E lá estávamos eu e minha linda ERMÃ PRETA JACARÉ confabulando em mais um plano de dominação mundial, quando surgiu a idéia de postar por aqui nossas idéias malucas. Ela curtiu, aceitou o convite, e a partir de HOJE, teremos esporadicamente textos dessa monera gostosa chamada @Caronella o/ Ah, e aproveita pra passar no TPMSemanal também
Vamos ao que interessa?
Logo que sai do relacionamento mais sério que já tive e me deparei com a situação “estou solteira”, levei um baque muito grande. Talvez por costume, talvez por comodismo, eu não sabia muito bem como lidar com a situação “na pista”. Mas, com o tempo, fui re-aprendendo a me divertir com os amigos, só com os amigos, sem ter alguém ao lado, com quem você vai embora quando acaba a noite.
O que muitos chamam de “bem resolvida” nunca enxerguei muito em mim. Penso que só resolvi colocar na prática o que sempre idealizei pra uma vida de solteira: estudar, construir uma profissão, beber sempre que possível, pegar meu carro e ir pra onde eu bem entendesse. Querendo ou não, quando se está namorando, você tem algumas pretensões que não lhe cabem mais quando se fica solteira. E é isso: mutação. As circunstâncias mudaram e eu tive que me adaptar.
Mas foi dessa adaptação que comecei a perceber que ELES tinham medo. Parece que ter um futuro formulado (que, pra mim, é o mínimo que todas as pessoas deveriam ter pra si) me tornava menos frágil e, logo, menos acessível, ou menos domável, depende do seu ponto de vista de análise. Como se eu não sonhar em casar, nem sonhar em ter filhos com 25 anos amedontrasse os caras que tentavam se aproximar.
E você deve agora estar pensando: “ah, Carol, o cara não vai querer nada com você porque você não pretende lavar a roupa dele?”, e eu respondo: SIM! Claro que não com essa lógica e objetividade, mas é por aí mesmo. O fato de eu não ser tão dominável assusta, é claro. É uma questão social e eu nem devo entrar nesse debate. Mas o medo de se envolver e, no caso, eu ter uma ação tipicamente masculina (de não me apegar ou não corresponder ao carinho) fez com que muitos homens com quem me relacionei nesse último ano se afastassem. Parece bizarro, mas a insegurança que a postura de uma mulher “bem resolvida” pode causar em um cara é INESTIMÁVEL.
E agora vocês devem estar rindo e pensando: “coitada da Carol, vai ficar pra titia!”. Mas ai eu pergunto “qual o problema?”. Eu tenho minhas dúvidas se devo modificar meus planos de carreira por conta de um possível relacionamento. Aliás, relacionamento é uma questão de concepção e na minha as duas pessoas envolvidas precisam compreender seus lugares.
Cada um tem seu espaço e sua liberdade que DEVE ser respeitada e preservada por ambos para que a relação permaneça saudável. Duas coisas primordiais que definham relacionamentos pelo mundo a fora: falta de confiança e de liberdade na dose certa. Você não cometeu nenhum crime pra ficar preso e angustiado. O amor que dizem ser por aí é apenas posse e desse eu estou fora.
Ah, eu não mordo… só se pedir!
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Agora SaiDaqui!
Foram namorados por dois anos. Arrisco dizer que tinham uma relação bastante conturbada e complicada.
Já cansados de lidar com toda aquela pressão e stress, decidiram terminar. Claro que isso não significava o fim do sentimento, mas definitivamente, o fim das dores de cabeça.
Sofreram bastante no começo, mas já fazia algum tempo, e a ferida estava cicatrizando. A decisão de não terem mais nenhum tipo de contato estava ajudando a amenizar a dor.
Não se viam há 6 meses.
Até que o inesperado aconteceu: Lá estava ela, linda e produzida numa festa com três amigas, quando do meio da multidão, saem dois homens lindos, supostamente amigos de uma das meninas que estava com ela (aquela que ela mal conhecia). Claro que de início ela não soube reconhecê-lo, porque as luzes piscavam frenéticamente e ela mal prestava atenção nos dois seres que se aproximavam.
Quando uma das meninas “apresentou-os” (ela não sabia que ELE era o tal ex): Fulana, esse é o Ciclano.
Ambos ficaram vermelhos. Gaguejaram. Até que por fim, riram.
Decidiram entrar no jogo e se cumprimentaram . Conversaram a noite toda como se não se conhecessem. Estavam adorando esse joginho.
Combinaram não falar de passado, nem tocar no assunto sentimento. Combinaram deixar o corpo falar. Nem preciso dizer que em poucas horas já estavam no motel não é mesmo?
Transaram como se aquele fosse o melhor da msitura da primeira e da última vez que se faz sexo com a mesma pessoa: Tinha de volta toda aquela magia e redescoberta dos corpos, e ao mesmo tempo toda a raiva e mágoa embutida por não terem dado certo.
Tocavam-se com vontade, com força. Era um querer de quase entrar na pele do outro. (No dia seguinte ficaram deliciosas marcas de apertões em ambos). O sexo oral, no banho, quase o fez gozar.
Ele a pegou no colo, deitou-a toda molhada na cama, e decidiu retribuir. Não parou até que ela tivesse gritado de prazer na hora do gozo. Depois disso, tocaram-se mais um pouco, mas o desejo já era incontrolável, e ela avançou por cima dele. Encaixou-se levemente e sentou devagar, deixando que ele sentisse cada centímetro de sua ereção penetrá-la. Não conseguiram conter um gemido quase sincronizado.
Abraçaram-se forte, de modo a colar os corpos. Seguiram o sexo num ritmo absurdamente selvagem, cheio de força e rapidez de movimentos. O mais engraçado, é que ainda assim não deixavam de sentir o carinho que rolava no meio daquele frenesi. Uma hora depois, gozaram, juntos.
Depois daquela noite, nunca mais se viram. Não porque haviam combinado algo, mas talvez porque o destino tenha ajudado a cicatrizar. Ainda assim, ambos ainda lembram com carinho, o melhor revival de suas vidas.
Agora, SaiDaqui!
O tema? VIAGRA. O que as meninas pensam quando o cara decide tomar? O que eles pensam quando tomam a tal pílula azul mágica?
Nosso tema de hoje foi sugerido pelo querido amigo @gravz durante essa madrugada numa conversa esporádica de MSN onde pedi que ele sugerisse a pauta pro Quinta Sexual. Ele até decidiu fazer uma “enquete” no Twitter, gerando até uma certa polêmica quando o @morroida (Seu lindo!) começou a discutir o assunto:
O resultado da enquete foi surpreendente: B geral. Parece que as mulheres não gostam muito quando eles utilizam o azulzinho.
Eu discordo. Mas antes, precisamos esclarecer que existem três tipos de situações:
Imagine a situação: Você tem relações sexuais com um parceiro fixo, e é sempre divertido. Ambos gostam de satisfazerem-se na cama, e ele decide tomar Viagra para que possam transar loucamente a noite toda. EM QUE MUNDO ISSO NÃO É DEMAIS? Sem mimimi né mulherada?
E por fim, que fique bem claro que este NÃO é um post de incentivo ao uso do Viagra. Muito menos encorajador de sua utilização sem necessidade médica (até porque, em teoria, não se pode comprá-lo sem receita). Essa é apenas mais uma opinião sobre essa que vos escreve e adora dar pitaco sobre tudo. Principalmente se o assunto é sexo.
E você? SaiDaqui!
Nunca haviam trocado uma palavra sequer.
Mas com aqueles olhares, nenhum precisava dizer. Sem pudor nenhum, como se ambos estivessem se despindo mentalmente. Vez ou outra até escapava um sorriso malicioso, de tanta vontade que explodia.
Estavam na praça de alimentação de um shopping. Era fim de tarde de uma sexta-feira véspera de feriado. A cidade estava vazia.
Ele, no canto direito da mesa, saboreava qualquer coisa ao molho branco. Mas o paladar o traía: a imaginação já estava tão longe que quase podia sentir o cheiro e o gosto do sexo dela. Aquela estranha loira, farta e bem vestida. Ah, como ele queria tocá-la.
E a sensação se fazia aumentar, por saber estar sendo mentalmente correspondido. Teve que esperar que a ereção diminuísse para que fosse capaz de levantar e falar com ela. Só ele sabe como teve que se concentrar para não continuar a transa em sua mente deliciosamente poluída.
Decidiu ser direto. Sentou ao lado dela já conversando qualquer futilidade que liderasse em minutos, para uma conversa mais suja. Ela sorria e vez em quando, mordia os lábios de vontade de beijá-lo.
Decidiram ir para o motel mais próximo.

Ele não sabia como, mas ela conseguia ser ainda mais sexy que nos pensamentos dele. Ah, como ela o excitava! Vestia um conjunto preto de lingerie. Nada muito trabalhado, mas incrívelmente ajustado às curvas de seu corpo. Não via a hora de penetrará-la.
Iniciaram com carícias fortes, já com beijos molhados e sexos, idem. Trocaram um oral inesquecível. Ela com cara de marota, não resistiu e gozou enquanto ele a chupava. Ele sorria de prazer enquanto ela se contorcia toda.
Ela arranhou suas costas, e o puxou pra perto. Trocaram um olhar breve, enquanto ele a penetrava com toda vontade que seu ser permitia. Ambos deixaram escapar um gemido alto. Até coraram.
Foram duas horas ininterruptas de sexo selvagem. Entre arranhões, puxões de cabelo e gemidos de dor e prazer, gozaram juntos (ela já pela 4
ª vez) e caíram mortos de cansaço.
Dormiram nos braços um do outro, acariciando-se levemente.
Acordaram em seguida. Trocaram-se. Foram embora, cada um pro seu lado. Nem trocaram telefone, muito menos juras de se sencontrarem novamente. Como belos estranhos que eram.
E ambos lembram com prazer até hoje, da melhor transa de suas vidas. Com direito a nem saber os nomes um do outro.
Agora SaiDaqui!

É fato. Das várias mulheres que conversei sobre o tema, quase todas afirmaram ter curiosidade em pelo menos beijar outra mulher. Uma vez alguém me disse que toda mulher tem um lado bi. Eu acho que é uma frase verdadeira.
Claro que existem aquelas que vão dizer “eu ein, nunca quis e bla bla bla”. Sei lá. Acho que pelo menos aquela curiosidadesinha lá no fundo da alma, mesmo que não a ponto de chegar a fazer nada, existe.
Não sei se existe uma razão plausível para isso (não acredito que aconteça com os homens, por exemplo). Talvez seja o desejo enrustido de ser entendida completamente. Talvez a paixão pelo novo. Ou ainda a sensação de saber sobre o carinho e paixão que podem rolar numa experiência dessas. Mulheres se entregam mais. Talvez seja por isso. Honestamente, não faço idéia.
Minha pergunta é: até que ponto uma mulher pode ter “curiosidade” ou até chegar a participar de uma “experiência” sem ser necessariamente bissexual? Aliás, acho que a questão mais profunda nesse post é: “Porque isso deveria importar?”
Pensemos praticamente: Ver duas mulheres se pegando é praticamente o sonho de todo homem. Até hoje, não conheci nenhum que se incomodaria com isso.
Já disse isso em outros posts: Respeito todo e qualquer tipo de sexualidade escolhidas por todo ser humano. E acho que quem deixa de experimentar fantasias sexuais que tem por puro medo do preconceito da sociedade engessada que vivemos, perde muito.
Particularmente, acho que não importa se uma guria já tenha convivido com essa experiência bi. Menos ainda se ela gostou e quer repetir a mesma. Não é da nossa conta. Nunca vai ser.
O que ela faz quando ninguém olha pode definir muito do que ela é. Mas convenhamos, isso é problema dela. Não cabe à ninguém julgar as decisões que ela toma. Nem as curiosidades que ela tem.
Eu? Eu gosto de homem. Mas particularmente, acho que um dia vou querer passar por isso, e não tenho vergonha de assumir. Isso não me torna lésbica. Nem bi, acho. Se tornar também, não faz diferença em minha vida.
Nem deveria fazer na sua.
Agora SAIDAQUI!
- Oi. É…Tudo bem?
- Se estivesse tudo bem eu não estava aqui né? Desembucha meu filho, o que tu tá querendo essa noite?
- Na verdade, eu…Eu queria era conversar mesmo.
- Conversar? Tu queria ir num psicólogo e acabou no puteiro?
- Eu realmente gostaria de conversar essa noite. Quanto fica?
- Não vai ter nada de putaria? Nada de sacanagem? Neca de pitibiriba?
- Não. Só conversa mesmo. E você escolhe o lugar.
- Tá. Pare tudo. Você está dizendo que veio me procurar, pra conversar e eu ainda posso escolher um lugar que não seja um motel pulguento?
- Exato. Quanto fica?
- Você é gay?
- Não, eu não sou gay. Eu apenas tenho vontade de conversar com alguém desconhecido. Pode ser ou tá difícil?
- Você é quem manda. Mas vai ficar R$200,00. Sabe como é né? Serviço de psicóloga sai mais caro.
- Feito. Entre no carro.
(minutos constrangedores se passam)
- E aí? Pra onde vamos? Eu disse que tu pode escolher.
- Na verdade eu estou com fome. Poderíamos comer algo enquanto conversamos?
- Absolutamente. Em qual restaurante quer ir?
- Restaurante? Não, não. Olhe como estou vestida. Vamos apenas passar no Drive Trhu do Mac Donald’s ali mesmo.
- Você é quem sabe.
(comeram em silêncio. Ela não conseguia disfarçar o quanto aquela situação a deixava constrangida)
- Isso tudo é muito estranho.
- O que é estranho? Eu querer apenas conversar contigo?
- É. O fato de eu não ter que falar besteiras no seu ouvido, nem fazer sacanagem com seu pau enquanto tu nem olha pra minha cara é muito diferente do que eu estou acostumada. Ficar constrangida por NÃO ter que fazer putaria. Estranhamente não saber o que dizer a não ser relacionado à sexo.
- Qual o seu nome?
- Agatha.
- Seu verdadeiro nome.
- É Maria. Mas por favor, não conte pra ninguém. Podemos ir pra um local mais calmo? Não gosto de ficar em carros. Tem um motel aqui perto. Não é caro, nem muito ruim.
(ele liga o carro, segue as instruções da moça e chegam no local. Ele abre a porta do carro, deixa ela ir na frente, e ao entrarem, ela não aguenta e lhe tasca um beijo)
- Porque você fez isso? Você sabe que não precisava. Eu só te contratei pra conversarmos…
- Shh. Eu sei. Tô fazendo isso porque eu QUERO. Esquece ate do pagamento. Essa noite eu não sou puta. Hoje vou ser SUA MULHER. Vou dar pra você porque eu estou com vontade. Porque você fez por merecer.
Começaram a se beijar levemente, com lábios que mal se tocavam, atiçando cada vez mais o prazer e a vontade de ambos. Periodicamente, os beijos ficavam mais intensos e carnais. Até estarem quase gemendo de prazer apenas com o beijo.
Ele a pegou no colo e deitou-a na cama. Enquanto beijava cada centímetro de seu corpo, tirava as poucas peças de roupa que a cobriam, e ela segurava seu pau com tanto fervor e vontade que ele sentia vontade de gozar só com o toque dela.
Tiveram as melhores preliminares da vida de ambos, e transaram como adolescentes enlouquecidos, mortos de desejo um pelo outro.
Após terminados, seguiram vários momentos de carícia silenciosa, até que ela não se aguenta de curiosidade e pergunta:
- Sobre o que você queria conversar quando me contratou?
- Nada. Não…Não era nada.
- Como nada? Não minta pra mim. Ainda podemos conversar. Aliás, agora mais ainda que podemos conversar. Estamos conectados.
- Melhor deixar pra lá.
- Não. Agora eu quero saber. Fale!
- É que…Eu queria conversar sobre uma puta por quem havia me apaixonado…

Pois é amigos leitores. Acontece. Agora SaiDaqui!
Falta de personalidade é algo que me irrita.
Estava sem nada muita coisa pra fazer, e decidi ver fotos atuais de algumas colegas que não vejo há tempos.
Choquei. De verdade.
Chega a ser engraçado como todas elas estão loiras. E com o mesmo tom de loiro (deve ser a cor da moda). E chapinha.
E como em todas as fotos, todas elas estão de unhas vermelhas. O mesmo tom também. Devem ter comprado o esmalte em grupo.
Os olhos, com marcas enormes de delineador preto. Maquiagem forte, pesada, exagerada. Em TODAS elas. Do MESMO jeito.
Nas roupas, os mesmos tons, os mesmos estilos. As mesmas cores.
A mesma modinha que sai na revista Capricho todo mês. Nos mesmos bares de patricinhas da cidade. Onde TODAS as outras estão vestidas assim também.
E as exatas mesmas poses nas fotos.
Parecem barbies, fabricadas em série. TODAS elas.

E isso porque só falei de aspectos físicos. Nem entremos em outras análises, porque aí o assunto vai longe.
Nessas horas eu me pergunto: TEM TITICA NA CABEÇA um ser desses?
Ninguém tem personalidade agora? Vontade própria? Ousadia, faz parte do seu vocabulário essa palavra?
Tem que ser boneca Barbie para entrar no grupinho? É isso?
Eu passo. Fico com meu chinelo de dedo, cabelo despenteado, roupa velha e pensamentos soltos.
SAIDAQUI!