Quero começar dizendo que essa não é uma campanha anti-fumo, e gostaria de reforçar que eu estou me lixando para a saúde do seu pulmão. Se você fuma, o problema é TODO seu. Acho até que tenho amigos que vão ficar chateados com esse post. Paciência. ><

Mas o fato é que eu abomino cigarro. O cheiro, o gosto, a fumaça. O vício, a tristeza e a impotência que ele traz. Você quer fumar? Ótimo, o problema é seu. EU é que não sou obrigada a inalar sua fumaça fétida.
Pode ser trauma de adolescente, que se apaixonou perdidamente por um cara (aquela coisa de primeiro amor) e viu a paixão ir embora, sendo queimada a cada cigarro aceso. Tinha nojo de beijá-lo. Não aguentei a sensação beijar um cinzeiro. E lá se foi meu primeiro amor.
Travo batalhas com o cigarro desde sempre. Talvez porque eu tenho círculos sociais com poucos fumantes. Talvez porque ninguém da minha família fume.
Talvez porque vi alguns de meus mais próximos amigos entrarem nessa de fumar para parecerem legais, e hoje não conseguem se desfazer dele. Talvez porque eu ache feio e nada atraente alguém segurando um cigarro aceso.
Talvez porque eu me sinta sem ar na presença daquela fumaça maldita. Ou talvez porque eu não veja nenhum motivo plausível para que as pessoas fumem.
Mas é vício. Dependência. Nicotina. Tabaco. E o pior, permitido por lei.
Tenho pena. De gente pobre de pedra, por exemplo, que deixa de comprar leite para os filhos, mas nunca o seu cigarrinho precioso. O que há de errado com vocês?!

Os incomodados que se mudem? Acho que não é bem assim. Ninguém deveria ter que sair de perto de pessoas fumantes simplesmente porque não querem ser prejudicadas por um mal que OUTRA pessoa escolheu se fazer. Faz sentido?
A maioria dos meus amigos fumantes respeitam bastante uma distância razoável para não incomodar a parte não fumante da galera. Acho isso digno. Atitude de fumante consciente, que sabe que cigarro não é nada agradável.
De novo, eu estou me lixando para sua saúde. É apenas um desabafo, um pensamento solto. Eu ODEIO cigarro, e ESCOLHO não ser fumante passiva, ok?

PS: Se você é fumante, favor não sentir-se ofendido com o post. Ele expressa apenas uma opinião pessoal dessa alucinada que vos escreve.
Agora SAIDAQUI!
Há anos não passava um Natal legal.
Desde que meus pais se separaram, Natal era sinônimo de brigas e intrigas, e ciúme, e problemas.
Era um saco me desdobrar em vinte pra dar atenção pra todo mundo. Chegava a querer dormir pra não ter problemas.
Esse ano foi diferente.
Não moro mais perto da família. E Natal resumiu-se em paparicos e carinho. ESSA é a parte de ficar longe que faz bem.
Foi um Natal super divertido, animado e engraçado perto da minha família. Com a única parte ruim de passar meia noite longe do @rbarato – mas ano que vem vai ser diferente.
Além disso, esse ano tive um plus: uma nova família também (o lado do meu namorido).
Ficar perto deles foi muito legal. Com cerveja e carne que não acabava mais, e alegria, idem.
Pra complementar, o presente que ganhei de amigo secreto da @nbaratto foi demais. Mas mais que isso, foi o discurso que ela fez antes de entregar o presente.
Acabei pensando em como chega a ser engraçado como a internet une as pessoas. Não existe mais distância. Na verdade, nunca existiu quando tem sentimento de verdade.
Espero que você também tenha passado um feliz Natal. E o Saidaqui deseja à todos os leitores TUDO de bom.
Obrigada por acompanhar-nos, mas agora SaiDaqui!
Bom dia caros leitores.
Vamos falar hoje de algo que eu ODEIO: Exercícios.
Sério. Minha vida inteira fui uma pessoa gordinha e sedentária (herança genética materna e hábitos nada saudáveis dentro de uma casa preguiçosa). Sempre tive problemas com exercícios. E nunca escondi de ninguém o meu ódio por academias.
Quando criança, tinha apelidos como “baleia”, “gorda” e etc…Cresci traumatizada. Até me lembro de um ano no pré, onde fingi uma dor de barriga para não dançar numa apresentação para os pais porque a fantasia mostrava um palmo da barriga. Acho que minha mãe nunca descobriu que esse foi o real motivo de eu não ter dançado.
Por sorte do “espichamento adolescentístico”, aos 12 comecei a crescer verticalmente e aproveitei a época para também diminuir alguns kilos na balança. Fiz um regime com acompanhamento médico e tudo que a cartilha mandava. O problem é que acho que “birutei” demais. Fiquei um palito anoréxico, de tão feia.
Claro que depois consegui um corpo aceitavelmente bom. Só que até lá eu já estava tão traumatizada que mesmo com um corpo legal, eu já não usava biquini, muito menos roupas justas. Confesso que ainda tenho resquícios dessa época.
E minha vida inteira foi assim, nesse efeito sanfona. Engordo, emagreço. Ou vice-e-versa. E assim vai.
Há alguns meses, eu quase entrei em depressão por estar descontente com meu corpo (é, mulheres, eu sei). Mas não fiz nada para melhorar a situação. Até que um dia eu não aguentei mais.
E mudei meus hábitos. Alimentares, e de vida. Passei a comer mais frutas, menos frituras. Passei a caminhar. E quer saber? Hoje eu digo, que emagrecer é apenas consequência. Porque realmente esses novos hábitos tem mudado minha vida.
Adoro frutas. E legumes. Tenho experimentado explosões de sabores que há muito tempo havia esquecido.
Eu sinto-me renovada quando caminho. Aproveito para pensar na vida. E ver o pôr-do-sol.
Continuo tomando minha tão amada cevada. E comendo chocolate. Isso jamais mudaria.
Porque eu não preciso me privar do que gosto para ter uma vida mais saudável. Por mim, pela minha saúde, e por uma vida melhor.
Você também devia tentar ^^
PS: Hoje é o tão famoso dia da consciência negra, e eu não poderia deixar passar em branco. Mas acho que nosso querido amigo @leosias já descreveu MUITÍSSIMO bem no blog O Protagonista 2.0, hoje é dia da hipocrisia branca. Vale um clique.
Agora, por favor, SaiDaqui!