil: primeiro, você tem que decidir o que fazer. Que tipo de desenho representa o que você quer expressar? Horas e horas de pesquisa e coleta de referências, montando na sua cabeça um todo que não existe numa busca do Google Images. Você pede conselhos de amigos, explica o desenho que até agora está só na sua imaginação e torce para que as pessoas entendam e participem (ou seria aprovem?) sua decisão.

E esse é só o primeiro passo: decidido com o que fazer, você deve bater o martelo para onde no seu corpo ela vai estar.  Será que o desenho encaixa na sua anatomia? Será que vai ficar exposto demais? Será que aquelas cores não vão desbotar com o tempo? Tantos serás.

Depois disso, vem a parte mais difícil de todas: quem será o tatuador? A pessoa é boa? Você conhece seus trabalhos? Conhece alguém que já tatuou com ele(a)? É de confiança? É profissional? Atende num estúdio higiênico?

Resumindo, todo esse processo decisório até o primeiro “oi” com qualquer tatuador pode levar meses (até anos).

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E por isso, vim aqui contar a minha história: a história de uma guria que tem uma tattoo de 100h (que cobre 40% do corpo) e que, por problemas pessoais do tatuador anterior, está pagando o preço por confiar em pessoas erradas tendo que retocá-la por inteiro, agora com alguém REALMENTE profissional (valeu Verani!). Essa mesma menina que está sofrendo pela segunda vez toda a dor (senão maior) que já sofreu antes. Alguém que até hoje, escondeu suas mágoas e decepções com a história colorida que decidiu pintar no próprio corpo e que era pra ser linda, mas a realidade foi outra e o trauma, enorme.

Anos se passaram antes que eu sentisse vontade de tatuar qualquer outra coisa em mim, até que finalmente o amor que eu sinto pela tatuagem e por meus cachorros falou mais alto, e eu decidi buscar um tatuador (agora em SP, porque não moro mais no RS). Pesquisei o trabalho de um cara por 6 meses e finalmente agendei uma conversa.

Saí mais cedo do trabalho, gastei 2h do meu dia falando com ele sobre meus traumas, meu histórico e de quanto era difícil estar ali, confiando novamente em alguém para marcar meu corpo para sempre. Mostrei milhares de referências, dei o máximo de detalhes possíveis. Chegamos juntos à um acordo, e finalmente, ele me passou orçamento e marcamos as datas (eram duas tattoos, datas próximas terem a mesma temática e em locais diferentes do meu corpo). Claro que para quem quer muito tatuar, uma data boa é tipo, AGORA, mas ele só tinha horário em 2 meses. Valia à pena: o trabalho dele era foda. Paguei o sinal.

Por outras duas vezes, tentei contato com ele perguntando se ele tinha dúvidas quanto às referências ou se ele queria que eu passasse no estúdio ver como estavam ficando os desenhos. As duas vezes recebi a seca resposta dizendo “eu não crio nada antes do horário marcado da tatuagem, só vou ver suas coisas no dia da tatuagem”. Achei estranho, porque né? E se eu não gostasse? E se ele tivesse entendido errado o que eu queria? Mas valeria à pena, eu continuava repetindo pra mim mesma.

Eis que a semana tão esperada do horário marcado chegou: eu tinha feito hora extra nas semanas anteriores para poder sair mais cedo do trabalho, estava super ansiosa, e extremamente planejada. Recebo uma ligação do próprio moço, dizendo que estava mudando de estúdio, mas que nosso horário, valor e tudo se mantinha normalmente. Mudanças acontecem, até aí tudo bem. Valeria à pena, eu continuava repetindo pra mim mesma.

Sabendo que mudanças podem ser caóticas, NO DIA da tattoo marcada, procurei-o novamente pela manhã para confirmar meu horário e ele, em pessoa, me confirmou. Até que duas horas antes do meu horário (eu já tinha saído do trabalho) eu recebo uma ligação do novo estúdio com um atendente que nunca havia falado comigo, que deixou uma mensagem em minha caixa postal (não atendi porque estava dirigindo) dizendo que meu horário com ele estava cancelado para aquele dia. Sério? 2h antes? Por mensagem na caixa postal?

Liguei novamente no estúdio e confirmei o cancelamento, ainda questionando se o segundo horário (dois dias depois) ainda estava de pé, recebendo resposta positiva do atendente. Valeria à pena, eu continuava repetindo pra mim mesma, pois imprevistos acontecem.

Eis que no segundo dia com horário marcado, o próprio tatuador, por inbox no facebook, (também poucas horas antes do suposto horário) me disse que estava cancelando todos seus trabalhos marcados por tempo indeterminado.  Uma pena, pensei, mas demonstrei interesse em que ele me procurasse quando à agenda voltasse ao normal.

Meia hora depois, o atendente do estúdio (agora um terceiro) me ligava confirmando meu horário para aquele dia. Fiz cara de ué e pedi que ele confirmasse se realmente aconteceria, uma vez que o próprio tatuador havia cancelado comigo. E sim, estava cancelado.

Tudo estranho, mas acontece, eu pensava. Valeria à pena, eu continuava repetindo pra mim mesma.

Desta vez tanto o atendente quanto o tatuador (ouvia-se ele ao fundo) confirmaram que me retornariam assim que a agenda tivesse voltado ao normal. Agradeci e solicitei meu sinal de volta até que marcássemos novamente.

Alguns dias se passaram, e nada. Nada de contato, nada do dinheiro. Cheguei a ligar mais 3x pro estúdio (na terceira, obviamente alterada, mas nunca sem educação) cobrando um status do tema. O tal tatuador sentiu-se no direito de ficar “mordido” com a minha cobrança, mas devolveu o dinheiro.

Até que dois meses depois, lembrei-o que ainda estava aguardando o contato dele ou do estúdio, para remarcarmos, já que em todas as redes sociais, a agenda está normalizada e os trabalhos (sempre bons) à mil. E assim, recebo a seguinte resposta (me dou o direito de colocar o print porque foi algo público):

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Amigo, sério?

Você quer falar em resiliência depois de tudo que eu passei por sua causa? Você quer levar esse tema tão pro lado pessoal que ignore profissionalismo ou até mesmo o REAL significado de resiliência?

Eu não estou cobrando um favor, eu não estou faltando com respeito e muito menos com educação. Eu havia ESCOLHIDO você, dentre tantos outros profissionais, para fazer parte da minha história e do que vai ficar pra sempre em mim. E foi isso que recebi em troca.

Não me leve à mal: seu trabalho é ótimo e eu vou sempre gostar dele. Mas como profissional, você deixou (e muito) a desejar.  Qualidade de atendimento é tudo, em qualquer serviço que se preste.

Eu posso apagar uma tatuagem, mas eu não posso apagar como me senti hoje.

Ah, e aproveito esse desabafo para implorar aos tatuadores: sejam profissionais. Tratem seus clientes com respeito e entendam que vocês vão marca-los pra sempre. E, acima de tudo: nunca, JAMAIS, use a palavra resiliência em vão.

PS: “Nenhuma” se escreve junto.

Amanda Armelin dia 24 de junho de 2015
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O perfil dos tatuados no Brasil

Qual o perfil das pessoas tatuadas no Brasil? Que grau de escolaridade tem, qual a temática mais comum entre os riscos no corpo?

Numa pegada meio Globo Repórter, “onde vivem , como se reproduzem”, a Galera do OTempo liberou um infográfico super legal.

Clique para ver o tamanho completo!

tatuados

Amanda Armelin dia 9 de junho de 2014
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Tudo pela arte

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Av. João Pessoa, 54 – sobreloja. O local parecia bem trash, ficava em cima de uma sex shop.

Estava uns 15 minutos adiantada e só conseguia pensar consigo mesma: “Ainda dá tempo de fugir, tu não nasceu pra isso, guria! Modelo fotográfica? Onde já se viu, não leva nenhum jeito!” – E quando finalmente decidiu virar-se para ir embora, abriram a porta:

– Oi, Julia! Chegou bem na hora, o Rodrigo acabou de chegar. Vem, vamos subir.

Droga! Já estava até suando. Sessão de fotos…onde ela estava com a cabeça quando aceitou aquilo? Ah sim, era pelo cachê. Dinheiro de meio mês de trabalho em um dia.  E né? Disseram que não é nada pornográfico, que só tem uma pegada sensual, que não haverá nudez, apenas quase.  “Porque eu vim fazer isso, se tenho vergonha de ficar (mesmo que semi) nua até na frente do espelho? Como eu sou idiota! E esse tal Rodrigo deve ser um ridículo, desses fortões tatuados que só pensam no próprio corpo. Será que ele vai tirar sarro de mim? Estou alguns quilos desconfortável comigo mesma…”

– Esse é o Rodrigo, que vai modelar contigo na sessão de hoje. Rodrigo, essa é a Julia. Como eu já expliquei antes, é um ensaio para um catálogo de tatuagens, com a temática sexy. A intenção é basicamente retratar o amor entrelaçado com a arte da pele de vocês, entre lençóis. Sem mais enrolações, podem ir lá pra dentro se trocar, vocês tem 10 minutos enquanto eu monto o estúdio.

“Ah, até que ele é normalzinho…E tem tattoos bonitas. Pensando no lado artísico da coisa, vai ficar bonita a foto e…EITA! É ISSO que eu vou ter que usar? Será que não tem um maior? Gente, que treco minúsculo, vai ficar tão atochado! Ai, que vergonha!”

Já no estúdio, o fotógrafo dirigia eles para onde deveriam ir, como deveriam movimentar-se e que pose deveriam fazer. A mão mais pra cima, unha mais apertada na costela dele, boca mais perto da nuca dela, levanta a miniblusa dela mais um pouquinho…isso!

E em meio à tanta vergonha ela se deu conta que não tinha trocado uma palavra com o tal Rodrigo. Aquele mesmo cara que estava ali, apalpando, seduzindo e tocando quase todo o coropo dela, e ela nem sabia como a voz dele se parecia.

– Desculpe o silêncio, é que estou meio envergonhada. Nunca fiz isso antes.

– Não tem problema, linda. Eu faço isso há 3 anos e nunca me acostumo. Com todo respeito, seu corpo é muito bonito: combinou super bem com essas tatuagens. Muito bom gosto.

– O-o-obrigada.

– Hehehe, de nada. Quer uma dica? Apenas relaxe. Imagine que estamos numa dança e deixa que eu te conduzo. Finge por um instante que tudo isso aqui é de verdade, e que não tem ninguém ali assistindo a gente. Finge que essas são nossas preliminares.

E em um instante, a vergonha foi embora. A vontade de ser de verdade fez todo o medo ir embora, e as fotos ficavam cada vez mais perfeitas: agora tinha olho no olho, movimentos voluntários, olhos fechados, beijos de nuca e língua por entre as coxas. Tinha arrepio real, suor involuntário e algumas mãos bobas. Tinha vontade, todo o tesão (ou mais) que eles foram contratados para fingir ter. E o fato de precisar fingir que estava fingindo deixou tudo ainda mais excitante: uma tortura com gosto de sexo que precisava parecer de faz de conta.

Sentiu-se cada vez mais quente, mais molhada e mais encaixada naquele corpo que fazia caras e bocas não mais para as câmeras. Era “pela arte” que quase se despiam de verdade enquanto o faziam de mentirinha.

Três horas de tortura depois, era finalmente hora de conversar feito duas pessoas que recém se conheceram e voltar para o estágio da “paquera”, se é que nesse ponto, isso ainda era possível.

Saíram lanchar. Ele descobriu que ela gostava de bacon e maracujá. Ela descobriu que ele não gostava de cebola. Uma hora mais tarde, ambos descobriram que a posição favorita deles era bem parecida. Que o gosto do beijo dele era quase doce e bastante molhado. Que ela adorava sexo oral. Que ele gemia quando ela o apertava com mais força. Que ela podia gozar várias vezes seguidas. Que ele tinha arrepios na nuca e cócegas nas coxas.

E que todas aquelas fotos da tarde refletiram exatamente o que as lentes da câmera captaram.

Amanda Armelin dia 17 de outubro de 2013
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Tatuados também amam

Achei lindo. Mesmo.

Porque toda forma de amor é válida. E preconceito não tá com nada.

 

SaiDaqui!

Amanda Armelin dia 28 de janeiro de 2013
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TattooDay 2013: 21/02, salve essa data

Fala galera!
Chegou aquela época delícia do ano, onde os melhores e mais lindos tatuados e tatuadas tem a chance de exibir sua arte na pele.

É mais uma edição do #TATTOODAY chegando com tudo e botando pra quebrar!

OLOCO MEU! O QUE É ISSO? O.o

Ainda não sabe? Eu explico: Assim como existe o #lingerieday (o original, mais famoso e conceituado, cheio de gostosas semi-nuas e gente bem humorada), #burcaday e #toalhaday – o #TATTOODAY é um dia onde todas as pessoas trocam seus avatares do Twitter por uma foto com sua Tatuagem.

Sim, é só isso para participar!

E vale tudo! O importante é participar. Não tem tatuagem? Pinte, risque, rabisque: vale henna, caneta bic, batom, montagem…Use a criatividade pra não ficar de fora da brincadeira.

Vale ser sexy (A-DO-RA-MOS!), engraçado, criativo, estranho, louco…o importante é estar nessa conosco!

É CLARO que não deixaríamos os bons presentes fora dessa: a comissão julgadora (formada pelos idealizadores do projeto @amanda_arm@maistatuagem @thiagomarzano) ainda distribuirá vários presentes e mimos para os melhores participantes (roupas, tatuagens, lingeries, coisas diferentes e modernas pra sua casa….pode rolar de tudo!)

QUANDO?
 Dia 21/02/2013

E o que eu preciso fazer mesmo? 
Mudar seu avatar no Twitter por uma foto que mostre sua tattoo, seguir o perfil @tattooday e utilizar a hashtag #TATTOODAY

NÃO FIQUE FORA DESSA! Mostre seu orgulho, sua tinta, sua pele e sua história. Dia 21/02 vamos colorir, pintar e tatuar a internet com muito orgulho e nada de preconceito o/

IMPORTANTE!!! Não esqueça de mandar sua foto para contatotattooday@gmail.com para ser colocada no aqui ;)

PS: Mais infos no perfil oficial de Twitter @tattooday – SIGA JÁ!

Informações Gerais:

Site oficial: http://tattooday.tumblr.com/
Data: 21/02/2013
Perfil de Twitter: @tattooday
Hashtag: #TATTOODAY
Idealizadores: @amanda_arm @maistatuagem @thiagomarzano

Quer ser nosso parceiro e colocar sua marca no #tattooday? Entre em contato pelo email contatotattooday@gmail.com

Fotos de Divulgação:

Amanda Armelin dia 11 de janeiro de 2013
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Tatuagem é coisa séria

De uma maneira descontraída, a tirinha define muita gente na vida.

As pessoas têm que entender que tatuagem é coisa séria. E que é preciso ter certeza antes de fazer uma.

SaiDaqui!

Amanda Armelin dia 18 de julho de 2012
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Tattoo x Trabalho x Vida Pessoal

A Unit 34, do estrategista Flávio Ferrari, lança vídeo sobre o uso da tatuagem e sua influência nos negócios. Segundo o especialista, atualmente, ocorre um processo de transformação dos consumidores em busca do self (de si mesmo) e as empresas podem ganhar vantagem competitiva atuando neste cenário.

 

Profissionais tatuados como o jogador David Beckham influenciam gerações de consumidores.

 

Flávio Ferrari, diretor da Unit 34, empresa representante da Sevendots no Brasil, acaba de desenvolver o estudo Tattoo[bb] Trends. Registrada em vídeo, a análise sugere conclusões sobre o uso da tatuagem[bb] e sua relação com o trabalho e o desenvolvimento pessoal.

Ferrari analisou o intenso crescimento das tatuagens por indivíduos de todos os grupos sócio-demográficos, revelando uma tendência[bb] social. O estudo Tattoo Trends foi concluído após um ano de trabalho reunindo entrevistas com pessoas tatuadas, tatuadores, psicólogos e profissionais especializados na observação do comportamento, além da análise e avaliação de outros indicadores correlacionados, como o acompanhamento de discussões em redes sociais. O resultado está condensado em pouco mais de seis minutos do vídeo que identifica os elementos fundamentais e as linhas de força que caracterizam a tendência.

De acordo com o especialista em Inteligência Competitiva da UNIT 34, a tatuagem como forma de expressão é um dos indicadores da transformação decorrente da destituição das autoridades institucionais e da necessidade de construção do self (si mesmo). “Trata-se de uma das mais importantes tendências sociais desta década”, afirma.

Flávio Ferrari tem mais de 30 anos de experiência em Gestão Estratégica, Marketing, Comunicação e Pesquisa e foi CEO do IBOPEmedia na América Latina. Ele explica que “estamos falando de pessoas que não acreditam mais em autoridades externas para lhes dizer o que fazer, para apontar o que é certo e o que é errado. São pessoas que decidem suas vidas e que não confiam na perenidade das relações, profissionais ou pessoais. Que não esperam que o mundo lá fora seja seguro, mas que contam consigo para dar conta disso. Pessoas que estão assumindo a responsabilidade por seus destinos e pela própria felicidade. A tatuagem é apenas uma marca visível dessa transformação”, declara.

Hoje, Ferrari coordena os cursos de MBA em Gestão Estratégica e Inteligência Competitiva, do IBOPE Educação, por isso seu estudo amplia a visão corporativa sobre a tatuagem e questiona se as empresas estão preparadas para entender e oferecer produtos e serviços que sejam relevantes para esses novos consumidores. E, ainda, se as empresas, quase exclusivamente dedicadas a obter resultados financeiros de curto prazo, serão capazes de reter e incentivar suas equipes e líderes. “A questão estratégica que se coloca é se as organizações estão se planejando para atuar neste cenário e tirar vantagem competitiva do movimento”, sentencia.

Já para o italiano Bruno Sfogliarini, sócio da Sevendots (www.sevendots.com) especialista em business forecast e modelagem de negócios, “a tatuagem é um caminho poderoso para expressão dessa tendência porque encontra eco nas três lógicas representativas da sociedade moderna apontadas pelo Copenhagen Institute for Future Studies: Dream Society Logic, Industrial Logic e Creative Man`s Logic.”.

 

 

Ficha Técnica:

Vídeo: Tattoo Trends

Idealização: Unit 34 (www.unit34.com.br)

Produção: Yodeley Audiovisual

Direção: Fabio Aguiar

Coordenação: Flávio Ferrari


 

Amanda Armelin dia 30 de maio de 2012
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Links de Sexta #17

@naitman dia 2 de março de 2012
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Links de Sexta #14

@naitman dia 10 de fevereiro de 2012
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#TATTOODAY – 02/02 : Guarde essa data! E as infos!

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Fala galera!
Chegou aquela época delícia do ano, onde os melhores e mais lindos tatuados e tatuadas tem a chance de exibir sua arte na pele.

É mais uma edição do #TATTOODAY chegando com tudo e botando pra quebrar!

OLOCO MEU! O QUE É ISSO? O.o

Ainda não sabe? Eu explico: Assim como existe o #lingerieday (o original, mais famoso e conceituado), #burcaday e #toalhaday – o #TATTOODAY é um dia onde todas as pessoas trocam seus avatares do Twitter por uma foto com sua Tatuagem.

Sim, é só isso para participar!

E vale tudo! Não tem tatuagem? Pinte, risque, rabisque: vale henna, caneta bic, batom, montagem…Use a criatividade.

Vale ser sexy (A-DO-RA-MOS!), engraçado, criativo, estranho, louco…o importante é participar!

É CLARO que não deixaríamos os bons presentes fora dessa: a comissão julgadora (formada por @amanda_arm @maistatuagem @thiagomarzano e outros, a confirmar) ainda distribuirá vários presentes e mimos para os melhores participantes (definições em breve).

O que podemos adiantar é que tem sorteio/comissão julgadora para prêmios como: ensaio fotográfico feminino, ensaio fotográfico masculino, tattoos, acessórios, roupas e muito mais.

QUANDO?
 Dia 02/02/2012

E o que eu preciso fazer mesmo?
Mudar seu avatar no Twitter por uma foto que mostre sua tattoo, seguir o perfil @tattooday e utilizar a hashtag #TATTOODAY

NÃO FIQUE FORA DESSA! Mostre seu orgulho, sua tinta, sua pele e sua história. Dia 02/02 vamos tatuar a internet com muito orgulho, e nada de preconceito o/

PS: Mais infos no perfil @tattooday – SIGA JÁ!

Amanda Armelin dia 24 de janeiro de 2012
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