Tinhas nos olhos a tara que todo homem naquela idade tem.
Chegar aos trinta era ali, seu ápice de tesão e vontade de comer todo mundo. Ainda mais hoje, dia do seu aniversário e decisão de campeonato do seu time do coração.
No mundo ideal ele encontraria uma fanática qualquer ali que acompanhasse o jogo com ele, e depois seguiriam para um motel no caminho de casa.
E que não demorasse muito, já que à noite já tinha marcado com outra. Ah, Camilinha…Aquela sim era mulher boa: corpinho violão, mente aberta, nariz pequeno e cabelos loiros. Ligava para ele sempre que sentia vontade de sexo casual. Tinha o nomeado oficialmente seu P.A. (pinto amigo).
Mas ele não sabia muito dela. Sempre que se encontravam, mal dava tempo de conversar. Lembrava que ela tinha 24…Ou era 25? Ah, que diferença faz e….Olhem! Aquela gostosa ali, de costas.
Meu Deus! Que mulher.
“Preciso me aproximar. Gostosa assim no estádio? Coisa rara. Talvez se eu pular essa fileira de cadeiras ali, indo mais pra esquerda ela me note”.
Quinze minutos e um susto quando a tal moça se aproximou para cumprimentá-lo. Era a Camilinha.
Desembestou falar que nem reconheceu a si próprio. Queria saber tudo da moça. Até que ela o pediu delicadamente que parasse de falar um pouco porque queria prestar atenção no jogo.
Sentiu corar a face. Decidiu que ia assistir o jogo calado. Pensou que tinha perdido todas as chances com a moça dali em diante.
Ao fim do jogo, simplesmente se virou e foi embora. Nem se deu ao trabalho de despedir-se.
Qual não foi sua surpresa quando entrando no carro, o telefone tocou Era ela, indicando o local do estacionamento que se encontrava. Sem calcinha.
Mais que depressa, ele se dirigiu para o local indicado.
Entrou no carro e já se agarrou em beijos molhados. Ela tinha unhas vermelhas e longas: fez questão de arranhá-lo um pouco. Queriam ambos o mesmo sexo: aquele selvagem. Rápido. Sem pudor.
Falaram besteiras ao pé do ouvido. Ele a bateu um pouco mais forte. Ela pediu mais.
Segurou-o com força e só permitiu que a penetrasse quando ele já estava quase para gozar. Sentiu prazer ao judiá-lo.
Pediu que gozasse em seus pés.
Ele nem acreditava que aquilo tudo estava se realizando: era a maior fantasia de sua vida! Hesitou mas deitou no banco do carona, com um olhar extasiado.
Até que ela pediu que ele se retirasse porque tinha outro compromisso. E ao sair cantando pneus, deu uma piscadela e lembrou-o “Meu nome não é Camilinha amor. Foi bom e tal…Mas não me ligue mais tá? BEIJO”
SAIDAQUI
Ela estava sentada, tomando seu café tranquilamente enquanto lia um livro qualquer achado em promoção de prateleira de loja barata. Era outono e a estação lhe fazia vestir um casaco leve por cima do belo decote que sempre adorava exibir.
Ele a avistou ao longe, mas nem fez menção em chamar-lhe a atenção. Queria chegar sorrateiro, e de fato o fez, logo após escrever algo qualquer em um guardanapo.
Não deixou que ela o visse, mas chegou tão perto de sua nuca que ela arrepiou-se imediatamente. Deixou seus lábios e barba roçarem levemente a lateral daquele pescoço tão delicado, que quase implorava por beijos quando estava assim, à mostra. Ele comentara várias vezes que adorava vê-la de cabelos presos, bem se lembrava.
Ela sabia que era ele. Nem precisou se virar. Conhecia de cor e salteado aquela deliciosa sensação que ele lhe causava sempre que chegava perto dessa forma. Fechou os olhos e abaixou a cabeça, deixando que ele a arrepiasse ainda mais com beijos delicados no pescoço. Mas ao tentar se virar para retribuir o carinho, ele não a deixou beijá-lo.
Simplesmente deixou o guardanapo em cima da mesa, virou as costas e saiu andando. Sem entender nada, ela leu rapidamente o guardanapo que simplesmente dizia “Te espero no estacionamento do terceiro subsolo. Vá sem calcinha. Você tem 5 minutos.”
Deixou o café na mesa, jogou o livro de qualquer jeito na bolsa, correu para o banheiro, tirou sua pequena calcinha branca de algodão (que à essa hora já estava molhada de tanta curiosidade e excitação que o bilhete havia lhe causado), jogou dentro da bolsa. Ainda deu tempo de pegar uma pastilha e retocar o batom antes de ir. Correu para o local indicado pelo guardanapo.
Ele já a esperava dentro do carro, com a cara mais sacana que ela já tinha visto ele fazer. Mal entrou no carro e foi atacada com o beijo mais longo, molhado e demorado da história de ambos. Ela não conteve um suspiro e ele aproveitou aquele momento para descer os dedos lentamente até sua virilha. Claro que não deixou de passar (e parar uns segundos) por entre os seios, até que sentisse aqueles deliciosos bicos endurecerem ao toque. Abriu a calça jeans surrada com a outra mão enquanto ela se contorcia no banco do passageiro com aqueles dedos que penetravam-lhe a vagina de maneira tão deliciosa. Sentiu até a face corar por estar tão molhada; pôde jurar que conseguia sentir seu gozo escorrer entre os dedos dele.
E enquanto sentia ela gozar em sua mão, tocava-se com tanto tesão que teve que diminuir o ritmo por umas duas vezes para não gozar muito rápido. Só se permitiu o gozo quando ela já estava no 3º orgasmo. Um gemido alto, de ambos.
Sorriram, ligaram o carro e seguiram para o motel mais próximo. TINHAM que continuar aquilo.
Agora SaiDaqui e deixe a sua imaginação imaginar o resto
Conto feito à quatro mãos. Ajuda da linda @Gilriel S2 Obrigada pelos detalhes sórdidos! \o/Vamos ao que interessa?
Ele estava parado, diante do fogão, preparando mais uma daquelas delícias que sua preguiça não permitia. Ela se aproximou, na ponta dos pés descalços e o enlaçou em um abraço carinhoso e sacana, e enquanto a mão esquerda recostou de leve em seu peito, a mão direita mais encontrou mais embaixo seu pênis agora enrijecido.
Ele voltou o rosto para trás, com um sorriso lindo em seus lábios, os olhos de um castanho intenso penetravam vorazes sobre ela. O que encontraram foi um par de olhos verdes, sedentos e espelhados pelo desejo que ela também sentia. Não deixou de notar os lábios rosados, levemente esticados em um meio sorriso, maroto.
Ela se apoiou um pouco mais na ponta dos pés, alcançando-lhe os lábios em um beijo rápido, apenas para dar dois passos para trás antes que ele pudesse retribuir o beijo. Queria despertar-lhe o desejo. E conseguiu.
Ele esqueceu o que estava fazendo e virou-se quase de imediato, segurando-a forme pelo pulso. Tomou-a nos braços, beijando-a profunda e decididamente, enquanto caminhavam lentamente na direção da mesa.
Usou o braço esquerdo para limpar o que estivesse sobre a mesa e jogar pelo chão, abrindo espaço para os dois. Segurou-a pelas coxas levemente cobertas por um vestido verão e apoiou-a sobre a mesa, deitando-a lentamente enquanto beijava cada centímetro de seu corpo sentindo os arrepios: dos lábios aos pés, passando lentamente pelo colo desnudo pelo decote. As mãos quentes arrastando o tecido enquanto percorriam a pele sob ele.
Deitada, ele a observou por um momento, admirando-a. Ela estendeu os braços acima da cabeça, fazendo com que as alças finas do vestido o puxassem um pouco mais para cima. Não ia além da metade de suas coxas, se estivesse de pé, e agora, mal cobria-lhe a calcinha. O vermelho intenso do tecido contrastava radicalmente com a palidez da pele dela, deixando-a com um ar mais frágil do que era na realidade.
Despiu-lhe rapidamente enquanto a puxava pra mais perto, de modo a continuar apoiada na mesa e ainda assim conseguisse ficar encaixada por entre suas coxas, enquanto ele a penetrava com toda sua vontade e excitação. Ela não se aguentou de prazer e soltou um gemido alto enquanto gozava, mordendo a mão quando se deu conta do que acabara de fazer. Ele, com um sorriso no canto do rosto não se aguentou e gozou logo em seguida.
Tomaram banho, terminaram o almoço. E comeram, de novo
Agora SaiDaqui!
Ela adorava dançar. Espantava seus demônios, seus fantasmas e renovava as energias. Atraía olhares, paqueras e novas amizades sempre que deixava o corpo rebolar o que a alma sentia. Um misto sexy e inebriante de tristeza com vontade de amor de verdade.
Não economizava nos sorrisos, nem na vontade de encontrar um cara especial.
Ao ouvir aquela música, soltava os cabelos castanhos, ajeitava o vestido, se agarrava no copo de cerveja e puxava os amigos para o centro da roda de samba. Tinha uma vibe que só ela sabia sentir, e gostava de dançar de olhos fechados.
Ela não os via, mas sentia que quase todos os olhares do local estavam nela concentrados. Timidamente, ela abre os olhos e sem querer cruza com os dele, que ficam sem saber como reagir.
Ele que ali estava, suspirando e reparando em cada passo daquela morena que lhe causava arrepios, agora se sentia nu. A conhecia tão bem, e morria de medo que ela descobrisse seu sentimento. Tentou disfarçar, olhou para os lados. Mas ele a desejava tanto que não conseguia mais desviar o olhar do dela. Quase entrava em paranóia quando o seu vestido subia enquanto ela girava e girava o corpo no ritmo da música. Por várias vezes teve que disfarçar uma ereção involuntária.
Ela o chamou com os olhos para dançar. Desajeitado e sem saber o que fazer, ele aceitou. Entre sentir a música e conseguir encaixar seu corpo entre o dela, escolheu a segunda opção.
E o que era farra e brincadeira, de repente ficou sério. Já não conseguiam mais desgrudar os olhares e os corpos. Cada vez mais grudados, parecia que a música já não existia, e o que eles dançavam era apenas a vontade do beijo e do toque mais intenso. Reunindo coragem de sabe-se lá onde, ele a beijou enquanto ela dançava de olhos fechados.
Aquele beijo que não se sabe o quanto dura, porque não existe nada além dele. Beijo sem pudor, sem tempo, sem mundo em volta.
Não disseram nada. Mas se entenderam no olhar.
Saíram dali correndo. Tentaram encontrar o canto mais perto e mais escuro, porque o desejo já falava muito mais alto. Ele a encostou na parede, beijou com vontade, carinho e tesão. Passeou a ponta dos dedos por toda a silhueta dela, até chegar em suas partes mais íntimas. Não demorou dois minutos de amasso forte, ela já gemia pedindo que ele a penetrasse.
Obedeceu-a. E até hoje confessa: teve que se segurar para não gozar de primeira. “Meu Deus, como essa morena é gostosa” pensou pra si.
Tinham que ser rápidos. E nem assim ele deixou de ser carinhoso. Em meio à beijos e carícias, gozaram juntos.
Estavam zonzos. De bebida, de samba, de sexo e de tesão. Foram pra casa juntos. PRECISAVAM repetir aquilo, agora com mais tempo.
E SaiDaqui!
PS: Pra quem não viu, tem ensaio “sexy” meu do @thiagomarzano
Se conheciam há alguns meses. Moravam em cidades diferentes e raramente conseguiam se ver.
Tinham uma amizade assim, de leve. Se falavam esporadicamente, mas sempre com muita diversão inclusa: conseguiam falar sobre qualquer coisa juntos. Sempre voltavam para casa com dores na barriga e no maxilar, de tanto rirem.
Por arte do que alguns chamam de destino, tinham o mesmo gosto musical, e por estarem diretamente envolvidos com uma determinada banda, viajaram para um dos shows a trabalho. Detalhe: sem saber da presença um do outro.
Ela o viu de relance, ao longe no mesmo bar em que se encontrava. Fingiu que não o viu. Achou que estava enganada. O problema é que mais tarde se arrependeu de não tê-lo cumprimentado, e ligou pra ele.
Surpreendeu-se com o quanto ele insistiu em vê-la. Sentiu em ambos aquela pontinha de segundas intenções e vontade. Decidiu que não ia pensar duas vezes, e aceitou o convite de ir vê-lo no hotel que estava hospedado.
Infelizmente, haviam outras pessoas no quarto com ele, e privacidade seria algo impossível. Decidiram ir para o subsolo da garagem do edifício “conversar”.
Mal estavam nos primeiros degraus da escada, e ele atacou-a. Beijou com vontade, como se fosse a coisa mais proibida do mundo. Ela deixou tomar-se por tanta libido e retribuiu os beijos e amassos com a mesma intensidade. Em poucos minutos, já estavam se tocando nas partes mais íntimas de seus corpos.
Ela jura que foi “sem querer”, mas tenho certeza que estar de vestido foi um ato de sua inconsciencia consciente. E é claro que facilitou todas essas manobras sexuais arriscadas que depois acabaram realizando em plena escada de emergência.
Entre mordidas e beijos ardentes, já impossível de conter tanto tesão e vontade de penetrarem-se, ele abaixou as calças um pouco, levantou seu vestido, e ainda em pé, penetrou-a com toda a vontade que sentia. No melhor misto de intensidade, carinho e prazer que conseguiu.
Tentavam segurar ao máximo o barulho, até que ela não conseguiu mais e soltou sem querer um gemido abafado de prazer.
Alguém acendeu a luz. Imobilizaram-se na posição em que estavam. Adrenalina à mil. Sabiam que iam ser pegos. E talvez por isso, ela sentia o membro dele enrijecer-se ainda mais dentro dela. Ah, que vontade de gritar que ela sentiu…
Por sorte, ninguém apareceu, e puderam continuar sua loucura sexual. Ele ainda a penetrou mais um pouco de costas, enquanto em pé, e logo a pegou de quatro entre os degrais. Era tanto prazer que gozaram juntos.
Toda essa loucura durou no máximo 20 minutos. Ela afirma até hoje, que foi a melhor rapidinha de sua vida.
Nunca mais se viram. Mas com certeza nunca se esquecerão.
***
E aí? Gostaram? Espero que sim. Conforme dito anteriormente no Twitter, esse conto é baseado em uma história real (claro que me dei a liberdade de adicionar alguns detalhes de minha imaginação sórdida) de uma leitoria assídua e amiga particular. Desde já agradeço-a por partilhar sua história e nos extasiar com tanta delícia erótica
Foram namorados por dois anos. Arrisco dizer que tinham uma relação bastante conturbada e complicada.
Já cansados de lidar com toda aquela pressão e stress, decidiram terminar. Claro que isso não significava o fim do sentimento, mas definitivamente, o fim das dores de cabeça.
Sofreram bastante no começo, mas já fazia algum tempo, e a ferida estava cicatrizando. A decisão de não terem mais nenhum tipo de contato estava ajudando a amenizar a dor.
Não se viam há 6 meses.
Até que o inesperado aconteceu: Lá estava ela, linda e produzida numa festa com três amigas, quando do meio da multidão, saem dois homens lindos, supostamente amigos de uma das meninas que estava com ela (aquela que ela mal conhecia). Claro que de início ela não soube reconhecê-lo, porque as luzes piscavam frenéticamente e ela mal prestava atenção nos dois seres que se aproximavam.
Quando uma das meninas “apresentou-os” (ela não sabia que ELE era o tal ex): Fulana, esse é o Ciclano.
Ambos ficaram vermelhos. Gaguejaram. Até que por fim, riram.
Decidiram entrar no jogo e se cumprimentaram . Conversaram a noite toda como se não se conhecessem. Estavam adorando esse joginho.
Combinaram não falar de passado, nem tocar no assunto sentimento. Combinaram deixar o corpo falar. Nem preciso dizer que em poucas horas já estavam no motel não é mesmo?
Transaram como se aquele fosse o melhor da msitura da primeira e da última vez que se faz sexo com a mesma pessoa: Tinha de volta toda aquela magia e redescoberta dos corpos, e ao mesmo tempo toda a raiva e mágoa embutida por não terem dado certo.
Tocavam-se com vontade, com força. Era um querer de quase entrar na pele do outro. (No dia seguinte ficaram deliciosas marcas de apertões em ambos). O sexo oral, no banho, quase o fez gozar.
Ele a pegou no colo, deitou-a toda molhada na cama, e decidiu retribuir. Não parou até que ela tivesse gritado de prazer na hora do gozo. Depois disso, tocaram-se mais um pouco, mas o desejo já era incontrolável, e ela avançou por cima dele. Encaixou-se levemente e sentou devagar, deixando que ele sentisse cada centímetro de sua ereção penetrá-la. Não conseguiram conter um gemido quase sincronizado.
Abraçaram-se forte, de modo a colar os corpos. Seguiram o sexo num ritmo absurdamente selvagem, cheio de força e rapidez de movimentos. O mais engraçado, é que ainda assim não deixavam de sentir o carinho que rolava no meio daquele frenesi. Uma hora depois, gozaram, juntos.
Depois daquela noite, nunca mais se viram. Não porque haviam combinado algo, mas talvez porque o destino tenha ajudado a cicatrizar. Ainda assim, ambos ainda lembram com carinho, o melhor revival de suas vidas.
Agora, SaiDaqui!

Parando para pensar, cada vez mais compratilhamos nosso tempo com computadores, celulares e qualquer tipo de nova tecnologia que nos conecte com o que eu chamo de “vida online”. Acho injusto dizer que somos robotizados ou que apenas convivemos com máquinas.
Até porque, dentre tantas redes sociais que participamos, arrisco dizer que temos chances maiores de conhecer ainda mais gente do que se vivêssemos apenas na “vida offline”. Toda e qualquer distância tem se encurtado. Já não existe perto e longe. Amigos fazem parte de nossas vidas em qualquer lugar od mundo.
Concordo que tudo em excesso faz mal. Todo mundo tem que controlar-se e JAMAIS esquecer que existem pessoas de carne e osso. Que sexo de verdade exige cheiro, gosto, tato, olhares e uma boa pegada. Que convivência REAL é mais importante que a virtual.
Mas não falaremos disso.
Hoje o assunto é sexo virtual, como sugerido na própria rede social Twitter.
Segundo a Wikipedia, existem basicamente três maneiras de transcrever um sexo virtual:
* Criando uma história, ou uma fantasia. As duas ou mais pessoas, contribuem para criação de um cenário onde ocorre o sexo virtual, este cenário existe apenas nas suas mentes. Geralmente uma pessoa escolhe aquela fantasia que lhe proporciona mais prazer. Isso aproxima muito a masturbação simples do sexo virtual, quase que botando a outra pessoa apenas na posição de narrador.
* Descrevendo fatos ou acontecimentos vivenciados. É muito comum a idéia de voyerismo, em que se tem acesso a informações intimas de outra pessoa. A descrição de um fato, seja primeira relação sexual ou uma experiência diferenciada, é muito próxima da fantasia.
* Finalmente, através da masturbação on-line ou descrição da situação presente. Esta seria a forma mais interativa do sexo virtual, pois duas ou mais pessoas praticam a masturbação por meio da observação direta (webcam) e/ou através de meios auditivos (microfone e fones de ouvido ou embutidos no próprio ordenador). Os adeptos deste tipo de prática, vão sugerindo ou solicitando o que gostariam de ver ou ouvir do(s) parceiro (s), de forma que satisfaçam seus desejos sexuais mais íntimos.
Acho que todo e qualquer tipo de prazer é válido, e as pessoas quando confortáveis com a situação (seja ela qual for) devem se dar ao luxo de acariciar o ego com essa pequena luxúria.
Contanto que sexo virtual seja uma maneira de COMPLEMENTAR o que se vive na vida real, é uma prática saudável e divertida de encurtar distâncias, criar afinidades e intimidades maiores. Tudo isso sem falar na bela apimentada que a relação recebe com tudo isso.
De novo, APROVEITEM! ^^ E SaiDaqui!
Falo por mim: Sempre tive vergonha de usar dessas lingeries muito pequenas e tudo mais.
Fio dental sempre foi meu maior medo. Nunca tive uma bunda invejável, muito menos um corpo escultural (maldita genética com tendências rechonchudas e malditas cervejas e chocolates!)

Mas achava tudo TÃO lindo, que sempre acabava comprando um ou outro acessório diferente. Comecei com um fio, depois fui abusando mais: corpete, hobby, meia 7/8…
Faz bem pro nosso ego. Colocar uma lingerie e um salto alto bonitos nos deixa confiantes. Poderosas. E se alguma mulher disser que não, está mentindo descaradamente!
Não é pecado querer se sentir bonita. Nunca fez mal à ninguém cuidar de si, comprar o que gosta, e querer agradar. Isso sem contar no quanto os homens gostam de mulheres sexy. (Atenção mulheres, eu disse SEXY, não VULGAR, ok?).
Com o tempo fui me soltando um pouco mais. E este post é para encorajar você, mulher, a fazer o mesmo. E você, homem, a valorizar e incentivar sua mulher a ser sexy. Garanto que isso só vai fazer bem para ambos.
Deixe a vergonha de lado, e os kilinhos a mais não atrapalharem. E daí que você não é digna de capa de Playboy? Basta escolher a lingerie certa. Existem modelos para disfarçar suas imperfeições. Peça conselhos. Divirta-se levando seu namorado escolher contigo.
Dê risada com as moças da loja dando palpite. Depile-se, tome um bom banho e experimente seu presente. Coloque aquele fio dental lindo que você nunca teve coragem de usar. Abra um vinho. Olhe-se no espelho.
Desfile pro seu marido. Deixe-o te atacar. Sinta-se poderosa. Viva. Linda.
Esqueça as modelos. Seja o melhor que VOCÊ pode ser. Melhore sua auto-estima. Deixe os homens loucos de Tesão.
Porque esse meu amor, é o poder de um fio dental.

E tá esperando o que pra Sair Daqui e comprar o seu?
- Oi. É…Tudo bem?
- Se estivesse tudo bem eu não estava aqui né? Desembucha meu filho, o que tu tá querendo essa noite?
- Na verdade, eu…Eu queria era conversar mesmo.
- Conversar? Tu queria ir num psicólogo e acabou no puteiro?
- Eu realmente gostaria de conversar essa noite. Quanto fica?
- Não vai ter nada de putaria? Nada de sacanagem? Neca de pitibiriba?
- Não. Só conversa mesmo. E você escolhe o lugar.
- Tá. Pare tudo. Você está dizendo que veio me procurar, pra conversar e eu ainda posso escolher um lugar que não seja um motel pulguento?
- Exato. Quanto fica?
- Você é gay?
- Não, eu não sou gay. Eu apenas tenho vontade de conversar com alguém desconhecido. Pode ser ou tá difícil?
- Você é quem manda. Mas vai ficar R$200,00. Sabe como é né? Serviço de psicóloga sai mais caro.
- Feito. Entre no carro.
(minutos constrangedores se passam)
- E aí? Pra onde vamos? Eu disse que tu pode escolher.
- Na verdade eu estou com fome. Poderíamos comer algo enquanto conversamos?
- Absolutamente. Em qual restaurante quer ir?
- Restaurante? Não, não. Olhe como estou vestida. Vamos apenas passar no Drive Trhu do Mac Donald’s ali mesmo.
- Você é quem sabe.
(comeram em silêncio. Ela não conseguia disfarçar o quanto aquela situação a deixava constrangida)
- Isso tudo é muito estranho.
- O que é estranho? Eu querer apenas conversar contigo?
- É. O fato de eu não ter que falar besteiras no seu ouvido, nem fazer sacanagem com seu pau enquanto tu nem olha pra minha cara é muito diferente do que eu estou acostumada. Ficar constrangida por NÃO ter que fazer putaria. Estranhamente não saber o que dizer a não ser relacionado à sexo.
- Qual o seu nome?
- Agatha.
- Seu verdadeiro nome.
- É Maria. Mas por favor, não conte pra ninguém. Podemos ir pra um local mais calmo? Não gosto de ficar em carros. Tem um motel aqui perto. Não é caro, nem muito ruim.
(ele liga o carro, segue as instruções da moça e chegam no local. Ele abre a porta do carro, deixa ela ir na frente, e ao entrarem, ela não aguenta e lhe tasca um beijo)
- Porque você fez isso? Você sabe que não precisava. Eu só te contratei pra conversarmos…
- Shh. Eu sei. Tô fazendo isso porque eu QUERO. Esquece ate do pagamento. Essa noite eu não sou puta. Hoje vou ser SUA MULHER. Vou dar pra você porque eu estou com vontade. Porque você fez por merecer.
Começaram a se beijar levemente, com lábios que mal se tocavam, atiçando cada vez mais o prazer e a vontade de ambos. Periodicamente, os beijos ficavam mais intensos e carnais. Até estarem quase gemendo de prazer apenas com o beijo.
Ele a pegou no colo e deitou-a na cama. Enquanto beijava cada centímetro de seu corpo, tirava as poucas peças de roupa que a cobriam, e ela segurava seu pau com tanto fervor e vontade que ele sentia vontade de gozar só com o toque dela.
Tiveram as melhores preliminares da vida de ambos, e transaram como adolescentes enlouquecidos, mortos de desejo um pelo outro.
Após terminados, seguiram vários momentos de carícia silenciosa, até que ela não se aguenta de curiosidade e pergunta:
- Sobre o que você queria conversar quando me contratou?
- Nada. Não…Não era nada.
- Como nada? Não minta pra mim. Ainda podemos conversar. Aliás, agora mais ainda que podemos conversar. Estamos conectados.
- Melhor deixar pra lá.
- Não. Agora eu quero saber. Fale!
- É que…Eu queria conversar sobre uma puta por quem havia me apaixonado…

Pois é amigos leitores. Acontece. Agora SaiDaqui!
Quinta é dia de sexo no SaiDaqui. E hoje não seria diferente.
Sempre dou muito enfoque para homens e o que eles gostam, ou como lhes dar prazer…Mas hoje vai ser diferente.
Decidi revelar um segredo das mulheres para que vocês homens percebam que há situações em que a mulher realmente não goza, e isso NÃO é um problema para elas.
É, eu sei que essa afirmação deve ter lhes assustado. Mas acalmem-se. Explicarei.
Com exceção de mulheres escandalosas e falsas, que adoram fingir um orgasmo sempre que não gozam, a maioria das mulheres passa vez ou outra na vida, por situações onde o homem não consegue se segurar e acaba gozando antes dela.
Quer saber? Já aconteceu comigo. E não foi apenas uma vez. Conversei com várias mulheres do meu círculo social, e elas me confirmaram que também já passaram por isso.
Ouvi histórias de ficantes, namorados e maridos que passavam dias chateados por terem gozado primeiro, mesmo depois delas dizerem para eles que não havia problema nenhum, e que o sexo havia sido igualmente gostoso, mesmo sem elas terem gozado.
E chegamos a conclusão de que vocês homens, JAMAIS devem ficar encanados quando isso acontecer esporadicamente (claro que se for algo frequente, procure um médico. Ninguém gosta de nnunca sentir prazer)…E sabem porque?

Quando vocês não conseguem se segurar e gozam antes da dama, isso lhes massageia o ego. Ela vai ficar se achando “A” gostosa, porque você estava tão excitado que não conseguiu se segurar. Ela se sentirá orgulhosa de lhe causar tanto tesão.
Se ainda vier incrementado com alguma frase do tipo “Caralho, como você é gostosa! Desculpe, mas não consegui me segurar. Você me deixa louco!” ela fica nas nuvens. Se achando a rainha da cocada preta na gostosura mundial.
E pode ter certeza: Ela VAI dormir com um sorriso de orelha à orelha, MESMO SEM TER GOZADO. Porque seu ego está massageado. Porque ela é gostosa. Porque ela SE SENTE gostosa.
Entenderam?
Portanto, não se preocupem tanto assim. Sempre deixe o sexo rolar. Sou adepta do estilo “tudo que acontece natualmente é bem melhor”.
Agora SaiDaqui!
PS: Antes que vocês confundam, eu refiro-me a não gozar com a penetração em si. Como dito nos comentários, existem sim, formas de terminar o serviço. ^^