Aos tatuadores, um apelo

Tatuar é uma decisão difícil: primeiro, você tem que decidir o que fazer. Que tipo de desenho representa o que você quer expressar? Horas e horas de pesquisa e coleta de referências, montando na sua cabeça um todo que não existe numa busca do Google Images. Você pede conselhos de amigos, explica o desenho que até agora está só na sua imaginação e torce para que as pessoas entendam e participem (ou seria aprovem?) sua decisão.

E esse é só o primeiro passo: decidido com o que fazer, você deve bater o martelo para onde no seu corpo ela vai estar.  Será que o desenho encaixa na sua anatomia? Será que vai ficar exposto demais? Será que aquelas cores não vão desbotar com o tempo? Tantos serás.

Depois disso, vem a parte mais difícil de todas: quem será o tatuador? A pessoa é boa? Você conhece seus trabalhos? Conhece alguém que já tatuou com ele(a)? É de confiança? É profissional? Atende num estúdio higiênico?

Resumindo, todo esse processo decisório até o primeiro “oi” com qualquer tatuador pode levar meses (até anos).

tattoo

E por isso, vim aqui contar a minha história: a história de uma guria que tem uma tattoo de 100h (que cobre 40% do corpo) e que, por problemas pessoais do tatuador anterior, está pagando o preço por confiar em pessoas erradas tendo que retocá-la por inteiro, agora com alguém REALMENTE profissional (valeu Verani!). Essa mesma menina que está sofrendo pela segunda vez toda a dor (senão maior) que já sofreu antes. Alguém que até hoje, escondeu suas mágoas e decepções com a história colorida que decidiu pintar no próprio corpo e que era pra ser linda, mas a realidade foi outra e o trauma, enorme.

Anos se passaram antes que eu sentisse vontade de tatuar qualquer outra coisa em mim, até que finalmente o amor que eu sinto pela tatuagem e por meus cachorros falou mais alto, e eu decidi buscar um tatuador (agora em SP, porque não moro mais no RS). Pesquisei o trabalho de um cara por 6 meses e finalmente agendei uma conversa.

Saí mais cedo do trabalho, gastei 2h do meu dia falando com ele sobre meus traumas, meu histórico e de quanto era difícil estar ali, confiando novamente em alguém para marcar meu corpo para sempre. Mostrei milhares de referências, dei o máximo de detalhes possíveis. Chegamos juntos à um acordo, e finalmente, ele me passou orçamento e marcamos as datas (eram duas tattoos, datas próximas terem a mesma temática e em locais diferentes do meu corpo). Claro que para quem quer muito tatuar, uma data boa é tipo, AGORA, mas ele só tinha horário em 2 meses. Valia à pena: o trabalho dele era foda. Paguei o sinal.

Por outras duas vezes, tentei contato com ele perguntando se ele tinha dúvidas quanto às referências ou se ele queria que eu passasse no estúdio ver como estavam ficando os desenhos. As duas vezes recebi a seca resposta dizendo “eu não crio nada antes do horário marcado da tatuagem, só vou ver suas coisas no dia da tatuagem”. Achei estranho, porque né? E se eu não gostasse? E se ele tivesse entendido errado o que eu queria? Mas valeria à pena, eu continuava repetindo pra mim mesma.

Eis que a semana tão esperada do horário marcado chegou: eu tinha feito hora extra nas semanas anteriores para poder sair mais cedo do trabalho, estava super ansiosa, e extremamente planejada. Recebo uma ligação do próprio moço, dizendo que estava mudando de estúdio, mas que nosso horário, valor e tudo se mantinha normalmente. Mudanças acontecem, até aí tudo bem. Valeria à pena, eu continuava repetindo pra mim mesma.

Sabendo que mudanças podem ser caóticas, NO DIA da tattoo marcada, procurei-o novamente pela manhã para confirmar meu horário e ele, em pessoa, me confirmou. Até que duas horas antes do meu horário (eu já tinha saído do trabalho) eu recebo uma ligação do novo estúdio com um atendente que nunca havia falado comigo, que deixou uma mensagem em minha caixa postal (não atendi porque estava dirigindo) dizendo que meu horário com ele estava cancelado para aquele dia. Sério? 2h antes? Por mensagem na caixa postal?

Liguei novamente no estúdio e confirmei o cancelamento, ainda questionando se o segundo horário (dois dias depois) ainda estava de pé, recebendo resposta positiva do atendente. Valeria à pena, eu continuava repetindo pra mim mesma, pois imprevistos acontecem.

Eis que no segundo dia com horário marcado, o próprio tatuador, por inbox no facebook, (também poucas horas antes do suposto horário) me disse que estava cancelando todos seus trabalhos marcados por tempo indeterminado.  Uma pena, pensei, mas demonstrei interesse em que ele me procurasse quando à agenda voltasse ao normal.

Meia hora depois, o atendente do estúdio (agora um terceiro) me ligava confirmando meu horário para aquele dia. Fiz cara de ué e pedi que ele confirmasse se realmente aconteceria, uma vez que o próprio tatuador havia cancelado comigo. E sim, estava cancelado.

Tudo estranho, mas acontece, eu pensava. Valeria à pena, eu continuava repetindo pra mim mesma.

Desta vez tanto o atendente quanto o tatuador (ouvia-se ele ao fundo) confirmaram que me retornariam assim que a agenda tivesse voltado ao normal. Agradeci e solicitei meu sinal de volta até que marcássemos novamente.

Alguns dias se passaram, e nada. Nada de contato, nada do dinheiro. Cheguei a ligar mais 3x pro estúdio (na terceira, obviamente alterada, mas nunca sem educação) cobrando um status do tema. O tal tatuador sentiu-se no direito de ficar “mordido” com a minha cobrança, mas devolveu o dinheiro.

Até que dois meses depois, lembrei-o que ainda estava aguardando o contato dele ou do estúdio, para remarcarmos, já que em todas as redes sociais, a agenda está normalizada e os trabalhos (sempre bons) à mil. E assim, recebo a seguinte resposta (me dou o direito de colocar o print porque foi algo público):

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Amigo, sério?

Você quer falar em resiliência depois de tudo que eu passei por sua causa? Você quer levar esse tema tão pro lado pessoal que ignore profissionalismo ou até mesmo o REAL significado de resiliência?

Eu não estou cobrando um favor, eu não estou faltando com respeito e muito menos com educação. Eu havia ESCOLHIDO você, dentre tantos outros profissionais, para fazer parte da minha história e do que vai ficar pra sempre em mim. E foi isso que recebi em troca.

Não me leve à mal: seu trabalho é ótimo e eu vou sempre gostar dele. Mas como profissional, você deixou (e muito) a desejar.  Qualidade de atendimento é tudo, em qualquer serviço que se preste.

Eu posso apagar uma tatuagem, mas eu não posso apagar como me senti hoje.

Ah, e aproveito esse desabafo para implorar aos tatuadores: sejam profissionais. Tratem seus clientes com respeito e entendam que vocês vão marca-los pra sempre. E, acima de tudo: nunca, JAMAIS, use a palavra resiliência em vão.

PS: “Nenhuma” se escreve junto.

Amanda Armelin dia 24 de junho de 2015
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É um convite

Ei, menino: eu não deveria, mas gosto de você.

Gostei desde a primeira vez em que você quase me despiu com os olhos, e ficou sem graça quando eu reparei. Do jeito que seu coração acelerou quando eu te abracei e disse no seu ouvido que você era gato.

Lembro de como você ficava vermelho sempre que eu deixava escapar alguma besteira entre amigos e propositalmente te olhava nos olhos. E de como depois de um tempo você nem desviava mais os olhos de mim.

Gosto da sua falta de jeito, da sua timidez contida em dizer que me queria só pra você. Gosto do seu ciúme comedido, do seu medo de me perder enquanto ainda nem tem. De quando você me olha nos olhos e pergunta porque ainda não nos beijamos (sem contar é claro, aquele beijo na trave quase proposital de outro dia).

By the way, seu beijo deve ser delicioso. Eu sinto que você tem aquela medida certa de língua e vontade, quase sei do gosto e da intensidade antes mesmo de provar. E sei com certeza que vai acontecer em breve, depois de um desses olhos nos olhos que vira e mexe acontecem entre nós.

Você mal sabe, mas na minha cabeça já transamos tantas vezes que parece que já te sei de cor.

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Sei que seu toque é quente e suave e adoro quando sua mão passa por entre meus cabelos. Gostamos de demorar nas preliminares, porque nosso sexo começa muito antes de qualquer penetração: adoro o jeito que você me puxa para o banho quente e a vontade que sinto em te chupar até você quase gozar. Amo seu desespero em fechar o chuveiro e me carregar pra cama, ainda toda molhada, pra compensar me chupando até gozar em sua boca. E meu Deus, como eu me excito com a maneira que você me olha enquanto me contorcendo toda, deixo escapar um gemido mais alto.

Sinto um tesão enorme em nossa pequena disputa de posições, da vontade liberta em querer ficar por cima. Adoro quando você usa um pouco mais de força e me coloca de quatro com leves mordidas e apertões. Quase gozo de novo ao sentir aquela gota de suor descendo quente bem no meio das costas enquanto você acaricia meu peito e endurece meu mamilo com leves mordiscadas e com a mão direita me penetra com seus dedos.

Gosto de como você me olha quando te obrigo a parar e me arrasto pra cima de você. Faço cara de má, sentando-me o mais devagar possível em sua ereção deliciosa. Te beijo o pescoço enquanto você geme e se contorce de prazer, segurando pela segunda vez o gozo.

Acelero propositalmente o ritmo do nosso sexo, me grudo ainda mais em seu corpo. Sinto cheiro, suor e gosto do seu corpo todo no meu. Você diz baixinho que é melhor eu ir mais devagar se não quiser acabar rápido e eu te peço com voz rouca pra gozar dentro de mim.

Nosso ápice é junto e demorado. Tem gemido baixo, olho no olho intenso e um prazer indescritível. É seguido por um beijo molhado e 10 minutos de cafuné com pillow talk agradável.

Dormimos um pouco, pedimos uma pizza e transamos novamente na sala. Porque com você eu não preciso ter medo ou vergonha de ser eu mesma.

Até que a verdade me trai e eu vejo que tudo isso não passou de um sonho até agora. E sabe, menino, um dia me disseram que viver desejando algo não é jeito bom de ser feliz.

Olha, eu sei que que é tudo muito mais complicado do que parece e sei que existem muitos “ses” antes de algo pra nós dois; mas também sei que todas as vezes, todos eles se esvaem com seu simples olhar.

Então, sendo mais clichê e direta impossível: “se não eu, quem vai fazer você feliz”? Esquece esse medo todo e vem, é um convite oficial.

Esse texto também foi publicado AQUI.

Amanda Armelin dia 24 de junho de 2015
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Será que remendamos amores?

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Será que as pessoas se cobram razões demais e por medo, amam de menos?

Honestamente, acho que se amor fosse fácil e decifrável, não seria assim tão lindo, completo e cheio de mágica como tantas músicas, quadros, textos e poemas pintam. As pessoas tem teorias demais para explicar o que sabem de menos e nesse meio de caminho talvez se percam na ânsia de definir algo que não precisa disso.

Gosto de acreditar que amor é múltiplo e acontece várias vezes na vida. Que nós é quem fazemos e decidimos nossa propensão a se apaixonar por determinado tipo de pessoa: gostar no outro tudo aquilo que falta na gente, se apaixonar por tudo que acha errado ou romantizar uma história que a mente invente antes mesmo de beijá-lo e talvez nem aconteça na vida real.

Fato é que o segredo está em permitir-se.

Amanda Armelin dia 9 de junho de 2015
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Como casais mantém a relação quente a longo prazo?

Primeiro, o resumo visual da resposta de 1 milhão:

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E complementando, assista o TED Talk da terapeuta de casais que viajou o mundo todo buscando essa resposta, Esther Perel. Encontre algumas respostas e afirmações surpreendentes, que podem mudar completamente a maneira que você pensa em relação à sexo em relações duradouras.

Entenda que conceitos de bons relacionamentos, como nutrir, cuidar, sem bonzinho e fazer o bem estão inversamente proporcionais ao nível de sejeo: você se atrai pelo outro quando tem uma nova visão da mesma coisa, como por exemplo quando ele está em seu elemento natural, fazendo algo que ele ama, e aquela distância confortável entre vocês atrai, faz com que você sinta desejo por aquela pessoa passional, guerreira e nada “boazinha”.

Normalmente, os casais dizem que gostariam de ter mais sexo, mas o que eles querem realmente dizer é que eles querem sexo de melhor qualidade, porque um bom nível de intimidade não garante automaticamente um bom nível de sexo. Assista:

Amanda Armelin dia 30 de abril de 2015
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Entrevista sobre Massagem Tântrica

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Sempre fui dessas que busca saber mais sobre um assunto antes de falar a respeito (porque né? De gente falando merda a internet está cheia) e por isso, fui atrás de entrevistar quem sabe do assunto antes de expor minha opinião sobre MASSAGEM TÂNTRICA.

Conheci o Fábio por meio de amigos em comum no Twitter, que gentilmente cedeu uma entrevista ao SaiDaqui sobre o tema. Bora ler e conhecer mais sobre TANTRA?

O primeiro passo é se desvincular de seus tabus: esqueça tudo que você acha que sabe, e leia a entrevista abaixo de mente aberta. Enjoy ;)

1. Antes de mais nada, conte-nos um pouco mais de você e seu perfil como terapeuta. 
Meu nome é Fábio Neves, tenho 35 anos e minha história na terapia corporal é muito inesperada, pois toda minha formação acadêmica é da área de exatas. Porém, sempre fui fascinado pelo corpo humano, e em 2008 comecei a me aventurar nessa área: tudo começou com um curso de Yoga Massagem Ayurvédica na Companhia do Ser, onde mais tarde fui convidado a ser terapeuta e instrutor de alguns cursos.

2. Basicamente, com que cabeça as pessoas chegam até você em se tratando de tantra? O que elas esperam inicialmente?
De uma forma bem grosseira, podemos dizer que existem 2 grupos: Os que sabem o que precisam, e os que acham que sabem. Explico-me: muitas pessoas vem em busca de prazer (sim, isso realmente acontece), mas buscando o que elas conhecem por prazer; algo totalmente imposto, geralmente envolvendo poder e submissão, deixando o “sentir” no sentido literal, suprimido. A ideia para esse grupo e abrir a mente para o real significado de prazer.
Outro grupo vem realmente buscando solução de problemas envolvendo sexualidade (desde os mais simples até os mais complexos, envolvendo abuso e etc), ausência de prazer no ato sexual ou simplesmente para poder se conhecer melhor.

3. Que tipo de conceitos e explicações você normalmente dá para pessoas leigas no assunto, de modo a ensiná-las corretamente do que se trata a terapia tântrica?
Uma das primeiras orientações é de que a pessoa respeite seus limites. Nada deve ser imposto ou forçado. Quando falamos de Tantra a ideia é de poder se experimentar, num ambiente onde você não “tenha” que ser isso ou aquilo, onde você vai poder entrar em contato com o que você realmente sente, sem medo de julgamento. No Tantra, você vai entrar em contato com sensações e emoções natas, que foram destruídas ao longo do nosso desenvolvimento, para que pudéssemos estar dentro de um modelo social “aceitável”.

4. Qual é a indicação? Quem deve fazer a massagem tântrica?
Todos deveriam passar por uma experiência tântrica, haja visto que muitos de nós fomos instruídos de uma forma nada sadia com relação a sexualidade. Mesmo hoje, o conceito de sujo, proibido e diversos outros pontos negativos, ainda são atribuidos ao sexo, que nada maís é do que a fonte da vida e continuidade.
Falando de situações específicas, hoje muitas pessoas que nunca sentiram um orgasmo ou mesmo que não conseguem se satisfazer com suas relações, também procuram o Tantra. De uma forma resumida, é indicado para todos que não estão satisfeitos com a sua sexualidade e querem mudar isso.

5. Só existe um tipo de terapia tântrica ou existem “níveis” de intensidade (tipo o créu)?
Muitos espaços definem um método, mas aí, caímos no mesmo problema de não olhar com carinho para a pessoa que estamos cuidando. Existem diversos tipos de possibilidades dentro do tantra, desde a massagem, a meditações dinâmicas, a intensidade dos processos está ligada diretamente a entrega de cada um.

6. Me parece algo bastante íntimo e delicado, você atende qualquer um que queira fazer ou existe um processo de “filtro”?
Não há uma restrição, mesmo porque, se você segrega… não é Tantra, contudo, minha única restrição é para as pessoas que buscam sexo e o conhecido… para isso, realmente não vou agregar e ai perde o sentido o meu trabalho.

7. Muita gente confunde as coisas e vem com intenções erradas sobre o processo?
(Risos) isso é muito comum e até que bem vindo, principalmente quando as pessoas chegam a passar pela experiência de sentir. Depois da sessão com certeza a percepção passa a ser outra e muitas outras questões, muito mais relevantes, vem à tona.

8. Que benefícios a terapia tântrica pode trazer para a vida das pessoas atendidas?
– Melhora a forma como você se relaciona consigo e com as pessoas em sua volta
– Aumento da vitalidade
– Orgasmos mais intensos
– Melhora da criatividade
– Aceitação de si mesmo

9. É possível sentir orgasmos durante as sessões? Como?
Muitas pessoas pensam em orgasmos sendo gerados apenas através dos genitais (que são válidos, não devemos descartar isso). Mas, e se esse pulso orgástico pudesse ser disparado não só pelos genitais mas por qualquer parte e pudesse percorrer o corpo todo? Essa fórmula é única e cada um vai ter a sua: em sessão iremos descobrir como cada pessoa sente e a partir daí, expandir.

10.  Você trabalha o tal dos chacras das pessoas? O que são e como funcionam?
Sim… e de certa forma são eles que servem de indicadores de onde estamos engessados e não deixamos fluir nossa energia sexual. Trabalhamos com 7 chacras principais, onde o primeiro se localiza na base da coluna, e o último no ponto mais alto da cabeça. Podemos pensar no primeiro chacra como uma fornalha, que movimenta e dá a nossa chama de vida, o que nos liga as nossas necessidades básicas e existências. Pensando nessa fornalha, os demais chacras acabam sendo comportas… onde o ideal seira que cada uma mantivesse uma contenção suficiente para se aquecer e deixar passar essa energia até a próxima comporta. Quanto uma dessas comportas se fecha ou não sustenta energia o suficiente, começamos a ter os diversos problemas físicos ou emocionais.

11. Você, como terapeuta, acaba sentindo algum tipo de prazer mútuo durante as sessões? É uma sensação de troca ou de doação para a pessoa em questão apenas?
Prazer é algo subjetivo, mas posso dizer que existe uma movimentação energética que se inicia com o terapeuta e acaba por movimentar a energia de quem está recebendo. Fica fácil de entender pensando em um carro parado… ele ligado, eu empurro e ele volta a funcionar, até que você simplesmente volte ter a possibilidade de apenas virar o contato e ele funcionar. Essa chave, é a respiração, se o terapeuta, não tem sua energia correndo… não tem como fluir isso em quem recebe.

12. Que tipos de sensações as pessoas devem esperar das sessões?
Todas… mesmo porque, isso vai depender muito da história de cada um e como foi o desenvolvimento de sua sexualidade e relações de afeto.

13. Você também dá aulas para casais? Como funciona?
Existe a possibilidade do curso para casais, onde com a ajuda de mais uma terapeuta, é ensinado o básico da massagem tântrica, de forma que o casal possa aumentar a intimidade um com o outro e poder se curtir um pouco mais, não abandonando o conhecido, mas agregando mais uma possibilidade para curtir a intimidade.

14. É obrigatório ficar nu na sessão?

Não necessariamente, a nudez é interessante mas não é fundamental, todo esse processo da massagem tântrica, está envolvida com vínculo. Se não for confortável e aceitável, não deve ser feito.

15. Você atende homens? É comum isso acontecer?
Não com Massagem tântrica diretamente, mas dou cursos de massagem e também atuo com outras técnicas.

16. O que mais as pessoas precisam saber sobre o tantra antes de te procurar?
Que Tantra é uma possibilidade de expandir seus conhecimentos sobre si mesmo e sobre forma como você lida com a sua vida e sexualidade hoje.

17. Qual a duração média de uma sessão?
As sessões duram em média 1h30, e variam de caso a caso.

18. Existe algum preparo anterior?
Sim, estar disponível e com a cabeça aberta para o diferente.

19. Deixe seus contatos e métodos preferidos de comunicação.
http://www.fabiomassagista.com.br
fabiomassagista@gmail.com
Fone: 11 98263-2795
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E aí? Curtiram?

Que tipo de tabus foram quebrados com essa entrevista? É como vocês imaginavam que era?
Particularmente, achei super interessante e fiquei até com vontade de provar.
QUEM SABE NÃO CONTO SOBRE MINHA PRÓPRIA EXPERIÊNCIA NUM PRÓXIMO POST? ;)
Aguardem!

 

Amanda Armelin dia 23 de abril de 2015
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Dica de restaurante Japa em SP: Toshiro Sushi

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Como todos sabem, comida é minha paixão. E quando ela é bonita, boa, e não custa caro, melhor ainda.

É justamente por isso que a dica de hoje vai para todos que valorizam um bom restaurante japonês sem ter que deixar o VR do mês todo em uma única janta.

O TOSHIRO SUSHI atende todos os requisitos: é bonito, é barato, a comida está sempre muito fresca e bem feita, além de bonita e apresentável. Descobri o restaurante sem querer, explorando o bairro onde moro.

Virei cliente assídua. Tanto que de vez em quando até rola um mimo bonito quando vou para o rodízio lá ;)

Outra coisa que sempre me chamou a atenção na unidade que frequento: os funcionários estão quase sempre bem humorados ou, ao menos, são educados e simpáticos com os clientes. Dificilmente vejo alguém atendendo mal ou de cara fechada por lá.

NOTA: Não deixe de conversar com o atendente Diego! Ele é atencioso, simpático, educado e divertido ao mesmo tempo.

E já que a gente sempre come com os olhos, vamos ao que interessa? Babe nas fotos ;)

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Tá curioso? Acho que vale uma visita sim! Eles tem duas unidades:

Unidade I (a que eu frequento):

Rua Martim Francisco, 98 – Santa Cecília

(11) 3333.3231

Horário de Funcionamento:

Segunda à Quinta: das 11h30 às 15h e das 19h as 23h

Sexta: das 11h30 às 15h e das 19h às 23h30

Sábado: das 12h às 16h e das 19h às 23h30

Domingos e Feriados: das 12h às 16h e das 19h às 23h

Unidade II (não conheço):

Rua Dr. Cândido Espinheira, 636 – Perdizes

(11) 2129.7776

Horário de Funcionamento:

Segunda à Quinta: das 11h30 às 15h e das 19h as 23h

Sexta: das 11h30 às 15h e das 19h às 23h30

Sábado: das 12h às 16h e das 19h às 23h30

Feriados:das 12h às 16h e das 19h às 23h

Fecha aos Domingos

 

A melhor parte? O preço:

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PS: isso NÃO é um publi, só achei válido dar a dica mesmo ;)

Amanda Armelin dia 1 de abril de 2015
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Desculpe-me. E eu te amo.

Man in Love

Lembro como se fosse hoje.

Acho que se fechar os olhos, ainda consigo ver nitidamente você na minha frente com aquela blusa levemente decotada, acompanhada de um largo primeiro sorriso (de muitos) e aquele abraço de como se já fossemos velhos amigos. Nem preciso me esforçar para lembrar o cheiro doce do seu perfume, ou o mentolado do seu hálito enquanto falava perto do meu ouvido coisas banais, no meio da pista de dança. A balada estava ensurdecedora, e ainda assim, eu só ouvia e via você: nem sei dizer se naquele dia o lugar estava abarrotado de gente como nas outras vezes que fui e você não estava lá.

Sua simpatia me surpreendeu e cativou de pronto. Seu jeito direto fez com que nossa afinidade crescesse rápido. Não demorou muito, fui convidado a conhecer sua casa. Você nunca foi de fazer jogo, não é mesmo? Sempre que quis algo, falou, ou simplesmente foi lá e fez. Esse sempre foi seu ponto forte. Mas para uma pessoa sistemática como eu, é também o ponto fraco.

Por uma vez tentei não pensar nisso: afinal, você me embriagava. Se algo me passava pela cabeça, era seu rosto, sua voz, seu corpo. E que belo corpo!

Toquei sua campainha com o coração quase na boca. O mundo parou por um segundo e te vi ali, escorada na porta com aquele mesmo sorriso bobo e olhar descompromissado, meio tímido, meio sem jeito. Pensei, “que se dane qualquer escultura grega ou romana, aquela garota ali, exatamente daquele jeito, isso sim é arte.”

Eu me apaixonei por você naquele instante.

Seu jeito levemente desleixado de deixar o cabelo cobrir parte do pescoço, somado ao decote aparente (quase sempre presente) atraíram meus olhos e despertavam minhas vontades mais íntimas. Seus shorts curtos, revelando coxas grossas e rabiscadas sempre te deram um tom meio arredio, meio rock and roll. Você nunca teve receio de parecer desleixada: entendeu cedo que sempre foi sexy por natureza. Seu estilo “foda-se” sempre te fez ainda mais sensual.

E a conversa, meu Deus! Como fluía nosso papo…era como se tivéssemos passado uma vida lado a lado (quem sabe não foi uma anterior, não é mesmo?). Eu não queria sair de perto de você nunca mais. Passaria uma vida encarando seus olhos, admirando seu sorriso. Sempre achei engraçado quando você, sempre tão decidida, ficava sem graça. O cheiro do seu cabelo, da sua pele, da sua casa. Eu precisava pertencer ali.

Às vezes (e me perdoe por isso) eu nem conseguia prestar atenção nas suas palavras, porque acabava hipnotizado pelo movimento da sua boca: a boca que eu queria tanto beijar.

Lembra que você me deu um filme pornô e alguns itens de sex shop de presente aquele dia? “Pra você se divertir quando estiver triste”, disse. Eu não sabia se ria ou se me apaixonava. Você não era nada comum, nada previsível. Sempre teve o controle da situação, e nunca pareceu se incomodar com isso: é seu natural. A garota mais estilosa e segura que eu já tinha conhecido na vida estava ali, na minha frente. E eu estava me apaixonando por ela.

Sem rodeios, você me puxou para o quarto. Deitei na cama e você me beijou. Tomou o controle, ficou por cima de mim e num numa velocidade quase torturante de prazer, me beijou de novo, olhando nos olhos. Era como se você já tivesse me despido, porque ali, eu fiquei nu. Nu para tudo que eu achei que era o “papel do homem” minha vida toda. Indefeso para sua confiança e certeza tão desprovida de pudor, sua vontade explícita de nós dois. Confesso que me senti indefeso por um minuto: não estava acostumado com essa falta de jogo, de enrolação. Mas seu toque era extasiante e tudo que eu queria era mais. Mais do seu beijo, do seu cheiro, da sua pele.

Você me fez sentir desejado, tarado, sem medo.

Saiba, garota, que você foi a melhor transa da minha vida. Cada penetração me deixava arrepiado. Todas as vezes em que transamos no banho, fizemos amor pela manhã ou fodemos madrugada adentro. Deitados, em pé, sentados. De lado, de costas, de quatro. Com você, eu aprendi a não ter vergonha de sentir prazer, de gemer mais alto, de romantizar o sexo, de sentir tesão. O melhor oral que já recebi, a melhor palmada que já dei. Entre suor e leves puxões de cabelo, uma pausa para beijos apaixonados e olhos nos olhos que quase faziam gozar antes do previsto. Você no meu colo era o paraíso ao alcance das mãos. Em pouco tempo, sua cama se tornou o melhor lugar do mundo. Não importava mais nada -“foda-se a vida lá fora”- eu só queria sentir seu corpo nu no meu.

Você tinha a mistura perfeita de amante dominadora e menina frágil. Sua voz doce pela manhã me acordando com café na cama era delicioso e contraditório quando comparada com a mulher decidida, sexy e tarada que estava comigo entre lençóis na noite anterior.

Você ia trabalhar e eu ficava ali no quarto vazio. Por várias vezes me belisquei, só pra ter certeza que não estava sonhando. Antes de partir, eu espalhava bilhetes românticos e sacanas pela casa, mal esperando a hora de sair correndo do trabalho e me afogar mais em você.

Todos os dias, que logo viraram semanas, e que logo viraria um mês. Minha paixão aumentava e suas defesas baixavam. Você me apresentou seus amigos, não tinha vergonha de demonstrar carinho em público. Era tudo tão natural, e ao mesmo tempo assustador. Eu mal sabia que aquela mulher também tinha planos de ser cuidada. De ser casada. De ser mãe. Falamos de futuro, de comprometimento.

E o que aconteceu?

Eu morri de medo. Eu pensei demais. As incertezas falaram mais alto. Tudo estava perfeito demais para ser verdade e com medo de que algo estragasse isso, eu estraguei sozinho.

Fiz o que todo homem covarde faz.

Eu fugi.

Do melhor sexo. Da risada fácil e gostosa. Do cheiro agradável da sua pele. Da conversa divertida pela madrugada. Do carinho no sofá. Do seu toque no meu corpo (e vice-e-versa). Eu tinha tudo. Eu perdi tudo.

Porque eu deixei tudo para trás? Acho que é o que tento responder todos os dias desde o minuto em que fui embora pra sempre.

Meu maior arrependimento é ter sido covarde com você.

Hoje, eu queria voltar no tempo e dar um soco na cara daquele rapaz inseguro. Olhar nos olhos dele e dizer “Não perca essa garota, ela é a mulher da sua vida.” Eu queria voltar, te pedir desculpas e te beijar até perder o fôlego. Queria sussurrar no seu ouvido que sempre te amei e que fui um idiota. Queria dizer que agora você é minha, e que eu sempre fui seu. Queria dizer que agora eu fico, e que nunca mais arredo o pé.

Esse texto é só pra dizer que te amo. E que ainda sonho com minha segunda chance.

Amanda Armelin dia 6 de março de 2015
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Não te quero mais

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[Você DEVE ler este texto ao som de Pra Sonhar]

Sempre fui dessas que não tem vergonha de sentir saudade, e hoje não foi diferente.

Bom, na verdade foi. Porque pela primeira vez foi com você: engoli toda a mágoa que o seu medo e sua fuga me causaram e deixei a memória buscar toda a parte boa do nós que vivemos. Pra ser sincera, hoje até entendo seus medos e motivos, mas isso não vem ao caso.

Nosso timing e nossas expectativas podem ter sido erradas, mas o que passamos juntos na época pareceu bem certo: desde sua cara de pau ao vir falar comigo no meio de um batalhão de gente estranha até nossa decisão em nem se dar ao trabalho de tentar algo mais sério.

Seu excesso de comprometimento com o passado e minha excentricidade em planejar um futuro nos separou, antes mesmo de começarmos.

Mas eu senti saudade de como você me olhava com vontade nos olhos. De como tinha medo de me perder e de como se revelava sentimental na pillow talk depois da transa. Do sorriso de canto de boca que soltava ao me ver chegando de longe, de como não sentia vergonha de ser você mesmo quando estava comigo.

Quase senti seu cheiro na cama e lembrei do que estava escrito em cada um de seus bilhetes tarados espalhados pela casa. Fechei os olhos pra lembrar de como eu me derretia enquanto você tocava violão ao pé da cama, ainda suado e semi-nu, depois que transávamos. De como era vidrado nos meus pés (e na minha bunda).

Sorri escondido ao lembrar da tara que você demonstrava em locais públicos, me deixando sem graça e com tesão ao mesmo tempo. Deliciei-me em lembrar do seu ciúme bobo e descontrolado, pedindo satisfação a toda hora. Lembrei até daquela vez que você quase deu um soco no moço da mesa do lado, lá de cima do palco enquanto eu te assistia e ele me paquerava. Lembrei também de como nos resolvemos mais tarde entre lençóis.

Ouvi sua voz pertinho do meu rosto, e aquele seu jeito sem jeito de dizer que queria ficar comigo mas tinha medo do meu jeito moleca. Lembrei de como você gostava de frutas e sexo no café da manhã, e mais ainda quando eu lhe trazia na cama, vestindo apenas sua camiseta da noite anterior.

Engoli todo meu orgulho e vim aqui confessar que por você eu teria mudado o meu mundo e o meu jeito, só pra ficar no seu. Por você eu talvez até tivesse casado. Eu teria escrito um livro, plantado uma árvore e quem sabe, feito um filho.

Hoje não te quero mais, mas ainda te levo comigo; pra poder lembrar de tudo isso e usar sorrisos tímidos de maneira contida, esporádica e sincera do que poderia ter sido quando precisar suspirar. Deixei-me também um pedaço, pra você nunca se esquecer de lembrar de mim, ou da intensidade do que tivemos e nunca admitimos: muito mais que o combinado de “só sexo” inicial.

Amanda Armelin dia 3 de março de 2015
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Falando em Poker…

por Renato Mello

Roleta e casino

Se você sabe o que é um Cassino, provavelmente sabe porque muitas pessoas o consideram um lugar divertido. Geralmente eles estão localizados em grandes hotéis – chamados resorts – onde é possível encontrar de tudo para satisfazer os clientes, como ótimos restaurantes, academias de ginástica, SPA’s, shows musicais e vários espetáculos, entre outras grandes atrações. Atualmente o POKER está entre os jogos de cassino online mais procurados nos sites como CasinoOnline.pt, ganhando até mesmo de blackjack, slots e roleta online.

Os cassinos são casas de jogos muito antigas e por isso mesmo, têm muitas histórias e curiosidades, tais como:

  • O jogo de casino de poker foi inventado na Europa por volta do século 15. Os alemães acreditam que este jogo se originou do jogo alemão Poch enquanto os franceses relacionam este jogo ao seu jogo “Poque”.
  • Chegou à costa americana através de um ator inglês chamado Joseph Crowell no início do século 19. Porém, ao invés de ser jogado em cassinos, este jogo foi utilizado para ajudar as tropas relaxarem durante a Guerra Civil Americana.
  • A “Mão do Homem Morto” (Dead Man’s Hand) é um termo que descreve uma mão de poker que contém dois ases pretos e dois oitos pretos. Se você já se perguntou como este termo se originou, vai ficar surpreso. De acordo com a crença, esta é a mão que Wild Bill Hickok tinha quando recebeu um tiro dentro do casino (algo que não acontece nos casinos hoje em dia).
  • O poker é a principal razão por trás da invenção do sanduíche. O Conde de Sandwich ficava muito entretido com o jogo de póquer que não gostava de sair da mesa para comer. Então, ele teve uma ideia para economizar tempo: uma fatia de carne entre duas fatias de pão.

O resto é história ;)

Amanda Armelin dia 5 de fevereiro de 2015
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36 perguntas para dois estranhos se apaixonarem

Por Guilherme Valadares

Suponha que duas pessoas não se conheçam e elas, por algum motivo, desejem se aproximar romanticamente.

Alguns vão dizer que a tentativa depende das estrelas, outros vão defender feromônios e há aqueles que talvez acreditem na mais pura sorte.

Em 1995, o psicológo e pesquisador Arthur Aron conduziu um experimento para testar um método prático que induzisse duas pessoas a se sentirem íntimas. O processo foi realizado com estudantes de psicologia que, sentados em uma sala confortável, receberam três pacotes com uma série de perguntas e a instrução de que o experimento seria uma espécie de jogo agradável, cuja intenção era apenas fazer com que se aproximassem.

O Dr. Aron nos diz em seu estudo (aqui o link para o material completo, que li antes de escrever esse artigo) que “um padrão chave no desenvolvimento de um relacionamento de proximidade entre duas pessoas é a contínua, crescente, recíproca e íntima abertura.

Para estimular tal processo, ele deu a cada dupla de estudantes, de sexos diferentes, uma série com 36 perguntas para serem respondidas na exata ordem proposta. Ao fim das perguntas, os dois participantes deveriam se olhar nos olhos silenciosamente durante quatro minutos.

Após o estudo, conduziu checagens para entender melhor a repercussão do processo, ficando surpreso com os resultados. O método era mesmo eficaz ao acelerar a aproximação, ainda que não significasse garantia de que algo fosse ocorrer em seguida. Ainda assim, seis meses depois duas pessoas que participaram estavam casadas.

Em janeiro desse ano, a repórter Mandy Le Catron, do New York Times,publicou um tocante relato após fazer a maratona de perguntas do Dr. Aron com um conhecido. Se apaixonaram. O artigo se espalhou como fogo em palha (as perguntas saíram também no Update or Die e no Treta).

casais
Foto por Saad Salem

Abaixo seguem as 36 perguntas:

Pacote I

1. Podendo escolher entre qualquer pessoa no mundo, com quem você gostaria de jantar?

2. Você gostaria de ser famoso? De que modo?

3. Antes de fazer uma ligação telefônica, você ensaia o que vai dizer? Por que?

4. O que seria um dia perfeito para você?

5. Qual a última vez em que cantou para si mesmo? E para outra pessoa?

6. Se você pudesse viver até os 90 anos e manter a mente ou o corpo de uma pessoa com 30 anos para os 60 anos seguintes – até completar 90 – qual iria escolher?

7. Você tem um palpite secreto sobre como vai morrer?

8. Diga três coisas que você e a pessoa com quem está conversando parecem ter em comum.

9. Pelo que em sua vida você se sente mais grato?

10. Se pudesse mudar qualquer coisa no modo como foi criado, o que seria?

11. Gaste quatro minutos para contar ao seu parceiro sua história de vida, com a maior quantidade de detalhes possível.

12. Se pudesse acordar amanhã tendo ganho qualquer qualidade ou habilidade, qual seria?

Conjunto II

13. Se uma bola de cristal pudesse te contar a verdade sobre si mesmo, sua vida, seu futuro ou qualquer outro coisa, o que escolheria saber?

14. Tem algo que você sonha em fazer há muito tempo? Por que ainda não fez?

15. Qual a maior realização de sua vida?

16. O que você mais valoriza em uma amizade?

17. Qual sua lembrança do passado mais querida?

18. Qual sua memória mais terrível?

19. Se você soubesse que em um ano iria morrer subitamente, você mudaria algo no modo em como está vivendo agora? Por que?

20. O que amizade significa para você?

21. Qual papel amor e afeto têm em sua vida?

22. Se revezem ao compartilhar uma característica que considera positiva na pessoa com quem está conversando. Compartilhem cinco coisas.

23. O quão próxima e unida é sua família? Você sente que sua infância foi mais feliz do que a da maioria das pessoas?

24. Como você se sente sobre o seu relacionamento com sua mãe?

Conjunto III

25. Diga três frases começando com “nós”. Por exemplo, “nós dois estamos sentindo agora que…”

26. Complete essa frase: “Eu gostaria de ter alguém com quem pudesse compartilhar…”

27. Se você fosse se tornar um amigo próximo da pessoa com quem está conversando, por favor compartilhe algo que seja importante que ele (ou ela) saiba.

28. Diga à pessoa com quem está conversando o que você gosta sobre ela; seja bastante honesto dessa vez, dizendo coisas que talvez não falasse com alguém que acabou de conhecer.

29. Compartilhe com seu parceiro um momento embaraçoso de sua vida.

30. Qual a última vez em que chorou na frente de outra pessoa? E sozinho?

31. Diga à pessoa com quem está conversando algo que você já gosta nela.

32. O que, se há algo, seria sério demais para se brincar?

33. Se você fosse morrer essa noite, sem a chance de se comunicar com ninguém, o que mais se arrependeria de não ter dito a alguém? Por que não falou isso a essa pessoa ainda?

34. Sua casa, com tudo que você possui, pega fogo. Depois de salvar as pessoas que ama e seus animais de estimação (se tiver algum), você consegue entrar na casa para buscar uma única coisa. O que seria? Por que?

35. De todas as pessoas em sua família, a morte de qual delas mais te perturbaria? Por que?

36. Compartilhe um problema pessoal e peça um conselho à pessoa com quem está conversando, sobre como ela lidaria com a situação. Peça também para lhe dizer como ela interpreta que você está se sentindo em relação a esse problema.

* * *

É claro que relacionamentos autênticos e saudáveis não surgem de métodos e roteiros. O próprio estudo do Dr. Aron levanta uma série de ressalvas e limitações em relação ao estudo feito, cujo propósito está ligado ao desenvolvimento de intimidade – e não necessariamente se apaixonar.

Porém, tendo isso em mente, podemos brincar com essa ideia de modo despretensioso. Quem mais está disposto a testar?

Via Papo de Homem

Amanda Armelin dia 4 de fevereiro de 2015
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