Achei lindo. Mesmo.
Porque toda forma de amor é válida. E preconceito não tá com nada.
SaiDaqui!
Fala galera!
Chegou aquela época delícia do ano, onde os melhores e mais lindos tatuados e tatuadas tem a chance de exibir sua arte na pele.
É mais uma edição do #TATTOODAY chegando com tudo e botando pra quebrar!
OLOCO MEU! O QUE É ISSO? O.o
Ainda não sabe? Eu explico: Assim como existe o #lingerieday (o original, mais famoso e conceituado, cheio de gostosas semi-nuas e gente bem humorada), #burcaday e #toalhaday – o #TATTOODAY é um dia onde todas as pessoas trocam seus avatares do Twitter por uma foto com sua Tatuagem.
Sim, é só isso para participar!
E vale tudo! O importante é participar. Não tem tatuagem? Pinte, risque, rabisque: vale henna, caneta bic, batom, montagem…Use a criatividade pra não ficar de fora da brincadeira.
Vale ser sexy (A-DO-RA-MOS!), engraçado, criativo, estranho, louco…o importante é estar nessa conosco!
É CLARO que não deixaríamos os bons presentes fora dessa: a comissão julgadora (formada pelos idealizadores do projeto @amanda_arm@maistatuagem @thiagomarzano) ainda distribuirá vários presentes e mimos para os melhores participantes (roupas, tatuagens, lingeries, coisas diferentes e modernas pra sua casa….pode rolar de tudo!)
QUANDO?
Dia 21/02/2013
E o que eu preciso fazer mesmo?
Mudar seu avatar no Twitter por uma foto que mostre sua tattoo, seguir o perfil @tattooday e utilizar a hashtag #TATTOODAY
NÃO FIQUE FORA DESSA! Mostre seu orgulho, sua tinta, sua pele e sua história. Dia 21/02 vamos colorir, pintar e tatuar a internet com muito orgulho e nada de preconceito o/
IMPORTANTE!!! Não esqueça de mandar sua foto para contatotattooday@gmail.com para ser colocada no aqui
PS: Mais infos no perfil oficial de Twitter @tattooday – SIGA JÁ!
Informações Gerais:
Site oficial: http://tattooday.tumblr.com/
Data: 21/02/2013
Perfil de Twitter: @tattooday
Hashtag: #TATTOODAY
Idealizadores: @amanda_arm @maistatuagem @thiagomarzano
Quer ser nosso parceiro e colocar sua marca no #tattooday? Entre em contato pelo email contatotattooday@gmail.com
Fotos de Divulgação:
De uma maneira descontraída, a tirinha define muita gente na vida.
As pessoas têm que entender que tatuagem é coisa séria. E que é preciso ter certeza antes de fazer uma.
SaiDaqui!
A Unit 34, do estrategista Flávio Ferrari, lança vídeo sobre o uso da tatuagem e sua influência nos negócios. Segundo o especialista, atualmente, ocorre um processo de transformação dos consumidores em busca do self (de si mesmo) e as empresas podem ganhar vantagem competitiva atuando neste cenário.
Flávio Ferrari, diretor da Unit 34, empresa representante da Sevendots no Brasil, acaba de desenvolver o estudo Tattoo Trends. Registrada em vídeo, a análise sugere conclusões sobre o uso da tatuagem
e sua relação com o trabalho e o desenvolvimento pessoal.
Ferrari analisou o intenso crescimento das tatuagens por indivíduos de todos os grupos sócio-demográficos, revelando uma tendência social. O estudo Tattoo Trends foi concluído após um ano de trabalho reunindo entrevistas com pessoas tatuadas, tatuadores, psicólogos e profissionais especializados na observação do comportamento, além da análise e avaliação de outros indicadores correlacionados, como o acompanhamento de discussões em redes sociais. O resultado está condensado em pouco mais de seis minutos do vídeo que identifica os elementos fundamentais e as linhas de força que caracterizam a tendência.
De acordo com o especialista em Inteligência Competitiva da UNIT 34, a tatuagem como forma de expressão é um dos indicadores da transformação decorrente da destituição das autoridades institucionais e da necessidade de construção do self (si mesmo). “Trata-se de uma das mais importantes tendências sociais desta década”, afirma.
Flávio Ferrari tem mais de 30 anos de experiência em Gestão Estratégica, Marketing, Comunicação e Pesquisa e foi CEO do IBOPEmedia na América Latina. Ele explica que “estamos falando de pessoas que não acreditam mais em autoridades externas para lhes dizer o que fazer, para apontar o que é certo e o que é errado. São pessoas que decidem suas vidas e que não confiam na perenidade das relações, profissionais ou pessoais. Que não esperam que o mundo lá fora seja seguro, mas que contam consigo para dar conta disso. Pessoas que estão assumindo a responsabilidade por seus destinos e pela própria felicidade. A tatuagem é apenas uma marca visível dessa transformação”, declara.
Hoje, Ferrari coordena os cursos de MBA em Gestão Estratégica e Inteligência Competitiva, do IBOPE Educação, por isso seu estudo amplia a visão corporativa sobre a tatuagem e questiona se as empresas estão preparadas para entender e oferecer produtos e serviços que sejam relevantes para esses novos consumidores. E, ainda, se as empresas, quase exclusivamente dedicadas a obter resultados financeiros de curto prazo, serão capazes de reter e incentivar suas equipes e líderes. “A questão estratégica que se coloca é se as organizações estão se planejando para atuar neste cenário e tirar vantagem competitiva do movimento”, sentencia.
Já para o italiano Bruno Sfogliarini, sócio da Sevendots (www.sevendots.com) especialista em business forecast e modelagem de negócios, “a tatuagem é um caminho poderoso para expressão dessa tendência porque encontra eco nas três lógicas representativas da sociedade moderna apontadas pelo Copenhagen Institute for Future Studies: Dream Society Logic, Industrial Logic e Creative Man`s Logic.”.
Ficha Técnica:
Vídeo: Tattoo Trends
Idealização: Unit 34 (www.unit34.com.br)
Produção: Yodeley Audiovisual
Direção: Fabio Aguiar
Coordenação: Flávio Ferrari
SEGUE AÍ @amanda_arm e @naitman
CARROS DO FUTURO DISPENSARÃO SEMÁFAROS
NOKIA APRESENTA SMARTPHONE COM WINDOWS
CERVEJA PARA TOMAR OUVINDO SUA BANDA PREFERIDA
SEGUE AÍ @amanda_arm e @naitman
O MELHOR XEROX DE TODOS OS TEMPOS
TUMBLR DE HUMOR DA CAMPUS PARTY BR5
COMO OS NERDS ENXERGAM AS COISAS
QUANDO VOCÊ ESQUECE O QUE IA FAZER
Fala galera!
Chegou aquela época delícia do ano, onde os melhores e mais lindos tatuados e tatuadas tem a chance de exibir sua arte na pele.
É mais uma edição do #TATTOODAY chegando com tudo e botando pra quebrar!
OLOCO MEU! O QUE É ISSO? O.o
Ainda não sabe? Eu explico: Assim como existe o #lingerieday (o original, mais famoso e conceituado), #burcaday e #toalhaday – o #TATTOODAY é um dia onde todas as pessoas trocam seus avatares do Twitter por uma foto com sua Tatuagem.
Sim, é só isso para participar!
E vale tudo! Não tem tatuagem? Pinte, risque, rabisque: vale henna, caneta bic, batom, montagem…Use a criatividade.
Vale ser sexy (A-DO-RA-MOS!), engraçado, criativo, estranho, louco…o importante é participar!
É CLARO que não deixaríamos os bons presentes fora dessa: a comissão julgadora (formada por @amanda_arm @maistatuagem @thiagomarzano e outros, a confirmar) ainda distribuirá vários presentes e mimos para os melhores participantes (definições em breve).
O que podemos adiantar é que tem sorteio/comissão julgadora para prêmios como: ensaio fotográfico feminino, ensaio fotográfico masculino, tattoos, acessórios, roupas e muito mais.
QUANDO?
Dia 02/02/2012
E o que eu preciso fazer mesmo?
Mudar seu avatar no Twitter por uma foto que mostre sua tattoo, seguir o perfil @tattooday e utilizar a hashtag #TATTOODAY
NÃO FIQUE FORA DESSA! Mostre seu orgulho, sua tinta, sua pele e sua história. Dia 02/02 vamos tatuar a internet com muito orgulho, e nada de preconceito o/
PS: Mais infos no perfil @tattooday – SIGA JÁ!
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Acho que a coisa mais difícil na vida para mim, sempre foi aceitar meu corpo. Sempre MESMO.
Tenho traumas de infância, quando as outras crianças me chamavam de gorda e eu batia em todas elas. Também tenho trauma de um regime muito drástico que fiz muito cedo, me causando além de bullying por ser muito magra e peitos pequenos, sérios problemas de saúde.
Fato é que aos quinze anos, eu já tinha gastrite e cinco casos graves de desmaio por fraqueza (um inclusive com início de ataque epilético). Entrei em depressão. Me escondi do mundo em roupas largas, pretas e nada femininas.
Ir à praia sempre foi um pesadelo: biquini nem pensar. Vivo até hoje escondida atrás de shorts, blusas e cangas. Desde sempre escondendo o que me incomoda.
É péssimo admitir que minha genética não ajuda, e que se eu não me controlar para sempre, vou viver esse efeito sanfona depressivo a vida toda.
Minha mãe sempre deu risada, dizia que era coisa de adolescente. Eu também achava, pra ser sincera. Mas a adolescência já passou e meus traumas só pioraram.
O que fazer? O que me faz feliz, obviamente. E se ao olhar no espelho, eu não consigo gostar do que vejo, nem o papa me convenceria do contrário.
Não, esse não é um post sobre “querer confete,” e sim sobre aceitar-me. Até porque, não sei MESMO lidar com elogios. Se você tem algum, agradeço imensamente, mas peço que guarde para si mesmo(a).
Tenho uma marca de nascença visível na parte esquerda do rosto/pescoço, que nunca me incomodou. Tenho nariz grande, orelhas grandes: também nunca me causaram desconforto. Tenho mãos de criança e pés minúsculos: para ser sincera, os adoro. Nunca reclamei do meu cabelo, nem das minhas pernas. Nunca quis ter uma cor de olho diferente ou boca mais sexy.
Nunca fui a mais linda da turma, e nem pretendo. Eu particularmente gosto de ter primeiro um cérebro, e depois um corpo. Não tenho problemas em ser a “bonitinha simpática”, desde que EU goste do que vejo ao tirar minha própria roupa.
Fui altamente criticada e julgada quando coloquei próteses de silicone nos seios, em 2008. Eu tinha 20 anos e toda a certeza do mundo. Batalhei pelo dinheiro, li sobre o assunto, conheci os riscos, conversei com os melhores médicos e investi em decotes e sorrisos que me impediram de continuar escondida atrás de roupas largas. Óbvio que os elogios aumentaram, mas eles foram consequência do bem estar e auto-estima que EU sentia. Arrependimento ZERO.
Para os que ainda não sabem, também tenho uma tatuagem gigante, que se inicia no braço direito e depois de passar pelas costas, desce até a coxa direita formando um lindo painel oriental. Sou apaixonada por ela e tenho o maior orgulho de mostrá-la para as pessoas. Mas a vergonha também sempre fala mais alto. Entre deixar alguém ver as gordurinhas localizadas e mostrar minha obra de arte, continuo me escondendo atrás de panos largos.
Até que eu cansei de sentir vergonha. Voltei a me exercitar e descontei no boxe todas as minhas frustrações. Voltei a comer direito, em horários certos, coisas mais saudáveis. Adotei o lema “Comer metade, exercitar-se o dobro e sorrir o triplo”.
Tem funcionado. Em pouco tempo e 8kg mais magra, sou capaz de gostar mais do meu corpo. Daquela beleza que eu já tinha perdido dentro de mim. Que eu havia esquecido que existia.
Eu me cuido mais, faço as unhas, cuido do cabelo. Uso maquiagem, roupas mais bonitas, acessórios divertidos. Não tenho mais vergonha que me notem por aí. Tudo reflexo de ESTAR bem.
E há dois anos tenho avaliado a necessidade/possibilidade de fazer uma lipoescultura. Remodelar as partes do corpo que exercício físico nenhum podem fazer por mim. Entrar na faca, sentir dor, correr alguns riscos, ter algumas cicatrizes e muitos comentários/julgamentos alheios. Talvez pagar a cirurgia além de doer no bolso signifique também comprar algumas brigas.
É fútil? Vaidoso demais? Caro? Desnecessário? Perigoso? Precipitado? Já pensei em tudo isso, e acho que tomei a coragem suficiente para dizer que realmente não me importo com o que você pense. Eu mereço me sentir bonita e ser feliz, e é isso que estou fazendo.
Eu opero semana que vem, dia 06/12/2011. Agradeço todos que torcerem por mim, e pela minha felicidade: Vocês são o motivo desse post, já que satisfação eu não devo para ninguém. Se eu tenho medo de morrer? Não. Só tenho medo de não ser feliz.
Sensação de frio no estômago, sorriso estampado no rosto e contagem regressiva. Quem me acompanha?
SaiDaqui!
Existe prazer na dor? Sem a menor sombra de dúvida, sim.
E não me refiro somente ao sadomasoquismo, apesar da prática normalmente envolver o prazer sexual através de algum tipo de dor, desconforto ou incômodo.
Mas vamos incluir exemplos mais comuns, que não necessariamente tenham a ver com sexo: Tatuagem, por exemplo. A idéia de um conjunto de agulhas perfurando constantemente sua pele em troca de algo que deixe impressões eternas pode até assustar um pouco no começo, mas convenhamos, se o resultado não fosse agradável, não veríamos tanta gente se tatuando por aí. Sem falar no resultado bonito e satisfatório.
Doar sangue também dói. E ainda assim, tanta gente o faz. Pelo bem alheio, para se sentir útil de alguma forma, para fazer o bem, ou para se sentir um herói e salvar vidas desconhecidas. No fim das contas, qualquer um dos motivos ofuscam os pequenos momentos de dor no ato da doação em si.
E não somente física, mas a dor sentimental também pode trazer algum prazer: amar é lindo, mas quem se abre para o amor, corre grandes riscos de se machucar E ter um coração partido é uma das piores dores que um ser humano pode suportar.
Por outro lado, é nesse tipo de dor em que nos conhecemos de verdade. Pensamos na vida, fazemos novos planos, decidimos por mudanças, nos fortalecemos para seguir em frente. Isso sem mencionar no dilúvio de sensibilidade que nos inunda durante esse período. Já parou para pensar que as músicas, textos, quadros ou qualquer outra forma de arte mais lindos foram feitos em momentos de dor?
E dor, no fim das contas é apenas uma regra boba imposta pelos preconceituosos da soiedade Cada ser humano é único, responde de maneira diferente para qualquer tipo de estímulo e tem seu limite quanto ao que pode ser realmente considerado dor. Generalizar que “fazer algo dói” é simplesmente ignorar essa verdade.
Existe prazer na dor, sim. Basta respeitar seu próprio desejo e jogar no lixo esse livro idiota de regras nunca escritas da sociedade que se diz moderna.
SaiDaqui!
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