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Falar o que se pensa custa caro.
Além de às vezes, ser burrice. Infelizmente, certos tipos de público não valem o calor de uma discussão. Tipos mais comuns: fanáticos por futebol, política ou religião.
Não gosto de gente que não aceita a opinião alheia. E a situação fica ainda pior quando além de não ouvir, a pessoa insiste em doutrinar o outro com seus pensamentos.
Ok, eu respeito o que você gosta/acredita/pensa ou desdenha: contanto que você saiba ouvir e respeitar o que EU acho disso. Não acho que as pessoas precisem concordar em tudo para conviver bem.
Pelo contrário: quem vive de concordar com tudo é aquele enfeite de cachorrinho que balança a cabeça. Discussões são inteligentes, saudáveis e complementares. É legal ouvir pontos de vista que você nunca havia pensado antes. Passíveis até de fazer pessoas mudarem de pensamentos e ideias.
Mas falar sempre o que se pensa não é nada fácil: na maioria das vezes, causa algum tipo de resistência ou inimizade, e em alguns casos, ainda te faz ter a fama de chato, grosso, antipático ou “do contra”. É claro que vale sempre lembrar o óbvio:você pode parecer, mas não precisa SER grosso. Existem N maneiras de dizer a mesma coisa...Cuide sempre para não escolher a pior delas.
Acima de todos os poréns, dizer o que vem à cabeça também exige preparo mental. Porque o ditado “quem fala o que quer, ouve o que não quer” apesar de clichê, é mais real do que parece. As pessoas que dizem dos outros, devem estar preparadas para ouvirem sobre si mesmas. E isso pode nem sempre ser agradável. De novo: preparo mental e paz de espírito são essenciais nessa hora.
Por fim, aceitar e ouvir os outros deve sempre vir em primeiro lugar. Só ganha respeito quem respeita ao próximo. Não é errado pensar duas vezes antes de falar: apenas uma maneira de se fazer claro, direto e educado.
Seja sempre sincero, mas cuide bem do que diz. Fica a dica ;)
SaiDaqui!
Fala galera!
Chegou aquela época delícia do ano, onde os melhores e mais lindos tatuados e tatuadas tem a chance de exibir sua arte na pele.
É mais uma edição do #TATTOODAY chegando com tudo e botando pra quebrar!
OLOCO MEU! O QUE É ISSO? O.o
Ainda não sabe? Eu explico: Assim como existe o #lingerieday (o original, mais famoso e conceituado), #burcaday e #toalhaday – o #TATTOODAY é um dia onde todas as pessoas trocam seus avatares do Twitter por uma foto com sua Tatuagem.
Sim, é só isso para participar!
E vale tudo! Não tem tatuagem? Pinte, risque, rabisque: vale henna, caneta bic, batom, montagem…Use a criatividade.
Vale ser sexy (A-DO-RA-MOS!), engraçado, criativo, estranho, louco…o importante é participar!
É CLARO que não deixaríamos os bons presentes fora dessa: a comissão julgadora (formada por @amanda_arm @maistatuagem @thiagomarzano e outros, a confirmar) ainda distribuirá vários presentes e mimos para os melhores participantes (definições em breve).
O que podemos adiantar é que tem sorteio/comissão julgadora para prêmios como: ensaio fotográfico feminino, ensaio fotográfico masculino, tattoos, acessórios, roupas e muito mais.
QUANDO?
Dia 02/02/2012
E o que eu preciso fazer mesmo?
Mudar seu avatar no Twitter por uma foto que mostre sua tattoo, seguir o perfil @tattooday e utilizar a hashtag #TATTOODAY
NÃO FIQUE FORA DESSA! Mostre seu orgulho, sua tinta, sua pele e sua história. Dia 02/02 vamos tatuar a internet com muito orgulho, e nada de preconceito o/
PS: Mais infos no perfil @tattooday – SIGA JÁ!
Trabalhar no conforto do próprio lar nem sempre é a melhor solução para o bom desemprenho de um profissional, por incrível que pareça.
Claro que no emprego dos sonhos, você não precisa levantar mais cedo e se arrumar para enfrentar trânsito em horário de pico só para começar o dia de trabalho. A ideia de acordar em cima da hora, poder trabalhar de pijama e assistir sessão da tarde enquanto executa os afazeres diários pode parecer atrativa, mas nem sempre é.
Primeiro porque fazer Home Office exige disciplina. Um bom profissional estipula seus próprios horários e respeita-os, cuidando assim para que seu dia de trabalho não seja muito ocioso, ou tomado por distrações como televisão, animais de estimação, vizinhos, assaltos à geladeira fora de hora e, ao mesmo tempo, não seja atribulado demais, onde não há limites para o encerramento das tarefas. Trabalhar demais também faz mal e prejudica a qualidade de vida/efciência de um profissional.
Segundo porque nada substitui o contato humano. Claro que hoje em dia, ferramentas como telefone, e-mail, Skype, Twitter ou FaceBook podem ajudar (e muito) as distâncias e evitar o isolamento do mundo; mas ainda assim, contato físico é essencial. Conversas triviais, diárias, abraços e sorrisos podem melhorar o ambiente de trabalho e até mesmo o relacionamento não só profissional como pessoal entre os subordinados de uma empresa.
Terceiro porque exige uma boa estrutura operacional para que o desempenho não decline: uma boa conexão de banda, móveis confortáveis para execução das tarefas, iluminação boa e um ambiente neutro, livre de ruídos e interferências pessoais que possam prejudicar o trabalho. Claro que a discussão sobre a responsabilidade financeira sobre isso ser do empregado ou empregador é uma ótima matéria para um próximo post
E finalmente porque, no Brasil, essa cultura ainda não é 100% praticada, respeitada ou bem vista pelas empresas, que infelizmente ainda tem uma filosofia que pode ser chamada antiquada. O fato de seus funcionários não “baterem o ponto” ou não possuir controle absoluto do que os mesmos fazem durante o expediente ainda é visto como um ponto contra na hora de escolher tal regime de trabalho. Isso sem contar que infelizmente, sempre haverão os famosos “espertinhos”, que contribuem ainda mais com essa má reputação do Home Office.
Resumindo: num cenário perfeito, o trabalhador que tenha uma boa relação com a empresa e aceite o desafio de trabalhar em casa, deve saber respeitar seus horários e confiar no bom senso. Também deve entender que vez ou outra, é necessário encontrar pessoalmente seus colegas de trabalho, para que não haja a perda do vínculo físico e, acima de tudo: continuar sendo um ótimo profissional, mesmo quando vestido pijamas no aconchego de seu lar.
Post meu mesmo, mas via ResultsOn