Dois segundos: o tempo que você precisa para ser feliz.
E felicidade é uma palavra que usamos quando nos sentimos plenos.
Plenitude é uma pequena teoria minha: A soma de todos os 2 segundos que você viveu intensamente. Porque os melhores momentos da vida duram apenas isso.
Não acredita? Explico-me.
Você conhece uma pessoa. O primeiro olhar dura apenas dois segundos, e é o suficiente para se encantar.
O primeiro beijo é delicioso, concordo. Mas são os dois segundos que o antecedem que arrepiam o corpo todo, misturando todas as expectativas e vontades com a certeza de que aquilo está realmente acontecendo. Aquele turbilhão de sentimentos delicioso que qualquer um se lembra.
A primeira transa, pode durar 5 minutos ou 5 horas. Ter preliminares ou não. Ser leve ou intensa. Mas aqueles dois primeiros segundos do gozo são inesquecíveis. O exato momento em que todo o prazer já não cabe mais no corpo e transborda. Literalmente.
Claro que nem todos os exemplos são românticos ou dependem de outra pessoa. Por exemplo?
Quando você vê uma estrela cadente e faz um pedido: Dois segundos que são suficientes para você se sentir o único e sortudo mais especial na vida, dentre 7 bilhões de pessoas.
Ou quando sua mãe lhe diz “eu te amo” e você tem certeza que é o filho mais amado do planeta.
Quando um cachorro lhe dá a barriga para coçar, quando um gato ronrona no seu pescoço. Quando você assopra as velas do bolo e faz um pedido sincero, quando você descobre que vai ser papai.
Quando o primeiro pingo de chuva lhe toca a ponta do nariz, quando você recebe um elogio do seu chefe. Ou um aumento. Ou uma promoção.
Quando o celular toca e é alguém que você gosta muito, quando você toma uma decisão. Quando você assina um documento importante, quando você compra algo que queria muito. Quando seu filho nasce e você ouve o primeiro choro.
Dentre tantos outros quandos, a vida é mesmo uma soma. De todos esses dois segundos que juntos, valem várias eternidades.
Agora SaiDaqui
E nunca esqueça de procurar seus dois segundos preciosos em dias comuns.
(por Max Geringer)
Relacionamento no mundo corporativo.
O sucesso consiste em não fazer inimigos
Nas relações humanas no trabalho, existem apenas 3 regras:
Regra número 1:
Colegas passam, mas inimigos são para sempre. A chance de uma pessoa se lembrar de um favor que você fez a ela vai diminuindo à taxa de 20% ao ano.
Cinco anos depois, o favor será esquecido. Não adianta mais cobrar.
Mas a chance de alguém se lembrar de uma desfeita se mantém estável, não importa quanto tempo passe.
Exemplo: Se você estendeu a mão para cumprimentar alguém em 1997 e a pessoa ignorou sua mão estendida, você ainda se lembra disso em 2007.
Regra número 2:
A importância de um favor diminui com o tempo, enquanto a importância de uma desfeita aumenta.
Favor é como um investimento de curto prazo. Desfeita é como um empréstimo de longo prazo. Um dia, ele será cobrado, e com juros.
Regra número 3:
Um colega não é um amigo. Colega é aquela pessoa que, durante algum tempo, parece um amigo. Muitas vezes, até parece o melhor amigo, mas isso só dura até um dos dois mudar de emprego.
Amigo é aquela pessoa que liga para perguntar se você está precisando de alguma coisa.
Ex-colega que parecia amigo é aquela pessoa que você liga para pedir alguma coisa, e ela manda dizer que no momento não pode atender.
Durante sua carreira, uma pessoa normal terá a impressão de que fez um milhão de amigos e apenas meia dúzia de inimigos. Estatisticamente, isso parece ótimo. mas não é.
A “Lei da Perversidade Profissional” diz que, no futuro, quando você precisar de ajuda, é provável que quem mais poderá ajudá-lo é exatamente um daqueles poucos inimigos.
Portanto, profissionalmente falando, e pensando a longo prazo, o sucesso consiste, principalmente, em evitar fazer inimigos. Porque, por uma infeliz coincidência biológica, os poucos inimigos são exatamente aqueles que têm boa memória.
Droga. Odeio quando não consigo dormir porque tem algum assunto me “aporrinhando” os pensamentos. E este em particular, é delicado.
Veio há uns dias, assim meio que do nada, e sinto que não vai ir embora enquanto eu não escrever sobre.
Então meus pêsames queridos leitores, sobrou pra vocês! Hehehe.
Quinze anos não é pouco. E pra quem tem apenas vinte e dois, é MUITO tempo. Esse foi o tempo que durou nossa amizade.
Lembro até hoje, quando eu tirava sarro dele na primeira série por ter uma letra ilegível (confesso que ainda hoje ela continua indecifrável, rs). E quando ele tinha dúvidas sobre matemática, sentávamos juntos pra estudar. Lembro quando ele começou a ter as primeiras dúvidas de cunho sexual, e que comigo ele não tinha o menor pudor ou vergonha de perguntar.
Sempre acabava em muita risada.
Lembro também de quando eu cuidava dele quando ele bebia demais. De como eu era a única que podia dirigir o carro dele. Lembro de cada vez que ele abriu a porta do carro (para eu entrar E sair), de cada música que cantamos juntos no som do carro.
Tínhamos um ritual. TODO santo fim de semana íamos tomar café. Detalhe que eu nem gosto de café, mas sempre ia pela compania dele. E acabava tomando um chocolate. Era nosso festival de besteirices alheias. Falávamos mal dos outros, ríamos das cagadas nossas, e confessávamos as notícias da semana que passou. Naquelas horas a gente nem atendia o celular.
Falando nisso, lembro que tive vários problemas com ex-namorados, que nunca entenderam nossa amizade. Paciência. Sempre passei por cima de todos eles.
Lembro de quando eu ligava pra ele sorrindo toda vez que conhecia alguém legal, e meses depois, chorando sobre o canalha. Lembro até que ele me consultava sobre as meninas que passavam. Eu sempre morria de rir com ele.
Lembro das noites e noites que passamos sem fazer nada porque estávamos sem dinheiro. Cada uma delas valeu à pena.
Ele nunca esqueceu um aniversário meu. Nem nunca falhou em um presente de Natal sequer. Lembro muito bem como ele me abraçava apertado. Era um carinho que se sentia, sabe?
Por incrível que pareça, eu não sei a data de aniversário dos meus parentes mais próximos, mas JAMAIS vou esquecer o dele.
O tempo sempre passou, e as coisas sempre mudaram. Menos a nossa amizade. Eu sempre achava que aquilo ia ser pra sempre. Como não mudou em nada nem quando morei fora por um ano.
Mas eu estava errada.
Porque nesse mundo, existem pessoas muito ruins. E elas são capazes de tudo. Não citarei motivos, nem pessoas, porque coisas ruins a gente faz questão de tentar esquecer. Mas resumo da ópera: Ele começou a namorar. E terceiras pessoas alteraram uma história simples, com más intenções, venenosas. E inventaram uma versão totalmente diferente pra namorada dele. O resultado é o atual: nunca mais nos falamos.
Ele sempre teve um coração de ouro. Gigante. Sei que ele ficou perdido.
Até hoje entendo o lado dele. E o dela. Mas sei lá. Não acho justo nem digno ter que implorar perdão ou se justificar por coisas que não fizemos.
Então sei lá. Acho que tudo isso foi pra dizer que sinto muito a falta dele. MUITO.

Agora, por favor, SaiDaqui que eu preciso ficar sozinha pra chorar um pouco.
PS: Agora sim, vou dormir tranquila. Obrigada por me “ouvirem”.