Se você também é da época dos apaixonados pelo Castelo Rá Tim Bum, esse é o documentário perfeito para você assistir e sentir novamente o gostinho de infância no cantinho da alma.
Juro que chorei ao lembrar de tanta coisa e ver tanto depoimento foda.
PS1: vontade de abraçar o Dr vitor
PS2: o Zequinha ficou emo?
PS3: Tas, eterno herói
ps4: a Seleste é um homem!
ps5: o Pedro tá gatinho
ps6: o Bongô e a Lara tão meio acabadinhos, né?
ps7: ahhh, a risada do Dr Abobrinha S2
ps8: vou cantar a música do Ratinho tomando banho vai ficar na minha cabeça o resto do dia S2
Há anos as pessoas reclamam da minha postura na internet: algumas acham que eu me exponho demais ou que deveria falar menos sobre minha vida pessoal.
Claro que existem vários prós e alguns contras em ter uma vida online; mas com certeza todos eles me deram histórias divertidas para contar: gente que apareceu do nada em bares que dei checkin só pra me conhecer, gente que pediu abraço na balada, gente que me stalkeou no metrô, no ônibus; presente surpresa, bilhetes e flores anônimas e até brinquedos eróticos.
Não fosse pela internet, eu não teria conhecido meus melhores amigos. Não teria tantos contatos profissionais e nem conheceria tanta gente pelo Brasil afora como tenho orgulho de dizer que conheço hoje. Acho que não custa ser simpática e não dói lutar pelas causas que acredito. Se tudo isso me trouxer gente divertida pra vida real, que mal há?
Em anos de internet, as redes sociais já me ajudaram a solucionar problemas dos mais variados níveis: troca de emprego, adoção e ajuda de animais, promoções, viagens, eventos, pessoas, causas nobres, enquetes idiotas, textos, divagações e opiniões sobre todos os assuntos possíveis. O apelo textual e visual de tudo que eu posto é forte: a mesma menina toda tatuada, de fotos semi-nas espalhadas por aí, também fala de amor e de sexo, da maneira que a convém.
Claro que existe julgamento, preconceito, fofoce e mal entendido. Mas também existe admiração, compartilhamento de ideias, novas pessoas para conhecer e muitas histórias para contar. Existe gente que confia e acredita na minha capacidade, que se identifica com minhas causas e que entende realmente quem eu sou. E é por elas, que eu continuo aqui.
Um certo dia, a internet mudou a minha vida: tuitei que casaria com alguém que me desse uma cachorrinha (especificamente da raça buldogue inglês) pra chamar de Gaia. Algumas piadas e retweets depois, um seguidor me disse que podia me dar uma, e que nem queria nada em troca.
Claro que não acreditei. Mas a história foi ficando séria, tomando forma, e em alguns dias descobri que não era mentira mesmo. Claro que quando a esmola é demais, o santo desconfia, mas com ele era diferente: ele explicou que me admirava pelas atitudes, que simpatizava com minhas causas, que tinha condições de me dar e que seria legal me dar um presente que eu queria tanto.
De olhinhos brilhantes, sonhei por semanas a fio com aquele focinho gordo me abraçando.
Hoje, recebi a foto dela, e agendei local e horário de pegá-la no fim de semana. Logo, me dei conta que a internet me deu mesmo, uma pessoa incrível, um amigo novo e o melhor presente da minha vida – tudo num tweet só.
Claudio, nem em um milhão de anos eu conseguiria expressar a alegria que você me causou com esse presente. É por pessoas de coração lindo como o seu que a vida segue valendo à pena. E pode ter certeza que cuidarei da Gaia o melhor possível, e que sempre, sempre e sempre me lembrarei do que você está fazendo por mim. Obrigada. Um milhão de vezes, obrigada.
SEGUE AÍ @amanda_arm e @naitman
O LÍQUIDO PRÉ-EJACULATÓRIO PODE ENGRAVIDAR?
S.H.I.E.L.D A NOVA SÉRIE DA MARVEL
Então tá. Vamos contar uma historinha: era uma vez, uma amiga minha que foi contratada por uma agência pequena.
O lugar era legal, ela se deu bem com a equipe de cara. Entrou feliz, o discurso do dono era bom, acordaram um salário justo e benefícios ótimos, como plano de saúde, vale transporte, auxílio alimentação e se os resultados fossem bons, até um bônus de final de ano. Isso sem falar que seria tudo registrado, padrões CLT e tudo mais.
Com todo mundo feliz, ela se empenhou. Fez planos de carreira, queria ficar ali por alguns anos: os clientes eram bons e a equipe que ela comandava era ótima. Deu o melhor de si, criou processos, fez incontáveis horas extras (que nem fez questão de cobrar), já que o clima e o trabalho estavam rendendo tão bons frutos. Era dessas que ficava contente contanto que as coisas estivessem fluindo redondinho.
Até que veio o primeiro mês, e nada do registro em carteira, nem dos benefícios prometidos.
Questionou, mas continuou fazendo o seu e empenhando-se ao máximo, na promessa de que aquele era apenas um mês de experiência e que no próximo, ela seria registrada e receberia tudo sem dúvida alguma. O que novamente, não aconteceu (nem pra ela, nem pra outras colegas de trabalho).
Mais um mês, e além de duas demissões inesperadas (com direito à recusa por parte da agência em pagar os direitos trabalhistas dos funcionários que por ali trabalharam sem nota e sem registro), a bipolaridade começou a falar mais alto: era um tal de “está tudo lindo, eu confio e aprovo tudo porque vocês são ótimas” de manhã e um “puta merda como vocês são incompetentes e não fazem nada certo, quem aprovou essa merda” à tarde que dava nó na cabeça de qualquer ser humano centrado.
Já mais desanimada, ela tentava apenas manter o clima aceitável entre todos, chegava já contando os minutos para ir embora. Questionando novamente seu registro e benefícos, nova recusa. Até que, por exigência de uma concorrência, ela foi registrada às pressas. Por isso e somente por isso, sem revisão de salário (como combinado inicialmente).
Clima piorando, agência sem conseguir novos clientes, ela ainda botava fé: indicou contatos pessoais e conseguiu um job legal pra agência. A comissão que decidiram lhe dar? 1%. Exato, UM PORCENTO. Nunca mais indicou ninguém, é claro.
Fim de ano chegando, todos esperando novos começos, melhorias e injeções de ânimo, quando os donos decidiram que os funcionários precisavam agora bater ponto. Porque seriam descontados no final do mês se não cumprissem TODAS as 44h semanais de trabalho, enquanto o mundo todo cumpria apenas 40h delas. Ah, e claro que não receberiam hora extra se trabalhassem mais: ia tudo pro banco de horas (nunca calculado ou informado para os mesmos).
Projeto grande na casa, mais horas extras não pagas, noites em claro, e o bônus de natal veio em formato de descanso (8 dias – que depois ela descobriu que ainda seriam descontados de suas férias por direito). Resolveu abstrair tudo.
Ano novo, novas energias, gente nova sendo contratada, vários jobs em prospecção e ela decidiu que se mudaria para bem pertinho da agência. Assim, podia se empenhar mais e trabalhar mais se necessário, pra ajudar a empresa melhorar. Perguntou sobre a estabilidade no trabalho e a resposta de um dos donos, com essas palavras, foi: “pode arrumar a sua vida por aqui, porque na agência ninguém é moleque, estamos com a equipe formada para esse ano!”
Duas semanas depois, seu presente de boas vindas à casa nova foi uma demissão inesperada: com direito a obrigatoriedade do aviso prévio, simplesmente porque não tinham o dinheiro para pagar a rescisão. 30 dias de agonia depois, ela saiu da agência, naquele climão maneiro que fica quando você não pode contar para os próprios colegas de trabalho porquê “sairam com você” dali.
Como esperado, a contabilidade da empresa quis pagar apenas a rescisão do tempo registrado em carteira. Até hoje ela espera pela diferença prometida desde o início do vínculo empregatício. Lembrando novamente, que ela nunca recebeu NENHUM dos benefícios acordados desde o princípio.
Não bastasse isso, dois dias depois de seu afastamento, ela descobriu que sua equipe toda também havia sido demitida. 30 dias de agonia no aviso prévio e dessa vez, fizeram pior: não pagaram o salário e elas ainda estão à ver navios quanto à rescisão.
Foda-se que as pessoas tem contas para pagar, não é mesmo?
Resumo da história? Agência falida, pagando de foda, com uma suposta ideia genial, aparecendo em programa de TV, usando e abusando da própria imagem, enquanto de verdade, eles BOICOTAM mesmo é o pagamento dos funcionários e a assassinam a moral de quem confiou neles.
Profissionalismo ZERO. Acho que essa minha amiga está puta da vida. Como eu OBVIAMENTE estaria, se essa história tivesse acontecido comigo.
SEGUE AÍ @amanda_arm e @naitman
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Abriu mais uma cerveja. Sorriu ao lembrar de quantas já tinha tomado e por meio segundo quase achou que ia se preocupar com o que as pessoas iam pensar daquilo (se soubessem): mas enganou-se. Se perdeu em meio à alguns pensamentos, questionando-se se entendia mesmo de cerveja ou se tudo aquilo era só o prazer de prova-las. Claro que era a segunda opção: deixava as chatices técnicas para quem fizesse melhor proveito, porque para ela, bastava saber se tal gosto agradava-lhe ou não o paladar, apenas.
Trazia na postura um ar de mulher decidida que causava calafrios em quem ainda não a conhecesse. Pra ser sincera, às vezes até se aproveitava disso para evitar que pessoas indesejáveis se aproximassem demais.
Mal sabiam eles que era tudo um teatro. Na vida real, não tinha nada de mulher fatal: tanto que naquele dia, vestia uma camiseta velha, rasgada na gola, de um jeito que lhe caía de um lado e deixava transparecer um pedaço colorido da pele no ombro. Por baixo, apenas uma calcinha – de algodão. E não importava-se em recebê-lo assim.
Quando o interfone tocasse, ela abriria sem nem mesmo verificar se era ele. E quando ele entrasse, dispensaria palavras, porque ainda era dessas que acreditam em conversar com os olhos. Sorriria grande pra confessar sem palavras que estava com saudade, e que pensara nele o dia todo, apesar do orgulho não querer fazê-lo.
Logo ela, tão independente e segura de si, apaixonada. Sabia que conseguiria viver sem ele se quisesse (afinal, tinha conseguido até então, certo?) – mas esse era o problema: ela não queria. Descartou aquele monte de pensamentos quando o viu entrar. Todos sumiram como fumaça ao encontrá-lo na porta, com uma rosa na mão e um vinho na outra.
“Foda-se!” pensou consigo, e pela milésima vez na vida, decidiu de jogar no penhasco chamado amor. Já tinha caído tantas vezes, sabia que o coração aguentaria mais uma se o paraquedas falhasse de novo.
Puxou-o pela mão, abriu o vinho e tirou a roupa, espalhando pelo chão não apenas as roupas, mas a imagem de mulher fatal que tantos achavam que ela era. Pra ele, não precisava segredos. Mesmo que quisesse, seu olhar a trairia.
Sorriu grande, disse “eu te amo” – (sem medo dessa vez) e voltou a beijá-lo.
SaiDaqui!
Eu quero que você não tenha medo.
As chances são iguais de todos os lados: sobre passados e demônios que todos temos, se focarmos nas feridas que já nos causaram, a vida nunca seguirá em frente. Eu largo meus demônios e traumas; escolho renovar a esperança no amor a cada par de olhos brilhantes que os meus encontram. E por isso, peço que também o faça, já que os meus tem brilhado por você.
Porque num dia desses eu vou cuidar de mim, e nesse dia, vou colocar meu melhor vestido. Vou subir no maior salto, deixar o cabelo lindo e fazer a maquiagem mais perfeita. Nesse dia, vou estar linda e vou chamar sua atenção num meio sem-querer-querendo, até que você tome coragem e venha falar comigo, mesmo com medo de tomar um fora.
Quero que tire o cabelo do meu rosto e diga que estou bonita. Que insista um pouco no processo de convencimento sobre como eu deveria ficar com você. Que suspire sem querer ao me beijar. Que sinta um friozinho na barriga quando eu te encarar horas mais tarde e pedir pra sairmos dali.
Quero que ao mesmo tempo que me encha de beijos, rasgue minha roupa. Que me olhe nos olhos e sinta o corpo todo estremecer quando eu te puxar pela nuca. E que desse dia em diante, todos os dias você goste um pouquinho mais de mim.
E essa será a parte fácil. A partir daí, que venha a rotina e com ela, o que eu realmente espero.
Quero dias de sofá com pipoca que acabem em sexo no tapete. Quero cozinhar descalça e descabelada só pra você, no final do dia. Quero almoços de domingo na sua e na minha mãe, com direito a primos correndo em volta da mesa, a gente lavando a louça e assistindo TV ao lado do vô no sofá. Quero acordar cheia de preguiça, bafo, ramela e o escambau, e você ainda assim ache que eu estou bonita. Quero que me deixe sem fôlego e/ou sem palavras de vez em quando. Que sinta ciúme de vez em sempre. Que não tenha vergonha de chorar e que me conte todas as alegrias e angústias da dor e delícia de ser quem se é. Que me considere sua melhor amiga, e que nossas companhias se bastem num sábado à noite, ocasionalmente. Quero que dance comigo no meio da sala, mesmo sem música. Que ria das piadas sem graça que fizermos. Que nunca faltem sorrisos. Quero seus problemas pra transformá-los em nossos. Quero suas roupas no meu guarda-roupa, e brigar com você por um pé de meia perdido, ou uma toalha molhada em cima da cama. Quero que mesmo nas piores brigas, nunca haja falta de respeito, e que o sexo de reconciliação seja cada vez mais gostoso.
Quero te deixar sem graça ao pegá-lo me olhando sem jeito, enquanto eu canto e corto cebolas vestindo somente a sua camiseta. E quero muito – muito mesmo – que nesse dia você me ache ainda mais bonita do que quando me viu produzida, aquela primeira noite. Porque esse será o dia que eu quero que você me peça em casamento.
E acima de tudo, quero que nenhum de nós tenha medo desse dia.
SaiDaqui!
SEGUE AÍ @amanda_arm e @naitman
BRINCADEIRINHA SADIA PRA FAZER COM OS AMIGUINHOS
TRAILER DE VELOZES E FURIOSOS 6

VULGARIDADE É QUESTÃO DE PONTO DE VISTA
PERSONAGENS DE DESENHO NA VIDA REAL
O QUE ELES PENSAM SOBRE SEXO NO PRIMEIRO ENCONTRO
LIÇÕES DE UM PROFESSOR DE SEXO
GOTA NA CUECA – FENEM, FORMATURA REMARCADA E TCC POLÊMICO
“A sorte favorece os audaciosos.”
Me apaixonei tanto por essa frase quando a ouvi pela primeira vez que resolvi tatuá-la alguns anos depois. Originalmente um ditado popular muito antigo, do latim: Audaces fortuna juvat. Tornou-se uma filosofia de vida pra mim após refletir sobre seu significado: quanto mais audacioso e ousado for, mais desafiarei meu destino e, assim, as chances de me deparar com golpes de sorte aumentam exponencialmente.
Notei que depois da tatuagem me tornei ainda mais audacioso, talvez por me deparar várias vezes por dia com esse lembrete marcado na minha pele. Justamente por testá-la tantas vezes, encontrei um caminho que me leva a extremos: quanto mais ousar, maiores as chances de me dar bem. Exatamente como diz a máxima do mercado de investimentos: “quanto maior o risco, maior o lucro”.
O ato da conquista envolve diversas variáveis mas, sem dúvida alguma, uma das principais é a ousadia. E com ela pode vir a sorte. Não é uma lógica cartesiana, mas uma probabilidade que aumenta à medida que você se arrisca. No começo de uma relação dificilmente conhecemos o outro suficientemente para saber o quanto iremos ou não gostar dele. Tudo parte de uma simples fagulha. A evolução disso até se tornar um incêndio que toma de assalto e transforma um simples interesse em paixão ou amor reside nas apostas que se faz a partir dessa ignição inicial.
Não existe fórmulas para um relacionamento dar certo. Muito pelo contrário: quanto mais se busca justificativas no passado, mais se compromete o futuro. A maior crueldade que um casal pode cometer é trazer filtros e receios de que experiências frustradas de antigos relacionamentos se repitam no futuro. Dessa forma acaba-se balizando o novo pelos parâmetros do antigo. Percebe como aí está a busca por segurança? E você já aprendeu que quanto mais segurança, menos lucro. Ou seja, quanto maior seu medo de errar ou de sofrer, mais morna e igual à anterior será sua relação.
O ser humano tem o vício de buscar segurança em padrões. Nem que seja nos seus. É isso que faz com que deixemos de vivenciar muitas possibilidades de construção de momentos felizes a dois. Medo de “não dar certo” é o que mais amedronta casais no começo de qualquer relacionamento. Mas o que é “dar certo”? Qual o “break even point” que atesta que a partir daquele ponto as coisas deram certo? Existe esse momento? Isso é uma construção diária. Dá certo a cada amanhecer, quando você acorda com a pessoa amada ao seu lado e pensa que não poderia existir felicidade maior em dividir a mesma cama com aquele ser tão espetacular. A cada vez que cozinha com esmero aquele jantar romântico cujo único intuito é fazer o outro mais feliz, torná-lo mais próximo de você, homenageá-lo com o que tem de melhor a oferecer sem exigir absolutamente nada em troca.
Amar implica em doação. É algo inexplicável e injustificável. Simplesmente amamos porque amamos e ponto final. É querer tornar a vida do outro um pouquinho mais feliz. É desejar de forma sincera “boa noite” ou “bom dia”, pois nossa felicidade deixa de residir em nossos anseios para fazer o outro mais feliz. É querer ver o outro sorrir e esse ser o motivo da nossa própria felicidade. A reciprocidade de todo esse processo é orgânica, surge naturalmente do desejo do outro de retribuir todos esses sentimentos bons e sacrifícios. Esse é o lucro. Se tudo isso lhe pareceu atrativo, saiba só dá certo quando temos a coragem de romper com nossa busca infundada por segurança. Essa deve ser construída dia após dia e talvez só verdadeiramente lá no final da estrada. Estamos todos sujeitos às intempéries do destino.
No amor não existe almoço grátis. Mesmo um sentimento bom como esse pode desencadear um processo de sofrimento e ansiedade, principalmente no começo, se as duas partes tem diferentes disposições ao “perigo”. É bem comum que um dos dois entre na relação de freio de mão puxado, acabando por fazer o outro sofrer mesmo sem querer. Normalmente quem se ferra mais é o mais audaz, pois sua aposta é sempre mais alta: aposta de energia, de disposição, de aceitação. Por mais que minhas chances de me “dar mal” sejam sempre altas, escolhi como filosofia de vida ser sincero comigo mesmo. Sou intenso, quando amo o faço de forma descomedida. Mando flores, quero estar o tempo inteiro por perto, muito mais por zelo do que por carência. Quero ouvir atento como foi seu dia e se poderia cozinhar pra você. E sou feliz assim, mesmo quando quebro a cara, pois sei que doei minha verdade. Então mesmo que venha a se partir, meu coração estará sempre em paz por saber que fui o mais honesto possível com ele.
Sempre fui e sempre serei partidário do “all in” quando encontro uma pessoa que valha à pena. E sempre sofrerei com bolos, gelos e DR’s com rolos antigos que roubem meu espaço junto de quem eu quero só pra mim. Mas se essa é a forma de aumentar minhas chances de me deparar com a sorte e conquistar o coração de alguém que realmente acho que valha à pena, vou continuar assim: o Warren Buffet do amor.
SaiDaqui!
PS: Texto (muito bem escrito) de Junior Wm.