Tem gente que não merece meu respeito.
Num mundo cheio de drama queens e hipocrisia barata em forma de sentimento comprado no açougue da esquina.
Gente que joga lixo no chão, não respeita os idosos e pra foder com tudo, é racista. Gente que merece tomar soco na boca.
Não merece os pais que tem. São mimados, fazem ceninha e não tem educação. Playboyzinho de merda, gasta o que não tem, paga de galã e vive rodando com carro emprestado.
Empresta dinheiro dos outros. Maltrata animais na rua. E se acha no direito de ser chamado cidadão.
Pula roleta do ônibus, faz a fama baseando-se em bulling dos mais fracos. Merece ser jogado bêbado num campo minado.
Aliás, bebe e machuca inocentes. Devia ser estuprado na prisão até não ter mais pregas no fiofó.
Faz drama e só quer pegar mulher gostosa. Que além de silicone nos peitos e na bunda, deveria colocar no cérebro. Aliás, nem tem mais cérebro. Perdeu no maternal.
Bate no peito pra dizer que é macho e é covarde de bater na mulher quando chega em casa. Deixa faltar o pão pros filhos, mas nunca sua cachaça.
Não te cultura nenhuma e ainda assim pensa ser o dono da razão. Vota no primeiro filho da puta que lhe dá uma propina besta.
Gente que não merece ser tratado como gente. Que me dá vergonha ao dizer que é Brasileiro.
Que não faz nada para melhorar o mundo. Pelo contrário, só atrapalha. Cultiva violência, dança rebolation e faz filho como se fosse mato. No dia seguinte, nem lembra o nome da mãe da criança.
Vive da lei de Gerson. Joga todo o trabalho em cima dos outros. Só quer o crédito. Isso quando trabalha.
É filho de papai, e mesmo assim falsifica dinheiro, “só por diversão”. Deveria ser morador de rua. E morrer de frio no inverno do Sul.
Respeito é o mínimo que todo ser humano deveria nascer sabendo.
Porque depois, idiotas como esses dizem que sentem vergonha do país que vivem, enquanto não se tocam que vergonha mesmo, é existirem.

SaiDaqui!
PS: Todos os exemplos citados acima são verídicos, ouvidos ou vivenciados vez ou outra pela jovem boboca que escreve este blog. Vergonha alheia.
Pasmei ao ver essas imagens:




(vistas no Largado em Guarapari)
Fiquei pensando em como o povo brasileiro pode ser sem vergonha. E em quanto isso me irrita.
Obviamente, eu não sou hipócrita, e admito que os salários nunca são justos, que os preços estão subindo, que os políticos são desonestos…Mas convenhamos: as coisas não estão fáceis para ninguém, e isso não dá o direito de se beneficiar da desgraça alheia usando o famoso “jeitinho brasileiro”.
Que por sinal, nada mais é do que uma forma de representar a malandragem já históricamente conhecida de nosso povo. É ter o tal “jogo de cintura”, e fazer as coisas “por meios alternativos” do que a regra manda.
Pior que isso, é ter orgulho do tal jeitinho, e viver criticando ele. Subornar o policial, e reclamar do vereador corrupto. Afinal, apontar para os outros é muito mais fácil que enxergar os próprios erros.
E a consciência coletiva nunca muda…É sempre tudo em benefício próprio. Infelizmente.
PS: O termo já é tão comum que encontra-se na Wikipédia. Não acredita? Veja aqui.
É galera. SaiDaqui com esse tal Jeitinho….
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