O amor, a pior das drogas

O amor é a pior das drogas.

Porque o efeito é dado quando ainda sóbrio. É encontrado sempre quando não se espera. Quando não se quer ou precisa.

E porque sempre machuca. Em 100% dos casos, independente de sua vontade: O amor VAI te machucar.

Existem casos de amor de sucesso? Sim, até podem existir. Mas uma hora, vai acabar. Tantos motivos podem destruir o amor que nem vale à pena começar a listar.

E não só amor de relacionamento. Refiro-me à todo e qualquer tipo de amor: em coisas (que se quebram, expiram, estragam ou  são roubadas), em animais (que fogem, ficam doentes, morrem ou são roubados), em parentes (que mudam, adoecem, somem ou nos magoam) ou em parceiros (que traem, mentem, mudam, enganam, somem ou simplesmente deixam de amar).

Amar é abrir o coração para algo que COM CERTEZA vai te fazer sofrer um dia. Talvez por isso seja tão nobre. Esse lado meio “aceitar o sofrimento” o torna mais intocável e impossível. Mas é um impossível que parece aos olhos tão possível e propício, que os riscos não valem à pena ser calculados.

Aliás, não amar por medo de sofrer é escolher não viver. Se todos amam, todos sofrem. Se ninguém morreu por isso até hoje, não pense ser especial a ponto de ser o primeiro.

Todo mundo já sofreu, todo mundo já teve o coração quebrado. Mas todo mundo supera. Leve 10 minutos ou 10 anos. Um coração quebrado nos ajuda a fortalecer a alma. Escolher melhor por quem se apaixonar da próxima vez.  Gostar ainda mais na próxima vez para que os pequenos pedacinhos se consertem.

Colar com beijos.

Com abraços.

Com novas esperanças.

E de todos os amores, que você seja capaz de concordar com o poeta: “que não seja imortal, posto que é chama. Mas que seja infinito enquanto dure…”

SaiDaqui!

autor: Amanda Armelin

Bocuda, nerd, tatuada. Cervejeira de carteirinha e louca por cachorros (principalmente bulldogs). Além do sorriso no rosto, mantém paixão absoluta por bacon e sexo.

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